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Entre outros assuntos, falo da escalada ao Pico Cão Grande e das minhas aventuras em canoas – Visam defender a teoria de que antigos povos africanos, podiam ter sido os primeiros povoadores das Ilhas do Golfo da Guiné, antes dos colonizadores – Parti à meia-noite, disfarçado de pescador, ligando a ilha do Príncipe. Para me orientar, uma rudimentar bússola – A canoa era minúscula, à segunda noite adormeci: rolei na escuridão das vagas. No regresso fui distinguido com sopapos da policia salazarista, enviado para os calabouços – Cinco anos depois, numa piroga maior, fiz a ligação São Tomé-Nigéria. Partindo igualmente à noite, 13 dias depois atingia uma praia de Calabar, tendo sido detido 17 dias por suspeita de espionagem. - No mesmo ano, já com São Tomé e Príncipe independente, tentei a travessia São Tomé ao Brasil, usando os mesmos recursos. Além de pretender reforçar a minha teoria, desejava evocar a rota da escravatura e repetir a experiência de Alain Bombard. Porém, quis a ironia do destino que vivesse a difícil provação de um naufrágio de 38 longos dias, tendo aportado numa praia de Bioko (Bococo)onde fui recambiado para a famosa prisão de Black Beach

domingo, 15 de janeiro de 2017

São Tomé – Atenção: vem aí mais um peditório - de 40 dias da “Torke+CC “- “Agência com escritórios em Lisboa, São Paulo e Bruxelas”. – Dizem eles - Com o pomposo projeto designado «Hi! - Handcrafted Innovation» (entendem o que significa isso?) lançado em Fevereiro do ano passado no CCP de STP. – Depois dos avultados subsídios institucionais, agora a colheita dos peditórios sob a capa social – Mais de 200 ONG para fazerem de conta que dão, quando é o contrário: vão sacar subsídios milionários sob a capa humanitária.


Sr. Pedro Alegria - autor do projeto

Por certo mais um expediente em ação à semelhança de muitos outros, sob as mais diversas formas e pretextos, que implantam escritórios, não tanto com o intuito de ajudar as populações seja no que for mas simplesmente para sacarem subsídios – Existem em S. Tomé e Príncipe, mais 200 ONG, para uma população de com muito menos gente de que algumas  das cidades portuguesas da província  – Obviamente que não se pode generalizar a sua ação, mas seria importante que se fizessem estudos aprofundados da  sua eficácia  - Isso não é possível, porque, tal como muitas das fundações, são buracos sem fundo – mais para tapar e encobrir objetivos privados de que para servir interesses coletivos.


Noticias recentes dizem que «o dia 16 de janeiro (2017) marca o início de uma nova etapa num projeto lançado pela Torke+CC, em parceria com o Governo de São Tomé e Príncipe e a embaixada portuguesa em São Tomé» Dão-lhe um nome, que só eles entendem mas o que importa é dizer que é um  projeto «Hi! - Handcrafted Innovation», que foi lançado em fevereiro de 2016, pretende criar pontes entre mundos distintos, a produção massiva de produtos tecnológicos e o trabalho artesanal em São Tomé e Príncipe”  .Angariação de fundos é lançada para ajudar projeto social

SACAM SUBSÍDIOS – E DEPOIS AINDA PROMOVEM  PEDITÓRIOS

Artesãos Santomenses -ùnicos que lá se encontravam 
Assistimos ao lançamento (a que nos referimos neste site), no Centro Cultural Português, que contou com a presença do Ministro da Educação, Cultura e Ciência, Olinto Daio  e de outras entidades. além de alguns dos artistas santomenses (poucos) para servirem de rótulo  ao projeto  «Hi! - Handcrafted Innovation» - E, desde então, que  resultados houve da sua ação? – Ainda estão a dar os primeiros passos, como dizem na publicidade?... Desconhecemos - Mero foguetório demagógico. 


