expr:class='"loading" + data:blog.mobileClass'>

Quem sou eu

Minha foto
Entre outros assuntos, falo da escalada ao Pico Cão Grande e das minhas aventuras em canoas – Visam defender a teoria de que antigos povos africanos, podiam ter sido os primeiros povoadores das Ilhas do Golfo da Guiné, antes dos colonizadores – Parti à meia-noite, disfarçado de pescador, ligando a ilha do Príncipe. Para me orientar, uma rudimentar bússola – A canoa era minúscula, à segunda noite adormeci: rolei na escuridão das vagas. No regresso fui distinguido com sopapos da policia salazarista, enviado para os calabouços – Cinco anos depois, numa piroga maior, fiz a ligação São Tomé-Nigéria. Partindo igualmente à noite, 13 dias depois atingia uma praia de Calabar, tendo sido detido 17 dias por suspeita de espionagem. - No mesmo ano, já com São Tomé e Príncipe independente, tentei a travessia São Tomé ao Brasil, usando os mesmos recursos. Além de pretender reforçar a minha teoria, desejava evocar a rota da escravatura e repetir a experiência de Alain Bombard. Porém, quis a ironia do destino que vivesse a difícil provação de um naufrágio de 38 longos dias, tendo aportado numa praia de Bioko (Bococo)onde fui recambiado para a famosa prisão de Black Beach

domingo, 18 de setembro de 2016

Primeiro-ministro, Patrice Trovoada, lança perigoso boato aos jornalistas através de entrevista à televisão e rádios do Estado – Fazendo o papel de porta-voz do Gabinete Presidencial de Evaristo Carvalho, diz que um jornalista tem arma em seu poder distribuída pelo anterior presidente, quando, afinal, se trata do mesmo nome de um guarda da segurança de Manuel Pinto da Costa – Acusações que deixaram a classe dos jornalistas em polvorosa, pois não citou o nome.


Por Jorge Trabulo Marques - Jornalista - Informação e análise 
(Atualização) TROVOADA ATIRA GRANADA CRIMINOSA MAS LEVA FOGACHADA

A Associação de Jornalistas de São Tomé e Príncipe pediu ao Ministério Público um esclarecimento sobre a denuncia feita pelo primeiro-ministro Patrice Trovoada, afirmando que um jornalista recebeu uma arma de guerra na Presidência da República. Liberdade de imprensa ameaçada em São Tomé ? - São Tomé e Príncipe444 República Associação dos Jornalistas pede investigação às declarações 

"Como prometido esta tarde a Associação dos Jornalistas de São Tomé e Príncipe entregou no Ministério Público uma exposição endereçada ao Procurador da República a luz das declarações proferidas pelo Primeiro Ministro Patrice Trovoada, segundo as quais um jornalista recebeu uma arma de guerra na Presidência da República. Conteúdo da exposição da AJS entregue esta tarde ao PGR | Téla Nón

LEVIANDADES E INCONSCIÊNCIAS DE UM PERIGOSO GOVERNANTE

O Primeiro-Ministro, Patrice Trovoada, substituindo-se às funções do gabinete do   recém-eleito Presidente da Republica, Evaristo Carvalho (sim, qualquer dia,  por este andar, sempre será mais prático juntar a Presidência e o Governo no mesmo palácio), em entrevista aos jornalistas da  Rádio Nacional e da TVS,  escolhidos a dedo,   faz uma gravíssima acusação, dado se tratar do nome de um agente da guarda do anterior  Presidente da República, que é o mesmo de um jornalista - Em vez de se de certificar da coincidência, vai de fazer torpes acusações e disparar: 
para mim, deixa muito a desejar, então, não vale a pela nós continuarmos nesse caminho!..

.Nós estamos a fazer um trabalho de recolha de armas!.... Bom, como é que um jornalista recebe da Presidência da República, para seu uso pessoal, uma arma de guerra?!... É jornalista?!... É jornalista?... É independente?!... O que é que ele é?!... É mercenário?!...  Jornalista?!... É o quê?!...

- Mas o Sr, disse que não vai citar nomes? - Pergunta  um dos entrevistadores

- Não vou citar nomes!


- E então por que é que o Governo não cita o nome?

-Não vale a pena!  O que eu estou simplesmente a dizer é que são práticas, que, a mim me deixam um bocadinho duvidoso sobre a independência de muitos jornalistas!...


Um jornalista… é subjetivo, dizer que ele é independente e não é independente!... Mas esse tipo de promiscuidade, de jornalista membro nacional de partido, jornalistas que defendem armas da Presidência da República, etc




Patrice, com tão desvairadas afirmações, ao alimentar, tão odiosas calúnias, ele está a lançar o apelo a comportamentos, antidemocráticos, perigosíssimos: a promover o chamado julgamento popular, a defender o mesmo tipo de comportamento que era seguido pelos inquisidores da famigerada inquisição, de tão má memória, para que seja o povo a linchá-los ou a queimá-los na praça pública.

