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Entre outros assuntos, falo da escalada ao Pico Cão Grande e das minhas aventuras em canoas – Visam defender a teoria de que antigos povos africanos, podiam ter sido os primeiros povoadores das Ilhas do Golfo da Guiné, antes dos colonizadores – Parti à meia-noite, disfarçado de pescador, ligando a ilha do Príncipe. Para me orientar, uma rudimentar bússola – A canoa era minúscula, à segunda noite adormeci: rolei na escuridão das vagas. No regresso fui distinguido com sopapos da policia salazarista, enviado para os calabouços – Cinco anos depois, numa piroga maior, fiz a ligação São Tomé-Nigéria. Partindo igualmente à noite, 13 dias depois atingia uma praia de Calabar, tendo sido detido 17 dias por suspeita de espionagem. - No mesmo ano, já com São Tomé e Príncipe independente, tentei a travessia São Tomé ao Brasil, usando os mesmos recursos. Além de pretender reforçar a minha teoria, desejava evocar a rota da escravatura e repetir a experiência de Alain Bombard. Porém, quis a ironia do destino que vivesse a difícil provação de um naufrágio de 38 longos dias, tendo aportado numa praia de Bioko (Bococo)onde fui recambiado para a famosa prisão de Black Beach

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Tragédia na Praia do Meco - Eram jovens! - Estudantes da Universidade Lusófona, alegres e na flor da idade! A morte veio do mar de madrugada e apanhou-os desprevenidos e trajados de negro,

(ATUALIZAÇAO) O céu da praia do Meco, que estava carregado de nuvens espessas e escuras, encheu-se neste sábado à tarde de balões, numa homenagem aos jovens que, em Dezembro do ano passado, foram colhidos por uma onda. Seis minutos de silêncio por cada uma das vítimas, palavras comovidas de quem os conheceu de perto e flores deixadas na espuma do mar foram outros momentos que pontuaram a cerimónia. Balões no céu e flores no mar do Meco em homenagem aos seis estudantes que morreram



O brilho habitual das areias macias e douradas  da extensa Praia do Moinho de Baixo, no Meco, em Sesimbra, está envolto de luto - Em vários pontos do areal, durante o dia, há corações onde paira uma expectativa de muita dor,  tristeza  e  lágrimas - Um grupo de sete jovens resolveu deambular o resto da madrugada do passado Domingo e todos foram apanhados por um enorme vagalhão - Segundo as notícias, além do rapaz que sobreviveu e do corpo que foi encontrado na manhã de domingo, continuam desaparecidos cinco estudantes da Universidade Lusófona de Lisboa. As buscas marítimas foram suspensas ao cair do sol, mantendo-se apenas as equipas em terra". 


A perda de vidas no oceano,  seja junto à praia  ou ao largo, é sempre uma tragédia que não deixa de impressionar, seja quem for  - Na memória coletiva pairam muitos mistérios e assombrados fantasmas sobe a vastidão e a violência do mar. - Mas, sobretudo, para as gentes do mar e, especialmente, para quem viveu de perto o naufrágio ou  andou por lá perdido - tal o meu caso, e ao longo de 38 dias e noites a fio. 

 Por isso mesmo, nesta hora dolorosa  angustiante e de lágrimas, vivida por familiares, colegas, professores e amigos - não apenas pela perda de seis jovens na flor da idade, que uma onda traiçoeira engolira naquela fatídica madrugada  -, mas também pela incerteza de se poderem resgatar ao menos os seus corpos,  decidi dedicar esta postagem, com alguns versos, uns escritos agora (com o pensamento mergulhado na aflição e na dor de quem sente de perto essa tragédia), outros, que fui buscar ao baú da minha odisseia de antigo náufrago - Sim, também fui poeta à minha maneira - E o que é senão uma forma de expressão poética!  - mesmo até sem versos - para quem  vive solitário e perdido no coração das vagas, à mercê dos ventos e das correntes, abandonado de tudo e de todos - Tal como, enfim, os desditosos  jovens, que, infelizmente,  não puderam resistir e foram tragados pelo vagalhão gigante e traiçoeiro - qual espirro de tsunami, subitamente desentranhado, sabe-se lá de que abissais profundezas!  Vindo do mar largo e irrompendo praia afora!


