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Entre outros assuntos, falo da escalada ao Pico Cão Grande e das minhas aventuras em canoas – Visam defender a teoria de que antigos povos africanos, podiam ter sido os primeiros povoadores das Ilhas do Golfo da Guiné, antes dos colonizadores – Parti à meia-noite, disfarçado de pescador, ligando a ilha do Príncipe. Para me orientar, uma rudimentar bússola – A canoa era minúscula, à segunda noite adormeci: rolei na escuridão das vagas. No regresso fui distinguido com sopapos da policia salazarista, enviado para os calabouços – Cinco anos depois, numa piroga maior, fiz a ligação São Tomé-Nigéria. Partindo igualmente à noite, 13 dias depois atingia uma praia de Calabar, tendo sido detido 17 dias por suspeita de espionagem. - No mesmo ano, já com São Tomé e Príncipe independente, tentei a travessia São Tomé ao Brasil, usando os mesmos recursos. Além de pretender reforçar a minha teoria, desejava evocar a rota da escravatura e repetir a experiência de Alain Bombard. Porém, quis a ironia do destino que vivesse a difícil provação de um naufrágio de 38 longos dias, tendo aportado numa praia de Bioko (Bococo)onde fui recambiado para a famosa prisão de Black Beach

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Angola – Um país gerido por criminosos encartados – Até o Rei Pelé foi a Luanda fazer a propaganda com a sua imagem a uma imobiliária de burlões: a quatro empresários brasileiros, proprietários da empresa Build Angola, acusados de vender e não entregar 540 casas no país em que cerca de 34 mil crianças são seropositivas e apenas 5 mil recebem tratamento

Jorge Trabulo Marques - Jornalista - Investigação e análise

NO REINO DA CORRUPÇÃO - Angola – “É  o segundo país maior produtor de petróleo de África, e as crescentes receitas de petróleo representam mais de 95% Exportações do país.

"Um relatório de 2013 do Departamento de Estado citou uma investigação suíça sobre a Sonangol que constatou que "a corrupção do governo em todos os níveis era endémica
" e criticou a retenção de informações financeiras da Sonangol sobre os preços de venda e os bônus pagos pelas empresas petrolíferas internacionais como a Exxon para comprar concessões para Exploração e perfuração de petróleo ". https://grondamorin.com/2017/05/01/rex-tillerson-used-an-alias-when-he-was-exxons-ceo-but-thats-not-all/


REI PELÉ –A ESTRELA DO FUTEBOL QUE PARECE TER ESQUECIDO AS SUAS ORIGENS HUMILDES  - Antes botar figura junto dos  privilegiados de que no meio dos esquecidos e descamisados - Ao lado das crianças, nos bairros miseráveis  a jogar a pelota, tal como ele quando era o Dondinho.


Pelé ao Centro com a sociedade 

"Comeram o meu dinheiro e não resolveram nada". - "Nenhum dos clientes da Build Angola recebeu a prometida residência. E os responsáveis da empresa fugiram do país. Para muita gente, do sonho, sobrou apenas a frustração, a mágoa e o pesadelo de não ver o dinheiro restituído."

Pessoalmente, não acredito que, Edson Arantes do Nascimento, nome do Ex-Rei Pelé, fosse para Angola, com a intenção deliberada de se associar a uma sociedade de malfeitores ou de oportunistas e descarados sacadores, mas naturalmente que foi para ganhar umas massas e não para denunciar a extrema pobreza da esmagadora maioria da população; sim, ter-lhe-ia ficado bem se, ao mesmo tempo em que se prestou a publicar riqueza dos mais endinheirados, levantasse a sua voz ou se deixasse fotografar juntos dos miúdos magricelas e famintos dos miseráveis bairros e Luanda, talvez iguais àqueles em que aprendeu a jogar à pelota, quando então era alcunhado  de Dondinho, mas perdeu essa oportunidade para não desagradar aos que assegurava estarem no rumo certo 

"Edson Arantes do Nascimento, o Pelé, manteve negócios com um empresário condenado pela Justiça brasileira. Como revelou ISTOÉ, o Rei do Futebol fez propaganda e se disse sócio de um grupo de quatro empresários brasileiros acusados de aplicar um grande golpe imobiliário em Angola. O líder desse quarteto, Antonio Paulo de Azevedo Sodré, já foi indiciado pelas polícias Federal e Civil paulista por contrabando e estelionato, além de responder a dezenas de processos na área cível por fraudes relacionadas à importação de avestruzes."  

A história, como é do conhecimento publico, já vai tendo barbas brancas mas vale a pena recordar  alguns dos seus episódios e protagonistas - Empresa brasileira Build Angola lesou centenas de cidadãos em mais de USD 400 milhões de dólares. A DNIAP ainda está a investigar o crime.  – Obviamente para nada... Quem não pegou numa metralhadora e foi ao escritório da empresa brasileira, ficou arder sem o seu dinheiro e não se safou - Depois passaram ao ataque em Moçambique  -   -- Sodré, o  principal sócio da empresa já era “habitué de tribunais na qualidade de réu.(…)Apesar desse histórico, Sodré navegou no Pelé’s Cruise, o cruzeiro promovido pelo ex-jogador, entre os dias 28 de junho e 5 de julho de 2009, que partiu da cidade de Veneza em direção às Ilhas Gregas e à Croácia. Três meses depois, Pelé aportava em Luanda, para estrelar comerciais e dar entrevistas se dizendo sócio da Build Angola 

Pormenores mais à frente e as fontes.