Procedendo, tal como procedia o poder colonial, acusando os negros, que defendiam a liberdade e independência do seu povo, como terroristas – A sua mentalidade é a mesma que a da mais retrograda era colonial – Do tempo, em que, o Governador Carlos Gorgulho, sob o pretexto de revolta comunista, atirou as armas dos colonos contra uma população sacrificada, humilde e indefesa. Patrice Trovoada é a figura trasvestida do antigo Governador Carlos Gorgulho mas sob outras roupagens: este detestava técnicos qualificados, tal como Trovoada, detesta jornalistas probos, sérios, competentes e honrados –Senão atente-se nestas palavras do corajoso capitão Sagueiro Rêgo, que denunciou em livro os massacres do Bate-Pá: “Nunca o Governador Gorgulho quis naquela terra um engenheiro! Tinha a fobia dos engenheiros o Gorgulho!! Dizia a toda a gente que o engenheiro era ELE, e que se necessitasse dum auxiliar o seu cabo Malheiro lhe servia melhor que qualquer engenheiro que não lhe apareceria com a mesma brevidade do cabo Malheiro a quem deu o cargo de Diretor Geral das Obras Públicas.(…) Nas obras os capatazes eram escolhidos dentre os presos e havia-os da especialidade de tratantes, de verdugos e de carrascos e lembro-me de um que tinha vindo de Angola desterrado e condenado por ter morto não sei quem: pois foi um dos escolhidos para capataz, chamado Zé Mulato, verdadeiro carrasco que usava sempre o cavalo marinho enrolado em arame; era este celerado um dos escolhidos para tomar conta nos presos”  

UM PRIMEIRO-MINISTRO  IRRESPONSÁVEL E  FOMENTADOR DO BOATO E DA CALÚNIA  - 

Manuel Pinto da Costa, no 12 de Julho de 1975 
Ora, como facilmente se compreenderá, tal afirmação é gravíssima, sobretudo, porque, dada a forma despudorada, como o fez,   as suas palavras assumiram, através da rádio e TVS, não  as declarações, minimamente sensatas e credíveis, de um Chefe de Estado para com a Nação Santonmense, o devido e elementar respeito para com a sua população e instituições - mas o  condenável  e arbitrário carácter de intolerável boateiro, de manifesta suspeição, lançada à opinião pública, tal como se partisse de um qualquer cidadão anónimo ou politiqueiro de baixo nível,  com um mais que declarado, feroz e injuriado ataque à classe dos jornalistas, que ele detesta, sobretudo os que não os bajulem, não  lhe repliquem ou destaquem a sua propaganda politica, visto não ter tido a coragem de apontar nomes: 

Aliás, acredita-se mesmo que nem o vai fazer, uma vez tratar-se de uma  acusação infundamentada, baseada num rotundo e perigoso equivoco, ou antes,  de uma grosseira e inadmissível precipitação, de confusão nomes.  E logo  num pequeno meio onde é costume dizer-se que "somos todos primos". 
Porventura, tendo como fonte alguns dos assessores-búfos (nos quais sobressaem bebedolas, escumalha sem nível, com cadastro na justiça, que deferem sórdidas calúnias, com a mesma rapidez com que o diabo esfrega o olho, assim já mo fizeram já mim e a quem não  tomar a sério as atuardas e  monumentais aldrabices do mestre ), serventuários esses que foram transferidos  do Palácio do Governo para patrulhar e controlar  Evaristo de Carvalho, tido como o seu pau mandado na atual Presidência da República. que, por seu turno,  também não podia dispensar os mesmos escroques e  lambe-botas.

 BOATEIRO E PROVOCADOR INDECOROSO

Patrice Trovoada, na extensa entrevista que deu à rádio estatal e à televisão, em simultâneo e com jornalistas escolhidos  a dedo,  antes de tomar o avião para mais uma passeata pela Europa e Américas, senão mesmo a outros países da Oceânia (milhões de euros ou dólares esbanjados que não lhe saem do bolso e que tanta falta fazem a esmagadora maioria da população)  usando e abusando de um dos órgãos da C.S. de serviço púbico, que deveria pautar a sua acção informativa pela isenção, rigor e objectividade, concedendo as mesmas oportunidades, tanto ao Governo e à ADI,   partido que o apoia, como à oposição, pelo contrário, prossegue com a mesma desfaçatez, depois do despudorado  epilogo  no dia das eleições, ao arrepio das leis com repórteres nas assembleias de voto (descaradamente apelando ao voto no seu Evaristo) uma vez mais manifestou a incontrolável propensão de impor as suas opiniões, como verdades absolutas, sob a capa, daquele seu habitual e pousado tom coloquial, de  disfarçado e inofensivo  bonacheirão, que, numa primeira impressão, para quem  o não conheça,  poderá parecer ser o mestre a dar lições aos meninos da instrução primária, que não mata uma mosca,  mas de displicente e injurioso palavreado, mais propenso à conflitualidade,  à provocação e à  questiúncula envenenada, do que ao apelo à serenidade e ao apaziguamento, 

Não hesitando em enviar farpas, a cada parágrafo das suas afirmações, quer aos seus adversários políticos, quer ao ex-presidente da República, com o qual voltou a ser indecoroso, sem que, naquele espaço público radiofónico e televisivo (que instrumentaliza e monopoliza a seu belo prazer)  tanto, Manuel Pinto da Costa,  como a oposição, ali o pudessem contraditar e defender-se, mas também lançando graves acusações sobre a classe jornalística, que ele detesta, conquanto os que o sirvam, como o cachorrinho, que vai pela trela atrás do seu dono.