A VAGA DE MORTE E DE LUTO 
QUE VEIO DO MAR  PELA MADRUGADA
 PARA SER RECEBIDA TRAJADA DE CAPA E BATINA

"Achei estranho estarem todos vestidos de igual"
e  "trajados" de negro -  Vi-os a descer a estrada 
em direção à praia. Só estranhei irem com este frio. 
Nesta altura não é costume" - Mas "iam sossegados!
"A mocidade gosta de ver o mar, de estar ali a brincar 
e a conversar" junto ao mar! Mas se vier uma grande onda,  
"não têm tempo de fugir! Não dão por nada!"

Eram jovens! - Estudantes, alegres e na flor da idade!
A morte veio do mar  e  apanhou-os  desprevenidos e trajados de negro, 
sorridentes e sonhadores, capas ao vento,  desprendidos de tudo!
 - Distraídos dos enormes perigos, dos ocultos fantasmas, 
 que, súbito se ergueram de elevado sulco do largo  até à beira da praia!

A morte é sempre assim: - Avara e traiçoeira, vil e misteriosa, 
madrasta e cobiçosa! - Não avisa, nem diz o dia,  
sequer o momento ou  tão pouco a ímpia hora!
Mas,  faz das suas, sempre que vem  encapotada, 
solitária, parda e sombria! 
Faz como agora: leva a vida 
e deixa atrás de si o luto áspero que angustia!
 - A revolta impotente de quem sente a dor sofrida 
de  familiares ou amigos.Afinal, perdidos 
de forma tão estranha e tão cobarde!  




Oh mas que trágica ironia! Que estranho  e desdito signo! 
No vagueio duma orla, brilhante, macia e convidativa,
Nas tais horas malditas em que o mar obcecado de naufrágios,
 e à luz sideral e fulgente da lua, traga  e cava  funda  negra sepultura! 
Oh mas que traiçoeiro e horrível destino! Que mais vil e desdita ventura!

Ó espíritos ousados,  desprotegidos da sorte, possuídos de má fortuna!
-  Em busca de aromas noturnos,  evocadores de   paraísos perdidos!
De impetuosos espaços, transbordantes de vagas e estrelas esbanjadas!
Dizem que foi apenas uma onda! Descomunal, fulgurosa e grotesca! 
A volúpia cruel,  o som estridente da insidiosa "onda cavaleira" 
que vos arrebatou e apanhou desprevenidos,
quando passeáveis à borda da rebentação, 
rostos sorridentes, sulcando  as suaves areias, 
sob fresca e pura brisa, soltos e felizes, 
corações enamorados, sôfregos  de emoções,
alheios de tudo! -  Dos companheiros que deixáveis 
para trás da grande noitada! -  Indiferentes ao arrepio
do arrefecimento  nocturno, ao perigo
que podia vir do fundo das solidões, 
da sua teia mais sinistra e obscura!

Lá íeis, imbuídos na vossa alegre e fugaz algazarra,
curtindo o resto da noite - Embalados pelo marulhar
refulgente da maresia e  talvez pelo grasnar
de intrépidas gaivotas!  Sonoros piares,
 vozes  misteriosas e aziagas!  - Pronúncios
de avisos madrastos  a que talvez não désseis ouvidos!

 Sim, lá  caminháveis, exaltados,  libertos do destino,  alegres e folgazes
fraternos e  deslumbrados,  erráticos de desmesurado enlevo,
impelidos por Neptuno - Atraídos por hipotético Olimpo!
Brincando e curtindo serenas corredias sob um gélido e pálido luar
num  grande abraço de camaradagem envolvente, apaixonado  e amigo, 

vivendo talvez a fugaz aventura  ou a fuga do sonho mais  lindo e descontraído!

