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Entre outros assuntos, falo da escalada ao Pico Cão Grande e das minhas aventuras em canoas – Visam defender a teoria de que antigos povos africanos, podiam ter sido os primeiros povoadores das Ilhas do Golfo da Guiné, antes dos colonizadores – Parti à meia-noite, disfarçado de pescador, ligando a ilha do Príncipe. Para me orientar, uma rudimentar bússola – A canoa era minúscula, à segunda noite adormeci: rolei na escuridão das vagas. No regresso fui distinguido com sopapos da policia salazarista, enviado para os calabouços – Cinco anos depois, numa piroga maior, fiz a ligação São Tomé-Nigéria. Partindo igualmente à noite, 13 dias depois atingia uma praia de Calabar, tendo sido detido 17 dias por suspeita de espionagem. - No mesmo ano, já com São Tomé e Príncipe independente, tentei a travessia São Tomé ao Brasil, usando os mesmos recursos. Além de pretender reforçar a minha teoria, desejava evocar a rota da escravatura e repetir a experiência de Alain Bombard. Porém, quis a ironia do destino que vivesse a difícil provação de um naufrágio de 38 longos dias, tendo aportado numa praia de Bioko (Bococo)onde fui recambiado para a famosa prisão de Black Beach

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Tropas Ruandesas cercam Parlamento Santomense – Democracia de S. Tomé e Príncipe amordaçada, no mesmo dia em que a Policia do ditador Paul Kagame, amigo de Patrice Trovoada, eleito por quase 99% dos votos, no passado dia 4 de Agosto, em monstruosa farsa eleitoral, continua a mover perseguição feroz aos opositores: Diane Shima Rwigar, excluída de se candidatar às presidenciais, está desaparecida, depois de uma busca policial a sua casa, terça-feira à noite – Filha de Assinapol Rwigara, morto em 4 de Fevereiro de 2015, em Gacuriro, Kigali, denunciou o "assassinato" a mando do regime de Paul Kagame - Desde aquele trágico episódio, distanciou-se da Frente Patriótica Ruandesa ( RPF ), a do Presidente Kagame.


 Jorge Trabulo Marques - Jornalista - Informação e análise

31-08-2017 DIANE SHIMA RWIGARA·QUINTA-FEIRA, 31 DE AGOSTO DE 2017 -Mouvement Pour le Salut du Peuple (Itabaza)

S. Tomé - 31-08-2017
Ruanda  - 31-08-2017
MAS QUE ESTRANHA E APAVORANTE COINCIDÊNCIA  - No mesmo dia em que são postadas graves denúncias  no Facebook, denunciando arbitrariedade no Ruanda,  tomámos também conhecimento  de imagens e comentários preocupantes, igualmente através desta mesma rede social, dando conta, de que, esta tarde,  os seguranças do Primeiro-ministro, coadjuvados pelas  tropas Ruandesas cercaram o Palácio dos Congressos, casa parlamentar santomense, num exercício de simulação do cerco ao Parlamento, em que alguns Deputados foram revistados e os lideres das duas bancadas da oposição Jorge Amado do MLSTP e Danilson Cotó do PCD, impedidos de entrarem na casa Parlamentar..

(atualização – Lideres do MSLTP-PSD e do PCD – Denunciarem em conferência de imprensa, do Assalto das Tropas Ruandesas ao Parlamento


Posteriormente à  noticia, que demos na tarde de Quinta-feira,  os partidos da oposição, em conferência de imprensa, partilhada pelo líderes parlamentares, Jorge Amado, pelo MLSTP-PSD e por Danilson Cotu,  do PCD, denunciaram o insólito episodio, , acusando o Governo do primeiro-ministro Patrice Trovoada de "ordenar o assalto" ao Palácio dos Congressos, onde funciona o Parlamento de São Tomé e Príncipe.




(...) O líder parlamentar do MLSTP diz ter sido "barrado" ao tentar entrar nas instalações do parlamento "por um grupo de militares que estavam sob orientação de instrutores do Ruanda". "Disseram-me que se quisesse entrar tinha que deixar ser revistado, eu e a minha viatura, não aceitei e entramos em discussão", explicou.
Jorge Amado acrescentou que depois de cerca de 15 minutos de discussão e após os militares que barravam a sua entrada "terem consultado o instrutor ruandês", foi autorizado a entrar no recinto do Parlamento, onde tinha uma reunião com outros membros da bancada do seu partido.