Naturalmente, que, num país pequeno e pobre, onde as oportunidade de emprego, são escassas e, ainda para mais, dominadas pelo poder político (e as pessoas precisam de viver e fazer face à sua subsistência) é extremamente difícil ser-se independente. De resto,  ele próprio o afirmou nessa entrevista, dizendo: “aquilo que eu estou a dizer  é que há muito poucos jornalistas independentes em S. Tomé e Príncipe!”

Mesmo assim, que maçada! - Deviam ainda ser menos, a que alguém lhe  aponte alguma critica ou desafine o seu trombone: veja-se o que, nas eleições, aconteceu ao jornalista da RTP-África, Abel Veiga, impedido, através de ordem dada ao segurança, de fazer o seu trabalho no Palácio do Governo onde funcionam os Gabinetes do Primeiro Ministro e do Ministro da Presidência do Conselho de Ministros, este último que por sinal tutela o sector da comunicação social. – Pois, á sua chegada, era recebido com esta recusa pelo segurança: “Olha acabei de receber uma ordem de que Abel Veiga não pode entrar nesta conferência de imprensa.

E qual a razão por que, Patrice Trovoada, toma arbitrariamente,  tais atitudes ditatoriais?  Porque ele desta a informação e perguntas, incómodas,  como esta:

"PATRICE EQUIVOCOU-SE?"

Este o título de um artigo do Jornal on line, Tela Nón, exigindo um rápido esclarecimento de uma   declaração que ecoou na sociedade são-tomense, e que lançou grave suspeição no seio da classe. Quem é o jornalista que recebeu arma de guerra na presidência da república? É a dúvida que paira na sociedade e que o Primeiro-ministro preferiu não esclarecer.”

Na última semana antes de deixar o país rumo a uma tournée Euro-americana, Patrice Trovoada Primeiro-ministro e Chefe do Governo, fez uma denúncia grave contra a classe dos jornalistas são-tomenses.

Em declarações ao núcleo de jornalistas estatais com o qual tradicionalmente conversa, Patrice Trovoada relacionou a liberdade de imprensa no país, com a situação de posse de arma de guerra, por um jornalista que segundo o chefe do Governo, tem posições que muitas vezes chocam com a posição do seu Governo. «Há alguns jornalistas que vejo aí e que gostam de falar de liberdade de imprensa e são jornalistas cuja opinião muitas vezes choca com o governo: Nós estamos a fazer um trabalho de recolha de armas. Como é que um jornalista recebe na presidência da República para seu uso pessoal uma arma de guerra. É jornalista? É independente? O quê que ele é? É mercenário? é jornalista? é o quê?», referiu o Primeiro-ministro.

Patrice Trovoada foi contundente na declaração difundida várias vezes pelos órgãos de comunicação social do Governo. «Não vou citar o nome. Portanto é preciso fazer-se um trabalho com um jornalista que recebe uma arma da presidência da República, para quê? Não vale a pena citar o nome. São práticas que me deixam duvidoso sobre a independência de muitos jornalistas», frisou.
(...) Suspeição alimenta a especulação, e a boa maneira são-tomense, país fértil em boatos, alguns jornalistas começaram a ser apontados como tendo na sua posse o armamento de guerra denunciado por Patrice Trovoada. O Director do Téla Nón é um deles. Dezenas de pessoas contactaram o director do Téla Nón, preocupadas e querendo saber se o mesmo, é o tal jornalista armado.

«Moço Pinto dá bô Pingada?» (Rapaz Pinto (ex-Presidente) deu-te espingarda?). São algumas perguntas de populares com as quais o director do Téla Nón tem-se confrontado nas ruas de São Tomé.

O dedo acusador da sociedade e sobretudo dos militantes do partido no poder, tem sido apontado também a alguns jornalistas são-tomenses. Juvenal Rodrigues, jornalista correspondente de uma rádio estrangeira em São Tomé, e Presidente da Associação dos Jornalistas de São Tomé e Príncipe, é um dos alvos da denúncia suspeita feita pelo líder Patrice Trovoada.

