expr:class='"loading" + data:blog.mobileClass'>

Quem sou eu

Minha foto
Entre outros assuntos, falo da escalada ao Pico Cão Grande e das minhas aventuras em canoas – Visam defender a teoria de que antigos povos africanos, podiam ter sido os primeiros povoadores das Ilhas do Golfo da Guiné, antes dos colonizadores – Parti à meia-noite, disfarçado de pescador, ligando a ilha do Príncipe. Para me orientar, uma rudimentar bússola – A canoa era minúscula, à segunda noite adormeci: rolei na escuridão das vagas. No regresso fui distinguido com sopapos da policia salazarista, enviado para os calabouços – Cinco anos depois, numa piroga maior, fiz a ligação São Tomé-Nigéria. Partindo igualmente à noite, 13 dias depois atingia uma praia de Calabar, tendo sido detido 17 dias por suspeita de espionagem. - No mesmo ano, já com São Tomé e Príncipe independente, tentei a travessia São Tomé ao Brasil, usando os mesmos recursos. Além de pretender reforçar a minha teoria, desejava evocar a rota da escravatura e repetir a experiência de Alain Bombard. Porém, quis a ironia do destino que vivesse a difícil provação de um naufrágio de 38 longos dias, tendo aportado numa praia de Bioko (Bococo)onde fui recambiado para a famosa prisão de Black Beach

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

S. Tomé - Parabéns, Sr. Presidente! - Hoje é o dia do aniversário de Manuel Pinto da Costa – As maiores felicidades e êxitos no exercício das suas altas funções para o bem-estar e progresso do Povo de S. Tomé e Príncipe - E os votos de que “ o diálogo construtivo, nunca será uma causa perdida”




Parabéns, Sr. Presidente. Hoje é um dia muito especial na vida de Manuel Pinto da Costa – Porventura, ainda ausente do seu pais e do seio da família e dos que lhe são mais próximos, dado ter-se deslocado à Guiné Equatorial a participar nas celebrações de 3 de Agosto, dia do Golpe da Liberdade, a convite do Presidente Teodoro Obiang Nguema Mbasogo, que depôs o seu tio Francisco Macias Nguema.há 36 anos...

É um dos principais rostos da nacionalidade santomense: - cofundador e dirigente do MLSTP, e o primeiro Presidente da República Democrática de S. Tomé e Príncipe –  Falar do seu nome, é associar a imagem  e o perfil  a uma das mais heróicas e ilustres figuras destas Ilhas maravilhosas do Equador. 

Nasceu no dia 5 de agosto de 1937 em Água Grande – Já lá vão uns quantos anos mas a vida não se esgota na contagem das gravanas na sua amada ilha mas na forma intensa, sábia, inteligente  e dedicada, como se persegue um ideal, como se dá sentido à vida! – E a do Presidente, Dr. Manuel Pinto da Costa, tem sido uma vida, particularmente exemplar, dedicada à causa pública, à fundação e aos destinos da sua amada pátria, de quem sente o apelo, de um dever de consciência e de entrega, não olha a sacrifícios 

Uma das distintas figuras,  com quem tive a honra e a grata satisfação  de dialogar, antes da independência de S. Tomé e Príncipe e de quem, com igual simpatia e cordialidade, me despedi ao deixar esta maravilhosa Ilha para tentar a travessia oceânica, numa frágil piroga, de S. Tomé ao Brasil - Mas só, 39 anos mais tarde, o poder voltar aqui a reencontrar e abraçar, concedendo-me a honra e o prazer de me receber na sua residência oficial, no morro da Trindade – Gesto amigo e cordial, que muito me sensibilizou, de particular significado na minha vida profissional e do amor a uma terra, ao seu Povo, pacifico e generoso, a que me sinto ligado por laços de profundo afeto, como se fosse a terra onde nasci, como se fosse também um dos seus filhos. 

Além disso, estou-lhe também profundamente grato pelo gesto amigo e cordial, com que agora me distinguiu, ao proporcionar-me o alojamento numa das vivendas do Palácio do Povo, neste meu novo reencontro com S. Tomé, onde vim associar-me às comemorações dos 40 anos da Independência, bem como apresentar a exposição das minhas aventuras marítimas, assim como poder continuar o estudo das gravuras que julgo ter descoberto, em Anambô – Muito obrigado, Sr. Presidente, por todos estes gestos, tão amáveis e significativos, com  um abraço caloroso e desejos das maiores felicidades e êxitos no exercício das suas altas funções para o bem-estar e progresso do Povo de S. Tomé e Príncipe  - E os votos de que, tal como diz,  “ o diálogo construtivo, nunca será uma causa perdida”


PRINCÍPIOS NORTEADORES DE UM NACIONALISTA E IDEALISTA CONVICTO

02/09/2011Luta contra a pobreza, combate a corrupção e promoção da Unidade Nacional, são os três eixos da proposta eleitoral de Pinto da Costa, que mereceu aprovação da maioria do eleitorado são-tomense, tanto no país como na diáspora.

(…) Doutor em economia pela Faculdade de Berlim, antiga República Democrática Alemã, Manuel Pinto da Costa, membro fundador do Comité de Libertação de São Tomé e Príncipe, primeira organização independentista são-tomense, acabou por ser figura de consenso no seio dos nacionalistas radicados no estrangeiro, para dirigir a nova organização política o MLSTP e consequentemente o novo país independente.
A sua influência na luta pela libertação de São Tomé e Príncipe começou a ser exercida ainda como estudante. Na década de 60 foi eleito secretário para informação e propaganda da União Geral dos Estudantes da África Negra, sedeada em Rabat Marrocos.


Durante 15 anos presidiu os destinos de São Tomé e Príncipe, de 12 de Julho 1975 à 3 de Abril de 1991. –” – Excerto de um artigo de Abel Veiga – na altura em que acabava  de ser eleito para um segundo mandato. Pinto da Costa novo Presidente de São Tomé e Príncipe




"O diálogo nunca será uma causa perdida nem falhada porque sem diálogo não há democracia nem coesão social" - Palavras  de Manuel Pinto da Costa, no dia 12 de Julho, por ocaisão dos 40 anos da Independência de S. Tomé e Príncipe"



"Dizia eu há 3 anos que é preciso, neste mundo global, competitivo e vivido em tempo real devido aos avanços tecnológicos no domínio da comunicação, construir pontes para o exterior, preservando a imagem de um país que é, seguramente, a sua principal marca.

Hoje queria acrescentar que temos de saber também e ao mesmo tempo construir pontes entre nós próprios, independentemente das diferenças, num permanente diálogo construtivo e gerador de consensos estratégicos que permitam ao país construir um futuro melhor, o futuro com que todos sonhamos desde que conquistámos a independência.


O diálogo nunca será uma causa perdida nem falhada porque sem diálogo não há democracia nem coesão social.

Mesmo que os resultados fiquem aquém das expectativas o diálogo será sempre um instrumento fundamental para unir as diferenças, enriquecer a diversidade e encontrar caminhos comuns que mobilizem as energias da nação para vencer os desafios do século XXI.

Compatriotas"

Nenhum comentário :