"Ao entrar na Assembleia Nacional dei conta que lá dentro estavam pelo menos 60 outros militares, 40% deles devidamente equipados e fardados com coletes à prova de bala, outra parte estava a paisana, mas armados de pistolas", acrescentou.
"Acho esse ato bastante preocupante, e quando acontece numa casa parlamente constitui ameaça a integridade física dos deputados, é algo com a qual a sociedade não pode conviver", salientou o líder da bancada parlamentar dos sociais-democratas em conferência de imprensa, em que estavam presentes representantes de todos os partidos da oposição, com e sem assento parlamentar.

"Ameaça à democracia" Outro deputado que passou pela mesma situação foi o líder parlamentar do Partido da Convergência Democrática (PCD), Danilson Cotu. "Isso é uma ameaça gravíssima à nossa democracia. Preocupa-nos sobremaneira e por isso nós estamos a chamar a atenção ao povo de São Tomé e Príncipe para que esteja atento", disse.
O PCD insta o Presidente são-tomense, Evaristo Carvalho, para "tomar medidas" sob pena de vir a ser responsabilizado pelas consequências destes atos - Excerto de http://www.dw.com/pt-002/oposi%C3%A7%C3%A3o-s%C3%A3o-tomense-acusa-governo-de-assalto-ao-parlamento/a-40337196

Declarações de Danilson Cotú - Lider da Bancada do PCD -

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Outros pormenores em  . “ Treino ruandês no parlamento provoca incidentes 
Téla Nón- (…) Danilson Cotu não aceitou a revista e teve que ficar na rua. Jorge Amado, que chegou mais tarde, também foi impedido de entrar no recinto parlamentar. «Fui barrado na porta de entrada. Os portões estavam acorrentados. Apareceu um militar a paisana, que me disse que eu não poderia entrar sem ser devidamente revistado, tanto eu como a minha viatura. Eu recusei, e disse-lhe que sou representante do povo e como representante do povo estou entrando para a minha casa, e que não posso ser revistado ao entrar para minha própria casa. Além disso não reconheço neles nenhuma legitimidade, uma vez que a Assembleia Nacional, tem um corpo de seguranças que está aqui para fiscalizar, proteger e defender a Assembleia Nacional. E não indivíduos fardados com um uniforme que não é usual na nossa força armada», explicou o líder da bancada parlamentar do MLSTP.. http://www.telanon.info/politica/2017/09/02/25185/treino-ruandes-no-parlamento-provoca-incidentes/

PATRICE DIZ QUE NÃO SE PASSOU NADA

Patrice : “Não se passou nada na Assembleia Nacional” «Não se passou nada na Assembleia Nacional», afirmou o Chefe do Governo, para depois explicar que «Trata-se apenas de um exercício que foi planeado». http://www.telanon.info/politica/2017/09/02/25184/patrice-nao-se-passou-nada-na-assembleia-nacional/


   

De recordar que a presença de um pelotão de 20 militares ruandeses, desde há mais de três meses, pedida a convite do Primeiro-Ministro, ao Presidente do Ruanda, entre outros acordos de cooperação, algo obscuros, já foi classificada, em recente debate parlamentar, pelo deputado Jorge Amado, líder da bancada parlamentar do MLSTP-PSD, como  presença de uma agressão terrorista – Pelos vistos, é para onde está a conduzir a desastrada e corrupta desgovernação do gabonês, Patrice Emery Trovoada.




Patrice e a esposa  no Palácio do Ditador do Ruanda 
Refere Jess Don Veiga, no Facebook, que, esta prepotente demonstração, é reveladora de  sinais claros de estar em marcha  uma ditadura vivida em São Tomé e Príncipe, referindo que, tal procedimento,  deixou os deputados irritados e num estado de choque, visto não terem sido previamente informados sobre a entrada das tropas no edifício da Assembleia Nacional.

