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Entre outros assuntos, falo da escalada ao Pico Cão Grande e das minhas aventuras em canoas – Visam defender a teoria de que antigos povos africanos, podiam ter sido os primeiros povoadores das Ilhas do Golfo da Guiné, antes dos colonizadores – Parti à meia-noite, disfarçado de pescador, ligando a ilha do Príncipe. Para me orientar, uma rudimentar bússola – A canoa era minúscula, à segunda noite adormeci: rolei na escuridão das vagas. No regresso fui distinguido com sopapos da policia salazarista, enviado para os calabouços – Cinco anos depois, numa piroga maior, fiz a ligação São Tomé-Nigéria. Partindo igualmente à noite, 13 dias depois atingia uma praia de Calabar, tendo sido detido 17 dias por suspeita de espionagem. - No mesmo ano, já com São Tomé e Príncipe independente, tentei a travessia São Tomé ao Brasil, usando os mesmos recursos. Além de pretender reforçar a minha teoria, desejava evocar a rota da escravatura e repetir a experiência de Alain Bombard. Porém, quis a ironia do destino que vivesse a difícil provação de um naufrágio de 38 longos dias, tendo aportado numa praia de Bioko (Bococo)onde fui recambiado para a famosa prisão de Black Beach

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Náufrago Alvarenga no paraíso oficial da cocaína - História incongruente e com o apoio de um suporte académico - Alvarenga shipwrecked in paradise official cocaine - Science has to be more cautious and should not serve to support stories that leave more doubts than certainties and might. Hiding a cruel reality


 (This site has a translator)


Continuação  da polémica com o investigador  Nikolai Maximenko: que agora me  acusa de paparazzi-e ameaça apagar-me este site - "Estou certo de que a sua página de estilo paparazzi vão desaparecer em pouco tempo."   "I am sure that your paparazzi-style webpage will fade away in no time. Nikolai Maximenko"

Não compreendo este tipo de ameaças do reputado investigador: ninguém o forçou a responder aos meus e-mails e aceitar a polémica. No entanto diz: "Eu não sou um psicólogo e eu não posso explicar contradições em suas declarações, mas depois de um ano no mar sozinho estou espantado que ele manteve sua sanidade em tudo" - Pois é justamente isso que me espanta e que deveria merecer atenta reflexão do Dr. Maximenko, antes de acreditar nas suas afirmações e arriscar a sua teoria.

Leia a continuação da troca de e-mails  (mais à frente) e os  comentários  - Veja quem manipula - Mas, sobretudo, analise a informação que recolhemos, através de exaustiva  pesquisa, sobre o "náufrago"  Alvarenga"e tire as suas conclusões.

ERA NESTA CAIXA DE ESFEROVITE QUE IA PROTEGER-SE DOS TÓRRIDOS CALORES DO PACÍFICO-VEJA AS DIMENSÕES -


Apelidou-se de José Ivan, no atol de Ebon, nas Ilhas Marshall. Mas chama-se José Salvador Alvarenga, é natural de Garita Palmera, Ahuachapán, El Salvador – Começou por dizer-se que deixou a sua aldeia há de dez anos mas também se diz que foi há 15. Refugiando-se no México, por se ter envolvido numa rixa. 


UM NÁUFRAGO QUE TEM ATRÁS DE SI UM “NOTÁVEL” CURRÍCULO “O tempo que ele ficou no mar é incerto. Algo entre 16 e 13 meses. Essa questão – talvez de menor importância – está incerta por causa da falta de documentação das datas de saída de Alvarenga. A seu favor, entretanto, não conta muito o histórico que precedeu a malfadada viagem. Enquanto teria parado para beber na aldeia de Garita Palmera (El Salvador), Alvarenga entrou numa briga com quatro homens e foi esfaqueado, levou socos e chutes, a ponto de sua família temer que ele não sobrevivesse. Após 15 dias no hospital, ele teve uma recuperação incrível. Mas, aterrorizado por seus atacantes que viviam no local e ameaçado que seria atacado outra vez, ele fugiu do país. Ele deixou para trás a esposa Arely Barrera e a filha do casal, Fátima, então com 18 mês The Daily Telegraph

MAIS UMA HISTÓRIA MILAGROSA DE GATO ESCONDIDO COM RABO DE FORA

Os milagres e os cientistas ávidos de promoção, explicam tudo: -Fé em Deus faz náufrago sobreviver 13 meses à deriva no mar .  “Don’t you believe in miracles? It’s a miracle. When we saw it on TV all the fishermen were shouting and jumping up and down. We couldn’t believe it was La Chancha. --Yet on Monday when he was revealed to the world, Alvarenga looked, arguably, in a worse condition. Lavado e limpo, ele não mostrou sinais de um homem que tinha sofrido um esgotante 14 meses no mar.A equipe médica do hospital concordou que se a história de Alvarenga prova ser verdade, ele é um "milagre ambulante médica." "Nós não tínhamos ouvido falar dele por oito anos, nós pensamos que ele já estava morto'', disse sua mãe Maria Júlia Alvarenga." Este é um milagre, glória a Deus.''

MÉDICOS SURPREENDIDOS.

"Seus lábios não estavam rachados e inchados, sua pele não foi queimado pelo sol implacável, e os médicos que o examinaram no pequeno hospital ilha em Majuro expressaram surpresa de ele estar em boas condições tais que o libertaram de seus cuidados depois de 24 horas.

'Ele não tem tosse, sem febre, sem coriza ", disse um perplexo Dr. Nestor de Vesi, das Ilhas Salomão, que foi o primeiro de dois médicos para examinar o pescador mexicano.

Em comparação, três adolescentes - Samu Perez, Filo Filo e Edward Nasau - que tinham se afastado através do Pacífico em um barco de metal através de 1.000 milhas durante 50 dias foram encontrados quando foram resgatados estar sofrendo de grave desidratação, fome e queimaduras solares. Castaway Jose Alvarenga's boss doubts story of 13 months adrift at 

PESCA DO TUBARÃO OU A PESCA PARA OS TUBARÕES DA COCAÍNA?


  "Há coisas mal explicadas", disse Villermino Rodriguez, armador em Costa Azul, dizendo que o pescador não explica, por exemplo, como recolheu água da chuva. Já José Manuel Aragon, da Proteção Civil de Chiapas, recorda 15 dias de buscas infrutíferas pelos pescadores em 2012 e conclui: "Talvez tenha sido tudo planeado." 

“…os barcos de pesca de tubarão têm a reputação de serem usados por contrabandistas de cocaína de courier suas substâncias illgal."

"Não há nenhuma sugestão de que o Sr. Alvarenga estivesse fazendo nada ilegal, quando ele partiu em seu barco com seu jovem amigo, mas seria surpreendente se ele não estivesse ciente das histórias que abundam em carcaças dos barcos do tubarão usados para esconder cocaína antes de ser carregado em navios no mar, que, em seguida, levá-lo para outros países."

"Nas Ilhas Marshall, senhorita Anjanette Kattil do Departamento de Relações Exteriores admitiu que, quando ela  viu pela primeira vez Alvarenga no barco de patrulha, ela ficou surpresa com a forma como ele olhou”. Castaway Jose Alvarenga's boss doubts story of 13 months adrift at 

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Não é meu objetivo alimentar um folhetim à volta do “Caso Alvarenga”. Mas eu creio que o mais importante ainda está por esclarecer - Entre outros aspectos mal explicados,  há um adolescente,de 15 anos, que o acompanhava e sobre o qual  persiste um grande mistério em volta das suas contraditórias e esquivas declarações - Desde ter dado o nome falso, à  origem da sua nacionalidade - E com tão boa saúde?!... Conhecido, na empresa onde trabalhava, por La Chancha, persistem nesta enigmática personagem mais dúvidas de que certezas.


Disse que andou à deriva 13 meses ou 16, como podia ter dito que foram dois anos: acredita-se mais facilmente uma grande mentira, de que uma pequena verdade. E também ninguém se importou em aprofundar as investigações - Talvez até nem interessasse às próprias autoridades que o acolheram.

Familia de Ezequiel Córdoba Rios quiere más respuestas de cómo murió tras el naufrágio - Mauricio Jiménez/El Diario | Entre lágrimas, Nicolás Córdova Cruz muestra una fotografía de Ezequiel y sus hermanos La familia de Ezequiel, el compañero del náufrago salvadoreño exige explicaciones..