Até que, por fim, abandonando a longa e curtida madrugada, 
e, talvez , já  com os olhos mergulhados  nos esplendores da luz diurna,  
pudésseis voltar ao querido lar das vossas famílias, 
esquecendo a aventura da fria  mas apaixonada noitada 
e dar também por feliz  o repouso de uma manhã tranquila em casa



Grande e desmedido é, pois,  o poder dos deuses! 
Porém, a vida é  breve, muito frágil e  efémera! - Há que celebrá-la 
 e vivê-la com amor fervoroso e fulgurosa intensidade!
- E, os olhos  jovens e límpidos,  impelidos pelo fogo divino,
 são livres e furtivos,  o seio da  noite exulta-os, 
as sombras  cativa-os na languidez do seu delírio! 

Não, não era algo incerto! Prolongar o vosso veraneio 
até ao clarear  da hora mais sublime do romper do dia! 
Calcorreando orla fora, lado a lado às espumosas ondas
com a refulgente duna um pouco mais acima,
 indo e rindo! - Ora saltando, ora galhofando, 
talvez fugindo, de quando em quando,  
à efervescência das vagas mais atrevidas, 
pontapeando, tropeçando na extensa toalha brilhante e macia 
de Moinho de Baixo, no Meco. -  Mesmo fria, 
que bela alvorada  domingueira não seria!...

Ó Deus! Mas que distração foi a deles ou a Vossa?!
Onde estáveis?!... O que, em verdade, se passou?!.
Por que não lhes estendeste o vosso piedoso olhar
 ou a vossa divina mão?!.. Que profana heresia 
ou má fortuna foi aquela!  Que, dos sete jovens 
que ali foram dar largas à sua inocência e espírito 
de descoberta e de aventura, apenas um deles
 veio  dar a trágica noticia  da sua desventura!

Por isso, já  que não tiveste o devido  amor 
ou compaixão merecida pelos vivos, 
que jazem abandonados, esquecidos
no fundo ou à flor das águas, 
ao menos, olhai pelos mortos,
apiedai-vos da dor infinda e dura
das angustiadas almas  que vos suplicam 
pela devolução dos seus miseráveis corpos!




Eu, humilde navegante e aventureiro,
em viagens sob azuis de além mar,
e em águas erguidas em revolta,
ou em podres calmarias de inquietar,
aqui vos evoco, aqui vos recordo,
como quem conhece a ânsia da partida
e, depois, em noite infinda, em noite morta,
apenas tem por companhia céu e  mar
em negro mar de véu a tristeza infinda, 



Eu, que, um dia, algures na imensidão do Golfo da Guiné
cheguei a experimentar o pesado negro véu  da aflição, 
o sufoco da vertigem do  tropel assombroso das escuras águas, 
quando, em plena noite alta, solitária e vazia,
caía da minha frágil canoa, surpreendido, 
não pela maré mas rendido ao sono e cansaço,
abandonando  o tosco remo,  dormente e desamparado
envolvendo-me de seguida no mais confuso remoinho  das águas!

Oh sim! Por isso mesmo,  ó jovens desafortunados!
Compreendo e sinto  a vossa trágica e maldita hora! 
Aquela que  vos traiu, arrebatou e engoliu  engalfinhou
no sorvedouro infernal de mais medonha e fantasmal vaga!
- Eu salvei-me a custo - é verdade.  E só Deus sabe
a incerteza e os tormentos por que passei naquela noite
em que o tecto do céu e o mar, quase se tocavam
num veloz e assombroso movimento, 
como se  não houvesse céu e mar mas vertigem e caos!
Quão aflitivos e difíceis não foram aqueles infinitos
 momentos por mim vividos! -Todavia, 
safei-me! Foram superados!




Felizmente, não conheci o trágico destino, 
que tão cedo da vida vos suprimiu e amortalhou!
Mas, facilmente, imagino a vossa infeliz fatalidade! 
O sofrimento rápido mas cruel, inesperado e inaudito!
A  surda aflição, abafada e afogada, que vos tomou!
Escuto,  e vejo  erguer-se e a subir a grande montanha de água!
Que subitamente se eleva e vos esmaga, envolve e remove!
Num  abraço espasmódico, convulsivo, hediondo e mortal!
Apanhando-vos distraídos! - Arrastando-vos
cobardamente da orla solitária da praia,
pela qual tranquilamente passeáveis,
engolindo-vos e levando-vos para sempre
no mais louco e  arrebatador rodopio


Nitidamente vejo, como se revisse a minha  memória,
o peso avassalador de espumosas e enormes massas de água, 
a desfazerem-se de um só vagalhão, em sucessivos 
e monstruosos remoinhos,  que, espalhando-se
com furtiva e cega impiedade, vos sugavam,
abandonando-vos ao mais atroz e vil afogamento!
- Tragando-vos com os seus dedos  sufocantes, eriçados! 
- Sem a menor hipótese ou probabilidade  
de sequer um instante de respiração ou de trégua!