Embora mais  e duvidosos de que entusiasmados, demos destaque ao evento, uma vez que,  a ideia  levada à prática, até podia ser interessante. http://www.odisseiasnosmares.com/2016/02/empresa-portuguesa-quer-promover-o.html

Mas, pelos vistos, a avaliar  pelo que foi tornado público, que não foi nada, parece-nos tratar-se mais um expediente dos já habituais. Além dos subsídios, institucionais, que já terão recebido, pretendem agora passar à fase do ataque a um peditório público.

Acrescenta a noticia que, “De acordo com o comunicado, «a campanha quer ajudar a tornar sustentável este projeto de empreendedorismo social, apostar nas comunidades locais e no saber dos artesãos de São Tomé. O objetivo é dinamizar a economia local e desenvolver produtos que ligam o artesanato à tecnologia».

A angariação de fundos vai durar 40 dias, de acordo com a Torke+CC, uma agência criativa portuguesa. http://www.abola.pt/africa/ver.aspx?id=650779

CUIDADO COM ESTES MALABARISMOS DISFARÇADOS DE BOAS INTENÇÕES
Na apresentação projeto, vimos lá uns escassos artesãos, que fotografámos e com os quais dialogamos – Mas  dizem que são mais:   "Cerca de 30 artesãos são-tomenses uniram os seus anos de experiência no ofício à inovação tecnológica para criar produtos feitos à mão, nomeadamente ´pens` e carros telecomandados feitos de madeira, chifre de boi e arame (os ‘Woodies’, que serão lançados a partir de agora), com o objetivo de apoiar o crescimento da economia do país, de acordo com a empresa promotora do projeto.

Dizia-se, então, no seu site,   http://hi-social.com/  l“A nossa rede está ainda a dar os primeiros passos, mas o plano é continuar a crescer. -Queremos continuar a fazer a diferença na vida dos artesãos e na economia local.

 O presente projeto resulta de um esforço conjunto do Governo de São Tomé e Príncipe, da Embaixada de Portugal em São Tomé e da Torke+CC, uma agência criativa premiada internacionalmente, com escritórios em Lisboa, São Paulo e Bruxelas.

De facto, tal como então sublinhámos,” matéria prima, e da boa, não lhe falta para ter sucesso: desde o talento dos artistas à qualidade e originalidade  dos objetos criados   - E também dos apoios, que conta logo à partida


Pedro is responsible for highlighting texts in green, discussing ideas with the creative team and partners in addition to his duties in running the operation in Benelux. /Linkedinhttp://torkecc.com/who-we-are.html

Pedro Alegria, Founder & Creative Ideator da Torke+CC, em entrevista exclusiva a CEO Lusófono, revela como surgiu a ideia de criar a empresa social “Hi!­  Handcrafted Innovation From São Tomé e Príncipe“, e os passos que estão a ser dados nesta aposta de dar visibilidade à produção e economia local do país.

“(..) Surgiu então a ideia de criar pens USB esculpidas em madeira pelos artesãos santomenses, um projeto de pequena dimensão que começou em parceria com a Santa Casa da Misericórdia de São Tomé e Príncipe, tendo depois a Torke+CC unido esforços com o Camões Instituto da Cooperação e da Língua, para criar a empresa de inovação social “Hi!­  Handcrafted Innovation From São Tomé e Príncipe”, um projeto que conta ainda com a parceria da Embaixada de Portugal e do Governo de São Tomé e Príncipe. 
OS ARTESÃOS SANTOMENSES PRECISAM NÃO É DO OPORTUNISMO DE  CHICO-ESPERTOS ESTRANGEIROS MAS DE APOIOS CONCRETOS INTERNOS DO GOVERNO  DO SEU PAÍS, QUE NÃO TÊM RECEBIDO

 Conhecemos o talento dos artesãos santomenses, que muito admiramos, desde que desembarcámos, pela  primeira vez em S. Tomé, nos finais de 1963. Naquela altura, não havia «nenhum protecionismo às tartarugas e, os artigos confecionados, eram sobretudo feitos à base das das carapaças das tartarugas e quase apenas por uma única família.  Atualmente,  há muitos mais artesãos, que escolhem as sementes das árvores ou de arbustos, madeiras de diversas espécie, de ossos e conchas marinhas para darem largas ao seu engenho e imaginação - Outros optam por se dedicar também a trabalhos de pintura  aos eu jeito, tendo os mais diversos temas da sua Ilha, como fonte de inspiração