O investigador Nikolai Maximenk(cujo nome e o do seu colega Hafner, entretanto saltara para as páginas dos jornais ao pretender dar cobertura cientifica à mais de que duvidosa “odisseia” do “naufrago” salvadorenho), disse-me   estar aberto à discussão não receando a publicidade mas por fim acusa-me de manipulador - Veja quem é que manipula 


 Veja: 

. “A experiência com os barcos de pesca revirados pelo tsunami que alcançaram a costa do Havai ano e meio a dois anos e meio mais tarde serviram-nos para usar parâmetros realistas para o modelo que simulou o barco de pescador que veio à deriva do México” Estudo sobre correntes do Pacífico confirma história de homem que ficou 13 meses à deriva- Comparar o estado do mar, em Março de 2011, com o estado do mar em Dezembro de 2012 e ao longo do ano de 2013 e Janeiro de 2014?... Como se os fenómenos atmosféricos fossem imutáveis e estes não interferissem nas correntes de superfície.

O leitor acredita que, lançados dois botes à deriva, um vazio e outro com pessoas a bordo (mesmo que não se usem as  velas, remos ou motor), que vão chegar ao mesmo tempo a uma costa? Sim, mesmo que arrastados pelas mesmas correntes e partindo do mesmo ponto?!... Basta  fazer a experiência num lago: com um barquinho de plástico com lastro e outro vazio.Ou ponham lá dentro um bonequinho de pé e a mexer-se e deixem o outro sem nada e vão ver o que acontece.

E então os balanços das pessoas, ao movimentar-se no seu interior, não tem influência nenhuma na deriva e no rumo?!... Nem sequer como corpos de resistência contrária ou de  impulso do ventos?!... -   De notar que, Alvarenga, alega ter tido um companheiro.  

O leitor acredita que, a onda gigante de um tsunami, na fase de recuo da costa, ao arrastar consigo toda a sorte de detritos, cadáveres, humanos, botes, seja o que for,  o tempo de demora de arrastamento desses corpos, é o mesmo que poderá levar um barco à deriva (com uma ou mais pessoas no seu interior) no mesmo oceano mas noutra circunstância de acalmia ou de condições atmosféricas? - Onde é que já se leu que as correntes de superfície não sofrem influências com os fenómenos atmosféricos?  Naturalmente que não passa de um absurdo ou de alguém que nunca experimentou o que é andar à deriva no mar e quer manipular a realidade com simuladores.

 -  No post anterior apontei o meu caso: ao 18º dia, eu encontrava-me com a canoa à deriva com a ilha de Bioko à vista - Entrei numa zona de correntes que vinham de vários sentidos (mas sobretudo devido aos tornados) fui balanceado para diversos quadrantes e só 20 dias depois pude acostar a uma baía tranquila. E, mesmo assim, com ajuda de um remo improvisado.

O Sr. Dr. Maximenko acusa-me de manipulador - Leia e tire as suas conclusões 

So what is your theory? Where did the boat come from, where was it heading, and when has it lost the power? “Então, qual é a sua teoria? "Onde é que o barco veio, para onde se foi dirigindo, e quando  perdeu o poder?" - Pergunte a qualquer aos  narcotraficante ou elemento das forças policiaque vigiam as costas marítimas no combate ao narcotráfico  que  talvez o esclareçam melhor de que eu: das  possibilidades que existem de um pequeno barco ser largado de uma embarcação maior 

-Por exemplo, a minha canoa foi carregada em S. Tomé e largada a 180 Km a sul, Ano Bom, a bordo   de um pesqueiro para atravessar o atlântico ao longo da corrente equatorial -  Traído pelo comandante, que me convidara  e abandonar a piroga para trabalhar a bordo, e não estando ainda na zona de influência daquela corrente, resolvi regressar a S. Tomé, porém, um violento tornado, logo na primeira noite, deixar-me-ia sem os apetrechos fundamentais  - E então não é possível que um bote (igual ao do Sr. Alvarenga) não possa ser carregado?

É FÁCIL ENGANAR QUEM OLHA PARA UMA TELEVISÃO, NA TRANQUILIDADE DE SUA CASA E NÃO IMAGINA O SOFRIMENTO DE QUEM ANDA PERDIDO DIAS E DIAS NO MAR

"tudo em mim estava destruído. Do homem que eu tinha só restava uma pequena  porção de carne e ossos que se podiam torcer com um trapo.   (...) eu pesava apenas quarenta quilos em relação aos oitenta que eu tinha há quatro meses   Tava'e Raioaoa -118 días a la deriva em pleno Pacífico."- Mais de que uma fraude, as afirmações de Alvarenga, são uma blasfémia, se  comparadas com a situação de um verdadeiro náufrago. 

De facto, a sua permanência no México, a começar pela sua indocumentação,  é também muito contraditória. Ora se diz que reside  há 10, como há 15 anos. Umas vezes surge como dono do barco, o pescador  Villermino Rodriguez Willie, que também aparece identificado por Belarmino Rodriguez Solis, para o qual diz ter trabalhado um ano, outras, para César Castilho, outra figura algo enegmática - Qual quer destas pessoas tem fortes dúvidas sobre a veracidade da história de Alvarenga. 


DE TODO IMPOSSÍVEL FAZER A TRAVESSIA E CHEGAR NO ESTADO DE SAÚDE EM QUE CHEGOU E COM UM BARCO SEM GRANDES VESTÍGIOS DE DEGRADAÇÃOTODAVIA, PERFILAM-SE OUTRAS HIPÓTESES PARA A EXPLICAÇÃO DO CASO ALVARENGA :




FUGA E APOIO DE UM BARCO NO ALTO MAR? - Referem as notícias, que, Alvarenga, teria fugido da sua aldeia por se ter envolvido numa grave briga e, receando represálias,  escapou-se para o México. E aqui não terá tido idênticos problemas e ter-se evadido?


 Como?

Uma das hipóteses é ter fugido  para o mar e pedido apoio a um barco que, em vez de o largar donde se escapara, o teria largado na sua rota e próximo daquelas ilhas do pacifico, onde não lhe faltavam recursos de sobrevivência - E, entre a costa leste americana e as Marshall, há muita navegação de pesqueiros e cargueiros. 

Não faltam barcos a navegar: existem cerca de 10.000 empresas de navegação que operam cerca de 50.000 navios – Muitas delas, para fugirem aos impostos, registam os seus barcos nos paraísos fiscais - "O navio corria bem quando estávamos sob a bandeira Marshall Island -  "os impostos devem ser cortados porque não são competitivos o suficiente (...) the ship ran fine when we were under the Marshall Island flag - that comes next, then "taxes should be cut because we are not competitive enough" and the usual business lingo to increase profits, and the leveraging of one International Registry against others(...)The general public is usually not aware of much of this, of anyWhat it is to be a seafarer - Martin's Marine Engineering

 Essa operação  de transbordo é perfeitamente possível - Conheci essa experiência. Quando a minha canoa foi carregada e descarregada de um pesqueiro ao largo da Ilha de São Tomé e Ano Bom. Não é dificil erguer um barco de fibra e colocá-lo amarado a bordo - Os botes de fibra são muito mais leves que os de madeira ou de metal.


