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Entre outros assuntos, falo da escalada ao Pico Cão Grande e das minhas aventuras em canoas – Visam defender a teoria de que antigos povos africanos, podiam ter sido os primeiros povoadores das Ilhas do Golfo da Guiné, antes dos colonizadores – Parti à meia-noite, disfarçado de pescador, ligando a ilha do Príncipe. Para me orientar, uma rudimentar bússola – A canoa era minúscula, à segunda noite adormeci: rolei na escuridão das vagas. No regresso fui distinguido com sopapos da policia salazarista, enviado para os calabouços – Cinco anos depois, numa piroga maior, fiz a ligação São Tomé-Nigéria. Partindo igualmente à noite, 13 dias depois atingia uma praia de Calabar, tendo sido detido 17 dias por suspeita de espionagem. - No mesmo ano, já com São Tomé e Príncipe independente, tentei a travessia São Tomé ao Brasil, usando os mesmos recursos. Além de pretender reforçar a minha teoria, desejava evocar a rota da escravatura e repetir a experiência de Alain Bombard. Porém, quis a ironia do destino que vivesse a difícil provação de um naufrágio de 38 longos dias, tendo aportado numa praia de Bioko (Bococo)onde fui recambiado para a famosa prisão de Black Beach

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Turismo Real Marroquino no Príncipe? - A frota aérea Rei Mohamed VI está estacionada, desde há uns dias, na nova pista do aeroporto internacional da paradisíaca Ilha, depois de uma turné pelo Sudão e Gabão - E poderá ser um dos hospedes de uma das luxuosas instâncias que ali existem para milionários - Para ali curtir uns banhos de sol equatorial e, no final, fazer a cínica pose de benemérito com o seu amigo muçulmano Patrice Trovoada - Decerto um dos 32 milhões de clientes que negoceiam com homem mais rico de África




Aeroporto do Príncipe - Fotos de Fredy Umbelina 


Em S. Tomé e Príncipe, por enquanto, de fonte oficial,  nada se sabe, em concreto, senão das   imagens da frota real marroquina  estacionada  na nova pista da Ilha do Príncipe, "com uma logística para receber na região do Príncipe a individualidade mais importante de MARROCOS", diz o jornalista  Fredy Umbelina na sua página do facebook  - No qual se descobre um enorme cargueiro e dois aviões a jato ligeiros de passageiros 

Entretanto, comenta-se que o Rei ainda está para chegar: então onde se meteu? Se já deixou Gabão, onde pernoitou numa quinta, no passado  dia 2 para um encontro privado com o seu velho amigo, Ali Bongo  - conforme referem as noticias deste pais!... - A vida privada destas figuras é misteriosa; não gostam de a expor publicamente: - Quem gasta cinco milhões  em sete dias de férias é para curtir a fortuna  e as extravagância à  maneira

São sobejamente conhecidas as frequentes viagens de Patrice Trovoada, a Marrocos -  Desconhecem-se, em concreto, os contornos desses encontros, onde "sua Majestade  o Rei Mohammed VI, o tem obsequiado  com opíparos banquetes 

COM  DEPÓSITOS DE BILIÕES DÃO UNS TOSTÕES PARA MOSTRAR QUE TÊM BONS CORAÇÕES  - QUE DEIXARÁ O ENORME AVIÃO NO PRÍNCIPE PARA A POSE POLÍTICA DA FARSA? -  De referir que a aeronave de carga deixou, como troca da aproximação entre Rabat e Juba  um hospital de campanha na capital sudanesa do Sul, em preparação para a sua visita. Com uma capacidade de 30 a 60 camas.