O Téla Nón, colheu informações junto a uma fonte ligada a segurança, e deu conta que o Chefe do Governo, pode ter-se equivocado. Segundo a fonte do Téla Nón, um agente da guarda presidencial que passou a reserva, e que está na posse de uma arma de guerra, tem nome igual a de um jornalistas são-tomense.

Tudo indica que as autoridades ao lerem na lista o nome parecido com o do jornalista, decidiram pôr a boca no trombone, sujando assim a imagem da classe, como tendo um elemento armado. Situação que para o Primeiro-ministro briga com a liberdade de imprensa. 

Até o momento o Téla Nón não tem registo de qualquer jornalista são-tomense que tenha sido procurado, ou detido por ter recebido arma de guerra na presidência da república.

Face a grave denúncia de Patrice Trovoada, e se for confirmado oficialmente que afinal de contas nenhum jornalista recebeu armamento no Palácio do Povo, o correcto é Patrice Trovoada, penitenciar-se publicamente pedindo desculpas a classe dos jornalistas. - Abel Veiga

BOATO DE TROVOADA DISSEMINADO NAS REDES SOCIAIS PELA SUA MILITÂNCIA PARTIDÁRIA, INSINUANDO, PROSSEGUINDO NA MESMA PERVERSA TOADA DO LÍDER DA ADI E CHEFE DO GOVERNO  

Ainda não sabes quem o Pinto deu ARMA de GUERRA ? Afinal, o único jornalista independente, idóneo, honesto, super-dotado Juvenal Rodrigues, conhecido por Jujú que foi comissário político e representante especial da Troika e à moda Staliniana comiam jornalistas da TVS e outras falcatruas era também membro da Milícia do Pinto da Costa e integrava o “Grupo dos Bufados” que insultava, ofendia, difamava e vilipendiava as pessoas, particularmente Patrice Trovoada e os membros do seu Governo. Para a sua defesa, proteção e outros fins, foi-lhe dado uma ARMA de GUERRA que transportava consigo para todos os espaços. O nome foi encontrado numa lista deixada por esquecimento no Palácio do Povo, de todos os membros da Congregação, dos detentores de ARMAS PERIGOSAS de GUERRA. É assim que esses tipos se vendem e matam pessoas. Acho que esse indivíduo deveria ser impedido de entrar em locais públicos onde se encontra visitar altos dirigentes e personalidades do Estado. Não é por acaso que recebeu uma ARMA PERIGOSA de GUERRA.

PALAVRAS DE PATRICE PROVOCAM INDIGNAÇÃO. PROTESTO E APREENSÃO NOS JORNALISTAS  – NOS PROFISSIONAIS QUE NÃO ABDICARAM DA SUA HONRA E QUE, DENTRO DAS SUAS LIMITADÍSSIMAS FUNÇÕES E PRECARIEDADE, PROCURAM DIGNIFICAR O SEU TRABALHO

Havendo mesmo quem tenha vindo a público, no facebook, exigir tomada de posição do Chefe do Governo  – Nomeadamente, Manuel Barros Bandeira, que diz: “ O meu desejo, enquanto jornalista é que esse assunto seja devidamente esclarecido. Trata-se de uma acusação muito grave que põe em causa a imagem da nossa classe. Por isso tem que ser esclarecida. Faço neste espaço o meu apelo tanto ao Sindicato dos Jornalistas como a Associação dos jornalistas para assumirem uma posição face a esse assunto. Isto é grave demais para ficar por isso mesmo.


Elias Costa - os outros é que são politicos
Elias Costa: "Abel Viega é um jornalista ao serviço de interesses partidários opostos ao ADI. Ele gosta de agir como se fosse o detentor da verdade absoluta. Nos últimos anos ele especializou-se no roubo de informações do Estado e na sua publicação sem qualquer critério jornalístico. Ele publica tudo que possa pôr em causa a credibilidade e a imagem do atual governo, apostando na desinformação e na desestabilização social. Como eu lhe tenho criticado, ele achou que deveria ser essa a maneira de se vingar de mim .http://www.interlusofona.info/entrevista_eliascosta.php



   "Processo eleitoral  constitucionalmente limpo”, “sem fraude”  mas com repórteres  de rádio nas Assembleias  apelarem  ao voto,  ao arrepio da  lei
Artigo 133.º Deveres dos Profissionais de Comunicação Social) Os profissionais de comunicação social que, no exercício das suas funções, se desloquem às assembleias de voto não podem: Colher imagens e aproximar-se das câmaras de voto de forma que possam comprometer o segredo de voto; Obter outros elementos de reportagem no interior da assembleia de voto ou no seu exterior até à distância de 500 metros que igualmente possam comprometer o segredo do voto; De qualquer outro modo perturbar o acto eleitoral.