TUDO MUITO ESTRANHO O armador conhecia-o há dez anos mas só trabalhou um ano com um dos seus barcos. O que fez nos outros anos, sem documentos? - Disse, Bellarmino Rodriguez Solis, de 64 anos - He worked for me for a year and I’ve known him for 10 years,” said Bellarmino Rodriguez Solis, 64, who claimed to own the boat Mr Alvarenga -The Daily Telegraph



A história de um pescador salvadorenho que afirma ter sobrevivido mais de um ano à deriva no Oceano Pacífico levanta muitas questões à medicina mas não oferece dúvidas ao Sr. Maximenko e seu colega da Universidade Havai. Mas é  no mínimo bizarra e controversa. É uma grande surpresa. Ninguém sobrevive mais de três ou quatro meses nessas condições”, afirmou o pescador Belarmino Rodriguez Solis, vizinho de Alvarenga. "há coisas que não combinam. Eu o conhecia, mas eu tenho um monte de dúvidas". Por outro lado, o proprietário do barco que Alvarenga utilizado, César Castillo, disse que "é incrível para sobreviver tanto tempo

O tempo que ele ficou no mar é incerto. Algo entre 16 e 13 meses. Essa questão – talvez de menor importância – está incerta por causa da falta de documentação das datas de saída de Alvarenga. A seu favor, entretanto, não conta muito o histórico que precedeu a malfadada viagem. Enquanto teria parado para beber na aldeia de Garita Palmera (El Salvador), Alvarenga entrou numa briga com quatro homens e foi esfaqueado, levou socos e chutes, a ponto de sua família temer que ele não sobrevivesse. Após 15 dias no hospital, ele teve uma recuperação incrível. Mas, aterrorizado por seus atacantes que viviam no local e ameaçado que seria atacado outra vez, ele fugiu do país. Ele deixou para trás a esposa Arely Barrera e a filha do casal, Fátima, então com 18 mês The Daily Telegraph

TEMPESTADE?

Fala-se também de uma tempestade, que teria assolado as costa azul (México), que levou à morte de quatro pescadores. Mas também as datas não coincidem com o dia e que afirma ter partido. Admitindo que tenha sido verdade, podia ter-se dado o caso de ter sido salvo por um barco, e, não desejando voltar ao México, ter pedido que o deixassem noutra costa

COLABORAÇÃO NO NARCOTRÁFICO?

A outra hipótese, o seu  eventual envolvimento em operações de narcotráfico – a morte do adolescente de 15 anos, sugere um grande mistério que importa esclarecer.


Transnational Crime in Micronesia - Ilhas Marshal na rota das maiores actividades ilícitas his site boasts a translator - have much information to provide you In this short text in English, the rest is in Portuguese   

An enormous maritime drug route runs through Micronesia. Singaporean authorities have not studied this route heavily, but other law enforcement agencies have. One Chinese study hints that 40-100 tons of cocaine are transported over this route annually, but the bald truth is that nobody knows.
Há um adolescente que o acompanhava e que desapareceu: esta é uma realidade negra  que não deve ser escamoteada. Quem nos diz que poderia ser um estorvo para a  sua encenação? - O seu sorriso é calculado, o seu olhar é muito esquivo para um homem que diz ter vivido um drama incrível, que não deveria recear o confronto, tal como é dúbio e contraditório  nas suas resposta.

- zequiel grew up with four brothers in the poor fishing village of El Fortin, Chiapas, with his mother Rosella and his stepfather - 


Sou jornalista e antigo navegador solitário - Vivi a experiência de náufrago numa piroga, ao longo de 38 dias no Golfo da Guiné. Não acredito na história do "náufrago Alvarenga - Para além de ter-se apresentado, com nome falso, o seu aspeto físico não é condizente de quem afirma ter andado à deriva 13 meses, percorrendo uma extensa travessia de 12 mil Km.

Tenho analisado o seu  bote em que diz ter feito o percurso, as suas contradições, a forma esquiva como foge aos esclarecimentos, as absurdas e gratuitas acusações aos jornalistas, que não acreditam na sua história, tudo nele me soa a falso. Mas o mais intrigante é ainda haver quem queira comparar os arrastamentos provocados pelo tsunami no Japão, com o caso de Alvarenga
Não concordando com o mediático estudo, fiz valer os meus argumentos, trocando vários e-mails, com um dos investigadores, que me diz:

 Until then we are open for discussion, we look for understanding but we are not afraid of publicity. If you believe that the boat drifted from a different origin, we can run our model to verify your idea.

Aliás, nos moldes em que o diálogo tem sido feito, só abona a seu favor. Pois se viesse dizer o que eu penso, talvez os media não pegassem nas suas afirmações.  Por enquanto, há que alimentar o folclore  mediático e tudo que venha à rede é peixe. 



Há ciência para todos os gostos.Mesmo as mais bizarras e controversas. Dizia-se nos primeiros dias de Fevereiro: “Quando um sujo e desnorteado José Salvador Alvarenga é levado até um remoto atol do Pacífico alegando que havia ali chegado, depois de  13 meses perdido no mar, poucas pessoas acreditavam no seu conto.Agora não falta quem lhe bata palmas.

TENTÁCULOS DA DROGA ESTENDEM-SE POR TODO O GLOBO A droga dá milhões de lucro aos produtores, narcotraficantes, aos políticos corruptos  (a respeitáveis instituições bancárias, cientificas, religiosas, sob os mais diversos disfarces e objectivos) para além de uma preciosa ajuda  à carteira de cangalheiros e aos proprietários de clínicas desintoxicação  privadas

  Disse que andou à deriva 13 meses ou 16, como podia ter dito seis ou o dois anos. Há tantas maneiras de fazer descarregar um bote nas proximidades de uma ilha - Ou é preciso que uma lancha atravesse  todo o oceano  Pacífico? - Não pode ser transportada por outro meio de apoio e ser descarregada nas proximidades? E agora imagine-se se o motor  da lancha se avaria? ... É uma traineira ou outro e meio de navegação maior que vai entrar pelos  canais de um atol e denunciar a sua presença? -  Estamos a falar apenas ao nível das possibilidades, sem com isto acusarmos, seja quem for.

Used to smuggle drugs from Mexico,
Nenhum negócio tem gerado tanto dinheiro quanto o tráfico de drogas, usando linhas de mar, voos comerciais e aviões particulares. O Conselho de Segurança  da ONU expressa profunda preocupação com as relações cada vez mais estreitas, em alguns casos, entre o tráfico de drogas e outras formas de crime organizado transnacional, incluindo o tráfico de armas e humano, na região, e o terrorismo, bem como a crescente violência resultante da atividades das organizações criminosas envolvidas no tráfico de drogas Close-Knit Regional Strategies Vital to Combating Drug Trafficking ..



The crew of a semi-submersible drug trafficking vessel prepares to abandon their boat approximately 240 km northwest of the Colombian-Ecuador border Jan. 8, 2009. Credit: US Coast Guard via Defense Media Network The Evolution of Maritime Drug Trafficking Technology

NARCOTRÁFICO COM APOIO DE  INSTITUIÇÕES BANCÁRIAS

"Em 2009, o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime informou que bilhões de dólares em dinheiro da droga salvaram os principais bancos durante a crise financeira, fornecendo liquidez muito necessária. António Maria Costa, chefe do Escritório da ONU sobre Drogas e Crime afirmou que o dinheiro da droga era "o único capital de investimento líquido" à disposição dos bancos à beira do colapso, com cerca de 325.000 milhões dólares em dinheiro da droga absorvida pelo sistema financeiro Mexico's Drug Trafficking Organizations - Federation of American ...


A COLABORAÇÃO DE  POLÍTICOS QUE NÃO OLHAM A MEIOS...

"Estamos cansados de ser estuprados e vitaminizados. Como uma nação soberana, eu declaro o direito da nação a legalizar qualquer substância que quiser" O presidente Zedkaia não quis comentar sobre a procedência do pó que será comercializado na ilha, mas garantiu aos repórteres que será a "verdadeira, pura, a melhor que se pode conseguir". -- Jurelang Zedkaia Presidente das Ilhas Marshall de 02 de novembro de 2009 até 10 de janeiro de 2012 
"Nenhum dos Estados da Micronésia são economicamente viáveis. Todos os seus estados são dependentes de ajuda e auxílio é de, pelo menos, uma fonte de renda primária. A corrupção do governo é endêmica, principalmente se menor e relativamente baixo chave. Outras receitas fluxo de turismo, a pesca comercial e uma indústria de confecções em declínio. A região é aberta para atividades criminosas transnacionais e grupos criminosos transnacionais das Filipinas, América do Sul, Taiwan, China e Japão foram identificados operando em Micronésia. Estes valorizam Micronésia por suas excelentes ligações aéreas para os EUA, o pessoal facilmente subornado policiais, planos de fratura jurisdicionais e afastamento.
QUANTO NÃO VALE SER ACHADO  NUM DOS  PARAÍSOS OFICIAS DA COCAÍNA MAIS PURA AOS INTRÉPIDOS AVENTUREIROS DO NOSSO TEMPO?