Ó Deus desigual! Ó Deus surdo e infinito!
Ó angústia universal! - Infinita tristeza!,
Ó fenomenal pesadelo! -  Sugadouro abissal 
de todos os séculos passados e vindouros!
Tu, ó espírito incessante, ó espírito imanente, 
que, às vezes, te finges dormente, 
quando, ao primeiro instante,
acordas do teu pesadel0 e deferes o golpe fatal, 
Ouve o protesto interminável!
Ouve o pranto da história, nunca ouvida, a história inarrável!
Ouve a dor submergida de milhões de vidas, o seu inaudito martírio!
Ouve-lhe o incruento estertor, a penosa agonia,
e guarda-a bem no fundo da tua memória adormecida!
- Porque, o drama a que, impavidamente assististes,
é imortal! .  Ó mar  das tragédias ignoradas para todo o sempre!
Ó mar da infausta história que ainda está por contar!...

Eis, pois, o mar de todos os tempos - Aquele mesmo mar
onde o tempo, tantas vezes, parece eternamente perpetuar-se,
deter-se infinitamente! - Mas não o mar lânguido ou o mar chão,
pois este, o mar bonançoso e pacífico, de tão belo, de tão maravilhoso,
e também de tão igual, quase não faz história,
mas o mar trágico, o mar dos dedos implacáveis, 
que, em mil paragens, em fantasmagóricas paisagens,
com as suas eriçadas garras, tão traiçoeiramente aprisiona e aplaca,
tudo quanto seja alheio ao seu meio! Sim, tantas vidas humanas sufoca e afoga,
tantos barcos quebra e leva ao fundo! - Ante olhares atónitos, perdidos,
que, impotentes, aterrorizados, se rendem, soçobram
às tenebrosas investidas, às constantes avalanches!



Que maior pavor que o da criatura humana, debatendo-se,
aflitivamente, nas entranhas escuras e  agitadas das águas!
 Mãos enregeladas pelas frias espumas, rostos sufocados e aterrados!
Vozes sumidas, roucas, que imploram auxílios impossíveis!!...
Gritos que se perdem e confundem com os rugidos 
das vagas, o alarido e os gritos das aves marinhas!!...
Braços que se estendem inutilmente aos céus! 
- Corpos humanos que nadam ou vogam, 
 enquanto podem, como ébrios vultos ao acaso! 
- Esquecidos da Terra,
do Mundo e de  Deus!

Jorge Trabulo Marques - jornalista

As minhas sentidas condolências aos pais e demais familiares e amigos, professores e alunos da Universidade Lusófona  - Com estes singelos versos, escritos ao correr do pensamento e do sentimento

Partida para a  terceira e última viagem -1975 -  que acabaria por resultar num pesadelo de 38 longos dias 



CÃO GRANDE EM SÃO TOMÉ - A GRANDE ESCALADA AO PICO VERTICALhttp://www.odisseiasnosmares.com/2012/02/cao-grande-em-sao-tome-grande-escalada.html


MINHA HOMENAGEM AOS NÁUFRAGOS DO TITANIC - EM 


Minha homenagem aos NÁUFRAGOS DO TITANIC - IN MEMORY OF THE TITANIC WRECK náufragos do titanic