DESMONTAGEM DE GIGANTESCA FRAUDE NO DIA DO ESCRUTÍNIO 

TUDO EM FAMÍLIA E NA MESMA VAGA SUBVERSIVA ÀS LEIS DA REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S TOMÉ E PRÍNCIPE – Juiz Silvestre Leite, cunhado de Evaristo Carvalho, o atual conselheiro do STP, está em todos os trâmites da Justiça

PATRICE DIZ QUE NÃO VAI PÔR UMA CAMISOLA DE FORÇAS AOS JORNALISTAS – MAS É JUSTAMENTE ASSIM QUE ELE QUER AMORDAÇAR A LIBERDADE DE IMPRENSA . 


Diz uma coisa mas faz outra - Tem sido sempre este o seu comportamento – Ele quer refrear e domesticar  ainda mais, os profissionais da comunicação social, tê-los como meros robôs da sua propaganda - Quer que, o jornalismo, que não está na alçada estatal, siga a mesma orientação que o Sr. Bispo, já  deu à Rádio Jubilar, depois da censura (do encerramento) de um dos seus mais populares programas de informação, ministrando cursos de formação de Ética Deontológica Jornalística, com meninas sorridentes, vindas de Portugal,  ,para “comunicação eficiente”: servir o regime liberal-colonial, sem fazer ondas

 Claro que, em S. Tomé e Príncipe,  à excepção do Jornal on line Téla Nón, dando informação e opinião, com distanciamento do poder politico, atualmente vigente, a bem dizer esse jornalismo não existe - Dai o ódio voltado para este jornalismo, tanto por parte de Patrice, como pelos seus mais empedernidos correligionários

É sabido que, a preocupação de qualquer caudilho ditador  é amordaçar a imprensa, é colocar-lhe um açaime, tal como o dono faz ao seu cachorro.. Arguto no verbo de hábil  ilusionista mas tropeceiro quando baste, sim, porque, geralmente é mais fácil apanhar um mentiroso de que um cocho, vira-se então para um dos entrevistador estatais,  com esta disfarçada manobra:

Sabe qual é a minha opinião’… A liberdade de imprensa não está  em risco agora, devíamos, investir, sim, na formação dos jornalistas; trabalhar mais a deontologia; investir talvez mais e dar mais apoio ao Conselho Superior da Imprensa, capacitar as pessoas, e,  também sancionar aquelas que não são verdadeiros jornalistas, porque, a liberdade de imprensa…. Vou vos dar um caso: sem citar nomes. Mas, alguns jornalistas, que eu vejo aí e que gostam muito de falar da liberdade de imprensa!... e, por sinal, não são muito!...cuja opinião muitas vezes choca com o Governo.

Um jornalista… é subjetivo, dizer que ele é independente e não é independente!... Mas esse tipo de promiscuidade, de jornalista membro nacional de partido, jornalistas que defendem armas da Presidência da República, etc… para mim, deixa muito a desejar, então, não vale a pela nós continuarmos nesse caminho!... O que é preciso, a nível de S. Tomé e Príncipe,  é preciso continuar a reforçar as instituições: falei do Conselho Superior de imprensa!.., É preciso continuar capacitar  e a formar!... E,  a nível legislativa, enquadrar determinadas profissões, essa de jornalista é uma delas, para que nós tenhamos de facto uma liberdade d imprensa bastante efetiva! Mas, do lado Governo, jamais é nossa intenção de pôr uma camisola de força ao jornalista. 

Tal como já referimos, neste si, além de uma certa precariedade, que, nestas ilhas afeta o exercício provisional  de jornalista,   claro que o fenómeno dos ordenados baixos é transversal a outras profissões - , tem-se assistido a alguma instabilidade, já que, a mudança de poder, acaba também por interferir, não apenas nos lugares de chefias, como naqueles que estão na primeira linha da noticia ou da reportagem. 

 JORNALISTAS MAL PAGOS - SEMPRE QUE O GOVERNO MUDA, COM O CREDO NA BOCA. - MAS AGORA O RADICALISMO TORNOU-SE HISTÓRICO

 Ordenados, que mal dão para as despesas  do vestuário ou para alimentação, é o equipamento e as condições das redações (especialmente nos sites particulares, onde as dificuldades são ainda maiores, exercendo a atividade praticamente por carolice), sim,  é também  iminência  do chuto que pode suceder quando menos se espera – Infelizmente, há noticias desses exemplos.

De recordar, que , em 3 de Maio de 2012,  com Patrice na Governação, o dia da Liberdade da Imprensa, noticias davam conta de que “os jornalistas são-tomenses e as instituições ligadas a comunicação social, reagiram neste dia “Com um silêncio frio num dia de chuva intensa em São Tomé Príncipe.

A liberdade de imprensa “ - dizia Abel da Veiga, no téla-nón é uma realidade em São Tomé e Príncipe, desde o advento da democracia pluralista em 1991. Nunca um jornalista são-tomense foi agredido no exercício das suas funções. No país até agora calmo, ninguém perdeu a vida por causa do conteúdo de uma reportagem radiofónica ou televisiva, ou por desabafo feito nas redes sociais".

No entanto,  este ano o dia da liberdade de imprensa assinalado 3 de Maio, ficou marcado por um profundo silêncio dos jornalistas.