No meio de todo o alarido mediático à volta da odisseia do salvadorenho Alvarenga parece que tem havido alguns embaraços em chamar os bois pelos nomes: de que, as ilhas Marshall, além de um paraíso para os náufragos, também se assumem como  um paraíso para os narcotraficantes. 

As suas 600 ilhas, englobadas nos chamados Estados Federados da Micronésia, constituem uma nação insular, desde 1990, associada aos EUA. 

Não se pretende com isto afirmar que, o arrojado Alvarenga, ali tenha arribado, em demanda desse tipo de paraíso narcotráfico, mas assiste-nos o direito de duvidar e questionar:  pois, como é compreensível, são das tais aprazíveis ilhas desertas, em que todos os caprichos humanos, são bem mais toleráveis e com menos carga de riscos de que nas vigiadas costas americanas.

O tentacular mundo do narcotráfico é suficientemente expedito e macabro, de maneira a esconder as suas estratégias e criminosas  ações. 

Repito: não se trata de fazer qualquer tipo de acusação, todavia, subsistem muitas dúvidas e interrogações, que não podem deixar de ser devidamente esclarecidas. Já que o dito "náufrago, cautelosamente, tem-se remetido ao  silêncio, compete às autoridades não ficarem silenciadas ou aos media forçar a que estas não se acomodem. 

"Em 21 de dezembro de 2012, Alvarenga saiu do México em seu barco de fibra de vidro de 7 metros para um dia de pesca acompanhado por um adolescente que ele conhecia apenas como Ezequiel, que tinha entre 15 e 18 anos. Uma tempestade tirou os dois pescadores da rota e em seguida eles estavam perdidos e à deriva. Realmente parece uma história incrível, e não tenho certeza de que acredito nela", disse Bing. "Quando o vimos, não estava realmente magro como outros sobreviventes do passado. Tenho algumas dúvidas Homem diz ter comido tartarugas e bebido .
Uma enorme rota marítima de drogas atravessa a Micronésia. 
Um estudo chinês sugere que 40-100 toneladas de cocaína são transportadas ao longo desta rota por ano, mas a verdade nua e crua é que ninguém sabe.
Os estados da Micronésia são extremamente frágeis. Estas são sociedades pobres, com pouca capacidade de suportar altos níveis internos de violência, crime ou dano mental. A maior ameaça para os Estados da Micronésia é drogas, e a droga de maior preocupação é metanfetaminas.  


Você sabia que a cocaína é permita nas Ilhas Marshal??  Que perigo né?!




"Micronésia é um enorme remota região, pouco povoada contendo dois microestados independentes (Kiribati e Nauru), três estados na 'associação livre' com os EUA (República das Ilhas Marshall ou RMI, Estados Federados da Micronésia ou FSM, e Palau), e dois territórios dos EUA (Guam e da Comunidade das Ilhas Marianas do Norte ou CNMI). 

 A população total é de cerca de 500 mil pessoas em cerca de 2.000 quilômetros quadrados de terra dispersos através de milhões de quilômetros quadrados de mar. Desta população, cerca de 400.000 são cidadãos ou residentes nos EUA, ou ter acesso irrestrito para os EUA devido a Compactos de Livre Associação com este país.Border security Transnational Crime in Micronesia (Part 1 .......




As primeiras fotografias do barco do Sr. Alvarenga  foram obtidos pelo The Daily Telegraph  - Agradecemos aos seus autores a liberdade tomada. 


"His physical condition is much to good for a person who would have been exposed to extremely harsh climates.(,...).I'm not buying that story. I come to this conclusion only because I served in the navy and have obvious experience at sea. The ocean is a much too unforgiving place for someone like me to give his folly any credence. No my friends, this story should be listed under fiction".- Castaway Jose Salvador Alvarenga disappeared in storm that kil

Sua condição física é muito boa para uma pessoa que teria sido exposta a climas extremamente duras . ( ...) . Eu não estou comprando essa história. Venho a esta conclusão só porque eu servia na marinha e teno experiência óbvia no mar. O oceano é um lugar muito muito imperdoável para alguém como eu para dar a sua loucura qualquer credibilidade . não meus amigos , esta história deve ser listado em ficção

A CIÊNCIA TEM DE SER MAIS CAUTELOSA E NÃO DEVE CORRER O RISCO DE SERVIR DE SUPORTE A ACÇÕES MAL ESCLARECIDAS E OBSCURAS .Estudo corrobora relato de náufrago que diz ter passado 13meses no Pacífico…… .Náufrago afirma ter passado treze meses à deriva 



NÃO É O ESTUDO DAS CORRENTES MARÍTIMAS QUE PODERÁ RESPONDER ÀS MUITAS INTERROGAÇÕES SUSCITADAS E QUE AINDA NÃO TIVERAM CABAL RESPOSTA - 

Como e por que razão  um homem se apresentou em tão excelente estado de saúde e com um barco sem grandes vestígios de ter andado à deriva - sem documentos e dando um nome falso?   - de José Ivan - É isso que está por esclarecer.

VAI PARA O MAR SEM REMOS DE APOIO? - HOMEM QUE SE DIZ PESCADOR E EXPERIMENTADO NO MAR, NÃO PREVIA QUE, SE O MOTOR LHE AVARIASSE, LHE PODIA DAR JEITO PARA SE APROXIMAR DA TERRA - 

Quer dizer que, se tivesse com a terra à vista e perto, era-lhe impossível voltar a casa.    O interior não está muito sujo   nem por fora nem por dentro - Ao longo de 12 mil quilómetros, imaginem-se os balanços a que submeteria o bote e com ele lá dentro.


ACHARÁ O LEITOR ESTA REALIDADE IMPOSSÍVEL?


Por exemplo, que faria um narcotraficante se  abordasse uma ilha num bote, sem documentos   e clandestinamente, com uma enorme caixa para recolher cocaína e se lhe avariasse o motor? - E o barco de apoio não tivesse condições de atravessar a barreira do atol?  - Claro, que ser-lhe-ia mais fácil, justificar-se, junto das  autoridades se dissesse que era um náufrago. - Ou haveria melhor disfarce? 

 Esta é uma das muitas perguntas que ainda não vimos que fossem levantadas mas que não é nenhuma ficção ou episódio impossível de acontecer - Tanto mais que as ilhas abrem generosamente os braços ao narcotráfico - A começar pelos supremos governantes.

MAIS PREOCUPADOS EM MITIFICAR O "HERÓI" DE QUE LHE DESCOBRIR A CARECA - - Nas imagens, botes usados pelos narcotraficantes - O do lado esquerdo está apoiado num submarino

As autoridades das Ilhas Marshall (mesmo não escondendo o seu cepticismo - desde os médicos aos políticos) 

preocuparam-se mais em prestar assistência e recambiar o "herói" de que o questionar com perguntas incómodas.  

ERA NESTA CAIXA DE ESFEROVITE QUE ELE SE DEITAVA? Box: This is the box that was in the middle of the boat that Alvarenga - Seria interessante ver o estado em que está o seu interior.

Investigadores da Universidade do Havai insistem  numa tese muito discutível e que está a  servir de suporte (embora acredite que não seja essa a intenção) a  uma realidade cruel .Dando veracidade a uma história que deixa mais dúvidas de que certezas.

Entre as vários esclarecimentos que o "náufrago",tem revelado - sempre de modo algo contra-feito  - subsistem aspetos que importa esclarecer. Nomeadamente o desaparecimento  do companheiro, um menor.

TRANQUILO DA VIDA - COMO SE REGRESSASSE DE UNS APRAZÍVEIS DIAS DE FÉRIAS - ADMIRAVELMENTE RESISTIU AO CALOR, ÀS TEMPESTADES - BEBEU A SUA URINA E APARECEU EM EXCELENTE FORMA - MESMO TENDO DORMIDO NUMA CAIXA!