ESBANJAM-SE MILHOS EM GARRAFAS DE CHAMPANHE, PASSEATAS E  FESTAROLAS – TODAVIA, das 34 Mil Crianças angolanas Seropositivas, só 5 Mil Recebem Tratamento ...cerca de 34 mil crianças angolanas vivem com o VIH e apenas Das 34 Mil Crianças Angolanas Seropositivas, Só 5 Mil Recebem .

 Luanda de luxo - o luxo na miséria dos angolanos 


"Hoje há festa em Luanda. Hoje, um dia qualquer. Um bebé nasceu entre o lixo, próximo de um esgoto a céu aberto, alguém atirou uma lata de «gasosa» para um chão imundo, alguém lhe deu um pontapé, alguém a recolheu para vender no mercado da sobrevivência, alguém caiu de um prédio sem varanda, sem água, sem luz, cheio de nada, cheio de gente, construído em altura, como em extensão se construíram quilómetros de barracas instáveis e insalubres, chamados musseques. Todos no âmago desta Luanda, uma camisa-de-forças recheada de automóveis, quase tantos como os buracos das suas ruas. Esta Luanda encerra toda a Angola, encerrando-se da Angola que resta – Excerto de Luanda de Luxo



ANGOLA DÁ PARA TODOS OS OPORTUNISTAS MENOS PARA O GROSSO DA POPULAÇÃO  JÁ NEM NO REI PELÉ SE PODE COFIAR  - E VEJAM COMO O VÍRUS SE ESPALHA POR SÃO TOMÉ E PORTUGAL - "Fico feliz por investir em Angola. Deus sempre me coloca em equipas vencedoras”  Pelé
 PELÉ RECEBIDO POR JOSÉ EDUARDO DOS SANTOS Com promessas  de que Angola tem tudo para dar certo.... Para bolsos oportunistas

Edson Arantes do Nascimento, o ex-Pelé, acusado, com quatro empresários brasileiros, proprietários da empresa Build Angola, de vender e não entregar 540 casas no país africano. Ex-Pelé é investigado por fraude em Angola



TUDO ISTO NÃO PASSOU DE UMA GRANDE FALSIDADE -"Build tem mil mil casas - Desde que foi lançada a primeira fase do projecto Nosso Lar, em Agosto 2010, a construtora Build Angola já tem em fase adiantada de construção 1.000 casas. O projecto, localizado na zona da Camama, próximo do Estádio 11 de Novembro


"ANGOLA UM PAÍS GERIDO POR CRIMINOSOS"


Bob Geldof  - VOZES CORAJOSAS DESTAS É QUE ANGOLA PRECISA -Bob Gedolf veio a Portugal dizer que as casas em Luanda são mais caras do que em Londres. As autoridades angolanas ripostaram violentamente.  Indiferente à pressão dos musseques (bairros de lata) que cercam a cidade, nasce mais um prédio de luxo no centro de Luanda. Com 24 andares e150 metros de altura, o edifício Espírito Santo custou ao grupo português liderado por Ricardo Salgado 115 milhões de euros. (…) Apenas dois tipos de pessoas têm acesso a estes empreendimentos que proliferam pela capital angolana: os ricos, altos cargos de empresas estrangeiras, e os muito ricos, nomenclatura do MPLA e generais que subiram na vida à custa da guerra civil. Luanda: a miserável e a milionária


Sábado, 24 de Abril de 2010 - Pelé foi ontem recebido pelo Presidente da República, José Eduardo dos Santos. (...) À imprensa, no final do encontro com o Presidente da República, o brasileiro, que associa a sua imagem à empresa Build Brasil, afirmou que Angola é um país que está a recuperar bem nos últimos anos. Pelé faz investimentos em sectores nacionais -
Pelé investe no sector imobiliário em Angola –
A 26 de Março de 2010, Edson Arantes do Nascimento, conhecido por Pelé, deslocava-se a Luanda e anunciava, com destacados cartazes, usando a sua imagem do tempo da pelota, o mega empreendimento, Bem Morar. Situado na província do Bengo.

"Fico feliz por estar a investir em Angola”, declarava Pelé, depois de um encontro com José Eduardo dos Santos, em Luanda – Assumindo-se como empresário do ramo do imobiliário angolano, e o rosto dos empreendimentos Bem Mora.Empreendimento em Angola que teve Pelé de garoto-propaganda ….Revista Africa Today - Pelé investe no sector imobiliário em Angola

Esqueletos do Projeto Bem Morar 
"Dois anos depois, rebenta o escândalo do Rei Pelé, que se assumiu como o grande chamariz do negócio, que prometia vender casas para as classes média e alta de Angola, deixando a ver navios 560 clientes, que pagaram e não viram a casa em parte alguma – Pelé e os negócios suspeitos de Angola - Isto ÉCaso Build Angola: Pele nega participar da fraude - ANGONOTÍCIAS"….PF acusa general de tráfico de mulheres 




"Escândalo imobiliário arranha imagem de Pelé em Angola  - Conhecido no mundo inteiro como “o Rei do futebol”, é comum ver Pelé participando de inúmeras propagandas, anúncios publicitários e negócios em geral internacionalmente. Mas, recentemente, o ex-jogador se envolveu com uma empreiteira em Luanda, capital de Angola, e acabou tendo seu nome vinculado a um grande escândalo imobiliário no país. As informações foram publicadas na edição  da revista Isto É.