Na TVS, o Téla Nón contactou pelo menos 5 jornalistas para emitir a sua opinião sobre a liberdade de imprensa em São Tomé, mas todos recusaram. Na “Televisão de Todos Nós”, nenhum profissional ousou falar sobre a liberdade de informar e de ser informado, tanto para o Téla Nón como para outro órgão de comunicação social, presente na estação televisiva para ouvir os profissionais.

(…)Silêncio pesado, a dominar a classe dos jornalistas. A violência física contra os jornalistas não é prática em São Tomé e Príncipe, mas mecanismos de pressão e de represálias foram sempre activos na relação entre o poder e a imprensa. Jornalistas amordaçados no dia da liberdade de imprensa .



Com uma grande pedra no sapato
Vaias das claques de  Trovoada, ao presidente cessante, Manuel Pinto da Costa, classificadas por um dos repórteres como ovações (ovações, essas, teve-as, Patrice e quando foi pronunciado o nome do Juiz José António Vera Cruz Bandeira), enquanto uma repórter diz que a tomada de posse de Evaristo Carvalho, contou com todos os deputados da Assembleia Nacional,  o que não correspondia à verdade, uma vez que os deputados da oposição-não compareceram

 EM VEZ DE RECONHECER PUBLICAMENTE A HONORABILIDADE E HUMILDADE DE MANUEL PINTO DA COSTA , PELO SEU ESFORÇO EM ESTAR NA CERIMÓNIA DE POSSE DE EVARISTO CARVALHO, PESE AS INSIDIAS DE QUE FORA ALVO, LANÇA VENENO

Manuel Pinto da Costa, que desistiu de concorrer na 2ª volta para não pactuar com tão grosseira fraude e encenação, no entanto, dada a forma conciliadora  e pacifica, como sempre tem norteado a sua acção politica,  não desejando prolongar feridas abertas, evitando desnecessárias conflitualidades, não obstante saber que iria participar, não numa cerimónia, que a lei impunha que fosse na Assembleia Nacional, mas num autêntico comício partidário,  mesmo assim, correndo o risco, tal como corre de ser humildado e vaiado,  não deixou  de estar  na investidura de Evaristo Carvalho, como Presidente da República.

Pois, ao invés de Patrice Trovoada, apresentar desculpas pelas vaias das suas hostes ou publicamente reconhecer a coragem do ex-Presidente da República, detém-se a repetir acusações anterior, em que, Manuel Pinto da Costa, uma vez mais não se pode defender, voltando a  atacá-lo de pérfidas e envenenadas  farpas 

"Eu acho que ele não esteve presente numa palhaçada! Mas também na entrevista ele diz que há três Pintos da Costas! Então se calhar aquele Pinto da Costa, que esteve presente, na Praça da Independência, foi o Pinto da Costa, presidente da República, e ainda bem, eu acho que as coisas correram bem, vamos deixar o passado ao passado

PÕS-SE A DEFENDER O JORNAL PARVO, COMPARANDO O VULGAR PASQUIM  - SEGUIDOR DO MAIS PRIMÁRIO SECTARISMO - AO  NÍVEL DOS JORNAIS SATÍRICOS FRANCESES


Patrice Trovoada, imagine-se a quer dar lições, quando ele só tem dado  maus exemplos : quer a "oposição faça oposição com elevação e alguma credibilidade. Essa questão para encontrar o álibi do Parvo para não estar na Praça 12 de Julho, não faz sentido: sabe, o Parvo, é um jornal satírico, e, a minha opinião, sobre essa questão é bastante simples: eu creio que a TVS fez referência a uma artigo que saiu no Parvo e falou!... As pessoas podem gostar ou não gostar… Provavelmente, essa manchete do Parvo, poderia significar grande debate, que fazem parte da atualidade!

Se nós fazemos o paralelo com um jornal satírico francês,  Charlie Hebdo, que publicou as caricaturas do profeta Maomé , os muçulmanos não gostaram!... Houve debate! Mas quando os terroristas extremistas, foram e mataram quase todos os desenhadores e os redatores de ,  Charlie Hebdo, vários Chefes de Estado do Mundo inteiro foram a Paris e puseram a dizer que toda a gente é charlie” – Pois, mas na Praça da Independência, não apareceu nenhum Chefe de Estado. Além disso,  se os santomeses, seguissem à risca  as filosofias  de Patrice, além de explorados e roubados, não tardariam  a ficar todos parvos.