2014 - A oficina, Pé de Bota, é constituída por sete artistas, desde pintores a escultores, nomeadamente em trabalhos de madeira, os mais diversos. Não há chefes, cada um dá largas à sua criatividade, dentro do mesmo espaço: o alpendre da sala de exposições, onde se encontram as obras para mostra e venda, e um pequeno terreiro, ladeado de madeira, tal como é toda a construção da oficina, numa verdadeira harmonia com aves e animais domésticas. Estas instalações ficam situadas no coração do Riboque, o bairro histórico do povo santomense, sede da extinta Associação Cívica Pró-Movimento de Libertação de São Tomé e Príncipe, donde partiram as ações mais ativas do movimento independentista. Também ali me desloquei, 39 anos depois, quer indo às tasquinhas mais típicas onde saboreei excelentes pratos da terra a preços económicos, quer dialogado com cidadãos anónimos e , como não podia deixar de ser, com os artistas do Pé de Bota, cujo registo aqui deixo em vídeo.

ARTESÃOS SÃOTOMENSES FRENTE DO HOTEL MIRAMAR - Um dos títulos a que aqui já nos referimos neste site

Nas visitas, que efectuámos em Outubro/ Novembro de 2014, assim como em Julho e Agosto de 2015 e Fevereiro/Marco, 2016, aproveitamos sempre a ocasião para nos encontrarmos com artesãos santomeses - e outros artistas, pintores escultores: aqui ficam alguns testemunhos desses encontros, a que nos referirmos neste soite 



Quem passar frente ao  Hotel Miramar ou até mesmo na avenida marginal, dificilmente deixará  de se aperceber da presença de um grupo de hábeis artesãos de S. Tomé, ostentando as suas variadíssimas obras  – São jovens simples, sempre  de sorrisos nos lábios, que, aproveitando-se da existência daquela unidade hoteleira do Grupo Pestana, ali vão procurar vender as suas peças aos turistas. Pena que não disponham um simples abrigo para  as protegerem nos dias de chuva – Muitas delas, ou estão no chão, encostadas à parede ou nalgumas bancas improvisadas


O artesanato de S. Tomé e Príncipe é muito rico e variado, muito dele inspirado em motivos tradicionais – rostos humanos, flores e frutos, pesca, agricultura e costumes.
Vale a pena a paragem e admirar tão diversas como maravilhosas obras de arte - De resto, não só ali, como noutros locais.

ARTISTAS DA ASSOCIAÇÃO PICA PAU.

É uma associação, composta, atualmente por um grupo de 14 pintores e escultores e duas pintoras e escultoras,  fundada em 2003 – Situada, ao lado do antigo Cinema Império, atualmente sede de um banco, na área frondosa limítrofe – Sem dúvida, é aqui que o amante da pintura e da escultura, pode encontrar as obras, mais criativas e variadas, do riquíssimo artesanato santomense, que outra escola não tem senão a herdada ou recolhida  das verdadeiras raízes da cultura popular destas maravilhosas ilhas: - Desde o figurativo dos frutos da terra e da pesca, aos variadíssimos motivos do quotidiano das suas gentes, costumes e tradições .

Sim, vale a pena visitar o espaço: pois, tanto pode ser uma excelente oportunidade de contemplação, nos detalhes artísticos, de tantas pequenas maravilhas, como de um franco e caloroso diálogo, com os artistas, ou   mesmo de os ver em plena execução das suas obras. E foi, realmente, o que, mais uma vez, ali pude desfrutar, nomeadamente, com o Ismael  Viegas e a Ermelinda, artistas de grande talento, dignos de figurar nas mais cotadas exposições internacionais, assim como  outros seus colegas. Espero que, de hoje a um ano estejam numa exposição coletiva, em  Portugal, a fim de corresponder à solicitação d meu estimado amigo, Dr. Nuno Lima de Carvalho, diretor da Galeria de arte do Casino Estoril

