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Entre outros assuntos, falo da escalada ao Pico Cão Grande e das minhas aventuras em canoas – Visam defender a teoria de que antigos povos africanos, podiam ter sido os primeiros povoadores das Ilhas do Golfo da Guiné, antes dos colonizadores – Parti à meia-noite, disfarçado de pescador, ligando a ilha do Príncipe. Para me orientar, uma rudimentar bússola – A canoa era minúscula, à segunda noite adormeci: rolei na escuridão das vagas. No regresso fui distinguido com sopapos da policia salazarista, enviado para os calabouços – Cinco anos depois, numa piroga maior, fiz a ligação São Tomé-Nigéria. Partindo igualmente à noite, 13 dias depois atingia uma praia de Calabar, tendo sido detido 17 dias por suspeita de espionagem. - No mesmo ano, já com São Tomé e Príncipe independente, tentei a travessia São Tomé ao Brasil, usando os mesmos recursos. Além de pretender reforçar a minha teoria, desejava evocar a rota da escravatura e repetir a experiência de Alain Bombard. Porém, quis a ironia do destino que vivesse a difícil provação de um naufrágio de 38 longos dias, tendo aportado numa praia de Bioko (Bococo)onde fui recambiado para a famosa prisão de Black Beach

quarta-feira, 30 de março de 2016

S. Tomé e as Artes Plásticas – Contam com nova Galeria ICA– Espaço de Identidade cultural e Artística das Ilhas Verdes do Equador


Para o visitante, que vá a S. Tomé, e queira apreciar, além das suas belezas naturais, também as sua arte, pintura, escultura e artesanato, já pode contar com mais um excelente espaço – A Galeria ICA –,  (Identidade Cultural e Artística), sigla dada, por  Elísio Vaz, à sua galeria, inaugurada em Setembro do ano passado, com a exposição de alguns dos principais nomes das artes plásticas santomenses, mas que se irá renovando, sempre que se achar conveniente, permitindo novas exposições ou dando a possibilidade de novos valores se revelarem.

Sem dúvida, uma louvável iniciativa, que veio ao encontro de um velho sonho da sua vida, pois, embora, não se considerando uma artista – senão virtual – diz que sempre sentiu uma  enorme paixão pela arte.

Trata-se, pois,  de um amplo e moderno espaço, que fica situado numa das artérias das proximidades do Estádio 12 de Julho, na cidade de S. Tomé, onde as atividades desportivas, passaram também  agora a  estar quase de paredes meias com as expressões artísticas – Logo, portanto, de mais uma oportunidade, para que, os artistas santomenses , desde a pintura, escultura ao artesanato, possam  mostrar os seus trabalhos e revelaram o seu talento.

O espaço mais conhecido  - e já mito famoso . é o espaço CACAU, onde as feiras bienais, já se impuseram, através de João Carlos Silva e onde é sempre possível encontrar exposições temporárias – Mas, a partir de agora, se bem que não com a mesma dimensão, a cidade já tem mais uma galeria, o que é, realmente, de saudar.

Como é publicamente reconhecido, em S. Tomé e Príncipe, as artes plásticas, assumem cada vez maior expressão, numa terra em que o talento artístico, nas suas variadas expressões, está nas veias de um povo alegre, pacifico, amável e sorridente –  E uma das primeiras e agradáveis surpresas,  para quem desembarque, no aeroporto Internacional de S. Tomé e Príncipe,  é ver nas mãos de hábeis artesãos, as mais maravilhosas peças de artesanato, especialmente trabalhadas em madeira – Mas também depois as poderá ver no hall dos hotéis ou até mesmo na rua.




ARTES PLÁSTICAS – UMA REALIDADE QUE SÓ COMEÇOU A TER EXPRESSÃO DEPOIS DA INDEPENDÊNCIA -  E PAULATINAMENTE

No período colonial, apenas se falava de um nome, do pintor e da pintura de Pascoal Vilhete, mais conhecido pelo pintor ingenuista .Sum Canarim,  que pessoalmente tive o prazer de conhecer e de entrevistar para a Semana Ilustrada, uma revista de Luanda, da qual era seu correspondente. http://www.odisseiasnosmares.com/2015/01/pascoal-viegas-vilhete-sum-canarim.html

Mas, atualmente, as Ilhas Verdes do Equador, já contam com vários nomes, de elevado gabarito, alguns dos quais com expressão internacional. E, mais ainda não se impuseram, não tanto por falta de talento mas por força de outras dificuldades, nomeadamente, em adquirirem os materiais (pincéis, tintas, telas, etc. necessários para poderem trabalhar”, a que se tem juntado  “a dificuldade em exporem as suas obras” assim como “ do  pouco interesse da população local e sobretudo pela falta de apoio por parte das entidades competentes. - See more at: http://stomepatrimonio.blogspot.pt/2008/07/artes-plsticas-em-s-tom.html#sthash.sakaC2cF.dpuf

terça-feira, 29 de março de 2016

Exploração do petróleo em S. Tomé e Príncipe: já entraram milhões de dólares para financiar projetos na saúde e educação mas ainda não foi extraído um único barril - Cristina Dias, acredita “num horizonte de 2020 ou 2021” - Entretanto, os estudos sísmicos dão passos