Tudo começou no ano de 2009, quando Pelé começou a aparecer em outdoors e outros tipos de comerciais em Luanda, apresentando a marca “Build Angola”, que divulgava a venda de lotes, casas e apartamentos em condomínios de luxo na cidade. O negócio pertencia a quatro empresários brasileiros: Antonio Paulo de Azevedo Sodré, João Gualberto Ribeiro Conrado Jr., Paulo Henrique de Freitas Marinho e Ricardo Boer Nemeth e, a princípio, quando Pelé participou de entrevistas e comerciais dando o prestígio de seu nome à marca, ele se apresentava como sócio da empreitada.

Esqueletos do Projeto Bem Morar 

Mais de dois anos depois que as vendas dos lotes foram feitas, no entanto, pelo menos 540 pessoas ainda não tiveram suas casas entregues no prazo combinado e agora estão entrando na Justiça e até fazendo queixas na Polícia para reaver o dinheiro que investiram ou, no mínimo, terem os imóveis entregues. Pelé, por sua vez, que tem seu nome diretamente vinculado ao escândalo, afirma por meio de seu advogado Paulo Gustavo, que apenas foi um “garoto-propaganda” do negócio e não tinha nenhum tipo de envolvimento com ele além desse. 
“O que posso adiantar é que não existe nenhum tipo de sociedade. O que foi feito e já expirou foi um contrato de Cessão de Uso de Imagem para o lançamento desses empreendimentos”, disse o advogado em entrevista à Isto É.

Os empresários brasileiros envolvidos no escândalo explicam que não entregaram as casa por terem tido problemas com o pagamento dos compradores dos imóveis.

QUANDO O SONHO NÃO COMANDA A VIDA MAS DESEMBOCA NA VIGARICE 

O sonho só tinha fachada  - Empresa brasileira Build Angola lesou centenas de cidadãos em mais de USD 400 milhões de dólares. A DNIAP ainda está a investigar o crime. 

"O sonho que hoje virou pesadelo começou em 2008.  Aproveitando a grande carência de habitação no país, a empresa brasileira Build Angola lançou em Luanda e na província do Bengo aquilo que pareciam interessantes projectos imobiliários.  Quintas do Rio Bengo, The One, Copacabana, Nosso Lar, Nossa Vila e o Bem Morar atraíram centenas de pessoas das classes média e alta. Com vista a cumprir o sonho de ter casa própria muitos adiantaram grandes somas de dinheiro para garantir uma num desses projectos. Os imóveis não eram baratos, o seu preço de comercialização começava nos USD 150 mil.

Mais de duas mil pessoas acreditaram na Build Angola que conseguiu juntar USD 400 milhões em adiantamentos, disseram várias fontes ao Rede Angola. No início do projecto, e de forma a tornar o processo mais credível, a empresa brasileira usou rostos de conhecidas figuras públicas para as campanhas publicitárias. A antiga estrela brasileira de futebol Pelé foi um deles. Outros foram os apresentadores da Televisão Pública de Angola Pedro N’zagi e Ernesto Bartolomeu.

Esqueletos do Projeto Bem Morar 
No Bengo, a Build Angola iria construir as Quintas do Rio Bengo, a poucos quilómetros de Luanda. De acordo com um dos responsáveis da empresa, Paulo Sodré, o investimento seria avultado: USD 1.500 milhões. Estendido por uma superfície de 1.126 hectares, a infraestrutura contemplava 300 residências dos tipos T3, T4 e T5, bem como quintas, zonas equipadas com jango, entre outras componentes de lazer. Os preços oscilavam entre os USD 290 mil e o USD 1 milhão.

Em 2010, a Build Angola lançou outro condomínio de luxo na zona do Camama, município de Belas. O Nosso Lar tinha moradias do tipo T3 e T4 e a empresa garantia na altura que tinha investido USD 222 milhões na sua concretização. Na primeira fase, estariam disponíveis mil casas de  entre 90 e 129 metros quadrados por unidade. O preço USD 119 mil.

Outros projectos habitacionais se seguiram: o Nossa Vila, no bairro do Benfica, o The One, na zona do Talatona, e o Bem-Morar também no Benfica.

Nenhum deles se concretizou. Nenhum dos clientes da Build Angola recebeu a prometida residência. E os responsáveis da empresa fugiram do país. Para muita gente, do sonho, sobrou apenas a frustração, a mágoa e o pesadelo de não ver o dinheiro restituído. Muitos dos projectos em curso foram votados ao abandono e outros ocupados por alguns clientes que dizem ter pago os valores na totalidade.

A voz das vítimas  - No meio de tantas incertezas, alguns condóminos do Bem-Morar meteram mãos-à-obra e estão a terminar as casas que ficaram por acabar,  já que não se vislumbra nenhuma solução para o caso que se arrasta há muito tempo. Frustração e impotência são sentimentos comuns – os responsáveis da Build Angola estão em paradeiro incerto e os telefones da empresa desligados.

Dinis Mindo é uma das vítimas desse projecto que ele mesmo fez questão de classificar como “mafioso”. Pelos USD 420 mil que pagou por dois imóveis, recebeu apenas uma residência inacabada. “Consegui apenas uma obra. Agora eu é que tenho de lhe dar continuidade para terminá-la. Na altura, eles prometeram que as primeiras pessoas que pagassem na totalidade deviam receber as primeiras 50 casas, mas não cumpriram. Foram dando calmantes que até agora não deram em nada”, afirmou.

