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Entre outros assuntos, falo da escalada ao Pico Cão Grande e das minhas aventuras em canoas – Visam defender a teoria de que antigos povos africanos, podiam ter sido os primeiros povoadores das Ilhas do Golfo da Guiné, antes dos colonizadores – Parti à meia-noite, disfarçado de pescador, ligando a ilha do Príncipe. Para me orientar, uma rudimentar bússola – A canoa era minúscula, à segunda noite adormeci: rolei na escuridão das vagas. No regresso fui distinguido com sopapos da policia salazarista, enviado para os calabouços – Cinco anos depois, numa piroga maior, fiz a ligação São Tomé-Nigéria. Partindo igualmente à noite, 13 dias depois atingia uma praia de Calabar, tendo sido detido 17 dias por suspeita de espionagem. - No mesmo ano, já com São Tomé e Príncipe independente, tentei a travessia São Tomé ao Brasil, usando os mesmos recursos. Além de pretender reforçar a minha teoria, desejava evocar a rota da escravatura e repetir a experiência de Alain Bombard. Porém, quis a ironia do destino que vivesse a difícil provação de um naufrágio de 38 longos dias, tendo aportado numa praia de Bioko (Bococo)onde fui recambiado para a famosa prisão de Black Beach

sexta-feira, 24 de janeiro de 2020

Ricardo Dinis – O navegador solitário, do mar sem fim, que evoca as epopeias marítimas dos bravos aventureiros portugueses das caravelas – Uma das quais a viagem de Fernão de Magalhães - Somos um pais com a tradição do maior passado histórico por mares nunca dantes navegados, todavia, no livro de “OS NAVEGADORES SOLITÁRIOS”, de Jean Merrien, que primeiramente sulcaram os oceanos, não consta nenhum valoroso nome português –


 Jorge Trabulo Marques - Jornalista




Ricardo Dinis é um exemplo singular, na atualidade, de coragem dos  portugueses que, voluntariamente,  se aventuram a grandes travessias oceânicas,  solitárias e em veleiros: nas docas portuguesas,  existem bons barcos à vela,  atracados, de excelentes linhas, bem aparelhados e equipados, contudo, mais deles, limitam-se a passeios costeiros ou de simples veraneio e não optam pela aventura solitária através das vastas extensões oceânicas: sim, como diz Jean merrien, navegador e escritor francês especializado em história marítima, “os yachtmen, os que se recreiam no mar, não são marinheiros ou desportistas: são proprietários de Yachtes, como se possuiu um automóvel”

Ricardo Dinis nasceu em Lisboa, em 3 de Fevereiro de 1977 e, certamente, logo de menino, com os olhos a postos no Tejo e a perscrutarem o sonho do rumo que tomam os barcos quando a vista deixa de os alcançar para além da linha do horizonte, partindo ao encontro de outras terras e de outros portos e de outras gentes –   Talvez na senda do que diz o poema de Fernando Pessoa, no heterónimo de Alberto Caieiro, de que  “O Tejo é o mais belo rio que corre pela minha aldeia... do tejo vai-se para o mundo... para além do Tejo há América  E a fortuna daqueles que a encontram.”


Ele em que, segundo refere a sua biografia,  “Os fins de semana eram passados na Costa da Caparica na casa da Avó Adelaide e do Avô Emídio. Com apenas cinco anos juntou-se ao Pai, que trabalhava em Londres, A sua vida lá foi feliz mas não foi fácil, até porque, “…as saudades de Portugal eram imensas e dolorosas.”

Com 8 anos a família levou-o a Greenwich, num passeio de fim de semana. A ideia era mostrar-lhe a “Cutty Sark”, um navio que décadas antes ostentara a bandeira de Portugal. Mas o jovem Ricardo não ligou muito àquela embarcação, preferindo a “Gipsy Moth IV”, ali mesmo ao lado, um pequeno veleiro com quem essa lenda da vela, Sir Francis Chichester, realizou – sozinho a bordo – a volta ao mundo à vela sozinho nos anos 60. Com a curiosidade própria de uma criança, o Ricardo quis saber tudo sobre aquele homem e seu veleiro. Enquanto regressavam para casa, o Ricardo afirmou, firme, que “um dia também vou ser navegador solitário!” - Pormenores mais à frente

Não se compreende a razão pela qual se terá perdido a paixão pela aventura marítima –  E tantos foram aqueles tragados pela fúria das vagas! - Se bem que voltássemos  a ser pioneiros nos ares.


Em 1922, Gago Coutinho e  Sacadura Cabral, depois de todas as terras terem sido descobertas, de todos os mares terem sido navegados, entenderam que chegara  a vez de explorar os ares por onde nenhum ser humano tinha estado, desafiando rotas cada vez mais longas e arriscadas. Nomeadamente a travessia Lisboa-Rio de Janeiro. a primeira em vovo aéreo do Oceano Atlântico com navegação astronómica, e primeira do Atlântico Sul.  