Por Jorge Trabulo Marques - Jornalista e investigador

Várias são as empresas que se candidataram à exploração  do petróleo na zona  marítima de S. Tomé e Príncipe ou área repartida com os países vizinhos - E muitas têm sido as noticias, que nem sempre vêm a confirmar o que é dito   - 

Antes de avançarmos com as declarações, que nos foram proferidas por Cristina Dias, aproveitamos para aqui fazermos referência à mais recente noticia, divulgada pela imprensa portuguesa - Observador e Económico  


ÚLTIMAS –  08-04-2016  - "Começa em Janeiro do próximo ano a pesquisa sísmica de prospecção de petróleo em São Tomé e Príncipe pela Galp Energia, em parceria com a norte-americana Kosmos, anunciou hoje o director da Agência Nacional de Petróleo são-tomense.

Petróleo aflora à superficie com água - em certos pontos de S. Tomé 
De acordo com Orlando Sousa Pontes, a prospecção de petróleo ocorrerá em três blocos da Zona Económica Exclusiva (ZEE) de São Tomé e Príncipe. "A pesquisa sísmica em 3D nos blocos 6, 11 e 12 está prevista para começar no início de Janeiro de 2017, com duração prevista para seis meses", adiantou o mesmo responsável, durante a apresentação pública do estudo de impacto ambiental, citado pela Lusa loca – Excerto de http://economico.sapo.pt/noticias/galp-vai-pesquisar-petroleo-em-sao-tome-em-2017_246778.html


 PESQUISA SÍSMICA  É UMA COISA - EXTRAIR O PETRÓLEO É OUTRA   -

“Só lá para 2021, é que poderá haver exploração do petróleo mas se os preços não continuarem baixar – Diz Cristina Dias, ex-Ministra de Economia, atual gestora de uma empresa nigeriana, em S. Tomé, com larga experiência na Agência Nacional de Petróleo de STP – que sugere, entretanto, que se devia apostar mais num turismo qualificado e na exploração e consumo dos produtos da terra – Diz que as novas gerações estão a optar   por consumir produtos importados, o arroz, por exemplo, que vem do Japão, em detrimento dos saborosos frutos tradicionais

POR ENQUANTO AINDA É UMA MIRAGEM

Muito se tem falado da exploração do Petróleo, em  de S.. Tomé e Príncipe, aliás, é das tais miragens que já no tempo colonial alimentava as mais dispares  ilusões – Simplesmente  ilusões, não se tem ido além disso. 

Presume-se que haja grandes jazidas de  petróleo no fundo do mar nas zonas marítimas das ilhas ou nas repartidas com os países vizinhos – pois   a tecnologia atual já permite algumas informações nesse sentido – mas, em concreto, se a quantidade justifica o investimento, ainda ninguém, até hoje, o pôde apurar, com clareza,  uma vez que ainda  não foram feitas quaisquer grandes perfurações – Já houve quem fizesse, em S. Tomé, um furo, com pouco mais de centena  e meia de metros, mas acabou por abandonar o projeto.

Cristina Dias é das pessoas mais bem informadas, no que respeita  à exploração do Petróleo em S. Tomé e Príncipe, dadas as funções que constam do seu currículo. Nascida em S. Tomé, filha de pai português e mãe cabo-verdiana.

Com larga experiência em projetos de ajuda ao desenvolvimento. Teve duas experiências no Governo: uma em 2005,como Ministra de Economia e, em 2008, como Ministra dos Recursos Naturais, Energia e Ambiente E, antes de ser gestora da empresa nigeriana, também  trabalhou na Agência Nacional de Petróleos,

Por isso mesmo, com base nos seus conhecimentos e no realismo nesta matéria: diz-nos que há petróleo no mar mas que ainda vai levar tempo: 

empresa Nigéria, em S. Tomé, de que é gestora, conta  fazer o primeiro furo em 2017.. E, acredita, que, "nesse primeiro furo, possamos encontrar alguma coisa que nos traga boas noticias para S. Tomé e Príncipe. Mas, também sabemos, que, com a baixa do barril do petróleo, muitas empresas estão reticentes para avançar e financiar numa zona, a que nós chamamos de virgem, em que ninguém sabe o que lá há. E, fazer um furo, a mais de 2600 a 2800 metros de profundidade no alto mar, numa zona em que nunca foi descoberto petróleo, requer muitos custos e é um investimento de risco- Mesmo assim, está esperançada, que, lá para 2020 e 2021, se entre na exploração efetiva.



