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Entre outros assuntos, falo da escalada ao Pico Cão Grande e das minhas aventuras em canoas – Visam defender a teoria de que antigos povos africanos, podiam ter sido os primeiros povoadores das Ilhas do Golfo da Guiné, antes dos colonizadores – Parti à meia-noite, disfarçado de pescador, ligando a ilha do Príncipe. Para me orientar, uma rudimentar bússola – A canoa era minúscula, à segunda noite adormeci: rolei na escuridão das vagas. No regresso fui distinguido com sopapos da policia salazarista, enviado para os calabouços – Cinco anos depois, numa piroga maior, fiz a ligação São Tomé-Nigéria. Partindo igualmente à noite, 13 dias depois atingia uma praia de Calabar, tendo sido detido 17 dias por suspeita de espionagem. - No mesmo ano, já com São Tomé e Príncipe independente, tentei a travessia São Tomé ao Brasil, usando os mesmos recursos. Além de pretender reforçar a minha teoria, desejava evocar a rota da escravatura e repetir a experiência de Alain Bombard. Porém, quis a ironia do destino que vivesse a difícil provação de um naufrágio de 38 longos dias, tendo aportado numa praia de Bioko (Bococo)onde fui recambiado para a famosa prisão de Black Beach

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Empresa portuguesa quer promover o artesanato de S. Tomé e Príncipe - Apresentou o projeto no Centro cultural Português, com a presença do Ministro da Educação, Cultura e Ciência e da Embaixadora de Portugal e do Embaixador do Brasil, – Em demanda do Made In S. Tomé e Príncipe? –

Por Jorge Trabulo Marques - Jornalista


O projeto foi apresentado, ao fim da tarde, de ontem, no Centro Cultural Português, em S. Tomé e Príncipe, com a presença do Ministro da Educação, Cultura e Ciência, e as presenças da Embaixadora de Portugal, Maria Paula da Silva Cepeda, assim como do Embaixador do Brasil,  José Carlos de Araújo , entre outras entidades, sala cheia de público, além de alguns dos artistas santomenses, que aderiam ao projeto  “HI.. 

Está  ainda na sua fase embrionária mas, avaliar pelos objetivos, que se propõe alcançar, promovendo o artesanato santomense e o seus artesãos,   matéria prima, e da boa, não lhe falta para ter sucesso: desde o talento dos artistas à qualidade e originalidade  dos objetos criados   - E também dos apoios, que conta logo à partida
No seu site,   http://hi-social.com/  lê-se; “A nossa rede está ainda a dar os primeiros passos, mas o plano é continuar a crescer. -Queremos continuar a fazer a diferença na vida dos artesãos e na economia local.

 O presente projeto resulta de um esforço conjunto do Governo de São Tomé e Príncipe, da Embaixada de Portugal em São Tomé e da Torke+CC, uma agência criativa premiada internacionalmente, com escritórios em Lisboa, São Paulo e Bruxelas.

PRIMEIROS PASSOS

Ao mesmo tempo que foram dadas as explicações da novel empresa,  era possível tomar conhecimento da exposição de alguns dos artigos criados pelos artesãos que aderiam ao projecto  - Desde variadíssimos trabalhos em madeira e de coco, de chifre e de arame, feitos à mão. “Uma mistura de tradição e tecnologia que resulta em puro divertimento”.

Nós, que temos uma especial admiração pelo trabalho dos artesãos santomenses, autores de verdadeiras maravilhas artísticas, sobre os quais já nos temos referido neste site, fazemos votos para que a projeto seja coroado de êxito e que, tal como sugeriu o Ministro da Educação, Cultura e Ciência, um dia  o artesanato santomense, possa conquistar a designação de made in STP, pela sua qualidade, prestígio  e originalidade.

CENTRO CULTURAL PORTUGUÊS

Artesãos Santomenses 
Centro Cultural Português em S. Tomé, inaugurado a 11 de Março de 1994., continua a um local de referência cultural em virtude dos vários acontecimentos que tem vindo a promover desde a sua fundação – Quer através da consulta à sua biblioteca, quer disponibilizando a  sala-auditório, espaço polivalente, que tem proporcionado variadíssimas exposição e espetáculos, na sua maioria santomenses e portugueses, mas também muitas palestras, aulas e conferências -

Além disso,.”importa também destacar o apoio à edição promovido pelo Camões, I.P. em associação com o Centro Cultural.
As ligações históricas que unem São Tomé e Príncipe a Portugal facilitam e promovem o desejo de manutenção e aprofundamento desses laços, tendo o Centro Cultural vindo a contribuir para alcançar esse objectivo através da vertente cultural e linguística”

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