No entanto, o facto de não constar qualquer nome,  na lista dos pioneiros solitários,na navegação solitária,  tal não significa que não tenha havido portugueses, nomeadamente pescadores,  que, em pequenas embarcações e tendo-se afastado da costa, por força de tempestades ou mesmo do barco para onde recolhiam o pescado, não acabassem por  fazer longas travessias.Pois,  como reconhece ainda o autor de “Os Navegadores Solitários”, “ninguém  se pode vangloriar de ter sido o primeiro navegador solitário: desde que existem embarcações – de pesca ou de salvamento – têm existido marinheiro que ou sem querer, partiram ou se acharam sozinhos.

Na idade média, em Espanha, chegou uma dia à costa um “homem  vermelho e estranho” num tronco de árvore”. Segundo a descrição, que esclarece não ser um homem negro, trata-se de um americano numa piroga. Como teria chegado ali? Desviado por alguma tempestade? Como tinha subsistido? Conheceria o meio descoberto pelo Dr. Alaim Bombard de extrair água dos peixes? Esse conhecimento explicaria a descoberta e o povoamento das ilhas perdidas no pacífico, como a Ilha de Paques.

FOI UM CAPITÃO ALEMÃO QUE QUIS SERVIR-SE DA COSTA PORTUGUESA PARA A PRIMEIRA TRAVESSIA VOLUNTÁRIA NUM PEQUENO  CAIAQUE. – Em 1952

É  ainda o autor de “OS NAVEGADORES SOLITÁRIOS” a   bíblia dos aventureiros solitários da era moderna, a referir que  “a primeira travessia de caiaque Klepper, batizado Deutsches Spor, foi feita pelo capitão de origem alemã Franz Romer, que perseguia um objetivo científico e altruísta para demonstrar  que era possível sobreviver no mar largo, no seio do  oceano e alcançar a terra em um barco minúsculo. 


Tal como, mais tarde, em 1952, o fez num bote de borracha,  Alain Bombard, um médico francês de trinta e poucos anos, determinado a mostrar ao mundo que é possível sobreviver no mar sem comida, monido  apenas  de um sextante, uma linha de pesca, uma faca, uma rede de plâncton e algumas bugigangas.


Em 19 de outubro de 1952, Bombard iniciou sua viagem solitária, depois de visitar sua filha recém-nascida na França, através do Atlântico, para as Índias Ocidentais .  Bombard navegou em um barco inflável do Zodiac chamado l'Hérétique, que tinha apenas 4,5 metros de comprimento, exigia apenas um sextante e quase nenhuma provisão..
https://en.wikipedia.org/wiki/Alain_Bombard

A sua proeza visava afirmar que a maioria dos náufragos,  desmoralizados e afetados pelo desespero, acabam por se resignar à sua fatalidade e sucumbir, mais  por esse motivo  do que propriamente por falta dos recursos que o mar lhes  poderia oferecer: demonstrando que  a sobrevivência no mar é possível, bebendo água da chuva, um pouco de água do mar e sangue  de peixe, que não é salgado, comendo peixe cru e plâncton filtrado (fonte de combatente da vitamina C escorbuto)

Este foi também um dos meus objetivos, em Outubro  de 1975, quando fui largado numa frágil piroga, apenas munido de uma simples bússola,  um pouco a Norte da ilha de Ano Bom, localizada no Atlântico Sul, a 350 km da costa oeste do continente africano e 180 km a sudoeste da ilha de São Tomé  e Príncipe, que me levaria a uma dificil luta de sobrevivência, ao longo de 38 dias, a que já me referi  no meu site, “Odisseias nos mar”, que é justamente onde agora desejo destacar as proezas do navegador português,  Ricardo Dinis. 

RICARDO DINIS -  O SONHADOR QUE DESEJA SER EMBALADO PELA DANÇA E SONORIDADE DAS ONDAS

Em declarações a uma rubrica desportiva da TVI, Ricardo Diniz fez questão de esclarecer que não existe uma lógica desportiva no que faz. «O meu desporto são as ondas, não é a vela. Na Costa da Caparica faz-se surf ou bodyboard, não é vela e o meu pai nem sabe nadar» - Sim, mas seu pai, João Paulo Dinis (homem da Rádio e Televisão) é também é um aventureiro à sua maneira: pois foi nele em que, os militares  da Revolução de Abril,  confiaram  aos microfones dos Emissores Associados de Lisboa,  a primeira senha para o arranque do Movimento das Forças Armadas que tinham como missão libertar Portugal do regime totalitário em que esteve mergulhado durante 48 anos.

A senha foi dada por João Paulo Diniz  ao colocar às 22 horas e 55 minutos do 24º dia do mês de Abril de 1974 a canção vencedora do Festival RTP,  o tema  “E Depois do Adeus, da autoria de José Niza e de José Calvário, na voz de Paulo de Carvalho.

Para o navegador Ricardo Dinis,  «Aquilo que me moveu sempre foi uma enorme paixão ao mar e a Portugal. Foi isso que me levou a encontrar formas de juntar as duas paixões de maneira útil, sempre com o objetivo de alcançar a excelência em nome de Portugal».https://tvi24.iol.pt/mais-longe-e-mais-alto/reportagem/um-miudo-sonhador-a-rescrever-a-historia-de-magalhaes-contra-ventos-e-mares
SULCANDO A VASTIDÃO DOS GRANDES OCEANOS 
"Até hoje Ricardo Diniz já navegou o equivalente a quase quatro voltas ao mundo à vela, com mais de 100.000 milhas navegadas. Fruto da sua rica criatividade, dedicação, espírito de sacrifício e capacidade de concretização, o Ricardo já desenvolveu inúmeras Expedições e Missões, confirmando a sua tremenda paixão pelo Mar e, acima de tudo, por Portugal.