NAS ILHAS VERDES DO EQUADOR, AINDA NÃO SE EXPLOROU UM ÚNICO BARRIL DE PETRÓLEO MAS O PAÍS JÁ RECEBEU VÁRIAS DEZENAS DE MILHÕES

É referido pelas noticias, 22/04/2014.  que, até agora, o dinheiro dos contratos para exploração de petróleo já financiou bolsas de estudo, instituições de ensino ou o abastecimento de água. Mas há quem diga que é preciso usar mais as receitas petrolíferas.

O Governo são-tomense não poupa esforços na melhoria da qualidade do ensino, ano após ano. O país investe uma boa parte dos escassos recursos de que dispõe na construção de novas salas de aulas e os resultados são encorajadores.

As estatísticas mais recentes indicam que cerca de 8 mil crianças frequentam o ensino pré-escolar. Um relatório recente do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) coloca São Tomé e Príncipe na lista dos países com alto nível de ensino e escolaridade.

(…) As companhias petrolíferas Addax Petroleum e Total financiaram, por exemplo, a construção de um jardim-de-infância, orçado em mais de 420 mil dólares, na vila de Bombom, no distrito de Me-zochi, um dos mais populosos de São Tomé.
O Governo são-tomense também usou esse dinheiro para construir escolas ou então remodelá-las. Os fundos foram ainda aplicados noutras áreas vitais, como o abastecimento de água ou os transportes – Excerto de O que trouxe o petróleo para São Tomé e Príncipe? | São ... 

domingo, 27 de março de 2016

Portugal e STP - Presidente Marcelo Rebelo de Sousa, poderá visitar este ano, S. Tomé e Príncipe, – O Primeiro-ministro, Patrice Émery Trovoada, declarou aos media, no final da audiência privada, pelo Presidente Português, que “o convidou a visitar o arquipélago, numa data ainda por definir” - Posteriormente, Marcelo, telefonaria ao seu homólogo, Manuel Pinto da Costa, pois o convite oficial terá de partir do Palácio do Povo e seguir as vias diplomáticas



Marcelo Rebelo de Sousa, poderá matar as saudades das   Ilhas Verdes do Equador, ainda este ano – Ou seja, dezasseis anos após  a visita de Jorge Sampaio, que ocorreu no seu mandato, em 2000. - 

Site da PR - Portuguesa 
Primeiro-ministro, Patrice Trovoada,  fez o anúncio, dessa intenção, em declarações à RDP África, antecipando-se ao Presidente Santomense,, após a audiência privada concedida por Marcelo Rebelo de Sousa. - Afirmando que O Presidente português tem muitas saudades de São Tomé e Príncipe e faremos tudo para que possa visitar o país. É alguém que conhece perfeitamente a realidade são-tomense. É uma personalidade que, estou convencido, irá permitir que as relações entre os dois países possam desenvolver-se ainda mais", sublinhou.

MAS, AFINAL, QUEM CONVIDA O PRESIDENTE PORTUGUÊS? - É PINTO DA COSTA OU PATRICE TROVOADA?

Referindo-se ao encontro com Marcelo Rebelo de Sousa, o primeiro-ministro são-tomense especificou mesmo ter convidado "o Presidente português a visitar o arquipélago, numa data ainda por definir". - Segundo noticia da Lusa, desenvolvida em  Nome do futuro secretário executivo da CPLP s


Mas, como se compreenderá,  o convite só poderá ser dirigido pelo Presidente da República Manuel Pinto da Costa, ao seu homólogo português, através dos canais diplomáticos   - Segundo noticia divulgada pelo site da Presidência da República Portuguesa, "no  mesmo dia, o Presidente falou também telefonicamente com o Presidente da República de São Tomé e Príncipe, Manuel Pinto da Costa"Admite-se que terá sido para lhe comunicar esse desejo e evitar eventuais conflitos institucionais, depois de tomar conhecimento das declarações públicas  de Patrice Trovoada. http://www.presidencia.pt/?idc=10&idi=104098..

Não foi tornado público, o teor do diálogo, entre os dois Presidentes, no entanto, em relação ao encontro, entre Marcelo e Trovoada, o chefe do executivo são-tomense, que felicitou Marcelo Rebelo de Sousa pela eleição como chefe de Estado português, salientou também que São Tomé e Príncipe "partilha" a mesma visão do potencial de desenvolvimento das relações económicas no espaço lusófono, a nível bilateral e no quadro da CPLP..JSD // EL Lusa/ ..






