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Entre outros assuntos, falo da escalada ao Pico Cão Grande e das minhas aventuras em canoas – Visam defender a teoria de que antigos povos africanos, podiam ter sido os primeiros povoadores das Ilhas do Golfo da Guiné, antes dos colonizadores – Parti à meia-noite, disfarçado de pescador, ligando a ilha do Príncipe. Para me orientar, uma rudimentar bússola – A canoa era minúscula, à segunda noite adormeci: rolei na escuridão das vagas. No regresso fui distinguido com sopapos da policia salazarista, enviado para os calabouços – Cinco anos depois, numa piroga maior, fiz a ligação São Tomé-Nigéria. Partindo igualmente à noite, 13 dias depois atingia uma praia de Calabar, tendo sido detido 17 dias por suspeita de espionagem. - No mesmo ano, já com São Tomé e Príncipe independente, tentei a travessia São Tomé ao Brasil, usando os mesmos recursos. Além de pretender reforçar a minha teoria, desejava evocar a rota da escravatura e repetir a experiência de Alain Bombard. Porém, quis a ironia do destino que vivesse a difícil provação de um naufrágio de 38 longos dias, tendo aportado numa praia de Bioko (Bococo)onde fui recambiado para a famosa prisão de Black Beach

quinta-feira, 27 de julho de 2017

Arroz de plástico da Tailândia em Angola, depois da Nigéria? – Nada que surpreenda - Candongueiro criminoso não desarma - : depois da Nigéria, o ano passado, ter feito a apreensão de 100 toneladas, aí está a vaga da imundice do comércio selvagem oriental com a conivência da selvajaria liberal do lucro fácil e imediato - E toda a gama de milhos transgénicos e quinquilharias, com terríveis consequências poluidoras na qualidade de vida humana no planeta

Jorge Trabulo Marques - Jornalista - Informação e análise

Mas o que ainda esperam as autoridades angolanas? Não viram o que se passou, no final do ano, na Nigéria? – Há que estar vigilante e não abrir as alfândegas a toda a porcaria oriental - “O Ministério do Comércio de Angola apreendeu 12.591 sacos de arroz, importado da Tailândia, na sequência de denúncias nas redes sociais e de alguns consumidores, que alegam que o produto é feito de plástico.

Angola investiga se arroz importado da Tailândia é de plástico - O Ministério do Comércio de Angola apreendeu 12.591 sacos de arroz, importado da Tailândia, na sequência de denúncias nas redes sociais e de alguns consumidores, que alegam que o produto é feito de plástico
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Segundo o diretor nacional de inspeção do Ministério do Comércio, Heleno Antunes, trata-se do arroz de marca Cordão Azul, que está a ser a analisado em laboratório, para ser aferida a sua qualidade.

O mesmo responsável referiu que o produto foi apreendido a um único importador, estando a ser igualmente realizado o rastreio desse tipo de arroz aos revendedores. Angola investiga se arroz importado da Tailândia é de plástico | jn.



DEPOIS DA NIGÉRIA – AÍ ESTÃO OS EFEITOS NEFASTOS  DA PESTE LIBERALIZADORA, DESGARRADA E SEM CONTROLO?

Em Dezembro do ano passado, por altura do Natal, “a Nigéria apreendeu mais de 100 sacos de plástico de arroz contrabandeados para o país, onde os preços dos alimentos básicos estão chegando aos feriados de Natal e Ano Novo.

Um suspeito foi preso ao longo do transporte de 102 sacas do arroz falso, que os funcionários alertaram que quarta-feira era perigoso para o consumo humano”, em sacos de 50 quilos, com a marca de "Melhor Arroz de Tomate",

 "Nós fizemos uma análise preliminar do arroz plástico. Depois de fervendo, ficou pegajoso e só Deus sabe o que aconteceria se as pessoas o consumissem", disse o condutor da área Ikeja, Mohammed Haruna”. http://www.dailymail.co.uk/wires/afp/article-

VIDA HUMANA TRANSFORMADA EM MOEDA DOS CRIMINOSOS  GLUTÕES  DO VIL METAL

O que se espera de países, onde nada se perde e tudo se transforma? Onde as populações são tratadas, como mera carne de canhão, para gula do liberalismo selvagem, sem moral, sem ética e sem escrúpulos.

Os países ocidentais invadem, com toda a gama de bagatelas, os mercados africanos, europeus e sul-americanos, destruindo o comércio local, depois  das fábricas se terem deslocalizado para esses países,  na mira de mão-de-obra escrava: a culpa não é desses países, que no que pensam é exportar toda a porcaria que produzem. Poluindo os seus rios, tornando as suas águas podres e mortas e agredindo a atmosfera com toneladas de fumaça, que, por sua vez, além de tornarem irrespirável o ambiente para os seus habitantes, provocam profundas alterações atmosféricas no resto do planeta, com terríveis  consequências que saltam bem à vista: verões com temperaturas elevadíssima, que incendeiam e destroem vasta áreas, alternadas com chuvadas torrenciais ou frios gélidos, que matam toda a variedade de aves e animais

Quem é que poe cobro estas selvagens agressões e   fecha a torneira a estas selvajarias de despejos e de imundice comercial, que invade o planeta por traficantes, sem vergonha e sem escrúpulos

CANDONGUEIRO SEM VERGONHA NÃO SE IMPORTA DE MATAR, QUER É LUCRAR ,  NUNCA DESISTE DE ENFIAR DINHEIRO FÁCIL NA CARTEIRA

A Nigéria proibiu as importações de arroz, pois busca aumentar a produção local.
Haruna disse que o arroz plástico deveria ser vendido antes das festas de Natal e Ano Novo, com o preço do popular grampo nigeriano atingindo o telhado por causa da inflação galopante.O serviço aduaneiro enviou o arroz falso para a Agência Nacional de Administração e Controle de Alimentos e Drogas para análise

TRANSGÉNICOS  - UMA DA MUITAS AGRESSÕES

Países orientais cultivam milho transgênico ilegalmente, diz Greenpeace - Apesar de país investir na tecnologia, cultivo comercial não está liberado.
Pequim precisa garantir o abastecimento de alimentos para sua população.


06/01/2016 09h48Pequim tem investido biliões de dólares para desenvolver culturas transgênicas visando garantir o abastecimento de alimentos para sua população de 1,4 bilhão pessoas, mas ainda não aprovou o cultivo comercial em meio a um sentimento local contra organismos geneticamente modificados.

A denúncia parece confirmar preocupações de que Pequim não será capaz de supervisionar o plantio de culturas transgénicas, quando o cultivo comercial for permitido, levando problemas na segregação de produtos geneticamente modificados e convencionais.
No seu relatório, o Greenpeace disse que 93% das amostras colhidas no ano passado em campos de milho em cinco condados da província de Liaoning, importante região produtora da China, testaram positivo para transgênicos. http://g1.globo.com/economia/agronegocios/noticia/2016/01/chineses-cultivam-milho-transgenico-ilegalmente-diz-greenpeace.html

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