Ecos do que se tem dito do artesanato



"O artesanato são-tomense é produzido, por força das circunstâncias, com recurso aos materiais que ali existem e que a natureza providencia: o coco, a madeira, as conchas, as sementes, a folha de palmeira e a areia. Por isso, para trazer algumas recordações da estadia nas ilhas, pode encontrar à disposição cinzeiros, pulseiras, quadros e baldes para gelo em coco; canoas, caixas e quadros com relevos, “machins” (catanas), rostos e máscaras, esculturas, gamelas,e quadros trabalhados em relevo ou embutidos em madeira; colares e pulseiras feitas com conchas, búzios e sementes; leques e cestaria feitos em bambu e folha de palma; objectos e utensílios em osso burilado, brinquedos construídos em arame. No mercado também pode encontrar alguns utensílios de barro”.

OUTRO EXEMPLO DE CARIDADE HIPÓCRITA QUER OFERECER  CALCADO USADO ÀS CRIANÇAS 

TSF - 19 DE SETEMBRO DE 2016 - 15:54 Nestes países, um par de sapatos pode impedir crianças de frequentar o ensino secundário. “HELPO quer calçar crianças de Moçambique e São Tomé (…)Nos dois países, nas zonas rurais, há centenas de crianças nestas condições e a taxa de insucesso escolar é muito elevada. A organização não governamental HELPO decidiu por isso lançar uma campanha nacional de recolha de sapatos.

A campanha decorre até ao dia 16 de outubro. Os sapatos podem ser entregues na sede na organização HELPO em Cascais e em Ermesinde e também em várias empresas e clubes desportivos que se associaram à iniciativa.  Esta a noticia no site da  TSF, que não aceita comentários incómodos) falsa caridade divulgada  através das redes sociais (e na media) que serve a propaganda hipócrita de interesses disfarçados: ou de promoções publicitárias ou para servirem a manutenção de autênticos chorudos negócios, formas parasitárias de uns punhados de oportunistas, fazerem vida luxuosa e folgada sob capa de generosas almas. HELPO quer calçar crianças de Moçambique e São Tomé

TUDO ISTO NÃO PASSA DE FORMAS DISFARÇADAS DE DISTRIBUIR TACHOS A CORRELEGIONÁRIOS PARTIDÁRIOS – QUE VIVEM À SOMBRA DAS ONG

Mais umas discursatas para fazer de conta, que o trabalho e  em prol das populações,  é sério, prático e bem intencionado ~7 de Setembro 2016 - No quadro do projecto “Futuros Criativos: Economia Criativa como Estratégia de Desenvolvimento em Cabo Verde, Guiné-Bissau e São Tomé e Príncipe”, financiado pela Fundação Portugal África e Cooperação Portuguesa, a FONG-STP realizou uma formação em Técnicas de Gestão de Rendas destinada aos músicos, grupos culturais, artesãos, produtores musicais, etc. A formação dinamizada pela Incubadora de Empresas de Base Alargada de São Tomé e Príncipe permitiu munir 13 actores no dominio da economia criativa de instrumentos que permitam gerir da melhor maneira a sua renda e organizar os seus negócios. https://www.facebook.com/Federa%C3%A7%C3%A3o-das-ONGs-em-S%C3%A3o-Tom%C3%A9-e-Pr%C3%ADncipe-249383918425584/

FONG-STP e ACEP falaram sobre a conferência internacional Sociedade Civil e Governação no programa da tarde da Televisão Santomense "Há tarde na TVS", hoje, segunda-feira, 27 de junho. Esteve também presente o representante da Plataforma das ONG de Cabo Verde.

UM PADRE QUE FAZIA VIDA FAUSTOSA - DE UM ONG FALIDA NA ILHA DO PRINCIPIE 

Soraia Ramos – RTP 15 Abr, 2016,  Padre preside a ONG falida mas é acusado de gastos sumptuários
A organização "Ligar à Vida", do padre Arsénio Isidoro, é uma ONG de espírito católico que não só deu sempre prejuízo como foi à falência e deixou ao abandono crianças e idosos da ilha do Príncipe.
Em contrapartida, o pároco é acusado de levar uma vida de luxo, mas recusa qualquer comentário. O Sexta às 9 descobriu que, só em Príncipe, o padre Arsénio Isidoro tem um barco de recreio e tentou construir uma moradia, em frente à praia, através de um negócio ilegal.