São Tomé e Príncipe caminha à passos largos para implementação de um novo sistema de governação, onde o Poder executivo asfixia todos os outros órgão de poder, tornando as principais figuras hierárquicas do país, em paus-mandados e seguidores das doutrinas patricistas. – Acrescenta o comentário do mesmo cidadão santomense https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1490229381042997&set=gm.796651643847797&type=3&theater&ifg=1


HOJE MESMO - Comunicado de imprensa: 31-08-2017 DIANE SHIMA RWIGARA · QUINTA-FEIRA, 31 DE AGOSTO DE 2017 Movimento para a Salvação do Povo (Itabaza)



Caros ruandeses, passamos 23 anos sob um regime autoritário liderado pela Frente Patriótica Ruandesa, onde os ruandeses são presos, forçados ao exílio e mortos simplesmente por expressar suas opiniões contra o regime. O autoritarismo e a natureza coerciva do regime foram bem documentados por organizações respeitáveis, incluindo o Human Right Watch e o Departamento de Estado dos EUA.

Os líderes do RPF levaram Diane Rwigara a tomar medidas sem precedentes para concorrer às eleições presidenciais de 2017. Seus motivos deveriam fazer mudanças que a maioria dos ruandeses precisava desesperadamente. Essas mudanças incluem:

Diane Shima Rwigara 4 h ·

COMUNICADO DE IMPRENSA - 31-08-2017 DE: MOVIMENTO DE SALVAMENTO DE PESSOAS - ITABAZA
Companheiros de ruanda, passamos 23 anos sob um regime autoritário liderado pela Frente Patriótica Ruandesa, onde os ruandeses foram presos, forçados no exílio e mortos simplesmente por expressar suas opiniões contra o regime vigente. O autoritarismo e a natureza coerciva do regime foram bem documentados por organizações respeitáveis, incluindo Human Righ ...
Worms



Este desabafo está no FacebookA polícia veio em nossa casa em Kiyovu, Kigali hoje e tirou todos os membros da nossa família com eles. Não sabemos onde estão atualmente e não conseguimos nos juntar a nenhum deles durante todo o dia. Considerando a história da nossa família com o estado de Ruanda, tememos o pior e pedimos a todos os leitores deste post para agradar a maior pressão possível sobre o estado do Ruanda para libertar nossa família.

In memory of Assinapol Rwigara 1957-2015. My song “Armor” is dedicated to my cousins: Rwigass, Aristote, Arioste, Aristide, Anne, Diane and my beloved aunt Adeline Rwigara.

Este video foi mandado apagar pelo tirano que oprime o Ruanda 
 UM FEROZ DITADOR SANGUINÁRIO AO ATAQUE



Paul Kagame, que  venceu a reeleição em 4 de Agosto com mais de 98 por cento dos votos, embora sob a denúncia de  vários grupos dos direitos humanos      não somente de não ter permitido que a  oposição se manifestasse e pudesse valer os seus argumentos, como  também movendo-lhe feroz perseguição.

Além  de ter dificultado a candidatura aos seus opositores, impondo-lhes um prazo limitadíssimo para conseguirem as necessárias assinaturas,  instrumentalizou as forças policias, militares o e os media sob controlo absoluto para  os perseguirem e desacreditarem




Um dos exemplos, mais notórios, passou-se com a candidata, Diane Rwigara, desqualificada após alegadamente falhar coletar assinaturas suficientes – .  Pois de acordo com as recentes leis eleitorais do regime, os candidatos presidenciais independentes eram obrigados, no prazo de cinco dias,  a apresentar 600 assinaturas, pelo menos 12 de cada um dos 30 distritos do Ruanda, a fim de concorrer à Presidência- Como é que isso era técnica e humanamente possível?


Como se não bastasse, agora são as forças policias do regime, que assaltam a casa  de Diane Rwigara, conduzindo-a para local desconhecido   - Sob o pretexto de acusações de evasão fiscal e suspeita de forjar assinaturas durante seus esforços para qualificar-se como  candidata.

De recordar que, o regime de Paul Kagame, foi acusado de ter mandado assassinar o pai de Diane Rwigara, o empresário Assinapol Rwigara, ex-empresário que fez fortuna na indústria e no setor imobiliário. Desde aquele trágico episódio de sua vida, ela se distanciou da Frente Patriótica Ruandesa ( RPF ), a do Presidente Kagame

Rwigara é uma tutsi que nasceu em Kigali em 1981 e tem três irmãos. Seu pai, Assinapol Rwigara, um industrial que era um financiador chave da Frente Patriótica Ruandesa, foi morto em um acidente de carro na noite de 4 de Fevereiro de 2015, em Gacuriro, Kigali, acreditando-se  ter sido um assassinato a mando de Pul Kangame

Assinapol Rwigara,
Em 3 de maio de 2017, a sua filha, Rwigara anunciou a intenção de concorrer às eleições presidenciais.  Não tardou o regime a desacreditar a candidata, fazendo divulgar 72 horas depois, a manipulação de fotos com o seu marido.