Associação dos Jornalistas pede investigação às declarações de Patrice

21-09216 A Associação de Jornalistas de São Tomé e Príncipe, vai estar esta quarta – feira no Ministério Público, para entregar uma exposição em que solicita esclarecimento público da denúncia feita pelo Primeiro Ministro Patrice Trovoada. Denúncia segundo a qual um jornalista recebeu arma de guerra na Presidência da República. «A imagem dos jornalistas e, particularmente, aqueles que procuram fazer o seu trabalho com independência não pode ser confundida com a de um mercenário, pelo que a Direcção da AJS vai entregar na quarta-feira, dia 21, pelas 14:30, no Ministério Público, uma exposição em que solicita uma investigação para que o tal jornalista seja identificado», diz a nota da Associação dos Jornalistas São-tomenses que chegou a redacção do Téla Nòn. – Excerto Associação dos Jornalistas pede investigação às declarações de


JORNALISMO NACIONALISTA SÃO-TOMENSE - UM PASSADO RICO DE  HISTÓRIA  - (excerto já publicado neste site, em junho de 20159 

S. Tomé e Príncipe, pese as grandes limitações impostas pelo colonialismo salazarista, tem uma herança de notáveis homens de letras: no jornalismo  e nos vários géneros da literatura – poesia, romance, contos, ensaios, nomeadamente.

Por exemplo, referindo-me a jornalistas, é Carlos Espírito Santo, que,  no seu livro “O nacionalismo Político São-Tomense, destaca  o papel de São-Tomenses nos jornais que surgiram no período pós instauração da  República: - Recordando, que, “além dos movimentos políticos unitários, diversos jornais protonacionalistas preconizando o  desenvolvimento dos povos nativos de África, foram criados na  capital portuguesa, depois da queda do regime monárquico. Eram bastante lidos sobretudo pelos intelectuais das colónias portuguesas, que de resto colaboravam enviado textos para divulgação, denunciando factos sociopolíticos reputados significativos das suas terras, onde alguns eram correspondentes dos referidos periódicos. Por exemplo, O Negro que foi publicado em Lisboa, a 9 de Março de 1911. Foi com este jornal  que teve inicio o protonacionalismo” 

E, mais adiante - no seguimento das  referências, que,  Carlos Espírito Santo, faz  ao papel deste jornal,  - diz: “atente-se, pois, neste extrato: «Queremos a África propriedade social dos africanos e não retalhada em proveito das nações que a conquistaram e dos indivíduos que a colonizaram roubando e escravizando os seus indígenas.» 

E acrescenta: “Analisando o número de correspondentes de O Negro em diversas paragens do mundo, é forçoso sublinhar que São Tomé e Príncipe constituía o território que acolheu mais representantes do jornal. Figuras de prestígio como o advogado Manuel da Graça do Espírito Santo, o poeta Herculano Pimentel Levy e o político Augusto Gamboa, são apenas três exemplos que importa mencionar. Mais, nos três números que são conhecidos de O Negro foi marcante a participação dos indivíduos oriundos de São Tomé e Príncipe. Assim, no seu corpo directivo vemos são-tomenses tais como J. C. Cunha Lisboa (director), Artur Monteiro de Castro (redactor principal) e Aires de Sacramento Menezes (editor). 

No mesmo estudo, o investigador São-Tomense, referindo-se a esse período áureo da liberdade de expressão,  de entre os periódicos que recorda, cita, por exemplo, o jornal “A Mocidade Africana”, explicando que “alguns estudantes negros, maioritariamente de São Tomé Príncipe e pertencentes às diversas faculdades de Lisboa, procurando sensibilizar os seus irmãos de raça para a necessidade de envidarem esforços tendo como finalidade pôr termo ao estado de deterioração  que desde o início da colonização portuguesa dominava a África, acharam conveniente fundar um jornal que designaram  A Mocidade Africana, e cujo número inaugural foi editado dia 1 de Janeiro de 1930. Educar, educar sempre, educar com todas as forças, era o caminho que se propunham seguir, até que vissem concretizadas as suas esperanças, até que vissem alcanças seus objectivos.


Liberdade de Expressão esta que o Estado Novo viria a decepar.: - E que haveria de vir a ser justamente a orientação  seguida  pela  linha editorial do último jornal colonial nestas ilhas: A Voz de São Tomé  - Propriedade da Acção Nacional. Popular , através do qual, desde os tempos do Governador Carlos Gorgulho, houve a preocupação de destruir ou denegrir  a  pequena elite destas ilhas:. Pelo que, quer o seu diretor, quer o redator principal, eram da estrita confiança do regime. Usando as suas páginas para  humilhar e  deferir as mais insidiosas e torpes acusações .

Todavia, a revista Semana Ilustrada, de Luanda,  da qual tive a honra e o prazer de ser  o seu delegado em S. Tomé, durante quatro anos,  contou com a valiosa colaboração de Cassandra, no Príncipe, e  de João Neto, radicado em Luanda, em cuja cidade  chegou a receber um grupo de santomenses, ali também radicados,  que quiseram homenagear os vários trabalhos  publicados em prol  destas ilhas.– E não se pense que  eram todos para servir as   agendas institucionais. Tanto antes como depois do 25 Abril, os artigos publicados nesta revista, não envergonham os seus autores – Bem pelo contrário –  Pessoalmente, não tenho problemas de consciência  do que escrevi. E julgo que nem o chefe de redação, Mourão de Campos, que , por várias vezes, se deslocou de Angola a S. Tomé para fazer edições especiais. Julgo que se hoje fosse vivo, também não teria  problemas dessa natureza.