QUANDO MARCELO VISITAR, AS ILHAS MARAVILHA, OPTARÁ PELO MERGULHO NAS ÁGUAS AZUIS E QUENTES DO EQUADOR OU SUBIRÁ TAMBÉM UM COQUEIRO, TAL COMO FEZ CAVACO SILVA? – Por certo, não deixará de surpreender

Imagem  PR
Imagem PR
É sobejamente conhecido o estilo extrovertido ou inesperado  de Marcelo Rebelo de Sousa, tanto na forma de comunicar, como de intervir – Que irá ele fazer, para singularizar a sua estadia nas Ilhas Verdes do Equador, quando ali se deslocar em visita oficial?... Irá subir a um coqueiro, como fez Cavaco Silva, na visita que ali efetuou, em 1990 ou surpreenderá os media e a comitiva de uma forma ainda mais surpreendente e extravagante?! – Claro que não é suposto que fique apenas pelos discursos de circunstância: Marcelo é um fazedor de novos factos, um grande criativo e improvisador,  com  forte veia de animal politico e de ator nato de alto gabarito.

Por isso, sendo ele um exímio criador  e humorista  de altas performances, obviamente  que não é suposto que vá imitar Cavaco Silva, a subir um coqueiro, sim,  a menos que seja para o fazer de ainda de forma mais hábil e lesta, mas, obviamente, que, os santomenses., que também são por natureza alegres e extrovertidos, não deixarão de ter a oportunidade de sorrir ou de se divertir  com algumas das suas palavras de humor e de otimismo ou inesperadas ações.

Naturalmente que o  elevado nível de notoriedade de Marcelo Rebelo de Sousa,  atualmente dispensa qualquer tipo de ações extravagantes ou espetaculares para chamar a atenção de qualquer intervenção de  sua autoria – Todavia, quem se esquecerá  - pelo menos desse tempo – do célebre  mergulho no Tejo?

Corria o ano de 1989, “o estuário que banha Lisboa era um dos mais poluídos da Europa, com os esgotos de toda a cidade e dos seus arredores a desaguarem diretamente ali sem qualquer tratamento. Se agora mergulhar no Tejo parece uma ideia perigosa, na altura era uma ideia louca. Mas foi o que Marcelo Rebelo de Sousa fez para lançar a sua candidatura à Câmara Municipal de Lisboa, inaugurando assim a mais inusitada campanha de que há memória em Portugal – com direito a um dia passado a conduzir táxis, uma noite com o camião do lixo, corridas em Monsanto e noites animadas” – Observador – 2014 Há 25 anos Marcelo deu o mergulho que quase lhe valeu 

Por sua vez, em Janeiro de 1990, Cavaco Silva, na visita que efetua  a S. Tomé e Príncipe, na qualidade de Primeiro-ministro, é surpreendido pelo fotógrafo Expresso, Fernando Gaspar,  a subir a um coqueiro – Considerada, até hoje,  “a imagem mais excêntrica do Presidente da República cessante, Aníbal Cavaco Silva. Ágil, atlético, aventureiro e em calções de banho e óculos escuros, o então primeiro-ministro, de 50 anos, subiu a um coqueiro em São Tomé e Príncipe como se toda a vida tivesse andado a subir a árvores exóticas” – Visão - Visão | Afinal, Cavaco estava a subir ou a descer o coqueiro

Por seu turno, Mário Soares, também não  lhe ficaria atrás, na visita presidencial que efetuou à India  - “O único estadista português a visitar a Índia
 “Uma civilização mais antiga que a helénica, a maior democracia do Mundo, a glória da expansão portuguesa, a joia da coroa dos imperialismos europeus. Conhecedor destes simbolismos, em Janeiro de 1992 Mário Soares deixava-se fotografar, em Jaipur, a andar de elefante e com turbante de marajá. Era o primeiro estadista português a visitar oficialmente a Índia – Excerto do  DN – 2007 Soares foi o único estadista português a visitar a Índia 

Net
PORTUGAL DESERTIFICA-SE, ENQUANTO EM S. TOMÉ E PRÍNCIPE, CRESCE O ÍNDICE DE NATALIDADE – Uma boa iniciativa que deveria ser seguida noutros pontos do país - Vila de Rei, em Portugal, acolhe um grupo de estudantes da Ilha do Príncipe que está a concluir os estudos. Uma forma que a autarquia encontrou para resolver o problema de desertificação humana

A  iniciativa partiu do  presidente da Câmara Municipal da Vila de Rei, Ricardo Reis, que pretende, desta forma, povoar a região do interior de Portugal, que enfrenta uma grande carência de população jovem. 
Estudantes são-tomenses ajudam Portugal a acabar com

Mas bom era que, além de estudantes, também promovessem a fixação de casais santomenses, é que, enquanto os casais portugueses, tendo perdido a antiga tradição de encher o lar de filhos, o mesmo já não sucede nas Ilhas Verdes do Equador, que são mais prolíferos, onde é frequente  encontrar pais com mais de 20 filhos.




sábado, 26 de março de 2016

S. Tomé – Hilário Garrido e o seu livro “Reflexões jurídicas” – Direito e Política - Destinado a pôr o direito ao alcance dos cidadãos, com “uma abordagem jurídica, política e até social da realidade de São Tomé Príncipe” – O juiz santomense que teve como mestres Marcelo Rebelo de Sousa e Jorge Miranda, entre outros.