Segundo o técnico de aviação, a empresa contratou um advogado para as negociações, mas sem sucesso. “Ele reunia connosco e dizia que as coisas deviam se resolver. Mas só foram mesmo palavras. Nós ainda imploramos para que nos dessem o direito de superfície e mesmo assim não fizeram. Ou seja, a Build Angola simplesmente roubou-nos e foi-se embora sem que ninguém lhes tomasse medida. É muito triste o que acontece no nosso país”, lamentou.
César Saúde, também vítima deste processo, afirma que teve de pagar USD 150 mil por uma casa do tipo T3. De acordo com este funcionário público, o pagamento foi feito em princípios de 2011, com garantia de que receberia o imóvel seis meses depois.

Até aqui nada. Comeram o meu dinheiro e não resolveram nada. Inicialmente, eles queriam fazer o projecto Bem-Morar no Bondo Chapéu. Era para se chamar condomínio Gonga. E eu fui uma das primeiras pessoas a pagar a pronto, já que eles não queriam metade. Quando começaram a construir as casas, ainda fomos chamados para ser indicados os referidos lotes. Só que depois os mesmos fugiram e não disseram mais nada. É um investimento perdido e que está assim, sem solução”, deplorou.

Abalado com a situação, César Saúde apela ao bom senso das autoridades visto que teve de recorrer a empréstimos bancários para conseguir o dinheiro. “Hoje vivo numa casa pequena porque tinha esperança que mais dia menos dia sairia de lá para começar uma nova vida. Mas tudo não passou mesmo de um sonho. A princípio, não quis acreditar que estava a viver essa situação. É que aquele dinheiro foi conseguido com muito sacrifício, para o ver desaparecer assim, no nada”, afirmou.

Miraldina Gouveia queria fugir das correrias da cidade e passar o resto dos seus anos num lugar calmo e tranquilo. Por isso, quando ouviu falar dos projectos da Build Angola nem hesitou, adiantando USD 320 mil por uma casa do tipo T5 nas Quintas do Rio Bengo.

“Infelizmente, passados todos esses anos, não recebi nada. Tal como eu, centenas de pessoas estão nessas condições. Nem um terreno nos deram. Diante dessa situação, muita gente apanhou trombose de tanto pensar. É que eles vieram com um marketing bom, mas afinal era mesmo só para nos burlar. Hoje estou assim, sem casa, sem paradeiro. Isso faz-se?”, questionou a idosa.

Os moradores do projecto Bem-Morar lamentam, igualmente, a qualidade das casas que estavam a ser erguidas. “Mesmo que finalizassem as obras, ainda assim, não estaríamos satisfeitos, porque essas casas não estão ao preço dos valores que pagamos. Não valem nada. O que vimos na maqueta não é o que eles fizeram. É tudo diferente. Nem sequer traçaram os planos de energia e água. Nós é que estamos a colocar os postes e cada morador teve de contribuir com Kz 275 mil para ter energia em casa. É muito dinheiro que estamos a gastar por um projecto que era só chegar, entrar e morar”, desabafou uma condómina.

(…)O caso está entregue à DNIAP  -As vítimas do projecto Build Angola recorreram à justiça para serem ressarcidos do seu prejuízo, tendo contratado um advogado para os representar. Mas até agora não houve qualquer desenvolvimento.

Segundo o que o RA pôde apurar, o caso está nas mãos da Procuradoria-Geral da República que entregou a investigação à Direcção Nacional de Investigação e Acção Penal (DNIAP) para o devido tratamento. Fontes desse órgão disseram que o processo está a seguir os seus trâmites normais e que na devida altura os resultados vão ser tornados públicos.

“Naturalmente que nós compreendemos a ansiedade das pessoas em ver esse caso resolvido, mas tudo deve seguir os princípios legais. E nós, enquanto órgão de justiça, estamos a trabalhar para que haja uma solução. É também nosso interesse ver esses e outros casos resolvidos. Mas as pessoas devem ter calma”, assegurou a referiu a fonte que não quis ser identificada. – Excertos de  http://www.redeangola.info/especiais/o-sonho-so-tinha-fachada/  
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"COM QUEM PELÉ SE ENVOLVEU"  -"ELE FEZ NEGÓCIOS E SE DECLAROU SÓCIO DE EMPRESÁRIO COM HISTÓRICO DE FRAUDES NO BRASIL E EM ANGOLA E CONDENAÇÃO PELA JUSTIÇA

Ele fez negócios e se declarou sócio de empresário com histórico de fraudes no Brasil e em Angola e condenação pela justiça

GOLPE  -Paulo Sodré, Pelé, Joca Conrado (em pé), Paulo Marinho e o policial angolano Tony Silva: casas vendidas, mas não entregues

Edson Arantes do Nascimento, o Pelé, manteve negócios com um empresário condenado pela Justiça brasileira. Como revelou ISTOÉ na semana passada, o Rei do Futebol fez propaganda e se disse sócio de um grupo de quatro empresários brasileiros acusados de aplicar um grande golpe imobiliário em Angola. O líder desse quarteto, Antonio Paulo de Azevedo Sodré, já foi indiciado pelas polícias Federal e Civil paulista por contrabando e estelionato, além de responder a dezenas de processos na área cível por fraudes relacionadas à importação de avestruzes.