Todos os seus projectos têm como objectivo celebrar, promover e honrar algo de muito Português. Para mencionar alguns, em 2005, fez o Lisboa-Dakar à vela, ao mesmo tempo que o famoso rally, para reforçar a importância das energias renováveies e de como Portugal precisava investir mais nesta área. Em 2006, navegou entre Portimão e Londres com uma garrafa de Vinho do Porto (Taylor’s, obviamente) para oferecer à Rainha Isabel II, para sublinhar os seus 80 anos de vida, quando se assinalavam os 250 anos da criação da Região Demarcada do Douro e para celebrar a Aliançã Mais Antiga Da História. Em 2012 circum-navegou a Zona Económica Exclusiva de Portugal, a maior da Europa e uma das maiores do mundo, estando no mar 24 dias sem nunca ver terra, para chamar a atenção para o imenso potencial daquele Mar, tão Português. Mais recentemente, em 2014, navegou sozinho entre Lisboa a Salvador da Bahia num tributo à Selecção Nacional, presente no Mundial de Futebol, a quem ofertou uma Bandeira de Portugal e uma enorme garrafa de vidro feita na http://ricardodiniz.com/bio/

DAR VOLTA AO MUNDO EM CATAMARÃ AO MUNDO COMO MAGALHÃES –RICARDO DINIS NA PEUGADA DE UM SONHO – QUE DURARÁ TRÊS ANOS

O projeto foi anunciado, em Fevereiro do ano passado, pelo que é natural que, Ricardo Dinis, já tenha zarpado com proa à sua arrojada aventura

 - 07/02/2019Cinco séculos depois de Fernão de Magalhães ter iniciado a primeira circum-navegação da Terra, outro velejador português prepara-se para dar a volta ao Mundo em homenagem ao histórico navegador. Ricardo Diniz vai partir para esta aventura a 20 de setembro de 2019, precisamente no dia em que faz 500 anos que Magalhães iniciou a viagem, então financiada pela corte espanhola

Em entrevista ao jornal “Diário de Notícias”, Diniz explica que o objetivo desta viagem em redor do Mundo tem como objetivos “dar a conhecer a história de Magalhães, promover Portugal e alertar para a importância de cuidar do mar”. A viagem vai ter início em Sevilha, ao contrário da de Magalhães que se iniciou em Sanlúcar de Barrameda, em Cádis.
A evolução dos tempos faz com que os meios sejam bem distintos da altura. Ricardo Diniz fazer esta viagem a bordo de um catamaran moderno. A viagem deverá durar cerca de três anos e será vegana, ecológica, terá yoga a bordo. O velejador português vai contar com uma tripulação internacional e com convés aberto à entrada de convidados que vão poder cumprir etapas da viagem.

Ricardo Dinis com o seu único companheiro
Ricardo Diniz deseja igualmente dar a conhecer melhor a história de Fernão de Magalhães ou, pelo menos, não a deixar cair em esquecimento, atirando que Portugal vive “obcecado” com Vasco da Gama. Sinto que ele é uma espécie de herói esquecido em Portugal. O mundo reconhece-o e aprecia-o muito mais. Magalhães é nome de marcas de roupa, de fundos de investimentos, de inúmeros barcos, de marcas de GPS e até de crateras na Lua e programas espaciais da NASA”, afirmou ao DN.
“Nós, em Portugal, vivemos muito obcecados com Vasco da Gama. Só em Lisboa tem o seu nome numa ponte, num centro comercial, num aquário, num jardim... Claro que o que ele conseguiu [descoberta da rota marítima para a Índia] foi muito importante e trouxe imensa riqueza ao país, mas por outro lado Magalhães provou muita coisa, abrindo novos caminhos, e mostrou coragem, liderança, visão e determinação até ao final da sua vida. Esses são valores essenciais ao mundo de hoje. E o exemplo de Magalhães ajuda a transmiti-los”, defendeu. https://beachcam.meo.pt/newsroom/2019/02/portugues-da-volta-ao-mundo-500-anos-depois-de-magalhaes/

COM UM APOIO DE PESO  - “3,5 milhões de euros para replicar circum-navegação de Magalhães” -  Desejo-lhe que seja bem sucedido


"Elon Reeve Musk, o patrão do Tesla, da SpaceX e da SolarCity ou uma das maiores empresárias portuguesas ou ainda a maior gestora angolana, são os possíveis sponsors de Ricardo Dinis, o navegador solitário português que se propõe reproduzir – ao longo dos próximos três anos – a rota de circum-navegação de Fernão de Magalhães e de Juan Sebastian Elcano, concretizada há 500 anos.