Marshall Islands flood 27/09/2013 Coastal Inundation in the Marshall Islands 26/06/2013 Asia-Pacific Region 7 - 13 May, 2013, Natural Disasters and Other13/05/2013 Storm Surges, Rising Seas Could Doom Pacific Islands Apr 12, 2013  Record tides engulf drought-stricken Marshall Islands 26/06/2013

EM NOVEMBRO DE 2014 - A SER VERDADE O  RELATO - , NÃO DEVIA ESTAR MUITO LONGE DO ATRIBULADO MAR EQUATORIAL DAS MARSHALL

Tempestade tropical Haiyan amarração Micronésia e avisos e relógios estão em vigor hoje. O Centro de Atenção Joint Typhoon tem previsão de recém-nascido a tempestade tropical Haiyan para fortalecer a um poderoso tufão antes de fazer landfall nas Filipinas.  (...) Micronésia consiste em um grupo de ilhas no Oceano Pacífico ocidental que incluem as Ilhas Marshall, as Ilhas Gilbert, incluindo Kiribati, as Ilhas Carolinas, Nauru, Wake Island e as Ilhas Marianas. A área contém milhares de pequenas ilhas e faz parte da Oceana maior. . (...) Em 05 de novembro em 1500 UTC/10 am ventos máximos sustentados de EDT Haiyan estavam perto de 45 knots/51.7 m

 ARQUIPÉLAGO DA MICRONÉSIA AMEAÇADO PELOS EFEITOS DO AQUECIMENTO GLOBAL -   DECLARA A LEGALIZAÇÃO DA COCAÍNA, COMO MEIO DE OBTER LUCROS PARA CONTER O AVANÇO DO MAR – DAÍ NÃO FALTAREM AVENTUREIROS A DEMANDAREM AS  ILHAS PARADISÍACAS.

23/03/2011 - “A subida do nível das águas, reflexo do aquecimento global, ameaça os 29 atóis e 5 ilhas do país, fenómeno que já aconteceu em outra ilha da região, Kiribati. "Nós não vamos seguir o exemplo deles e abandonar nossas casas para colher frutos para os responsáveis pela tragédia" 

"Primeiro vieram as bombas atómicas, e agora são as emissões irresponsáveis que estão fundando nossas ilhas. Estamos cansados de ser estuprados e vitaminizados. Como uma nação soberana, eu declaro o direito da nação a legalizar qualquer substância que quiser". O lucro obtido com a cocaína será revertido para construir barreiras de proteção contra o avanço do mar, ou comprar outras ilhas mais elevadas no Pacífico. Cocaína é legalizada nas Ilhas Marshall - Inacreditável – ....Marshall Islands Legalize Cocaine 




VEJA A DIFERENÇA DO ESTADO EM QUE CHEGARAM OS BARCOS - A terceira imagem é do estudo dos investigadores que corroboram com as declarações de Alvarenga 
 "os 13 meses passados à deriva e sobre o seu ponto de partida, no México, correspondem às conclusões da nossa experiência e aos pâramatros dos ventos e das correntes oceânicas durante a sua travessia", indica o estudo.


Os parâmetros da experiência foram baseados nos padrões de deriva de escombros de barcos levados do Japão para o Havai, através do Pacífico, desde o tsunami de março de 2011.


"As experiências com restos de barcos de pesca após o tsunami que atingiram as costas do Havai um ano e meio ou dois anos e meio mais tarde, permitiram-nos desenvolver um modelo realista para simular a deriva de um barco desde as costas do México", disse Jan Hafner, um dos autores do estudo."

 Na teoria dos gabinetes, tudo bate certo mas existem epifenómenos que escapam aos teóricos e talvez até aos satélites - Em 2012, 2013, e até em Janeiro de 2014 - segundo a consulta que fizemos - registaram-se terríveis alterações atmosféricas: desde secas (que deixaram as Marshall, sem água), a violentas tempestades, que geraram ondas gigantes que submergiram as costas mais baixas de algumas das ilhas - Como se defendeu Alvarenga?  Era esse estudo meteorológico da hipotética rota dos tais 13 meses à deriva, que devia ser mostrado 

ASSUNTO DEMASIADO SÉRIO PARA SER BRANQUEADA DE ÂNIMO LEVE


A rocambolesca história  do  já famoso náufrago Alvarenga, que  foi encontrado num pequeno atol de Ebon nas Ilhas Marshall, na Micronésia, no passado dia 30 de Janeiro, identificando-se com o nome falso de José Iván, a ser verdadeira,  passaria  a ser a história mais incrível nas odisseias marítimas. Do homem que, até hoje,  mais tempo havia resistido à deriva no mar – É tal coisa: acredita-se, mais facilmente, numa grande mentira do que numa pequena verdade.

Esta peripécia não pode deixar de ser analisada por todos aqueles que amem a verdade e o oceano. 

Face a esta suprema prova de resistência, quem é que agora acredita nos relatos do escorbuto da história trágico-marítima?... Quem é que compreenderá que houve milhares de  intrépidos navegadores, nos tempos das frágeis caravelas, que foram vítimas de carências alimentares, uma vez que  tudo se podia resolver bebendo urina, apanhando umas aves, pescando uns peixes distraídos e uma tartarugas "estúpidas" - Com as mãos?!...Olha logo as ágeis  tartarugas, sem redes e sem  arpões, a deixarem-se apanhar para satisfazer o apetite de um "náufrago" esfomeado! 

Quem ousa negar que, mesmo recorrendo à pesca ou  à captura das aves, eles não foram vítimas das piores carências e sofrimentos? – .Só à cegueira mediática  e os que dela se queiram aproveitar, vão na conversa destes farsantes.

Passado o escarcéu da vaga mediática, há que evitar  que a história se cimente como  facto consumado. Pois também já deu para perceber que, as autoridades a quem competia aprofundar a questão, parece não ser a matéria mais oportuna ou conveniente. 

Mas quem é que agora se atreve a ser desmancha prazer de um Faits divers mediático à escalda mundial? 

– Como se não bastasse, juntam-se vozes que, ao invés de irem ao fundo da questão humana, afloram-na pela superfície. Neste caso, através de teorias que têm mais a ver com barcos atirados pelo último  tsunami do Japão para as costas do Havai, de que propriamente com o comportamento da natureza humana – E, todavia, não faltam motivos para analisar e refletir.

Novas explicações do investigador, Nikolai Maximenko, da Universidade do Havai, através de e-mails, que volta a defender as afirmações de Alvarenga 

- Diz que "estão de acordo com os limites do modelo e são consistentes com os padrões prevalecentes dos ventos e das correntes oceânicas que ocorreram durante a provação que sofreu..Estudo sobre correntes do Pacífico confirma história de homem ..... Castaway's unbelievable tale of survival is backed up by science 


Mr. Jorge Trabulo Marques
Writing in Portuguese is OK -- I can translate (more or less). To avoid errors on my side I will continue in English.

Large-scale, low-frequency ocean currents can be approximated by a superposition of geostrophic currents (controlled by the sea level) and wind-driven currents (commonly known as Ekman currents). Sea level is accurately monitored by a constellation of satellite altimeters and wind is measured by satellite scatterometers. To calibrate our model of surface currents we use collocated satellite data with trajectories of satellite-tracked drifting buoys from the Global Drifter Program.
Technical details of the model are public at

http://apdrc.soest.hawaii.edu/projects/SCUD/SCUD_manual_02_17.pdf
As a result, this our model can reproduce trajectories of the buoys, using only satellite data. This means that we can "launch" model particles from any location in the world and simulate their motion.
To expand from the buoys to other types of floating objects we add so-called windage (or leeway). For example, windage of a typical boat is close to 6%, which means that under effects of wind and wind waves the boat is drifting relative to moving water down the wind at speed of 6% of the wind speed.
In the case of our calculations under discussion, there was strong convergence of surface winds along 5-10 N latitude. This convergence reduced the uncertainties in our results and kept model particles drifting along rather straight trajectory.
I hope this answers your questions -- otherwise I would have to send you to more specialized oceanographic literature.
As I mentioned before, our narrow expertise is trajectories of objects in the ocean and I cannot comment on the possibility of man's survival during this long journey. However, consider this:
1. Convergence of surface winds, in which the boat was trapped, uplifts air and produces rain. These rains could help him survive.

2. In 2006 three Mexican fishermen drifted for 9 months along nearly same path.
 http://news.bbc.co.uk/2/hi/americas/4798243.stm
They said that there was rain almost every day.
3. Every object floating in the ocean creates its own oasis of life. This is well known and used by fisheries. I am not surprised that he was able to get raw food even without fishing gear.

4. I am not a psychologist and I cannot explain contradictions in his statements but after a year at sea alone I am amazed that he kept his sanity at all.