Habitué de tribunais na qualidade de réu, Paulo Sodré já foi condenado pela Justiça paulista por infringir a Lei de Crimes Ambientais. A pena consistia em prestar serviço comunitário à Escola Estadual Senador Adolfo Gordo, em São Paulo, mas o Ministério Público descobriu que ele não comparecia ao local e fraudava os atestados de frequência. No dia 22 de agosto de 2008, data em que deveria estar no colégio público, Sodré viajou para a Espanha e assistiu ao GP da Europa de Fórmula 1, na cidade de Valência. “Efetuei muito mais benfeitorias na escola do que o estipulado na pena”, afirma Sodré. Na viagem à Europa, ele estava acompanhado de Paulo Marinho e Joca Conrado, seus sócios na Build Angola. O quarto integrante do grupo é Ricardo Boer Nemeth.

Apesar desse histórico, Sodré navegou no Pelé’s Cruise, o cruzeiro promovido pelo ex-jogador, entre os dias 28 de junho e 5 de julho de 2009, que partiu da cidade de Veneza em direção às Ilhas Gregas e à Croácia. Três meses depois, Pelé aportava em Luanda, para estrelar comerciais e dar entrevistas se dizendo sócio da Build Angola, marca pela qual o grupo brasileiro lançou os projetos Bem Morar e Quintas do Rio Bengo, cujos preços das unidades variavam entre US$ 100 mil e US$ 1 milhão. Nenhuma casa foi entregue. Quando as obras do Bem Morar e do Quintas do Rio Bengo começaram a sofrer atrasos, a direção emitiu uma carta de esclarecimento afirmando que o “senhor Edson Arantes do Nascimento (o jogador Pelé) continua sócio do empreendimento”. Hoje, o staff de Pelé e a Build Angola negam a sociedade.

Paulo Sodré (à esq.) no dia em que deveria cumprir pena no Brasil
Sodré contava com amizades influentes no governo de Angola, um país acossado pela corrupção, para tocar seus negócios com segurança. Era íntimo de um chefe de polícia local, Tony Silva, e de Aguinaldo Jaime, ex-presidente da Agência Nacional para o Investimento Privado, acusado de tentar desviar US$ 50 milhões do erário do país africano para uma conta particular nos Estados Unidos. Cada venda concretizada de um imóvel milionário era comemorada pela turma brasileira com regabofes nababescos. “Eles chegavam nos melhores restaurantes de Luanda e mandavam abrir quatro, cinco garrafas de champanhe”, conta Marcos Regina, ex-sócio, que afirma ser um dos prejudicados pelo grupo.

O quarteto brasileiro não prejudicou apenas a classe abastada de Angola. O primeiro empreendimento deles, Casa Forte, lançado em meados de 2008 e voltado para a classe média, também não foi concluído. A família do tenente do Exército angolano Simão Henriques pagou US$ 87 mil, metade do valor de cinco casas, que nunca foram construídas. Para reaver o dinheiro, o militar tomou uma atitude extrema. Trajando a farda, e de porte de uma metralhadora, entrou em um dos escritórios da Build exigindo o dinheiro de volta. Rapidamente, o diretor Paulo Marinho autorizou o reembolso. “Paulo Sodré e Paulo Marinho são dois ladrões. Se eu não fizesse isso não teria meu dinheiro de volta”, afirma o militar angolano. “Entregamos 89 casas”, diz Marinho.

 nenhuma unidade entregue

NEGOCIATA  -Casa Forte, o primeiro condomínio em Angola:
 nenhuma unidade entregue  - Para justificar o não cumprimento dos contratos, Sodré acusou o ex-sócio Werther Mujjali de criar uma campanha de difamação na internet que teve como consequência a paralisação dos pagamentos dos clientes angolanos e a inviabilização das obras. “Mandei e-mails para a sociedade angolana em meu nome, alertando que tipo de pessoa ele (Sodré) era”, declarou Mujjali. Na semana passada, ele obteve decisão favorável na Justiça de São Paulo que impede Sodré de usar a marca Build. A decisão cabe recurso. “Há indícios de que houve uma fraude cometida contra cidadãos angolanos por esses empresários brasileiros. Até mesmo quem fez publicidade desses projetos sabendo que era enganosa poderá ser responsabilizado”, avisa o diretor da Polícia Econômica de Angola, Alexandre Canelas, que abriu inquérito sobre o caso. Resta saber quanto Pelé também foi enganado.   Mais pormenores em Com quem Pelé se envolveu - Isto É

OS GRANDES FIGURÕES APRESENTADOS E PROPAGANDEADOS POR PELÉ

RICARDO BOER NEMETH. Pg. 1033. Judicial - 1ª Instância  PAULO MARINHO  Desde 2004, após 10 anos de experiência na PricewaterhouseCoopers, (…) Contamos com 4 escritórios: no Brasil em São Paulo, Campinas e Ribeirão Preto; e a partir de 2007 começando nosso escritório em Luanda - Angola, onde atuo como sócio responsável. Paulo Marinho | LinkedIn… Africa Today has made a visit to Quintas do Rio Bengo. It observed the works in progress, i. Quintas do Rio BengoStarter homes ... in the country

12 de dezembro 2012 - às 20:35 Enganaram em Angola e já tentam outras aventuras criminosas – Em Moçambique  - A história dos empresários desonestos do grupo Build não pára. A reportagem de F&N conseguiu rastrear onde foram parar os bens dos empresários no Brasil e teve a informação que parte da cúpula já está em Moçambique - o próximo alvo- para mapear e fingir que vão "construir", como fizeram em Angola, obter o dinheiro dos compradores e nada entregarem. A história de burla começou no Brasil, estacionou em Angola, prepararam terreno para S. Tomé e Príncipe e agora arquitecta-se a "invasão" ao mercado moçambicano. Dado curioso: a penetração vigarista fala português e incide a sua acção nos palops. Eles amealharam fortuna a construir embustes. Acompanhe a história