Marrocos, é tido como "um país com um rei que tem 32 milhões de  clientes : Um dos quais é suposto que sejam as empresas de Patrice Trovoada, com o  homem mais rico de África, que terá desembaraçado no Príncipe para uns dias de descanso no chamado pouso dos milionários, numa das Ilhas mais maravilhosas do Golfo da Guiné, mas também a mais isolada e mais pobre 


Numa altura em que se repetem as falhas  na rede  elétrica em S. Tomé, devido à importação de maquinaria de duvidosa  origem e estado de conservação e que uma doença misteriosa afeta a população das duas Ilhas, poderá .ser, depois da desastrada traição aos velhos amigos de Taiwan, em troca da venda da soberania aos chineses, a cartada politica, com  que, no imediato, o monarca queria presentear o irmão muçulmano, Emery, com uma das tais ajudas para  inglês ver ou encher o olho ao carenciado africano.

Até porque, a avaliar pelo que dizem as noticias, o  rei do MarrocosMohamed VI, é muito generoso nas suas extravagâncias balneares - Pois  não é  qualquer milionário que poderá dar- se a estes luxos:   em gastar  "cerca de 5 milhões de euros (R$ 18,3 milhões) para passar uns sete dias de férias na região de Ilia, na costa ocidental do Peloponeso, na Grécia. real.  http://epocanegocios.globo.com/Inspiracao/Vida/noticia/2015/07/rei-do-marrocos-gasta-r-183-milhoes-em-7-dias-de-ferias-na-grecia.html

Os "dirigentes autoritários em todo o mundo desviam riquezas nacionais". Porém, o abuso de poder em Marrocos, conclui um trabalho de investigação  jornalístico, "revela uma situação inédita". É que o país "tem toda a aparência de um sistema económico normal, e até sofisticado: bancos, empresas, sector privado". Mas o rei é "o principal banqueiro, segurador, exportador e agricultor", controlando "igualmente o sector agro-alimentar, a grande distribuição e energia". E isso faz dos "32 milhões de marroquinos não apenas súbditos mas também clientes do soberano".

A economia marroquina está entregue ao rei, de 47 anos, e a dois dos seus amigos de juventude. "Um estrangeiro não pode ter negócios em Marrocos, se não tiver relações com Mansour Majidi, que gere a fortuna do rei, Fouad al-Himma, o seu conselheiro político, ou o próprio soberano", resume Laurent. https://www.publico.pt/2012/03/11/mundo/noticia/marrocos-um-pais-com-um-rei-que-tem-32-milhoes-de-clientes-1537339

VISITA REAL MISTERIOSA A UMA ILHA GOVERNADA POR UM EMPRESÁRIO MISTERIOSO 

O Primeiro-ministro, Patrice Trovoada, conhecido como o Empresário misterioso chega ao poder em São Tomé, , dispondo o seu Governo do privilégio de uma  confortável maioria absoluta parlamentar,  não cultiva nem o hábito da transparência, nas relações politicas, quer interna ou externas nem as facilidades da liberdade de expressão nos órgãos sob a tutela do Estado, mas antes um estilo arrogante e autoritário, disfarçado de sorrisos hipócritas e de uma constante propaganda demagógica – Tanto as suas frequentes viagens aos estrangeiro, muitas das quais sem explicações públicas (presume-se que muitas delas para se avistar com a mulher a residir fora do pais e  com a qual tem sociedade em  várias empresas,  em Portugal, EUA (Texas), Marrocos, Gabão, França e noutras paragens), bem como pela  forma como escmoteia as  demais questões, segundo criticas  da oposição, nunca são tratadas  de forma calara e transparente, mas sob a capa dos mais variados disfarces - Que país mais ideal, senão Marrocos, para um candidato a ser monarca de duas Ilhas?

UM REI CHUTADO PELA UNIÃO EUROPEIA QUE BUSCA MÁSCARAS NOS GOVERNOS CORRUPTOS DE ÁFRICA

Segundo referem noticias da expressão francófona, o Rei de Marrocos, Mohammed VI, desembarcou em Libreville, no passado dia 2 para uma visita privada, na sequência de um périplo pelo Sudão,onde foi recolher  apoios para o problema do Saará Ocidental, junto do Presidente Salva Kiir Mayardit, que se congratulou com os esforços de Marrocos para encontrar uma solução política para este conflito.