5. When trying to collect data of marine debris, we cannot find any sources of information east of Marshall Islands. It seems there are not many ships in the entire area between Mexico and Marshall Islands. Chances of being rescued there are low.
By the way, may I ask you where are you located geographically? We are trying to reach people on western Pacific Islands for information about potential tsunami debris from Japan.
I am getting busy with a big meeting. My further communication may get slow. Sorry.

Best regards,


Dr. Nikolai MaximenkoSenior Researcher,
International Pacific Research Center
School of Ocean & Earth Science & Technology
University of Hawaii at Manoa

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facebook.com/IPRCMarineDebrisProject




Caro Professor Nikolai Maximenko 
Obrigado pela  gentileza em voltar a responder às minhas questões, procedimento que registo com muito agrado e que me permite concluir que o Dr. Dr. Nikolai Maximenko é uma pessoa empenhada nas suas investigações. E também já constatei que dispõe de um notável currículo, o que prova o mérito dos seus trabalhos -  International Pacific Research Center | People | Nikolai Maximenko

Entre outros estudos, o Dr. Nikolai Maximenko é pesquisador sênior do Centro Internacional de Pesquisas do Pacífico, da Escola de Oceano e da Ciência e Tecnologia da Universidade do Havaí. Considerado  um especialista na dinâmica do oceano global e regional – Com registos medidos com observações in situ e de sensoriamento remoto por satélites. Nikolai está desenvolvendo modelo físico que descreve a distribuição e as vias de plástico sob o controle das correntes oceânicas. Websiteiprc.soest.hawaii.edu 5 Gyres » Staff and Advisors

Felicito-o pelo seu estudo. Sou um apaixonado pelo mar e admiro todos aqueles que se debruçam sobre o estudo dos oceanos. Todavia, permita-me que continue discordar das suas  conclusões, ao corroborar com  as afirmações de Alvarenga, de que esteve 13 meses à deriva e veio do México até uma das Ilhas Marshall, frisando que estão de acordo com os limites do modelo e são consistentes com os padrões prevalecentes dos ventos e das correntes oceânicas que ocorreram durante a provação que sofreu” – Só por mera casualidade.

Como deverá reconhecer, mesmo na natureza, não há duas situações iguais. E, perdoe-me a expressão:  não é possível comparar alhos com bugalhos .Plásticos com Pessoas? 

Alvarenga diz que o jovem que o acompanhava, se recusou a comer carne crua e que não sobreviveu,  desculpa que me parece demasiado esfarrapada – Nem todo o ser humano tem a mesma resistência física e moral mas tudo nele soa a falso, a começar pelas contradições da sua identificação. Um barco, com um homem lá dentro, tem um comportamento de navegabilidade diferente de ir à deriva vazio.

O facto de se deslocar no seu interior é o bastante para lhe alterar a direção: ou por via da força do vento na superfície do corpo da pessoa ou pessoas ou até dos seus próprios balanços e movimentos involuntários – Experimente a largar dois botes à deriva na mesma praia: um vazio e outro com uma ou mais pessoas no seu interior (ou com outro tipo de carga) e veja se têm percursos idênticos. Até a velejar é difícil manter rumos paralelos.

Se existe alguma coincidência nos tais 13 meses (que  Alvarenga alega ter demorada na sua deriva), com os cálculos do seu estudo, trata-se apenas de mera casualidade  – Ele disse que andou mais de um ano, como podia ter dito que andou dois anos. E quantos despojos seguiram rumos diferentes que os arrebatados pelo tsunami?...

O facto de terem encontrado uns quantos detritos nas mesmas costas do oceano (mesmo que centenas de despojos) quantos milhares não se dispersaram pelos mais variados pontos do atlântico, seguindo trajetórias bem diferentes?

É verdade que a direção das correntes é sobejamente conhecida. Isso não quer dizer que, a direção que hoje têm, em determinada zona oceânica, seja a mesma daqui a um ano ou ao longo dos vários meses do ano. Então, em certas regiões dos mares, essa alteração é permanente. Eu estudei as correntes do Golfo da Guiné e sei perfeitamente as alterações que existem ao longo do ano. Onde são frequentes tonados, que tanto podem ocorrer de sul para norte, segundo a corrente dominante, como em sentido contrário, de todos os quadrantes, alterando o curso da deslocação dos detritos e despojos.

Sim, é certo que há estudos que acompanham  as alterações, que se vão produzindo e que estão  perfeitamente tipificadas . Atualmente, muito graças aos satélites. Mas há um  novo fenómeno que não é facilmente mensurável: as alterações climatéricas por força do efeito de estufa e a devastação consequente e subsequentes por efeito dos tsunamis  . Depois de um grande tsunami, há sempre profundas alterações oceânicas, com reflexos noutros oceanos e por longo período, até na própria direção das correntes, com consequências imprevisíveis.

Veja, por exemplo, como o Atlântico se tem comportado nas costas de alguns países europeus, neste Inverno, como há muito não havia registo. E acha que se pode dizer que, no próximo ano, o comportamento das águas oceânicas vai ser o mesmo (para melhor ou para pior) do que o atual período invernal?

Diz no seu estudo, que o modelo das suas investigações mostram que um objeto que fosse apanhado pelas correntes a 370 quilómetros da aldeia de Alvarenga, em Dezembro de 2012, atingiria o atol de Ebon (ou até 193 quilómetros de distância) a 31 de Janeiro.- Olhe que, em 370 km de área marítima, há muitas correntes e contracorrentes, além de poderem desencadear-se muitos fenómenos atmosféricos.

  Basta lembrar-lhe que um tornado, pode não ir além de um ou dois km de largura, se bem que possa atingir grandes distâncias. Eu vi formar tornados no horizonte, com céu completamente limpo à volta do aparecimento do cogumelo. Os seus efeitos são incomparavelmente diferentes dentro do seu raio de acção de que fora do mesmo.
Viu bem o estado em que foram encontrados os botes, que documenta no linke que me enviou ? Completamente crivados de cracas, desde os fundos submersos até aos bordos.

É perfeitamente admissível que, embora a craca se tenha expandido ao longo da deriva e por todo o casco, o seu maior crescimento, terá ocorrido depois que os mesmos botes acostaram a qualquer praia ou enseada menos batida – É, sobretudo, nestas circunstâncias, com as embarcações fundeadas ou submersas, que a craca mais se desenvolve. Nomeadamente, as lapas e as espécie que tendem atingir maior crescimento e maior fragilidade de fixação..

Não é o caso do bote de Alavarenga.  Cujo casco  não denota qualquer sujidade,  senão praticamente abaixo da linha de água e apenas nalgumas partes – Aquela “floresta” de craca que irrompeu no fundo, todo o seu aspeto ( analisado por qualquer pessoa experiente nas lides do mar), leva concluir que o barco esteve fundeado durante algum tempo e não deu à costa na data a que alude.

 Por isso, é o bastante para ver que algo joga mal com as suas afirmações. Quer  seja por ação corrosiva das condições atmosféricas do oceano(chuvas, mudanças de temperatura, ventos, tempestades, entre outros fatores),  quer principalmente pelos constantes balanços provocados pela deriva, dificilmente o casco deixaria de mostrar alterações em toda a sua superfície – Sobretudo manchas atingidas pela violência das vagas.

Um barco à deriva é arrastado de través, vai sendo impulsionado atravessado à vaga e não de proa à vaga, pelo que corre até o risco de a  vaga galgar os bordos. Era o que sucedia com a minha canoa, quando não conseguia navegar ou dar-lhe alguma direção com o tosco remo improvisado, visto o tornado me ter   levado os apetrechos essenciais. E onde  estão os remos do bote do Sr. Alvarenga, para dar algum rumo à sua embarcação no caso de avaria do motor. Ele nunca falou de remos. Invocou apenas, como causa do “naufrágio”, a avaria do motor: alguma vez um pescador vai à pesca, confiando apenas no seu motor? – O mais provável é o seu bote ter sido largado nas proximidades, daquela ou de outra ilha das Marshall, com outros objetivos.