Gangsterismo da Build vira-se para Moçambique 

Mais de USD$ 600 milhões (AKZ 6 bilhões) arrecadados que se resumiram em diversas viaturas de luxo, como Mercedes, BMW, Land Rovers, Porsches e até Ferraris cujos valores iniciais beiram os US$ 400 mil cada. A emoção e vontade de gastar o dinheiro com artigos de luxo não termina por aí. Iates em valores estimados de pelo menos USD$ 7 milhões para cada um dos quatro sócios e vivendas, cuja sumptuosidade fez duplicar os valores para mais de USD$ 10 milhões. Tudo isso até contabilizado. Enganaram em Angola e já tentam outras ... - Figuras & Negocios

12 de dezembro 2012 - às 20:35 Enganaram em Angola e já tentam outras aventuras criminosas – Em Moçambique
A história dos empresários desonestos do grupo Build não pára. A reportagem de F&N conseguiu rastrear onde foram parar os bens dos empresários no Brasil e teve a informação que parte da cúpula já está em Moçambique - o próximo alvo- para mapear e fingir que vão "construir", como fizeram em Angola, obter o dinheiro dos compradores e nada entregarem. A história de burla começou no Brasil, estacionou em Angola, prepararam terreno para S. Tomé e Príncipe e agora arquitecta-se a "invasão" ao mercado moçambicano. Dado curioso: a penetração vigarista fala português e incide a sua acção nos palops. Eles amealharam fortuna a construir embustes. Acompanhe a história

Gangsterismo da Build vira-se para Moçambique 

Mais de USD$ 600 milhões (AKZ 6 bilhões) arrecadados que se resumiram em diversas viaturas de luxo, como Mercedes, BMW, Land Rovers, Porsches e até Ferraris cujos valores iniciais beiram os US$ 400 mil cada. A emoção e vontade de gastar o dinheiro com artigos de luxo não termina por aí. Iates em valores estimados de pelo menos USD$ 7 milhões para cada um dos quatro sócios e vivendas, cuja sumptuosidade fez duplicar os valores para mais de USD$ 10 milhões. Tudo isso até contabilizado. Enganaram em Angola e já tentam outras ... - Figuras & Negocios

29 de agosto 2015 - às 09:06 ONDE ESTÁ A MASSA?Directores da Build Brasil/Angola estão no Brasil livres, a viver bem com certa quantia de dinheiro no bolso e sem nada a explicar sobre o que fizeram em Angola

A reportagem de Figuras & Negócios está intrigada. Afinal de contas, a publicação foi uma das primeiras a mostrar por completo o começo, o meio e o fim das aldrabices perpetradas por seis brasileiros que, do nada, aportaram em Luanda com o objectivo – ao menos no papel- de fazer vivendas de alta qualidade a um preço para lá de interessante. 

(..) No entanto, quem foi lesado não esquece. “Roubaram o meu dinheiro que custou a  ganhar  para comprar uma casa”, conta a funcionária da Sonangol Ludmilla Augusto Sebastião. - Ela, como tantos outros foram atraídos por um cartaz, cujo rei do  Futebol Pelé era o seu principal patrocinador. Nele dizia-se que estavam a venda casas, apartamentos e Lofts  a preços  baixos. A inscrição foi um sucesso e milhares  gastaram o seu dinheiro  com o objectivo de terem as suas casas. Perderam tudo!

O tempo passou e ninguém mais tocou no assunto. Um ano atrás o Ministério Público de Angola tentou avançar com a ideia de conhecer quem ajudou os empresários brasileiros aldrabões, mas tudo se perdeu no tempo. E parece que tanto as autoridades angolanas como as brasileiras – esses só sabem da história por informações da mídia ou de angolanos hoje moradores no Brasil que também foram ou tiveram parentes literalmente roubados, não dizem absolutamente nada.- Excerto de http://www.figurasenegocios.co.ao/content.aspx?ondeestaamassa

QUANDO O REGIME CORRUPTO DE ANGOLA FOR DERRUBADO OU CAIR DE PODRE – O ESTADO PORTUGUÊS, ENTRE OUTROS CALOTES, VAI  TER QUE SER A ALMOFADO DE OUTROS BURACÕES TIPO BPN, BANIFe BES ,– E UM DELES VAI SER A CONTROLINVESTE - Governo de Passos e Portas perdoou a Angola divida a Portugal de Milhões. - Sondagem dizia então que 

Angola é o segundo país mais corrupto do mundo....Portugal é o 3º pais mais corrupt


"Foram os meios e facilidades postos à disposição de A Mosquito pelo regime, eventualmente por intermédio de José Eduardo dos Santos, que alavancaram a sua ascensão. António Mosquito « Pitigrili

O empresário angolano António Mosquito, maior acionista da Controlinvete, do grupo que  também é dono do Dinheiro Vivo, foi  burlado por dois dos seus colaboradores mais próximos - Dois brasileiros, que lesaram centenas de famílias em Luanda, através de uma promoção feita pela mítica glória do futebol mundial - Antes disso, já  um português, um tal Paulo Sodré, havia vigarizado outras altas figuras do regime.
A ELITE EMPRESARIAL ANGOLANA AINDA NÃO SE  DEU CONTA DE  QUE O CAVAQUISMO, EM PORTUGAL, VOM O QUAL ANDARAM D BRAÇO DADOÉ TÃO DETESTADO COMO A PESTE NEGRA NA IDADE MÉDIA?