Por Jorge Trabulo Marques - Jornalista




O  lançamento do II Volume do livro Reflexões, será apresentado,  em São Tomé e Príncipe, no próximo dia 9 de Setembro, no espaço CACAU - Reflexões Jurídicas – Direito e Política - Trata-se de uma obra, editada pela Chiado Editora, com 350 páginas, que teve o seu lançamento em Lisboa, na presença de antigos alunos e professores do  seu autor - O Juiz Hilário Garrido,  formado pela Universidade de direito de Lisboa, orgulhando-se de ter tido como mestres Jorge de Miranda, Sérvulo Correia, Marcelo Rebelo de Sousa, mas que, para poder estudar à noite, teve que trabalhar nas obras de dia. - Sim, porque ele é filho do Povo - sem vocação política, confessa - mas mito atento à realidade social, politica e jurídica das suas maravilhosas ilhas 






A Essência do meu livro é esta: “pôr o direito na rua, acessível a todas as pessoas que queiram melhorar a sua cultura geral – . Não me dirijo aos senhores  juristas propriamente ditos que já são conhecedores dessa matéria – Declarou-me, o Juiz Hilário garrido, autor de Reflexões Jurídicas – Direito e Politica,  numa breve entrevista, que me concedeu, aquando da minha recente estadia em S. Tomé.




Mas é, em nota introdutória,  que o leitor compreenderá, ainda melhor, o objetivo desta interessante obra -  Frisando, o seu autor, que  “este livro resulta de muitos apelos que tive dos meus amigos e não só, para "juntar" ou compilar todos os artigos que tenho publicado no Jornal KÊKUA, no seu espaço "TRIBUNA JURÍDICA" num só suporte, porque houve quem gostasse de os ter assim para ler ou consultar periodicamente. E muitos me felicitaram por isso.

Foi assim que surgiu esta singela ideia de publicar este "Livro" que abracei de todo o coração e usurpei, passando ela a ser minha

Estes escritos dirigem-se aos leigos e curiosos e saber algo sobre o Direito, e também aos estudantes sobretudo do meu país que estão ávidos pelo saber, que verifiquei na avalanche de jovens com vontade estudar e saber cada vez mais. Direi que, STP está a entrar na  era de conhecimento científico com afinco. A existência de primeiras universidades diz tudo.

Embora a obra trate de temas em apreço numa perspectiva teórica e abstracta, faz também uma abordagem jurídica, política e até social da realidade de São Tomé Príncipe”

PREFÁCIO  "abre caminhos na senda do desolador panorama nacional da cultura jurídica"

No panorama nacional, Hilário Garrido, homem santomense feito Juiz, desbrava os matos da incultura jurídica com denodado e persistente esforço - escreve no início do prefacio, o Juiz Carlos Semedo, que acrescenta: 

Carlos Semedo 
O Juiz Garrido com a coragem dos pioneiros, abre caminhos na senda do desolador panorama nacional da cultura jurídica, trilhando as veredas do pensamento jurídico precipitado numa escrita de divulgação que percorre solitário todos os ramos do saber jurídico, escrevendo sobre matéria constitucional, de Direito Administrativo, de Direito Civil, Direito Penal, aventurando-se pelas escarpas íngremes dos regimes processuais, penal e civil, olhando criticamente para os fenómenos desviantes do sistema e dos valores.

Com a regularidade imposta pelo tempo disponível dos seus afazeres- profissionais, o Juiz Garrido, fala das suas preocupações de homem atento à sociedade e aos valores imanentes da justiça, abrindo ao conhecimento do vasto público santomense pelo mundo do direito e da justiça, e fala dos temas de direito com a coloquialidade do saber dizer as coisas do direito aos homens e mulheres que desse mundo nada percebem, trazendo a todos o que só nos livros de direito a que não têm acesso se acha.

Ergue-se, pois, o Juiz Garrido, como farol incandescente das letras jurídicas no negrume desolador da arte de dizer o direito nestas ilhas esmeraldas do meio do mundo mostrando que, com muito pouco, com umas palavras semanais escritas, se pode dar muito a todos os que curiosos sofrem a sede de justiça enquanto satisfaz o seu múnus bécado.