Algo terá corrido mal aos intuitos de Alvarenga e houve que arranjar a desculpa do naufrágio para abandonar a ilha. Tanto mais que se tratava de uma pessoa indocumentada, a viver no México, há mais de 10 anos, clandestinamente. Daí, não é difícil imaginar  a que tipo de  trabalhos um individuo, indocumentado, se pode prestar. Espero que o tempo se encarregue de trazer a verdade à superfície. Pois, embora o seu estudo seja muito importante, não responde a todas as dúvidas (creio que às principais) e nem lhe dá o direito de branquear a hipotética “aventura do “náufrago” Alvarenga.

Diz 4. Eu não sou um psicólogo e eu não posso explicar contradições em suas declarações, mas depois de um ano no mar sozinho Estou espantado que ele manteve sua sanidade em tudo

Pois creia é por aí que se deveria começar por se interrogar, antes de vir a público com o estudo das correntes marítimas. Pois,  como é  possível dar crédito às declarações de alguém, sem primeiro se conhecer um pouco do seu passado, do seu carácter e da sua personalidade ou de analisar as suas contradições? – Acha que um homem que, estando, no perfeito juízo das suas faculdades,   começa por baralhar a sua nacionalidade e identificação. Além de se apresentar num excelente estado físico, bastariam apenas essas  falsidades, para não ser tomado a sério. Que dizia o senhor se lhe fosse apresentado um denominado investigador, ocultando a sua identificação

5. Ao tentar coletar dados de detritos marinhos, não podemos encontrar fontes de informação a leste das Ilhas Marshall. Parece que não há muitos navios em toda a área entre o México e Ilhas Marshall. Chances de ser resgatado há baixo. – Afinal, em que ficamos. Assim, também fazia eu estudos. 
Caso queira prosseguir nos seus esclarecimentos (cujo tema vou tornar extensivo no meu site) pois, desde já, muito lhe agradeço

Jorge Trabulo Marques

Jornalista e investigador da origem dos Povos da Guiné dos calendários solares da pré-história, em Chãs de Foz Côa.


---------- Mensagem encaminhada ----------
De: Nikolai Maximenko <maximenk@hawaii.edu>
Data: 20 de fevereiro de 2014 22:39
Assunto: Re: STUPIDITY: comparing objects drifting with human survival
Para: jorge trabulo Marques 



Mr. Jorge Marques Trabulo

I think we have exchanged all our main arguments and further
discussion would not be productive.

Let me just clarify two details about our model that you did not understand.

1. Yes, you are right about sensitivity of trajectory to various
factors. Effect of this dispersion is included into our model
solution. Out of 16 model points on

http://iprc.soest.hawaii.edu/users/hafner/PUBLIC/SCUD/VARIOUS/TRAJECTORY_FISHERMAN/trajectory_single_anim.gif

only some reached Marshall Islands. That is why we say it is
CONSISTENT, meaning it is POSSIBLE. Our model is not a solid proof but
it DOES NOT DISAGREE with the suggested drift.

2. Our model uses real time currents and winds. It includes ALL
VARIABILITY with time scale larger than a day: seasons, El Nino - La
Nina, Pacific Decadal Oscillation, storms, climatological trends --
everything. This means that if our model particles were launched in a
different year or month, their trajectories could be different.

I look forward to the final results of your investigation. For that I
would recommend to not rely on psychology but try to collect
information about the boat. It would be difficult to have the boat
unnoticed near small islands for more than a year. Was it originally
registered in Mexico? If yes, then how did it get to the islands? Did
anybody see it on the islands?

Dr. Nikolai Maximenko
Senior Researcher,

International Pacific Research Center
School of Ocean & Earth Science & Technology
University of Hawaii at Manoa

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---------- Mensagem encaminhada ----------
De: Nikolai Maximenko <maximenk@hawaii.edu>
Data: 20 de fevereiro de 2014 22:39
Assunto: Re: STUPIDITY: comparing objects drifting with human survival
Para: jorge trabulo Marques 

Meu Caro Professor Nikolai Maximenko
Obrigado pela sua amável mensagem. De facto, é através do diálogo que se desfazem as dúvidas. Estou a preparar um texto para editar no meu site Odisseias nos Mares, com o nosso diálogo e com alguns elementos que certamente o vão surpreender – Relacionados com o narcotráfico. Logo que seja editado dar-lhe-ei conhecimento. Penso que esta poderia ser uma importante pista para, ao menos,  se apurarem as causas do desaparecimento do adolescente de 15 anos, companheiro de Alvarenga.
Diz que,  “Em 2006, três pescadores mexicanos foram encontrados à deriva por 9 meses junto quase mesmo caminho” - Quanto a esta questão, dos três pescadores mexicanos, que se auto-rotularam de náufragos. Eu acompanhei a história e também não acreditei nos seus argumentos. Veja o estado de saúde em que se apresentaram e como se encontra o seu bote, junto do qual se fotografaram: então esse ainda está mais limpo de que o do alvarenga. Sem qualquer sujidade, acima da linha das águas. Se disseram ter andado à deriva, era para estar noutro estado de degradação. Sem com isto pretender fazer qualquer tipo de acusações, todas estas histórias me cheiram a esturro..
 Diz também que “ Cada objeto flutuando no oceano cria seu próprio oásis de vida. Isto é bem conhecido e utilizado pela pesca . Eu não estou surpreso que ele foi capaz de obter alimentos crus , mesmo sem equipamentos de pesca”. – Pois também eu. Cada objeto à deriva cria o seu próprio oásis. Sim, no caso da minha canoa, nunca me faltou a mais diversa fauna avícula e marinha, desde douradas a tubarões, que, por vezes pesquei, mas que também me chegaram atacar.
Muito obrigado pela sua amabilidade. Vou mantê-lo informado das minhas investigações e continuo recetivo às suas explicações
Saudações muito cordiais de  
Jorge Trabulo marques

-------- Mensagem encaminhada ----------
De: jorge trabulo Marques 
Data: 21 de fevereiro de 2014 08:43
Assunto: Náufrago Alvarenga no paraíso oficial da cocaína
Para: Nikolai Maximenko <maximenk@hawaii.edu>


Acabei de editar mais um post acerca do "caso Alvarenga", onde tomei a liberdade de transcrever  o nosso diálogo. Caso queria fazer algum comentário ou esclarecimento, terei muito prazer em editá-lo
Saudações cordiais de
Jorge Trabulo Marques

--

Náufrago Alvarenga no paraíso oficial da cocaína - História mal contada e incongruente: Alvarenga shipwrecked in paradise official cocaine - Science has to be more cautious and should not serve to support stories that leave more doubts  

http://www.odisseiasnosmares.com/2014/02/naufrago-alvarenga-no-paraiso-oficial.html


(atualização) Já depois de ter editado este post, respondo-me o Dr Nikolai Maximenko:  

Mr. Jorge Marques Trabulo

I understand your suspicions and forgive your exaggerations and manipulations.
In the end, publicity is your job as a journalist.

So what is your theory? Where did the boat come from, where was it
heading, and when has it lost the power?

Senior Researcher,
Dr. Nikolai Maximenko
International Pacific Research Center
School of Ocean & Earth Science & Technology
University of Hawaii at Manoa

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MEU COMENTÁRIO NESTE POST -Como que rigor científico se pode fundamentar uma tese em alguém que começa por ocultar a sua identificação? Com que nome o identifica? ,Por..Jose Ivan left his native Mexico on  José Salvador Alvarenga  de El Salvador?-Jose Ivan: Castaway 'survived 16 months..José Salvador Alvarenga's 13 months at sea 

Sr. Maimenko. (texto do e-mail enviado)

Possivelmente antes de o Sr. Maximenko ter nascido, já eu me debatia na solidão dos mares. Como que rigor se pode fundamentar uma tese em alguém que começa por ocultar a sua identificação? Há tantas maneiras de fazer descarregar um bote nas proximidades de uma ilha - Ou é preciso que uma lancha atravesse  todo o oceano  Pacífico? - Não pode ser transportada por outro meio de apoio e ser descarregada nas proximidades? E agora imagine-se se o motor  da lancha se avaria? ... É uma traineira ou outro e meio de navegação maior que vai entrar pelos  canais de um atol e denunciar a sua presença? - Claro, deixando à sua sorte o "correio ou correios", há que puxar pela imaginação para salvar a pele. Estamos a falar apenas ao nível das possibilidades, sem com isto acusarmos, seja quem for.