O Sudão do Sul - que ganhou a independência em 2011, em favor de um referendo de autodeterminação após 22 anos de guerra com as autoridades de Cartum -, não tendo alinhado  com países africanos que apoiam a independência Sahara Ocidental e tentaram  bloquear a adesão de Marrocos à União Africano (UA) na cimeira de Addis Abeba, em 30 e 31 de Janeiro

Sua posição pro-marroquino neste conflito histórico é um ativo diplomático para Rabat, que procura contrariar as vozes que pedem um referendo de autodeterminação do povo saharaui, seguindo o exemplo do Sudão do Sul.

Uma parceria zero

Com o estado mais jovem da África, Marrocos iniciou um relacionamento a partir do zero. Nove acordos bilaterais foram assinados entre o Rei de Marrocos eo presidente Salva Kiir Mayardit durante esta visita. Isto é principalmente de memorandos de entendimento nas áreas de diplomacia, investimento, tributação, agricultura e mineração.
Um hospital em Juba
A aproximação entre Rabat e Juba foi revelado segunda-feira, 23 jan, quando Mohammed VI ordenou o envio de um hospital de campanha na capital sudanesa do Sul, em preparação para a sua visita. Com uma capacidade de 30 a 60 camas .

Apesar da sua adesão à independência, o Sudão do Sul ainda não voltou para a estabilidade política. Durante três anos, este país rico em petróleo é atormentado pela violência entre rebeldes - liderado pelo ex-vice-presidente Riek Machar - e as forças do governo. Uma das questões quentes na cimeira da UA no menu de janeiro.

O Parlamento Europeu  aprovou uma resolução muito dura contra o aliado de Marrocos e este pais pediu a sua adesão à União Africana, pelo que, admitem observadores que, no seguimento da sua  digressão pelo Sudão, terá  aproveitado para tentar reanimar o diálogo inter-gabonês, com o Presidente Ali Bongo, algo fragilizado pela polémica levantada em torno a eleição altamente contestada, com o seu adversário r Jean Ping 

Pelo que se depreende,  ambos já   velhos  amigos e conhecidos nas suas trapaças e  negócios, unidos pela mesma filosofia da alta corrupção, buscam  cosmética  e  consolação mútua: o Bongo, porque precisa de mostrar trunfos ao opositor que derrotou de forma controversa e fraudulenta e o monarca porque, com o arrastamento da anexação abusiva de um território, que não lhe pertence, tenta desesperadamente  apoio político para esta questão, junto dos países mais corruptos de África.

CURIOSA COINCIDÊNCIA  “ Você sabia que o país de infância de Mohammed VI, o Gabão?” – O mesmo onde nasceu Patrice Trovoada

Diz esta noticia que o “Gabão é, provavelmente, os países subsaarianos que Mohammed VI sabe melhor. De alguma forma, Mohammed VI o Gabão  é como em casa. Na verdade, todos os jovens, muitas vezes ele encontrou-se no Palácio Presidencial, em Libreville, como lembra  RFI  Seu pai, Hassan II, tinha laços estreitos com Omar Bongo, o pai do atual presidente do Gabão.
O jovem príncipe Sidi Mohammed Hassan II tem acompanhado durante todos os seus movimentos no Gabão, onde a presença marroquina no maior assentamento após a da França. já possuem, não é necessário visto para as viagens entre os dois países e, da mesma forma, o Reino de Marrocos é o segundo destino para estudantes do Gabão depois da França, ele salienta RFI.
Sucedendo seu pai, Mohammed VI tem mantido laços com o país que ele conhece bem e que datam de 1961. Melhor, ele ainda reforçou-los, dando-lhes uma pegada mais econômico do que diplomático. Quase todos os setores da economia ostentar a marca de Marrocos: banca, telecomunicações, transporte ...
Esta forte estabelecimento comercial e económica, tem uma consequência, dada a situação geopolítica na sub-região da África Central: o reforço da influência de Mohammed VI na região. Gabão é de fato um dos principais países da CEMAC , a Comunidade Económica e Monetária da África Central.ttp://www.slateafrique.com/447299/gabon-pays-enfance-mohammed-vi-maroc



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