Luis Montez, sócio principal da Música no Coração-Sociedade Portuguesa de Entretenimento Ldaconsiderada de “risco comercial elevado” e de “crédito não recomendado”,  acusado de saneamento de jornalistas, demandas com o fisco, cliente de elite do BPN - Escândalo do século!  - Genro de um Presidente da República, sectário e hipócrita, detestado pela esmagadora maioria dos portugueses! - É assim que os empresários angolanos (honestos)  querem afirmar-se em Portugal e gozar de gerais simpatias? 

DIRIGENTES POLÍTICOS E EMPRESÁRIOS ANGOLANOS, QUEREM ESTAR AO LADO DOS DOIS POVOS IRMÃOS OU DE COSTAS VOLTADAS?

Empresário angolano António Mosquito, vítima de colossal burla - Mas parece não ter aprendido a lição- Depois de ter sido presa fácil de  uma burla "de grandeza considerada muito elevada" - A noticia não é recente mas tem perfeita atualidade - "A burla terá sido praticada por um ex-gestor do seu grupo empresarial Mbakassy & Filhos que também terá lesado a Endiama, empresa nacional de diamantes de Angola – com a qual Mosquito também está envolvido num projecto de substituição da Sociedade Mineira do Lucapa, na exploração de diamantes – “em circunstancias não inteiramente apuradas”, mas, crê-se, ainda em maior escala. Empresário angolano António Mosquito foi vítima de burla ...dinheirovivo.pt 22/06/2013



A empresária angolana diz que já atingiu os seus objetivos relativamente à Zon. Controla agora 28,8% do capital  Isabel dos Santos investe mais 88 milhões na Zon «A mulher mais poderosa de Portugal é angolana - Portugal tem muitas mulheres importantes, algumas são ricas, poucas são poderosas. Uma é as três coisas. Tem 36 anos e não é portuguesa. É a angolana Isabel dos Santos.mulher mais poderosa de Portugal éangolana 



OS GRANDES FIGURÕES APRESENTADOS E PROPAGANDEADOS POR PELÉ

RICARDO BOER NEMETH. Pg. 1033. Judicial - 1ª Instância  PAULO MARINHO  Desde 2004, após 10 anos de experiência na PricewaterhouseCoopers, (…) Contamos com 4 escritórios: no Brasil em São Paulo, Campinas e Ribeirão Preto; e a partir de 2007 começando nosso escritório em Luanda - Angola, onde atuo como sócio responsável. Paulo Marinho | LinkedIn… Africa Today has made a visit to Quintas do Rio Bengo. It observed the works in progress, i. Quintas do Rio BengoStarter homes ... in the country



MOSQUITO PROMOVIDO A FIGURA DO ANO –É  PARA ISSO QUE SERVE SER DONO DOS JORNAIS – O DOIDO DO BERLUSCONI NUNCA TERIA TER SIDO PRIMEIRO-MINISTRO – E DURANTE  TANTOS ANOS –SE NÃO TIVESSE O PODER DE JORNAIS, RÁDIOS E TELEVISÕES – MAS DEU PARA VER QUE OS DITADORES TAMBÉM SE ABATEM


Alguma vez um Mosquito, sem outra qualidade que não seja a de se ter encostado como bengala do regime, seria elevado à condição de multimilionário? …Alguma vez ele seria distinguido como o empresário do ano, se não fosse pelo facto de passar a dispor das aramas dos media para silenciar a voz do seu Povo e dos portugueses que vivem ordeiramente do seu trabalho e não pactuam com a corrupção?



Como é do conhecimento público, "O grupo que detém o Diário de Notícias, o Jornal de Notícias, O Jogo e a TSF foi vendido a um fundo de capital de risco, liderado pelo empresário angolano António Mosquito que passará a deter mais de 50% do capital da  Controlinveste. (...)O jornal i adianta ainda que os novos donos do grupo de comunicação social ponderam a saída de 200 trabalhadores. A criação do fundo pode ainda implicar a venda de activos como o Jornal de Notícias, O Jogo e a TSF, para amortizar a dívida, continua o diário. Quanto ao DN, será alvo de uma “profunda reestruturação”.António Mosquito entra na Controlinveste Media e compra 67% Grupo que detém o DN, JN e TSF negociado com fundo angolano , com empréstimo do BES - Como foi à falência, ficaram com os jornais de borla.

Depois venderam uma fatia aos chineses   Expresso | Chineses vão ficar a mandar na dona do “DN” Com a máfia sediada em Angola  Expresso | Sequestros, homicídios, extorsão: máfia chinesa ataca em ...


ESTES FELIZARDOS QUE VIVEM À SOMBRA DO REGIME DE JOSÉ EDUARDO DOS SANTOS, NUNCA SE PERDEM - SE NÃO CERTAM NUMA COISA ACERTAM NA OUTRA Empresário António Mosquito considerado "MelhorEmpreendedor do Ano" em Angola

"Mbakassy à caminho da falência?" - Mosquito não teve sucesso no petróleo mas teve-o nos automóveis e diamantes: Empresa Mbakassy prevê obter seis milhões de dólares na venda – E que tal nos jornais? – Mais outro coveiro, se calhar, enquanto estiver na mó de cima ou lhe interessar mover os seus cordelinhos

PERCURSO DE UM EMPRESÁRIO, ALVO DE BURLAS E  DE FRACASSOS QUE PUSERAM QUASE À BEIRA DA FALÊNCIA MAS QUE LOGROU  SANEAR MERCÊ DO GUARDA-SOL DO REGIME CORRUPTO  DOS SANTOS

"O Grupo António Mosquito perdeu nos últimos 5 anos cerca de 100 milhões de dólares e pode estar à beira da falência. De acordo com o Jornal o Independente que veiculou a informação, quando se ficou a saber que António Mosquito Mbakssy tinha entrado para o negócio do petróleo, nada fazia prever que haveria de perder 100 milhões de dólares que o deixaria em dificuldades financeiras

Mbakassy à caminho da falência? 