O Juiz Hilário Garrido forjou-se homem na labuta diária e persistente que o catapulta de funções de escriturário para os bancos da Universidade de Lisboa, onde cursa Direito e se solidifica como "homem do saber", cultor do Direito Constitucional firmado pela insigne escola do Prof. Jorge Miranda seu farol. - Excerto 





quinta-feira, 24 de março de 2016

São Tomé e Príncipe registou em 2015 mais casos de tuberculose do que em 2014 – Notícia da atualidade, divulgada no Dia Mundial de Luta Contra a Tuberculose. – Grande evolução, comparativamente às assustadoras estatísticas no período colonial, que lhe revelamos

Por Jorge Trabulo Marques - Jornalista e investigador 


Em 2014 foram referenciados 158 casos e no ano passado as autoridades sanitárias são-tomenses registaram 178. – Mesmo assim, como se poderá verificar pelas estatísticas, que lhe apresentamos, mais à frente, em quase 200 mil habitantes (187.000 no censo de 2012), houve uma grande evolução, comparativamente à mortalidade verificada, por exemplo, em 1954,  com uma população, em S. Tomé, constituída por  23.329 indivíduos e 883 no Príncipe, em que os brancos, eram também ainda muito poucos


A variedade de frutos - Torna  a gente saudável
"O Fundo Global das Nações Unidas disponibilizou mais de 1,5 milhões de dólares para a luta contra a tuberculose em São Tomé e Príncipe para o período 2015 a 2017 (lusa). ONU financia combate à tuberculose em São Tomé – Mas a situação é ainda assunto que preocupa as entidades sanitárias.

São Tomé e Príncipe registou em 2015 mais casos de tuberculose do que em 2014 – "Os dados foram avançados pelo coordenador do projeto nacional de Luta contra a Tuberculose, Gilberto Frota, que considera a possibilidade de aumento de casos face à introdução de novos equipamentos para deteção de casos da doença no país.

"É lógico que o número de casos aumente, tendo em conta os investimentos feitos recentemente a nível dos serviços de saúde para a descoberta e tratamento da tuberculose. Há uma maior intervenção no terreno e claro que há também maior capacidade de detetarmos novos casos", explicou Gilberto Frota.


O Governo são-tomense assinou no início deste ano com o Fundo Global uma nova subvenção de pouco mais de 5 milhões de dólares (4,4 milhões de euros) destinados à luta contra a tuberculose e para a erradicação do paludismo no país.


Medicina Tradicional - Uma das respostas
Nesse sentido foram adquiridas viaturas e equipamentos novos e modernos que permitem aos agentes sanitários deslocarem-se às comunidades para confirmação das doenças.

Segundo as autoridades do arquipélago, existem casos de tuberculoses nas comunidades, particularmente nas zonas rurais, em que os serviços sanitários não chegavam e as pessoas infetadas não recorriam às unidades sanitárias.

"Agora temos maior capacidade de intervenção e consequentemente maiores condições para detetar novos casos no terreno", sublinhou Gilberto Frota, que admite a existência de "alguns casos" de tuberculose resistente a tratamento.
"Todos os casos de tuberculose têm sido tratados, embora com algumas dificuldades em alguns aspetos quando existem resistência a fármacos e nesses casos enviamos as amostras para o centro de diagnóstico dos Camarões", explicou.
Os dados referentes a este ano não foram ainda divulgados. Lusa

VEJA-SE A MORTALIDADE QUE GRASSAVA, POR EXEMPLO, EM 1954  - 
Tuberculose, paludismo e mortalidade infantil - Entre os casos de morte mais frequentes - Obviamente, fora o número que as estatísticas não referiram

"ZONAS  MÉDICAS DE ASSISTÊNCIA AOS TRABALHADORES INDÍGENAS"

Atualmente, quase 200 mil habitantes (187.000 no censo de 2012) - Houve uma grande evolução, como se poderá verificar pelas estatísticas, que aqui lhe mostramos, comparativamente à mortalidade verificada, por exemplo, em 1954,  com uma população, em S. Tomé, constituída por  23.329 indivíduos e 883 no Príncipe.

Relatório do Inspector do Ministério do Ultramar - (...) A fiscalização por parte do Estado, no que diz respeito aos Serviços Médicos, exige a criação de um lugar   de médico-inspector, só com essas funções. É que, mesmo com todas as unidades médicas, o actual quadro é pequeno para permitir uma eficiente fiscalização.


6 – Prospecção e Profilaxia


Hospital  de S.  Tomé - 1954
"Manteve-se o trabalho de despistagem da tuberculose pela rádio foto-miniatura e pelos testes de tuberculina e manteve-se a vacinação pelo B.C.G.

O número de casos identificados tem aumentado muito, como consequência da prospecção feita pelo Dispensário Anti-Tuberculoso e foi criado o problema da hospitalização dos doentes, agora resolvido com a construção do novo pavilhão hospitalar

Os elementos estatísticos obtidos não permitem  grandes conclusões. Dispomos só de um mapa de mortalidade geral, elaborado segundo a lista abreviada de 50 rúbricas e de um mapa de moralidade hospitalar mais reduzido ainda – só de 20 rúbricas

Do mapa de mortalidade  geral constam 629 casos de morte por senilidade e causas mal definidas e desconhecidas, num total de 1.386, o que deve corresponder na maioria a óbitos sem assistência.