O mais recente almoço-debate do International Club of Portugal (ICPT) foi o palco escolhido por Ricardo Dinis, jornalista mas sobretudo navegador, que ao longo dos últimos 20 anos representou marcas que querem afirmar-se no mundo. https://www.vidaeconomica.pt/vida-economica-1/publicacoes/edicao-num-1776-do-vida-economica-de-04032019/negocios-e-empresas/135-milhoes-de-euros-para-replicar-circum-navegacao-de-magalhaes

quinta-feira, 23 de janeiro de 2020

"Senhor, que és o céu e a terra, e que és a vida e a morte!” – Senhor, humilde e serenamente, aqui me elevo à vossa Omnipotente Grandeza - Tributo a Fernando Pessoa

Peregrino da Luz - Heterónimo de Jorge Trabulo Marques nas suas vestes místicas peregrinas nos sagrados penhascos e hortos de oliveiras e amendoeiras da sua aldeia 


Tributo ao iluminado poeta  Fernando Pessoa  -  "Senhor, que és o céu e a terra, e que és a vida e a morte!”

 Senhor, humilde e serenamente, aqui me  elevo  à vossa Omnipotente Grandeza  alcandorado  sobre a majestade destas graníticas pedras ou lado a lado  de enigmáticos   e pétreos  perfis,  em perfeita harmonia e comunhão, com a lonjura e a imensidão dos aéreos espaços que me envolvem,  sob a sumptuosa  e infinita cúpula azul dos Céus, na transfiguração da  humana condição de criatura terrestre ao peregrino da luz, da terra, dos mares e dos astros  a fim de purificar a  minha alma e fortalecer ainda mais os laços que me ligam à Vossa Existência,  escutando o Silêncio da  Vossa Voz   - Ouvindo os Rumores da Vossa Etérea Presença, esforçando-me  por ser o Mensageiro da Vossa Divina  Palavra na Sublimidade dos Caminhos e Mistérios da Vossa Essência - JTM



Senhor, que és o céu e a terra, e que és a vida e a morte!
Senhor, que és o céu e a terra, e que és a vida e a morte! O sol és tu e a lua és tu e o vento és tu! Tu és os nossos corpos e as nossas almas e o nosso amor és tu também. Onde nada está tu habitas e onde tudo estás — (o teu templo) — eis o teu corpo.
Dá-me alma para te servir e alma para te amar. Dá-me vista para te ver sempre no céu e na terra, ouvidos para te ouvir no vento e no mar, e mãos para trabalhar em teu nome.
Torna-me puro como a água e alto como o céu. Que não haja lama nas estradas dos meus pensamentos nem folhas mortas nas lagoas dos meus propósitos. Faz com que eu saiba amar os outros como irmãos e servir-te como a um pai.

[...]
Minha vida seja digna da tua presença. Meu corpo seja digno da terra, tua cama. Minha alma possa aparecer diante de ti como um filho que volta ao lar.
Torna-me grande como o Sol, para que eu te possa adorar em mim; e torna-me puro como a lua, para que eu te possa rezar em mim; e torna-me claro como o dia para que eu te possa ver sempre em mim e rezar-te e adorar-te.
Senhor, protege-me e ampara-me. Dá-me que eu me sinta teu. Senhor, livra-me de mim.

Fernando Pessoa - 1912?

quarta-feira, 22 de janeiro de 2020

Inter-Mamata – Repórter fotográfico santomense – Hospitalizado no Barreiro – Mas “A luta continua até à porta do cemitério! Não se pode deixar a “samba morrer” – Confiante de que possa regressar, em breve , ao amado país, pelo qual se tem batido, através das suas exposições fotográficas, para que a UNESCO reconheça seu o património etnográfico e arquitectónico de S. Tomé e Príncipe


Jorge Trabulo Marques - Jornalista

Visitá-mo-lo, ao fim da tarde, do passado domingo, no serviço de cirurgia do Hospital do Barreiro, onde deu entrada, nos serviços de urgência, por via uma perturbadora complicação intestinal. E no pâncreas, que o deixou muito combalido .

No dia da nossa visita, ainda desconhecíamos o resultado dos vários exames que lhe foram feitos, mas vimo-lo animado e confiante de que vai ultrapassar o pesadelo, que o surpreendeu: pois diz que “ a luta continua até à porta do cemitério! Não se pode deixar a “samba morrer” e recorda-nos um antigo proverbio africano que diz que a cobra quando se levanta, poe-se de pé até morrer!”

São Tomé está comigo e eu sou de S. Tomé e a gente vai puxando, vai lutando, vai rolando e vai perseguindo, com dinamismo, com acção e lealdade! Tudo o que possa fazer para levar o meu S. Tomé ao mundo!

“Um abraço a todos os amigos que me apoiaram em Lisboa e que vão continuar apoiar-me, com um agradecimento do coração”








Está satisfeito com assistência médica hospitalar, que diz ser boa, confiante de que, dentro de pouco tempo possa regressar a casa, à sua querida ilha para continuar, de novo, a sua missão, em levar a imagem de São Tomé e Príncipe, ao mundo. Pois considera que, uma das suas grandes apostas, é defender o Tchiloli, Formiguinha de Boa Morte, defender o Kiná, além de alguns motivos da dança típica, batendo-se,por isso, através da sua exposição fotográfica, que conta expor noutras capitais da CPLP, em defender o património arquitectónico existente nas duas ilhas, em S. Tomé e Príncipe, tendo igualmente apontando vários edifícios que diz merecerem ser classificados pela UNESCO na entrevista que me concedeu, no encerramento da sua exposição, no G7X, pouco dias antes de subitamente adoecer e ser internado no Serviço de Urgências do Hospital do Barreiro