António Mosquito não acerta nos poços
26-03-2005 | Fonte: Semanário Angolense

António Mosquito, patrão do Grupo Mbakassy & Filhos, deu-se bem no pequeno comércio. Triunfou na venda de adubos, pesticidas, tractores (de carros já nem se fala), mas a sua entrada no sector dos petróleos está a colocar-lhe contratempos com que não contava. Em boa verdade, ele pode estar a enfrentar a primeira grande contrariedade dos seus negócios.

Os investimentos feitos até aqui no bloco 33 - águas ultraprofundas - onde por via da sua companhia Falcon OIL Holding. SA, Foh, detém 10 por cento de um acordo de partilha de produção - Power Sharing Agreement - têm-se revelados infrutíferos, angustiantes, arrasadore
 António Mosquito não acerta nos poços - ANGONOTÍCIA

NÃO SE SAFOU NO PETRÓLEO MAS O DOS SANTOS DEU-LHE UMA MINA DE DIAMANTES -QUEM NÃO SE SAFA SÃO OS MILHARES DE CRIANÇAS A MORREREM DE FOME E POR FALTA DE ASSISTÊNCIA MÉDICA


Enquanto esses gananciosos  estoiram milhões em jornais (entre outras jogadas) para se promoverem e pavonearem a sua vaidade, branquearem a acção dos governantes que lhe servem de guarda-chuva para os seus negócios, quer em Angola quer em Portugal, silenciando vozes incómodas - Obviamente que o futuro do cavaquismo joga-se também em Angola: quando o regime corrupto de José Eduardo dos Santos, cair de podre ou for derrubado, é suposto que o cavaquismo corrupto também leve a sua machadada


"5 . A “paixão” de A Mosquito é, porém, pelo sector mineiro – diamantes em especial. A inclinação foi conhecida há cerca de 15 anos, quando ante uma hipótese de alienção da participação da SPE-Sociedade Portuguesa de Empreendimentos na SML-Sociedade Mineira do Lucapa se apresentou como candidato ao negócio. – Mais pormenores das suas façanhas e António Mosquito « Pitigrili


-PLURALISMO AMEAÇADO PELA QUADRILHA DE BELÉM E DE SÃO BENTO -

O consultor político do Presidente da República 
Fernando Lima considera que "uma informação não domesticada constitui uma ameaça com a qual nem sempre se sabe lidar" e reconhece que a mediatização afecta o trabalho dos governantes.Uma informação não domesticada constitui uma ameaça .




Cavaco vetou a lei do pluralismo e da não concentração dos meios de comunicação social, aprovada na Assembleia da República -Cavaco Silva veta lei do pluralismo e da não concentração dos ... Alegando não haver motivo que justifique a urgência na publicação de um diploma desta natureza e deste alcance. Pudera! - Frio e calculista como é, já  estava a preparar o terreno aberto ao genro.

Fisco executa Montez - Economia SE FOSSE O CIDADÃO COMUM, JÁ ESTAVA ATRÁS DAS GRADES.  -COM ACÇÕES NO TRIBUNAL E COTADO DE RISCO ELEVADO


Nome MUSICA NO CORAÇÃO - SOC.PORTUGUESA ENTRETENIMENTO, SOC.UNIPESSOAL,LDA.com sede na  Rua Viriato Nr. 25 2º.Dtº, Localidade Lisboa; Código Postal 1050-234 LISBOA; Nº Contribuinte 502704837, Início Actividade 1991-11; Exporta Não; Importa Não; Regista Acções Cíveis Publicadas nos últimos 5  anos Sim;  Certificação deQualidade Não; Score @Rating  2 / 10 - Risco Elevado. Pedidos nos últ. 12meses 11-Excertos dRelatório InfoCrédito Plus - Scribdpt.scribd.com/doc/99448782/Untitled 7 jul. 2012



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Banca dá perdão a grupo de Oliveira A Controlinveste vai ver a sua dívida bancária reduzida de 300 para 70 milhões de euros, no âmbito do plano de ‘salvação’ do grupo que controla o ‘Diário de Notícias’, o ‘Jornal de Notícias’, o desportivo ‘O Jogo’ e a rádio TSF, entre outros, revela o ‘Jornal de Negócios’.

TUDO DECIDIDO DESDE SETEMBRO - Empresário angolano representa Carlos Dias, da Sonangol, e Manuel Vicente, actual vice-presidente. Ricardo Salgado escolheu Luís Montez

A reestruturação da Controlinveste, proprietária do "Diário de Notícias", "Jornal de Notícias", "Jogo" e da rádio TSF, passa pela entrada no capital do grupo dos bancos BCP e BES, principais credores, do empresário angolano António Mosquito e de Luís Montez, dono de várias rádios e accionista do grupo que comprou recentemente ao Estado o Pavilhão Atlântico.BCP e BES garantem Mosquito e Montez na Controlinveste |

Bancos, Mosquito e Montez assinam memorando com Oliveira 



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