No mesmo mapa constam 100 casos por várias doenças e outros seguintes números mais definidos

Paludismo, 71 casos; Tuberculose do aparelho respiratório, 71 casos; Anemias, 71 casos; Doenças da primeira infância e imaturidade não qualificada, 64 casos;  Gastrite, Duodenite, enterite e colite, excepto a diarreia do recém-nascido, 64 casos; Outras doenças infecciosas e parasitárias, 45 casos; Pneumonia 40 casos: outras doenças do coração, 30 casos.
O número alto dos casos de tuberculose deve estar relacionado com o trabalho de despistagem realizado pelo Dispensário Anti-Tuberculoso.
Do mapa de mobilidade e moralidade hospitalar poucas ou nenhumas conclusões se podem tirar, devido ao facto de estar só reduzido a 20 rúbricas.

MORBILIDADE HOSPITALAR

Doenças indeterminadas, 697 casos; Doenças da gravidez, parto e estado puerperal, 450 casos; Doenças do aparelho digestivo,393 casos; Doenças infeciosas e parasitárias, 359 casos; Paludismo,  286 casos; Doenças do aparelho respiratório não designadas como tuberculosas, 213 casos; Acidentes, 177 casos; Doenças do aparelho urinário   (não venéreas) 156 casos; Doenças do sistema nervoso e dos órgãos dos sentidos, 98 casos

MORTALIDADE HOSPITALAR

Doenças infeciosas e parasitárias, 71 casos; doenças do aparelho digestivo, 32 casos; doenças do primeiro ano de vida,  31 casos; Doenças do sangue e dos órgãos hematopoéticos, 24 casos; Doenças Indeterminadas, 23 casos; Doenças do aparelho respiratório, não designadas por tuberculosos,   22 casos; Doenças do aparelho circulatório, 18 casos; Cancros e outros tumores, 18 casos; Doenças do sistema nervosos e dos órgãos dos sentidos, 16 casos; Senilidade, 16 casos

O número alto de 697 casos de morbilidade hospitalar por doenças indeterminadas deve corresponder na maior parte dos casos de hospitalizados sem doença, que é o caso muito frequente de mães acompanhadas de filhos menores.

Os mapas  do movimento de hospitalizações nas zonas de Assistência Médica aos indígenas , foram gentilmente cedidos pela Curadoria Geral  dos Serviços dos Serviçais e Indígenas, onde igualmente se acolheram, dos respectivos mapas, os casos mais frequentes de mobilidade e mortalidade  verificados nas respectivas zonas

Faltam mapas gerais de morbilidade, referentes ao total das formações sanitárias na Província, incluindo as oficiais e as de assistência aos trabalhadores indígenas.

quarta-feira, 23 de março de 2016

S. Tomé - Bióloga Sara Vieira – Nacionalidade Portuguesa - A Peregrina em Defesa das Tartarugas Marinhas – A aprovação da lei sobre a sua proteção foi uma grande vitória, mas teme que se transforme numa lei morta

Por Jorge Trabulo Marques - Jornalista e investigador -

SARA VIEIRA, UM EXEMPLO DE DEDICAÇÃO E DE AMOR EM DEFESA DAS TARTARUGAS MARINHAS


Atualização – 26/01/2017  A Associação de Conservação das Tartarugas Marinhas em São Tomé e Príncipe está a criar outras fontes de rendimento para as mulheres “Palayes” do arquipélago que comercializam a carne de tartarugas marinhas. São Tomé e Príncipe: “Palayes” incentivadas a abandonar a venda de

Corações dedicados e generosos 
Há vidas que são um exemplo de dedicação e de amor à Natureza ou ao Próximo, em que não se olham a sacrifícios pessoais, a meras vaidades ou caprichos de ostentação, mas à defesa de  uma causa, quantas vezes longe do lar, da família e dos amigos mais próximos   – Um verdadeiro apostolado, em prol do bem-comum: de uma fé, de um ideal, de uma causa nobre – Este é realmente o exemplo seguido pela bióloga, Sara Vieira, coordenadora dos trabalhos da ATM, em S. Tomé e Príncipe, com larga experiência em projetos de tartarugas marinhas em Cabo Verde, por onde passou, antes de, há três anos, ter rumado às Ilhas Verdes do Equador.


Durante a minha estadia, em S. Tomé, tive  o prazer de ter oportunidade de visitar as instalações da  ONG Marapa, uma das principais parceiras da ATM em são Tomé e Príncipe, uma organização não governamental e sem fins lucrativos, que trabalha em regime de voluntariado, pugnando pela conservação das tartarugas marinhas, assim como de assistir à largada, na praia Jalé, ao sul da Ilha, de S. Tomé, de algumas centenas de pequenas tartarugas, acabadas de sair de um ninho do centro incubador para onde são recolhidos os ovos, quando as tartarugas ali vão desovar, de modo a serem protegidos dos predadores e de outras ameaças. 

