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Entre outros assuntos, falo da escalada ao Pico Cão Grande e das minhas aventuras em canoas – Visam defender a teoria de que antigos povos africanos, podiam ter sido os primeiros povoadores das Ilhas do Golfo da Guiné, antes dos colonizadores – Parti à meia-noite, disfarçado de pescador, ligando a ilha do Príncipe. Para me orientar, uma rudimentar bússola – A canoa era minúscula, à segunda noite adormeci: rolei na escuridão das vagas. No regresso fui distinguido com sopapos da policia salazarista, enviado para os calabouços – Cinco anos depois, numa piroga maior, fiz a ligação São Tomé-Nigéria. Partindo igualmente à noite, 13 dias depois atingia uma praia de Calabar, tendo sido detido 17 dias por suspeita de espionagem. - No mesmo ano, já com São Tomé e Príncipe independente, tentei a travessia São Tomé ao Brasil, usando os mesmos recursos. Além de pretender reforçar a minha teoria, desejava evocar a rota da escravatura e repetir a experiência de Alain Bombard. Porém, quis a ironia do destino que vivesse a difícil provação de um naufrágio de 38 longos dias, tendo aportado numa praia de Bioko (Bococo)onde fui recambiado para a famosa prisão de Black Beach

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

O ensino do Português em São Tomé - Bispo, Dom Manuel A. Mendes dos Santos - Diz: "Se tivesse muito dinheiro gostaria de ver neste país um grande Parque Escolar” – Como a Igreja, não dispõe de recursos financeiros, o projeto do Instituto Diocesano de Formação e da escolinha portuguesa , passou para o Estado Português


Por Jorge Trabulo Marques - Jornalista

O protocolo foi  assinado pelos Ministros da Educação e Ciência de Portugal Nuno Crato e o seu homólogo são-tomense Olinto Daio, em meados de Abril. 

 “Doravante o Estado português assume o projeto: Enriquece o Estado português porque dispõe de uma experiência e de uma escola num outro país que é reconhecida, e também a sua importância para os estudantes e as famílias de São Tomé e Príncipe», afirmou então o  ministro Nuno Crato.

Noutros tempos, a diocese de São Tomé, teve fama e grandeza – Agora, as preocupações, a par da ação religiosa, vão para as ações  sociais da Igreja, “no combate à pobreza e às necessidades e carências crónicas de boa parte da população». - São Tomé e Príncipe (STP), já foi diocese,  abrangendo Angola, Moçambique e toda a bacia do Golfo da Guiné, até 1842, constituída sui iure a 31 de Janeiro de 1533 pelo Papa Clemente VII por desmembramento da Arquidiocese do Funchal - In À conversa com D. Manuel António Mendes dos Santos ...).

Disse-nos, Dom Manuel dos Santos,  que o  papel da Igreja Católica, na educação, em São Tomé,  sempre foi muito importante, recordando  que “os nossos missionários, já antes da independência criaram várias escolas primárias, tanto em S. Tomé como no Príncipe. Criaram a Escola de Artes e Ofícios, que teve um papel importante neste pais, e estiveram também na fundação do Liceu Nacional .

Já com, Dom Abílio Ribas,  criaram o instituo Diocesano de Formação, com currículo Português, desde o principio apoiado pela cooperação portuguesa- Mas é uma escola, que neste momento tem algumas dificuldades de sustentabilidade e, por isso mesmo, fizemos um protocolo com o Ministério de Educação de Portugal, para que a Escola fosse assumida como escola portuguesa,

Estamos nessa fase de transição, de passar o testemunho para o Ministério da Educação de Portugal. Para além disso, temos outras escolas e vários jardins de infância . Portanto, continuamos a ter um papel importante na educação.

Se me pergunta: então que grande sonho é que teria com a Educação em São Tomé?