INTER-MAMATA – UM MESTRE DA FOTOGRAFIA SANTOMENSE



47 anos de profissão e 43 de comunicação social, estes os anos dedicados à fotografia de S. Tomé e Príncipe, pelo repórter António Amaral, mais conhecido por Inter-Mamata, uma referência na fotografia e no jornalismo em S. Tomé Príncipe: sem dúvida, a sensibilidade e a humildade de um talentoso fotojornalista, que, tem feito da sua vida, um verdadeiro sacerdócio em prol da divulgação, através da imagem fotográfica, não só dos acontecimentos mais importantes do seu país, como do património paisagístico, artístico, cultural, religioso e  histórico – Ele está sempre onde o momento ou o instante deve ser perpetuado  


Depois de ter apresentado um conjunto de 35 fotografias, no  Centro Cultural Português e no Centro Cultural do Brasil, em S. Tomé, o repórter sénior da Agência de Notícias STP-Press, quis também apresentar a mesma exposição,  no salão nobre do G7 + na capital portuguesa,  organização internacional, intergovernamental, que tem por objetivo promover a entreajuda de alguns dos países mais vulneráveis do mundo, com a  sua sede europeia em Lisboa.
A referida exposição, que foi inaugurada no dia 21 de Dezembro, ou seja, na data em que se comemoravam quase cinco séculos e meio após a chegada dos navegadores portugueses, à Ilha de S Tomé, por João de Santarém e Pero Escobar, terminou no passado dia 30, com um conjunto de fotografias que mostram a arquitetura, o folclore e demais aspectos do património cultural de São Tomé e Príncipe.




Em declarações que nos prestou, no  dia do encerramento , Inter-Mamamata, disse-nos que a sua exposição deverá ser também apresentada no Gabão, na Guiné Equatorial, em Cabo Verde e em Angola.

Video gravado em Novembro de 2014 -

Diálogo com Inter Mamata - Nov de 2014 – , o Jornalista e repórter fotográfico, natural da Ilha da ilha Bioko( ex-Ferando Pó), mas desde criança em S. Tomé, seu pais adotivo e sua terra muito querida – É uma figura muito estimada e muito popular nas Ilhas Verdes do Equador. Com um notável currículo jornalístico – 

Foi ele que testemunhou o meu agradecimento ao Presidente da Guiné Equatorial, na Cimeira da CPLP no Centro Cultural de Belém, em 2008, numa reunião da CPLP, por me ter poupado de ser condenado à forca na prisão Black Beach (Espanhol: Playa Negra, na capital de Malabo, uma das cadeias mais sinistras de África, onde havia sido encarcerado por suspeita de espionagem, quando ali aportei após os meus 38 longos e penosos dias à deriva numa piroga - 

Felizmente, acabaria por acreditar na minha versão e de me poupar a tão horrível morte. Neste brevíssimo vídeo com Inter Mamata, não cheguei , no entanto, a recordar aquele meu encontro, que ele fotografou com Obiang, senão noutro posterior momento amistoso, mas apenas para lhe prestar a minha singela homenagem a um excelente profissional e um dedicado santomense, que colaborou com a distribuição da revista Semana Ilustrada, quando eu era ali correspondente desta revista angolana, que, segundo ele, acabaria de o motivar para abraçar a carreira do jornalismo – Sendo, atualmente, além de fundador da Rádio Jubilar, jornalista e repórter fotográfico da Agência RTP-Press e colaborador do Téla Nón



Santomense distinguido no Brasil - Belinazir Costa do Espirito Santo, por um trabalho coletivo de pesquisa cientifica inovadora em Minas gerais.

Jorge Trabulo Marques - Jornalista 

Mais um santomense a brilhar longe do seu pais, onde muitos dos seus filhos, labutam e se afirmam com mérito e dedicação: é  também o exemplo  de  Belinazir do Espírito Santo, formado em Engenharia Química pela Universidade Federal de Minas Gerais (2010), Belo Horizonte,  premiado por  um trabalho de pesquisa  por um grupo de estudantes nesta Universidade, em Dezembro passado  - A noticia é avançada pelo Jornal Téla Nón, que destaca o mérito do universitário santomense, cujo trabalho resulta em parte da sua tese de mestrado e de pesquisas (2015/2019) lideradas pelo Prof. Dr. Cláudio Leite de Souza https://www.telanon.info/sociedade/2020/01/22/31044/sao-tomense-premiado-no-brasil-por-investigacao-cientifica-inovadora/
Belinazir Costa do Espirito Santo, Possui graduação em Engenharia Química pela Universidade Federal de Minas Gerais (2010). Foi pesquisador em projeto da Fundação Centro Tecnológico de Minas Gerais na área de Energia Solar e tem trabalhos técnico/científicos publicados em periódicos das áreas de materiais, energia, meio ambiente e saneamento. Tem experiência em operação de reatores de separação e purificação de misturas e em desenvolvimento de projetos de saneamento e meio ambiente