O Patriarcado alega desconhecer todos estes factos, mas admite abrir um processo canónico que pode levar à suspensão ou, em último caso, à demissão de todas as funções religiosas exercidas por este padre. Padre preside a ONG falida mas é acusado de gastos ... - RTP

NEGOCIATAS DAS ARÁBIAS À SOMBRA DA ÁRVORE DAS PATACAS DA  CARIDADE 

16/04/2016 A Humana é uma organização sem fins lucrativos mas movimenta mais de três milhões e meio de euros por ano. A fonte de tanto rendimento são as roupas entregues em contentores espalhados por todo o país, segundo uma investigação realizada pela "RTP".

Do que é colocado nos contentores só 13% segue para as alegadas missões humanitárias que sustentam o projecto, mas que ninguém fiscaliza, revela a estação pública. A roupa é antes encaminhada para as lojas do grupo.

No Natal passado a Humana assinou um protocolo com o Instituto de Apoio à Criança. A parceria permitiu-lhe usar a imagem da instituição em diversos contentores. 
Confrontada com estas revelações a instituição liderada por Manuela Eanes já garantiu que irá rever esta parceria.

A Humana está presente em Portugal desde 1998 e existe em 43 países. Já foi acusada várias vezes de pertencer a uma seita com motivações económicas, que pratica fraudes e tem rasto de contas offshore.  Peças de roupa usada à venda em Portugal provêm de peças doadas ...

Estas palavras, que a seguir transcrevo, dir-se-ia subsumirem as minhas e de todos aqueles que não embarcam nesta hipócrita caridade – Vem inseridas nos comentário de um artigo, sob p titulo Helpo - 
O nosso mundo é humano, assinado por  Guilherme do Carmo, a propósito da falsa caridade natalícia Natal!! Época de sonhos, fantasia, presentes e alegria!! E... no topo do pinheirinho, hipocrisia...
Dar, receber, dar, receber, o rebuliço dos presentes, às vezes não recebemos e ficamos discretamente intrigados. Altura remotamente pré-definida para pelo menos uma vez no ano tentar ou fingir ser generoso”

Mais adiante, no comentário de um leitor, diz-se o seguinte

Claro que as campanhas solidárias são necessárias, o pior são aqueles que á sombra da solidariedade se estão a "governar", vem-me á lembrança uma daquelas ONG's em que os seus responsáveis estavam ligados ao trafico de crianças, portanto no melhor pano cai a nódoa e de boas intenções está o inferno cheio. Por exemplo ontem, ex- dia da mãe, fui à missa, saudamo-nos na paz de Cristo, quando saí da igreja assisti ao bate-papo de umas paroquianas que se travaram de razões por causa de um problema de miúdos na escola, olha pro que eu digo, não olhes pro que eu faço...amen!
Como enfermeiros somos sensíveis e portanto cada um, nestas campanhas de solidariedade...seja feita a sua vontade...mas admito que o nosso altruísmo acabe por ser um defeito e não uma virtude! Talvez por isso, nos sentimos uns heróis pelo altruísmo mas no final da história não passamos de uns heróis mortos enquanto os cobardes vivos se pavoneiam pelo local de trabalho...têm dúvidas?


A tanga oportunista deste comentário: “…os  Correios vão fazer um envio massivo de um folheto informativo por todas as casas do País. Esse folheto, que será acompanhado de um saco específico para o transporte dos donativos, informará a população sobre as instituições de solidariedade aderentes ao projecto e que tipo de bens necessitam. – In Porque deixei de ser enfermeiro: Helpo - O nosso mundo é humano

BENEFÍCIOS DO IRS  - Ao preencher o IRS, usem o campo da Consignação de 0,5% do IRS. Não vos custa nada e é dinheiro que certamente será melhor gasto do que se não o preencherem.
Um dos ex que sugiro para preencher é a Helpo, uma IPSS como o número 507 136 845.
Fiquem com um exemplo recente de construção de uma estruturas escolar:





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