Bem. Se eu tivesse dinheiro – mas é preciso, de facto, muito dinheiro -  gostaria de ver neste pais um grande parque escolar, com escola, desde o pré-escolar, escola primária, escola secundária, um ensino técnico profissional  - Eventualmente, até, algum Instituto superior ou assim. E também, sobretudo, uma escola de formação de professores, que era  muito importante que aqui se fizesse. Estão a dar-se  passos nesse sentido – Para mim, de facto,  é algo fundamental. Já  que, se um país quer acreditar no futuro, quer construir o futuro, tem de começar pela educação





DOM MANUEL DOS SANTOS  – ORIUNDO DE UMA  HUMILDE FAMÍLIA BEIRÂ, O  5º  DE 9 FILHOS – “TODOS VIVOS!  - GRAÇAS A DEUS”

D. Manuel António Mendes dos Santos, bispo diocesano de São Tomé e Príncipe, desde 1 de Dezembro de 2006, que faz parte da Conferência Episcopal de Angola e São Tomé e Príncipe. 

Sacerdote claretiano desde 1985, um olhar atento e uma voz amiga do povo são-tomense, um  “veterano” de África e destas ilhas, que já conhece desde Dezembro de 1993 .  

Natural da Beira Alta, da pequena aldeia de São Joaninho, concelho  de Castro Daire, distrito de Viseu. De origem humilde, o 5º de uma família de nove irmãos, ainda  vivos.

                   “QUEM SOU” – VEJA O VÍDEO OU LEIA – NA PRIMEIRA PESSOA

“Sou da Beira, de facto: de São Joaninho de Castro Daire, distrito de Viseu. Sou o 5º de nove filhos, vivos ainda, graças a Deus.

Aos 11 anos fui para o seminário de Resende, do seminário de Lamego. Saí de lá aos 18 anos para entrar na Congregação dos Missionários Claretianos; ordenado padre, em 1985, na minha terra, por Dom António Xavier Monteiro, que era então o Bispo de Lamego,

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Após a minha ordenação, fiquei a trabalhar nos Carvalhos, durante 9 anos. Em Novembro de 1993, vim para África; estive um mês em Luanda e “aterrei” em 6 de Janeiro de 94 nas terras de São Tomé. Foi então que pela primeira vez pisei o território são-tomense. Impressionou-me, na altura, logo o verde desta Ilha: de facto, era um verde tão intenso, que, um ano e meio depois, quando regressei a Portugal,   vi que não havia comparação possível, com os verdes desta terra..
- Jorge Marques – E os perfumes!...
– Dom Manuel dos Santos - Bem, os perfumes... Eu, como nasci no meio da montanha, no meio do tojo, das urzes, não me impressionaram, porque, lá também há perfumes muito intensos! Eu fui criado, no meio do campo! Sempre trabalhei no meio do campo, mas, sobretudo, o verde desta terra, de facto, impressionou-me muito.
 
Cinco dias depois, acabei por ir para Roma, onde regressei a Portugal, tendo sido escolhido  Vigário Provincial, às comunidades claretianas:

 Nessa qualidade, continuei a visitar constantemente São Tomé, e, em 2007, vim então para aqui, como Bispo de São Tomé e Príncipe.

 IGREJA CATÓLICA CONTINUA A SER A INSTITUIÇÃO DE SOLIDARIEDADE SOCIAL MAIS REPRESENTATIVA 

- Jorge Marques – No meu tempo, não havia aqui tantas igrejas: como é que Igreja Católica, neste momento, consegue superar esta concorrência?

- Dom António dos Santos: “Nós temos que perceber  que a vivência de uma  fé, também se vive dentro de uma  cultura, que os povos vivem. E, a cultura de hoje,  é uma cultura fragmentária, de auto-realização, se pode dizer assim, centrada muito na pessoa. 

Então, muitas vezes, a religião, é a procura de algo que me satisfaça pessoalmente, em que eu muitas vezes me assuma como sacerdote dessa religião. Claro que  depois cada um acaba por escolher a religião que mais lhe parecer adequada à sua verdade. Daí, o surgimento, dessa cultura fragmentária, dessas religiões e de todas essas ceitas.