2014-02-21 22:44 GMT-10:00 jorge trabulo Marques 

MEU COMENTÁRIO NESTE POST: 

O sr. Maximemko não entende as minhas dúvidas e considera-as exageros e manipulações – Ou seja, pelo facto de discordar com ele, acusa-me de manipulador. Eu entendo as suas suspeitas e perdoo os seus exageros e manipulações”. No fim das contas, a publicidade é o seu trabalho como jornalista. – Obviamente, que o papel do jornalista não é de ficar com as suas investigações (que, aliás, me recomendou o Sr. Maximeko( I look forward to the final results of your investigation); não é de as meter no bolso ou esperar que alguma editora lhas publique.

Recomenda-me a “não confiar em psicologia”    Alguma vez é possível dar crédito as histórias sem se conhecer o mínimo do perfil de quem as conta? - Homessa!, Mas, diz, a “ tentar recolher informações sobre o barco”.– Ainda não viu no meu site que é justamente isso que tenho procurado fazer? – Para além da intensa pesquisa na Internet, tenho consultado várias pessoas amigas com experiência marítima, nomeadamente sobre a craca que não é extensiva nem regular em toda o casco. Depois acrescenta que era difícil o barco do Sr. Alvarenga “ter passado despercebido perto de pequenas ilhas há mais de um ano” – 

E quem é que lhe disse que esteve ali um ano?!... Pelo contrário, não são essas as indicações dos moluscos agarrados ao casco. – Pergunta-me de seguida:  “Foi originalmente registrado no México? Se sim, então como é que ele chegar às ilhas?” – Se tivesse lido as notícias pulicadas, teria visto que, embora o armador viesse a alegar que o barco lhe pertencia, não logrou mostrar nenhum documento do registo. Tal como o Sr. Alvarenga, que, além de se ter apresentado às autoridades, com nome falso, não trazia consigo quais documentos. Aliás, essa era a sua situação no México.”Mr. Solis failed to produce any paperwork to show that he owned the boat.”

Ele trabalhou para mim durante um ano e eu o conheço há 10 anos ", disse Bellarmino Rodriguez Solis, de 64 anos, que alegou ser dono do barco Sr. Alvarenga estava dentro Quando The Daily Telegraphmostrou-lhe uma fotografia do barco, encalhado em as ilhas Marshall, exclamou: "É o meu barco, é o meu barco”  -
 
Sim, parece não haver dúvidas que o barco veio do México –Então quer dizer que não havia outra maneira de o barco chegar às Marshall, senão à deriva ou mesmo à vela e a remos? Não admite a possibilidade de bote ter sido descarregado nas proximidades? …

Não admite a possibilidade de Alvarenga, que tivera perigosas brigas, tivesse fugido para o mar e, sob o pretexto de andar naufragado, o recolhessem e o transportasse para aquela área, num barco que estivesse naquela rota? Esta uma das hipóteses mas também poderia ter sido levado para lá por outras razões.

.Acha que seria impossível essa operação. Eu falei-lhe do meu caso, que aqui também descrevi, de a mina canoa ter sido carregado num pesqueiro ao largo da ilha de São Tomé e ter sido descarregada junto à ilha de Ano Bom, a 180 Km a sul. Tal como o Sr. Alvarenga, que, além de se ter apresentado às autoridades, com nome falso, não trazia consigo quais documentos. Aliás, essa era a sua situação no México. Yet on Monday when he was revealed to the world, Alvarenga looked, arguably, in a worse condition. Lavado e limpo, ele não mostrou sinais de um homem que tinha sofrido um esgotante 14 meses no mar
.
Será que não lhe interessa saber esses dados do comportamento do Sr. Alvarega?

While out drinking in the village of Garita Palmera, Alvarenga got into an arguement 
with four men and was stabbed, punched and kicked to the point his family feared he would not survive.
After 15 days in hospital he made an incredible recovery. But, terrified his attackers, who lived locally, would target him again he fled the country, deeming it too dangerous for him to stay. He left his wife Arely Barrera and the couple's 18-month-old daughter Castaway press conference ends as Jose Alvarenga is declared

"Enquanto foi beber na aldeia de Garita Palmera, Alvarenga entrou em argumentos com quatro homens e foi esfaqueado , socos e chutes , a ponto de sua família temia que ele não sobreviveria. Após 15 dias no hospital, ele teve uma recuperação incrível. Mas , aterrorizado seus atacantes , que viviam no local, teria como alvo outra vez ele fugiu do país , considerando -o muito perigoso para ele para ficar Ele deixou a esposa Arely Barrera e 18 meses de idade, filha do casal"

E acha que foi esta a razão que o levou a ir à pesca dos tubarões?... E, depois a ter naufragado? - Não admite a possibilidade de ter sido ajudado a fugir ou a envolver-se noutra atividade? - São estas questões que, um investigador, que se preze não pode descurar, antes de vir a dar cobertura "cientifica" a uma história mal contada.

Sr. Dr Maximenko:
Ainda na sequência da pergunta que me fez, acusando-me de manipulador, aconselho-o a voltar a ler o último post do meu site onde tem uma resposta mais detalhada às suas dúvidas.
Cordialmente
Jorge Trabulo Marques


(atualização) - Acabamos de receber mais um e-mail do Sr. Nikolay Maximenko - Um cientista convencido e arrogante que não admite ser contraditado – Não satisfeito, faz ameaças  Queríamos evitar prolongar esta história mas, certamente, vamos ter que abrir novo post – Eu dei-lhe conhecimento do site e de que o diálogo ia ser  publicado. Nem podia ser outro objetivo. Reproduzi os seus e-mails e os meus. No anterior post e neste. Disse-lhe que era  jornalista e um jornalista escreve para o público e  não para meter as histórias nos bolsos – Como não concorda com a minha análise, agora perverte as minhas palavras e veja-se o que me diz:  - - You did not find any flaws in our model or in our statement. Yet, you were arrogant enough to give advice to "science". (You knew everything before I was born...)

I was trying to help you to better understand and you manipulated my comments into your selfish favor. I cannot help you any more and I am sure that your paparazzi-style webpage will fade away in no time. Nikolai Maximenko


O seu e-mail vai ser reproduzido na íntegra no post seguinte, depois de lhe responder
A MESMA HISTÓRIA DO COSTUME

De recordar que, em 2006, se passou outra história que deixou mais dúvidas de que certezas, atendendo à excelente forma dos “três náufragos”  mexicanos, também à deriva perto das Ilhas Marshall, que disseram ter sobrevivido  com  peixes, pássaros e a água da chuva durante nove meses, justificando que o estado da sua saúde  física e mental era sustentado por uma cópia da Bíblia.


 ESTES MEXICANOS VIERAM DIZER QUE ANDARAM NOVE MESES PERDIDOS - OBVIAMENTE QUE HÁ QUE ESTABELECER RECORDES PARA DAR NAS VISTAS E FICAR FAMOSO - Declararam que foi uma cópia da bíblia que os salvou

Sábado, agosto 26, 2006.  "OS três pescadores mexicanos que andaram mais de nove meses à deriva no mar, retornaram  ao México. Disseram que  estão dispostos a submeterem-se a um polígrafo para convencer aqueles que duvidam sua história." 

A MESMA HISTÓRIA QUASE TIRADA A PAPEL QUÍMICO - ATÉ O ESTILO DOS BOTES - LANÇAS RÁPIDAS QUE PODIAM PERFEITAMENTE SER LANÇADAS AO MAR POR TRAFICANTES . NÃO POSSO AFIRMAR QUE SEJA O CASO MAS DÁ QUE PENSAR

(…)"O barco que eles usaram durante sua provação permaneceu nas Ilhas Marshall. Os pescadores esperam recuperá-lo e transformá-lo em uma atração turística. Rendon disse que nunca chorou, enquanto Ordonez disse que se sentiu tocado quando teve que jogar ao mar Juan David, depois de sua morte". 3 mexicanos sobreviven 9 meses en mar abierto....Três pescadores mexicanos sobrevivem a nove meses em alto-mar 

CURIOSAMENTE, ALVARENGA,  TEM A MESMA IDADE QUE  UM DOS "HERÓIS" DE 2006  José Salvador Alvarenga's 13 months at sea backed by fishermen .


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