A coordenar o projeto, está a bióloga, Sara Vieira, sem dúvida,  uma verdadeira peregrina em defesa da proteção das tartarugas marinhas, palmilhando as praias de norte a sul, Micolóló, Fernão Dias. Morro Peixe,  Santana, Porto Alegre e outras praias - Além de ficar a conhecer uma personalidade de uma grande generosidade, um coração sensível, dedicado e amoroso, bem como de  também poder saber das suas preocupações, em relação à falta de mecanismos capazes de uma fiscalização eficaz - Pois teme que a lei, que foi aprovada. se transforme numa lei morta e a matança das tartarugas persiga.. 



EXISTEM HÁ MILHÕES DE ANOS - MAS HÁ ESPÉCIES QUE ESTÃO EM VIAS DE EXTINÇÃO


As tartarugas marinhas existem há mais de 150 milhões de anos,  conseguiram sobreviver a todas as mudanças do planeta, mas atualmente são dos seres mais vulneráveis do planeta. De acordo com estimativas cientificas, de 1000 filhotes nascidos, apenas um chega à idade adulta.

"E o grande problema das tartaruguinhas é que, se elas desaparecerem, nós também vamos ficar com o ecossistema marinho mais pobre – Reconhece a bióloga, Sara Viera,  frisando que a sua importância ecológica é muito grande, principalmente nas zonas de recrutamento dos peixes, onde os peixes se vão reproduzir e desenvolver"


De facto, São Tomé e Príncipe podia ser o maior santuário mundial da desova de tartarugas marinhas, já que, das sete espécies existentes no mundo, cinco são atraídas pelas maravilhosas praias das Ilhas Verdes do Equador -  Tantas como as que se dirigem à costa brasileira, sendo que, quer no outro lado do Atlântico, quer nas duas Ilhas do Golfo da Guiné, duas espécies estão em risco de extinção




As tartarugas marinhas, além de contribuírem para o equilibro do biodiversidade, podiam trazer grandes dividendos turísticos e à investigação científica e ambiental,  bem maiores da atracão que, atualmente,  já exercem, aos visitantes que demandam as praias para assistirem à  maravilhosa largada dos ninhos em direcção ao mar, porém,  as organizações, que, em regime de voluntariado,  proporcionam a incubação dos seus ninhos, em lugares protegidos, ainda se vêm a braços, tanto  com falta de apoios, como, sobretudo, pelas capturas indiscriminadas para o consumo da sua carne.


Em 2014, foi aprovado pelo Governo de São Tomé e Príncipe. uma lei sobre a captura e comercialização de tartarugas marinhas – Considerada, então, pelas organizações ecologistas, uma grande vistoria – Mas o receio da bióloga Sara Viera, a coordenadora dos projetos científicos e de fiscalização, é que se transforme numa lei morta: não basta que a lei tenha sido vertida ao papel: é preciso fiscalizar porque é um problema realmente muito grande. Não são somente quatro ou cinco pessoas que capturam tartarugas marinhas, são centenas de pessoas que dependem desta atividade como meio de subsistência", explicou Sara Vieira, pelo que a bióloga defende um "maior compromisso" do Governo para ajudar a encontrar alternativa económicas para essas pessoas, porque caso contrário "essa captura nunca vai acabar".




 Ilha de São Tomé - Momento maravilhoso da largada de um ninho de tartarugas em direção ao oceano, junto à linha do Equador na Praia Jalé - Recanto de um paraíso rodeado de coqueiros, areia fina, dourada e macia, a perder-se por extensa superfície de um azul esmeralda de água quente, brilhante e cristalina – Um raro privilégio que jamais se apagará da retina de quem o contempla -


Carne e ovos de tartaruga à venda 

(Atualização) – Boa Noticia) Mas há resultados positivos. São Tomé e Príncipe: “Palayes” incentivadas a abandonar a venda de carne de tartarugas
26/01/2017  A Associação de Conservação das Tartarugas Marinhas em São Tomé e Príncipe está a criar outras fontes de rendimento para as mulheres “Palayes” do arquipélago que comercializam a carne de tartarugas marinhas.
Há três anos que a associação presidida por Sara Vieira em parceria com a organização São-tomense Marapa trabalha para mudar o comportamento da população no que toca à comercialização e consumo de carne e derivados de tartarugas marinhas.
A tarefa é difícil tendo em conta a situação de pobreza da maioria da população marcada pelo desemprego e baixos rendimentos.
Mas há resultados positivos.

A bióloga Vieira, que é filha do Presidente do clube de futebol Sport Lisboa e Benfica, garante que nos últimos anos há menos pessoas a capturar as tartarugas marinhas. São Tomé e Príncipe: “Palayes” incentivadas a abandonar a venda de

02/01/2016A tartaruga Sada, uma das cinco espécies existentes em São Tomé e Príncipe, pode desaparecer "em menos de cinco anos", correndo também outras quatro espécies "um sério risco de extinção Tartaruga Sada vai desaparecer em São Tomé - Correio da Manhã