A  Igreja Católica, no entanto, continua a afirmar as suas convicções: é  uma igreja nascida de Cristo, feita por santos e pecadores! Continua ao serviço deste Povo! Continua a ser a Instituição de Solidariedade Social, ainda maior deste país! Continuamos, portanto, a acreditar no futuro! A trabalhar com esperança! Para que este Povo continue a ter metas de vida, a ter futuro, num amanha de esperança!

Jorge Marques: “ E acha que há motivos para isso?

Eu costumo dizer que sou um otimista realista. Ou seja: é óbvio que vivo um otimismo próprio de quem acredita em Cristo, e quem acredita em Cristo, sempre acredita que Deus é mais forte que o demónio! Que Deus é mais forte de que todas as coisas. 
Agora, também vivo esta minha esperança, na realidade de todos os dias! No confronto das situações em que este país vive, com a cultura, hoje, muito paganizada, em que estamos inseridos. Portanto, sabendo que não é fácil num ambiente destes, nós conseguirmos fazer passar  a nossa mensagem cristã de vida, de serviço, de atenção ao outro e não aos interesses pessoais: não é uma tarefa fácil

Mais: a maior dificuldade, ainda é, nós mesmos, os cristãos, encontrarmos as pessoas, que são capazes de  acreditar, de lutar, de liderar, elas mesmas: - não apenas os sacerdotes mas também os leigos; em se  empenharem na vivência séria de uma fé! De acreditarem que é possível fazer alguma coisa diferente.

Jorge Marques - S. Tomé, é uma ilha prodigiosa, onde os frutos surgem ao longo do ano, onde não há falta de alimentos, pelo menos de frutos naturais. Em todo o caso, costuma dizer-se que não só de pão vive o homem, tem notado essas carências? Aqui não notamos os rostos que existem, por exemplo, em Angola, aquelas barrigas de balão, etc. O que é que diz sobre isso?

Com pena nossa, uma deficiência técnica, não nos permitiu o registo integral  da sua resposta – Em todo o caso, aqui ficam algumas das suas palavras, aludindo à Fundação do Banco do Leite, que ele próprio fundou  e  à distribuição de alimentos

(…) - Dom Manuel dos Santos - A igreja serve refeições quentes a crianças e a idosos, em vários lugares. Para nós a população dos idosos  e das crianças, são muito vulneráveis. Por exemplo, fundei o Banco de Leite, tentando, em Portugal, angariar leite, papas lácteas, etc. para distribuir por São Tomé e Príncipe, de modo a melhorar  a sua qualidade alimentícia. Não se pode chegar a todos, infelizmente,  mas temos tido capacidade de oferecer leite às nossas crianças, na Casa dos Pequeninos, e , até, fazendo-o chegar  às crianças, no Príncipe - Mesmo através de outras instituições. 
- Jorge Marques - Se alguém quiser enviar donativos para as crianças idosos, como é que os deve enviar?
- Dom Manuel dos Santos - Em Portugal nós temos dois centros de recolha para enviar para o Banco do Leite: temos nos Carvalhos, nos Missionários Claretianos, nossos colaboradores e, em Lisboa, no secretário Pio XII Igreja - Colégio Universitário Pio XII





 UM DIA INESQUECÍVEL NA VIDA DE UM SACERDOTE

“O Santo Padre Bento XVI acaba de me nomear Bispo de São Tomé e Príncipe. Nessa qualidade quero dirigir-vos uma saudação fraterna e cordial.


Ao receber o mandato do Vigário de Cristo, evoquei espontaneamente a visão que São Paulo teve certa noite. Encontrava-se ele na Ásia e viu, de pé, na sua frente um macedónio, um europeu, que lhe fazia este pedido: “Atravessa o mar e vem ajudar-nos” (Act 16,9). Na voz do macedónio escuto, agora, a voz do povo santomense a convidar-me: “deixa a tua terra, a tua família, e vem anunciar o Evangelho no meio de nós”.