UM DOS ESTUDANTES DISTINGUIDOS  NO LANÇAMENTO DE UM LIVRO DE INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE  - produzido por pesquisadores que venceram prémios da Companhia
Inovação para a Sustentabilidade a Serviço do Saneamento Ambiental é o título do livro lançado pela Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar),  com o objetivo de disseminar ideias e experiências que contribuam para o desenvolvimento científico e tecnológico do setor de saneamento e aplicáveis na Sanepar. O material foi produzido por pesquisadores de universidades e centros de ciência e tecnologia e por profissionais da Sanepar que elaboraram trabalhos técnicos direcionados à melhoria de processos da Companhia. http://site.sanepar.com.br/noticias/sanepar-lanca-livro-e-entrega-premios-de-inovacao-e-sustentabilidade

TESE DE MESTRADO DO UNIVERSITÁRIO SANTOMENSE Avaliação de Câmara de Dessorção de Metano e Sulfeto de Hidrogénio Dissolvidos Em Efluentes de Reatores Uasb Tratando Esgoto Doméstico

A presença dos gases metano e sulfeto de hidrogénio dissolvidos no seio do líquido efluente de reatores UASB é uma problemática que causa preocupações em âmbitos sociais, ambientais e económicos. Portanto, os seus efeitos individuais e/ou conjugados podem ser comprometedores, tendo em vista que esses gases podem conter características poluentes ao meio ambiente ou danosas às estruturas dos sistemas de esgotos, assim, tem sido recorrente a preocupação de recuperação dos gases de potencial energético (metano em altas concentrações), o controle dos gases de efeito estufa (metano fugitivo em baixas concentrações) e os odorantes (sulfetos, mercaptanas, etc). A presença de gás metano (CH4) que não é capturada pela campânula e que se encontra dissolvida na massa líquida do efluente do UASB, na condição de supersaturação podem apresentar uma concentração na ordem de 21 mg/L, e a perda de metano pelo efluente líquido pode corresponder até 45% da produção total de gás gerado (dissolvido + biogás). 

Quanto aos parâmetros de odoríferas já foram medidos níveis de sulfeto de hidrogênio (H2S) maiores que 500 ppm dentro da caixa de passagem, logo após a saída do efluente do reator UASB, durante a agitação promovida pelo fenômeno de cascata em queda livre de 6 m de altura. Este trabalho, com o objetivo central de realizar experimentos sobre evoluções na técnica de câmara de desorção (CD) para controle desses gases dissolvidos no efluente, quando testou equipamentos de queda livre e atmosfera controlada, obteve remoção de 64% metano e 77% de sulfeto de hidrogênio, identificando o mecanismo de dessorção como governante do processo de tratamento. Além, quando esses equipamentos de atmosfera controlada tiveram adaptação para receber meio de suporte, tais eficiências alcançaram 89% e 96% respectivamente aos parâmetros CH4 e H2S. Nestes casos, foi possível avaliar que o mecanismo de dessorção foi responsável para recuperação do gás metano a 21%, e a oxidação, por sua vez, foi o mecanismo predominante para a remoção de H2S e precipitou enxofre elementar (S0). http://www.smarh.eng.ufmg.br/diss_defesas_detalhes.php?aluno=1219

Princesa do Mónaco na Ilha do Príncipe para celebrar os 65 anos do seu aniversário com o bronze de uns belos dias de banhos sol nas águas quentes da maravilhosa Pérola do Equador - Fracassada a visita do Rei de Marrocos, há dois anos, vem agora uma charmosa princesa, de seu nome Caroline Louise Marguerite Grimaldi, nascida em 23 de janeiro de 1957 em Mônaco, casada já por três vezes, divorciada há mais de dez anos, a ser a grande vedeta do turismo das Ilhas Encantadas do Golfo da Guiné – A presidente da Associação Mundial de Amigos das Crianças (AMADE), oxalá seja também sensibilizada pelos sorrisos das amorosas crianças destas ilhas, que bem precisam de apoios.


Jorge Trabulo Marques - Jornalista 

  Marguerite Grimaldi,  a filha mais velha do príncipe-soberano Rainier III do Mónaco e de sua esposa, a atriz  Grace Kelly, a terceira na ordem de sucessão ao trono de Mónaco - A  princesa de Hannover, duquesa de Brunswick e Luxemburgo, escolheu a Ilha do Príncipe para celebrar os seus 65 anos de idade e passar ali uns belíssimos dias nas águas quentes e azuis  desta  encantadora ilha, em praias de areia fina e macia, ladeadas por luxuriantes palmeiras e  perfumadas arvoares tropicais 



Segundo fontes do gabinete de Imprensa do  Governo de Jorge  Jesus, a  mediática princesa, Carolina do Mónaco, deverá chegar hoje, pelas 14 horas, ao aeroporto internacional de  S. Tomé, num voo privado da Bombardier Global 6000, e seguirá viagem para ilha do Príncipe, prevendo-se que daqui .se desloque para a Região  Autónoma da Ilha do Príncipe, onde deverá permanecer até ao dia 2 de Fevereiro