Diário de Bordo .... 15ª dia -  UM GRANDE BARCO PASSOU AO MEU LADO ***** ******.....17ª Dia - Se me perguntassem qual era o meu maior desejo ..... ....;BIOKO À VISTA -ILHA DO “DIABO......***.;NÁUFRAGO - 18ª DIA – MAIS UM BARCO PASSOU A CURTA DISTÂNCIA ......; 19º Dia – Sinto muita sede  ...     ...; 20ª Dia Estou envolvido por enorme cardume,...........;21º DIA – “Sinceramentejá tenho pena de ter ferido aqueles tubarões n............;Náufrago 22.º dia - A canoa esteve há pouco à beira de se virar .......;23º Dia -Vi uma borboleta!   ..24º Dia - É tubarão!.... Filho da mãe....... 25º diaEstou cheio de sede e de fome............26ª Dia Não tenho comidaÁgua também não. .      . 27ª dia  mar nunca se podem fazer cálculos seguros!...........28º Dia - Grandes vagas alterosas entravam dentro da minha canoa!.              30º Dia - Não comi nada: limitei-me a comer uma das barbatanas do tubarão. .......... 31º Dia - A canoa a meter água cada vez mais!.... .............. .32º Dia -Estou comendo o coco! Avidamente!... Sofregamente!................33º Dia - Estou exausto!.........Dia 34º -  Sinto uma grande dureza no estômago..........35ºDia - Acordei com o barulho de uma enorme baleia aqui próximo da canoa ....36º Dia - Comi a ave que apanhei ontem! (...) Tenho a costa de África muito próxima... É já noite"... Estou a velejar! Estou-me a precipitar como um suicida. Tenho fome! ... Não posso demorar mais tempo!......37ª Dia Estou partido! Tenho o estômago metido para dentro...Estou realmente bastante fraco...


Por agora, apenas “à espera, de olhos postos no mar. Entre o silêncio, as lágrimas e os abraços prolongados de conhecidos que iam chegando à praia”.
(..)A Universidade Lusófona também decidiu decretar três dias de luto e disponibilizar alguns docentes que leccionam na área da psicologia para darem apoio aos familiares dos alunos que foram vítimas das ondas na Praia de Moinho de Baixo, no Meco. Buscas marítimas suspensas a sul da praia do Meco com cinco jovens ainda desaparecidos…. No Meco, só a rebentação das ondas quebra o silêncio da espera

Administrador da Lusófona não estranha silêncio: "Já estamos habituados", diz. Estudantes tinham ido ao gabinete de Manuel Damásio, quarta-feira, entregar prendaTragédia na praia do Meco. Silêncio total das instituições

«De vez em quando ocorrem ondas maiores do que as ondas normais. O que pode acontecer é que algumas das ondas normais podem somar-se entre elas dando origem a ondas maiores, as ondas colapsantes, das quais é muito difícil conseguir sair», afirmou o comandante ao tvi24.pt. Meco: no sítio errado, à hora errada

"Decorrente das ações de busca dos cinco jovens desaparecidos no passado domingo, 15 de dezembro, na praia do Meco, a corveta Jacinto Cândido, em coordenação com o Centro de Busca e Salvamento Marítimo de Lisboa e a Capitania do Porto de Setúbal, recolheu durante a manhã de hoje um corpo do sexo feminino", lê-se na informação divulgada no 'site' da Marinha.Encontrado o corpo de uma jovem da tragédia do Meco


As autoridades encontraram nesta segunda-feira mais três cadáveres do sexo feminino perto da praia do Meco. Segundo a Marinha, tudo indica que poderão ser elementos do grupo de jovens desaparecidos a 15 de Dezembro naquela praia do concelho de Sesimbra. Às 17h45, continuava por resgatar o corpo de um rapaz. Encontrados mais três corpos que serão dos jovens desaparecidos no Meco"

2 comentários :

António Manuel - Tómanel disse...

Sinto-me triste e sem palavras para dizer algo que valha apena aqui dizer sobre esta tragédia, apenas que o meu coração estará de luto até que a alma me doa.
Cumprimentos.
http://umraiodeluzefezseluz.blogspot.com

canoasdomar disse...

Obrigado Amigo - Compreendo a sua tristeza. Alguns destes meus versos foram escritos também com lágrimas. Sei que ó António Manuel é um homem do mar - Um grande apaixonada pelo oceano - E tem um site maravilhoso onde nos dá conta de belas imagens.Um grande abraço amigo