Recordo bem o dia em que, pela vez primeira, pisei o solo deste país: 6 de Janeiro de 1994. Ao sair do avião, senti o ar quente e húmido característico destas terras, deparei com o verde exuberante da paisagem, e saboreei o sorriso caloroso das pessoas... Recordo ainda que me foi esperar ao aeroporto o saudoso P. Agostinho Rebelo, com quem iria partilhar, nos meses seguintes, ideais, inquietações apostólicas e uma forte e sincera amizade.

Começava assim uma nova etapa na minha vida: ser missionário em São Tomé e Príncipe. Aí permaneci até Abril de 1995, desenvolvendo o meu apostolado nas paróquias de Guadalupe e Neves.

Depois, várias vezes, nos anos seguintes, tive ocasião de visitar esta diocese, no meu trabalho de animação dos Missionários Claretianos. A última foi há cerca de dois meses, no princípio de Outubro de 2006. Sempre me senti muito bem acolhido.

Agora pedem-me que vá viver convosco, e faço-o com alegria, disposto a agir de tal modo que possa dizer como Santo Agostinho: “Para vós sou bispo, convosco sou cristão”. Fiel ao ideal que sempre me norteou de servir a Igreja da melhor maneira possível, aceitei cumprir essa missão. Confio na poderosa intercessão da Virgem Maria, Madre de Deus e Nossa Senhora da Graça, e do nosso titular e padroeiro, São Tomé. – Excerto http://www.mcm.pt/Paginas/bispo.htm

"Quando a Igreja substitui o Estado"


26- 06-2015  As palavras, que a seguir tomo a liberdade de transcrever, “À conversa com D. Manuel António Mendes dos Santos, Bispo de São Tomé e Príncipe”, e subordinadas ao título “Quando a Igreja substitui o Estado”, atrever-me-ia a dizer que podiam ser subscritas pelo autor deste site, dada a quase coincidência temporal e abordagem dos assuntos  - Foi reproduzida por Vítor Teixeira, para o “Clarim”, semanário on line da Diocese de Macau.

Curiosamente, um mês depois, no seguimento da honrosa visita, que, o mais alto dignatário da igreja, nestas maravilhosas ilhas, fizera na véspera à minha exposição, intitulada “Sobreviver no Mar dos tornados – 38 dias à deriva, inaugurada no Centro Cultural Português,   pude também encontrar-me, na sua residência episcopal,  num diálogo informal,  muito cortês, honroso e afável, muito interessante quer na qualidade como na diversidade dos temas abordados,  alguns dos quais registados em vídeo, desde  questões do passado histórico das Ilhas Verdes, a assuntos da atualidade, da vida religiosa e social,  oportunidade esta coroada com a leitura de alguns momentos poéticos: pois, Dom  Manuel dos Santos, além do Pastor, fortemente empenhado com a sua igreja e com a dura realidade que afeta milhares de famílias santomenses, é também uma figura multifacetada,  um homem de cultura, estudioso apaixonado pela história, um brilhante poeta, tal como pude constatar, tanto durante aqueles dois honrosos encontros (na visita à minha exposição e durante o almoço no dia seguinte, em sua casa), como, quando lhe fui mostrar uns achados arqueológicos, que encontrei submersos, junto a Anambô, entregues ao Ministério de Educação, Cultura e Ciência, para salvaguarda  e estudo. 

Mas, como atrás ia dizendo, as palavras  que de seguida vou tomar a liberdade de transcrever, de Victor Teixeira, referentes ao  diálogo que travou com o Bispo Dom Manuel dos Santos, em finais de junho, embora separadas por um mês de diferença, com as que pude ouvir de tão distinta figura eclesiástica, coincidem com a  mesma época do ano – ou seja, com o  período da Gravana: nesta altura, a época das chuvas, já começa a dar sinais, nalguns pontos da  Ilha, nomeadamente no interior e a sul, mas, nestes últimos três meses, quem visitasse S. Tomé, ia justamente contar com a atmosfera, descrita pelo colaborador do Clarim, ao referir-se  à conversa que teve com D. Manuel António Mendes dos Santos, Bispo de São Tomé e Príncipe:


“Estamos em São Tomé e Príncipe, em plena gravana, a estação seca, ou mais seca, mas muito quente (para quem não é daqui), com pó. O mar está sempre a perder-se de vista, em contraponto com um céu nesta altura mais azul, mas quase sempre plúmbeo. O “inferno” verde, de clorofila e exuberância vegetal, com um solo rico e fértil, nesta humidade opressiva, domina a paisagem, pontilhada por picos vulcânicos envoltos em bruma. Cacau, café, frutas, árvores tropicais, aqui, onde o equador nos toca, tudo explode em vida, numa terra fecunda mas também num mar generoso e sempre à distância do olhar. Desta vez, vamos falar da presença da Igreja neste jovem arquipélago, independente desde 1975, antes uma colónia portuguesa, de degredo mas de lucro, entreposto de escravos mas também colónia agrícola, onde o café e, principalmente, o cacau foram imperiais, dominando a economia e gerando fortunas… em Lisboa, mas problemas socais e raciais nas ilhas. Mas vamos falar não em discurso histórico apenas, antes através do olhar e da perspectiva do seu prelado, um bispo com larga experiência missionária em África e profundo conhecedor das suas idiossincrasias e singularidades. Com um pensamento crítico fino e rigoroso, estribado em conhecimento e experiência, independência e um amor eclesial de destacar, a partir de uma conversa com que nos brindou, vamos então conhecer esta diocese. E o território, as suas gentes, problemas e identidade.

(…) D. Manuel António Mendes dos Santos, CMF, é o seu bispo diocesano desde 1 de Dezembro de 2006, fazendo parte da Conferência Episcopal de Angola e São Tomé e Príncipe. Sacerdote claretiano desde 1985, é, de facto, um “veterano” de África. Como ele próprio nos revela, a «Diocese não é extensa territorialmente, mas é plena de desafios, não apenas pastorais, mas acima de tudo sociais e de integração». Com uma visão antropológica coerente e de largo espectro, atenta e preocupada, D. Manuel conhece bem o terreno, as suas gentes e agentes, as forças em acção, não abdicando nunca de intervir e exercer o direito de opinião, dentro da esfera das suas competências e deveres. E é uma voz ouvida. Ou não fosse, afinal, o responsável máximo da mais importante, senão única, entidade nacional com acção política e social, através principalmente da Cáritas (fundada em 1981) – o braço da Diocese neste quadro de apoio aos pobres, carenciados, órfãos, idosos, desintegrados, às vítimas das conjunturas político-económicas que devastam África, que recebe também algum apoio de ONG’s de matriz católica, bem como de outras.

A Diocese é pequena, diríamos, mas empenhada. Segundo D. Manuel, há 14 paróquias, uma das quais é a Ilha do Príncipe (região autónoma), possui igual número de sacerdotes: sete claretianos (quatro santomenses, um português e dois angolanos), cinco diocesanos (dois portugueses e três santomenses) e três do Instituto Missionário de São João Eudes (fundado na Colômbia pelo padre Humberto Lugo Argüelles, na década de 80 do século XX), um dos quais opera no Príncipe. O bispo refere-nos a existência de um Seminário Menor (Madre de Deus), com oito seminaristas, animado por um sacerdote. Alguns seminaristas menores, recorda, «estão ligados aos claretianos», congregação com tradição missionária no arquipélago (aqui desde 1927). Os seminaristas diocesanos (maiores) estudam fora do País: oito em Angola (seis na Arquidiocese de Luanda e dois na de Benguela), além de dois no Patriarcado de Lisboa. Neste último, D. Manuel lembra existirem duas bolsas de À conversa com D. Manuel António Mendes dos Santos ..



 Noutro site, de nossa autoria, é nosso desejo falarmos dos momentos poéticos que tivemos o privilégio de apreciar na residência do Sr. Bispo Dom Manuel António  Mendes dos Santos.


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