Depois da  abortada  viagem do  Rei de Marrocos, Mohammed VI, anunciada por Patrice Trovoada, em Fevereiro de 2017, que chegou a mobilizar  dezenas de viaturas,  meios aéreos e marítimos,  que se esperava que escalasse o Príncipe,  depois da participação  do referido monarca no encerramento do campeonato africano das nações, no Gabão, eis que agora é mesmo a vez de uma princesa, muito badalada  na imprensa cor de rosa,   vir a capitalizar as atenções mediáticas e constitui-se como um motivo de gabarito na promoção turística de ambas as ilhas, que, de resto,  este ano, e já pela segunda vez, é recomendado pela cadeia televisiva  CNN, como sendo um dos vinte destinos mundiais eleitos a visitar. - Sem dúvida, pretexto para que o Governo encare esta visita, com justificado optimismo.
SEPARADA HÁ MAIS DE DEZ ANOS, DEPOIS DE TRÊS CASAmenTOS  MAS SEM INTENÇÃO DE SE DIVORCIAR -  “ rEVISTA “CARAS”


Escrevia a Caras, em Fevereiro do ano passado, que  “a filha mais velha do príncipe Rainier do Mónaco e da atriz norte-americana Grace Kelly nasceu princesa e em berço de ouro, mas não tem tido uma vida de conto de fadas. Pelo menos no que toca ao amor. Tendo casado três vezes, nenhuma das uniões lhe trouxe a felicidade que terá desejado; o primeiro marido, o francês Philippe Junot, com quem se casou em 1978, aos 21 anos, nunca abandonou a vida de playboy e a união só durou dois anos. Foi pouco depois que conheceu o grande amor da sua vida, o italiano Stefano Casiraghi, filho de um magnata do petróleo. Acabou por se casar com ele a 23 de dezembro de 1983, já grávida do primeiro filho, Andrea, que nasceria em junho. Um ano depois nascia Charlotte e em 1987 Pierre. Este segundo casamento parecia ter tudo para correr bem, mas um trágico acidente de barco matou Casiraghi no dia 3 de outubro de 1990, deixando-a viúva e com três filhos pequenos.

Mergulhada num luto profundo, Carolina teve a seu favor o facto de ser muito jovem, e acabaria por recuperar o ânimo com a ajuda de alguns amigos mais chegados, entre eles o príncipe alemão Ernst de Hannover, que se divorciou da primeira mulher, Chantal Hochuli (amiga íntima de Carolina), mãe dos seus dois filhos mais velhos, em 1997. Dois anos depois, a 23 de janeiro, dia em que completava 42 anos, Carolina casava-se com Ernst. Mais uma vez a noiva estava grávida, agora de Alexandra, que nasceria seis meses depois, a 20 de julho de 1999.

Carolina mudou-se então de Monte Carlo para Le Mée-sur-Seine, em França, onde o casal comprou uma casa do século XVIII ao estilista Karl Lagerfeld, grande amigo da princesa. Seria de esperar que a maturidade e experiência de vida de ambos tivesse resultado numa relação feliz e tranquila, mas na verdade este casamento foi sempre turbulento. A juntar ao seu temperamento colérico e algo grosseiro – que o fez pagar milhares de euros em indemnizações por agressões e injúrias, nomeadamente aos paparazzi que frequentemente o perseguiam para conseguir imagens comprometedoras, como a que o mostra a urinar contra a parede de um dos pavilhões de exposições da Expo de Hanover, em 2000, e a cujo autor deu um pontapé –, o príncipe tinha ainda contra ele o facto de ser alcoólico, vício que nunca conseguiu abandonar. Depois de vários escândalos, Carolina acabou por deixá-lo, no verão de 2009, mas nunca se divorciaram.

Há pelo menos duas explicações para isso: por um lado, Carolina teria direito a metade da fortuna do marido, e este não quererá passar pela complicação de fazer partilhas, sobretudo dadas as relações tensas que tem com os filhos, Ernst August e Christian, que chegaram a ponderar declarar o pai incapaz (o alcoolismo já o forçou a ser internado mais do que uma vez e chegou a estar em coma quando ainda era casado com Carolina), tendo ficado o mais velho a gerir o património familiar e Ernst apenas responsável pela sua fortuna pessoal. Por outro lado, em caso de divórcio a princesa perderia o estatuto que ganhou pelo casamento com o príncipe alemão: em termos de protocolo, ser princesa de Hannover é mais relevante do que ser princesa do Mónaco (a Casa de Hannover está associada às casas reais de Inglaterra, Espanha e Grécia, sendo Ernst primo direito da rainha Sofía de Espanha, por exemplo), onde passou a ser uma figura de segundo plano desde que o irmão, o príncipe Alberto II, se casou com Charlene e teve dois filhos, que serão os seus sucessores. Não se espera, portanto, que Carolina, de 62 anos, e Ernst, de 64, venham a concretizar a separação judicial, pelo menos se nada se alterar nas respetivas circunstâncias de vida
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https://caras.sapo.pt/realeza/monaco/2019-02-15-Carolina-do-Monaco-separada-ha-dez-anos-mas-sem-intencao-de-se-divorciar

OUTROS DADOS  BIOGRÁFICOS  DA BADALADA PRINCESA 

Caroline de Mônaco (Caroline Louise Marguerite Grimaldi), nascida em 23 de janeiro de 1957 em Mônaco, é membro da família principesca de Mônaco. Por casamento, ela era princesa de Hannover, duquesa de Brunswick e Luneburg.