Mas, felizmente, longe vão os dias do bisturi da censura e dos cidadãos serem presos, perseguidos ou mal tratados por exprimiram as suas ideias. 



Fui testemunha desses opressivos tempos do fascismo colonial  e dos cortes da própria censura, que, por várias vezes, me não permitiram a publicação de alguns  trabalhos jornalísticos. No pós revolução, com agressões de vária ordem por parte de quem não queria aceitar os novos ventos da história, cujo  comportamento selvagem não é fácil de esquecer



ÁFRICA COPIOU A EUROPA MAS OS EXEMPLOS DA EUROPA HÁ MUITO DEIXARAM DE SER EDIFICANTES E EXEMPLOS A SEGUIR

O 25 de Abril, em Portugal, trouxe a democracia e a 
liberdade de expressão mas também a possibilidade das colónias portuguesas acederem à independência  -E, ,desde então, desde esse histórico acontecimento, 41 anos volvidos, muita coisa aconteceu – Porém, o exercício de  tais análises, cabe à  palavra dos historiadores.. 

Um dado relevante, porém, a sublinhar, é o facto das populações poderem eleger os seus governantes. 




Em São Tomé, é certo que houve um período do partido único, mas creio que mais no sentido de uma pré-preparação pluralista e democrática, de  que com o objetivo de  impor um regime ao estilo ditatorial.. Sim, nestas ilhas, pela natureza do seu povo, alegre , expressivo e pacifico, é impensável  que alguma vez que a ditadura vingue, com sucesso, que um caudilho se perpetue no poder sem dar a oportunidade a outro. 

Por isso mesmo, São Tomé e Príncipe  é um dos raros exemplos de África onde  a liberdade de expressão mais se tem imposto e consolidado. Assim o comprova a forma pluralista e democrática, como têm decorrido  os processos eleitorais. Pena que, cada governo, depois de eleito, procure os  seus arranjos nos órgãos  estatizados de Comunicação social – Estes são os pontos negativos do pluralismo santomense.  

UM PAIS À MARGEM DAS LEIS – ONDE O LIBERALISMO SELVAGEM SE INSTALA AS LEIS SUBVERTEM-SE UNICAMENTE PARA SERVIR INTERESSES PRIVADOS E OS DOS POLÍTICOS CORRUPTOS

Em S. Tomé e Príncipe, as leis estão à margem das leis –  Sob o comando  absoluto de um antigo chefe das secretas, formado nos segredos da KGB, na  extinta URSS,   que é simultaneamente presidente do STJ, do Tribunal Constitucional e do Tribal Tributário, o que é manifestamente contra as leis internacionais,  independentemente do carácter duradouro ou meramente temporário das atividades incompatíveis e independentemente também da pessoa que seja titular do órgão ou agente administrativo BOLETIM DE direito 

O próprio-primeiro-ministro, é um dos patrocinadores da violação das leis soberanas e fundamentais  do país, é do que poderá depreender-se  do seu envolvimento no processo eleitoral de apoio à candidatura de Evaristo Carvalho, das acusações que tem sido publicamente feitas e das suas próprias declarações. 

 – Se a justiça funcionasse, dificilmente, talvez, pudesse  voltar a S. Tomé, depois de ter sido derrubado a meio do seu primeiro mandato legislativo:  devido à denúncia de indícios de  lavagem de dinheiro, que alegadamente o teriam  envolvido, enquanto governante.

"Segundo a fonte do Téla Nón, é duvidosa a origem dos 624 mil e 600 euros em dinheiro vivo, que foram entregues ao senhor Henry Claude Oyma para ir depositar na conta do BGFI em Libreville-Gabão. A fonte desconfia que a lei do sistema financeiro nacional foi violada. «Não é possível viajar com tanto dinheiro assim. Não é legal», referiu a fonte.A fonte que concedeu ao Téla Nón, um exemplar do recibo, considerou que estamos perante uma situação de lavagem de dinheiro.Forte suspeita de lavagem de dinheiro recai sobre o ex-Primeiro Ministro Patrice Trovoada Publicado em 07 Jun 2013


HABILIDADES DE PATRICE  -18 Abr 2016  Escândalo espreita o Banco Central Tudo por causa do procedimento alegadamente inconstitucional, e pouco transparente adoptado pelo Banco Central para emissão de novas notas da moeda nacional, a dobra.  "As novas notas da dobra em fase de emissão, já não terão tantos zeros como habitualmente. Por exemplo, explicou a fonte do Télá Nón, e pode ser comprovado na foto, as notas de 100.000 dobras passarão a ter apenas 3 zeros. As de 50.000 passam a ser 50, as de 20.000 apenas 20, e assim por diante. 



Nenhum comentário :