Ela é a filha mais velha do príncipe Rainier III e da princesa Grace de Mônaco. Ela foi batizada em 3 de março de 1957. Ela é a terceira na ordem de sucessão ao trono de Mônaco.

Ela concluiu parte de seus estudos secundários no internato da St Mary's School em Ascot (Berkshire). Ela obteve o bacharelado em 1974 e depois um diploma em filosofia na Sorbonne. Ela também estudou psicologia e biologia antes de ingressar no Instituto de Estudos Políticos de Paris. Ela fala francês, inglês, alemão, espanhol e italiano.

Suas obras
Em 1979, foi nomeada pelos pais presidente do Comitê Nacional Monegasco para o Ano Internacional da Criança. Em 1981, ela fundou a associação “Jeune, j'écoute”, originalmente um serviço de escuta telefônica para jovens em perigo, que se tornou um local de recepção e reunião.

Após a morte de sua mãe, a princesa Grace, em 1982, ela assumiu a presidência do Garden Club of Monaco, o comitê organizador do Festival des arts de Monte-Carlo e da Fundação Princess-Grace-of-Monaco. . A Fundação Princesa Graça de Mônaco é muito ativa na França: presença em cerca de trinta hospitais pediátricos (organização da classe hospitalar ou casas para os pais), compra de cadeiras de rodas para pessoas pobres, financiamento de 1/3 do orçamento da três grandes laboratórios, etc.

Em 1985, a princesa Caroline anunciou oficialmente a criação da Compagnie des ballets de Monte-Carlo, cumprindo um desejo de sua mãe.

Desde 1988, é presidente do conselho de administração e do conselho literário da Fundação Prince-Pierre-de-Monaco.

Em abril de 1993, a princesa Caroline foi nomeada presidente da Associação Mundial de Amigos das Crianças (AMADE), fundada por sua mãe, trinta anos antes, que realizou inúmeras ações em todo o mundo: criação de quinze casas de acolhimento nas Filipinas, criação de um centro de acolhimento próximo à prisão de Phnom Penh (Camboja) para crianças presas com seus pais detidos, criação de uma escola de hotel para órfãos no Burundi, construção de u recepção de delinqüentes no Brasil, treinamento de cirurgiões no Laos para poder operar em bebês com malformações faciais, etc. Além desse apoio concreto e financeiro, a AMADE incentiva o mundo político a fortalecer as leis internacionais para defender as crianças.

Em 2 de dezembro de 2003, foi nomeada pela Diretora Geral da UNESCO como Embaixadora da Boa Vontade em reconhecimento ao seu compromisso pessoal com a proteção das crianças e da família e por sua contribuição para a promoção de programas de acolhimento de crianças. UNESCO para a educação de meninas e mulheres.

Em 20 de maio de 2006, recebeu o prêmio de Campeão da Criança de 2006 pelo presidente do Comitê dos Estados Unidos da UNICEF, em reconhecimento ao seu compromisso com crianças em risco, em particular como presidente da AMADE.

Desde a morte de sua tia, a princesa Antoinette de Mônaco, em 18 de março de 2011, a princesa Caroline se tornou a reitora da família Grimaldi.

Casamentos e crianças

Ela se casa com Philippe Junot pela primeira vez (nascida no 17º arrondissement de Paris em 19 de abril de 1940) em Mônaco, civilmente em 28 de junho de 1978 e religiosamente em 29 de junho de 1978. O divórcio foi pronunciado por um tribunal monegasco em 9 de outubro de 1980. Um pedido O reconhecimento da nulidade de um casamento religioso foi introduzido por Caroline de Mônaco na corte de Roma em 1981 e, após um longo procedimento, o papa João Paulo II declarou oficialmente a nulidade do casamento religioso em 1º de julho de 19921.

Ela se casou civilmente pela segunda vez com Stefano Casiraghi em 29 de dezembro de 1983 no Palácio de Mônaco. Ele morreu em 3 de outubro de 1990 em um acidente de barco a motor. Eles têm três filhos:

Andrea Casiraghi (nascida em 8 de junho de 1984), quarta em ordem de sucessão ao trono;
Charlotte Casiraghi (nascida em 3 de agosto de 1986);
Pierre Casiraghi (nascido em 5 de setembro de 1987).
Essas crianças desse segundo casamento são reconhecidas como legítimas aos olhos da Igreja pelo papa João Paulo II em 25 de fevereiro de 1993, uma decisão tornada pública no início de abril de 1993 e confirmada em 5 de abril de 1994, apesar de serem o resultado de um casamento puramente civil. : a declaração de nulidade do primeiro casamento de Caroline após a morte de Stefano Casiraghi, uma morte que por si só impediu qualquer casamento religioso; Caroline fez um pedido ao papa nesse sentido em 2 de julho de 1992, assim que seu primeiro casamento foi declarado nulo. Além disso, esses filhos deste segundo casamento já eram legítimos sob a lei monegasca devido ao casamento civil de seus pais.
 Depois de uma história de amor altamente divulgada com Vincent Lindon2, ela se casou com o príncipe pela terceira vez  https://fr.wikipedia.org/wiki/Caroline_de_Monaco