Em 7 de julho de 2017, a Comissão Nacional Eleitoral desclassificou da eleição nós Rwigara, alegando que ela tinha usado assinaturas forjadas na sua candidatura presidencial e tinha apresentado apenas 572 assinaturas válidas, menos das  600 a exigidas.


Hoje - Após a exibição da manipulação de  fotos nua, a crítica feroz de Kagame agora está "desaparecido" After nude photos exposition, Kagame's fierce critic now goes 'missing ...Gun drama as police tried to block Nasa principal from Supreme Court .
After nude photos exposition, Kagame's fierce critic now goes 'missing ... há 3 horas - The woman whose nude photos were leaked after she announced her intentions tochallenge President Paul Kagame in Rwanda's presidential ...Nude photos of Rwanda's female presidential candidate leaked ......Traduzir esta página
07/05/2017 

EDITAMOS ESTAS IMAGENS E COMENTÁRIOS NO PASSADO DIA 20 DE AGOSTO, NESTE SITE, COM ESTE TÍTULO Patrice Trovoada – Pressionou o Bispo da Diocese de  S. Tomé e Príncipe a cortar programas de debate plural e informativo na   Rádio Jubilar – Estação  radiofónica Católica, desde há vários anos    Dom Manuel dos Santos, cumpriu fielmente as ordens do ditador santomense, tal como cumprira em situações anteriores,  depois veio com uns versos na sua página do Facebook a proclamar: “Tenho medo dos vendedores de democracia/que sacrificam no altar da liberdade quem não pensa como eles” – Os versos desencadearam uma tempestade de reações –






Sob a mais apertada e musculada vigilância policial e militar, controlo e censura dos media, Kagame ganhou facilmente um 3º mandato no que ele chamou de "uma formalidade”
Os Estados Unidos, puseram em causa a votação que elegeu, com quase 99% dos votos, , Paul Kagame, o Presidente em exercício há 23 anos, denunciando que o processo eleitoral foi perturbado pelas irregularidades observadas durante a votação"

A chamada coroação de Paul Kagame, teve lugar no passado dia 18, no Estádio Nacional Amahoro, engalanado para o efeito, contou a presença de vários Chefes de Estado, de enviados diplomáticos e chefes de organizações multinacionais. - E, naturalmente, como não podia deixar de ser, também com a presença vaidosa do Primeiro-Ministro de S. Tomé e Príncipe, Patrice Trovoada - Que, uma vez mais, marginaliza as altas funções do Presidente Evaristo Carvalho

ELEIÇÃO VICIADA E SOB FORTE REPRESSÃO


Antes das eleições, Um relatório da Amnistia Internacional denunciou, que, duas décadas de ataques à oposição política, aos meios de comunicação independentes e defensores dos direitos humanos,  criaram um clima de medo em Ruanda antes das eleições,  não permitindo que o debate genuíno e diversas opiniões fossem expressas livremente .

A República Dominicana Ruandesa assumiu o poder há 23 anos, os ruandeses enfrentaram obstáculos enormes, e muitas vezes mortais, para participar da vida pública e expressar críticas às políticas governamentais. "Os assassinatos e desaparecimentos em 2017 precisam ser colocados no contexto de muitos anos de violência similar, para os quais ninguém ainda foi responsabilizado. Nessa atmosfera arrependida, não é surpreendente que os futuros críticos do governo pratiquem a autocensura e que o debate político seja limitado antes das eleições ".

O relatório documenta como os políticos da oposição, os jornalistas e os defensores dos direitos humanos enfrentaram restrições aos seus direitos à liberdade de expressão, associação e reunião pacífica nas duas décadas desde o genocídio. Eles foram presos, atacados fisicamente - até mortos - e forçados ao exílio ou ao silêncio.

Casos recentes - No caso mais recente, Jean Damascene Habarugira, um representante do partido local da oposição não registrada do Partido Democrático Unido (FDU-Inkingi) faleceu depois de ser convocado para conhecer um funcionário responsável pela segurança da aldeia.

A história de repressão política de Ruanda, os ataques contra figuras da oposição e as vozes dissidentes no contexto de eleições anteriores, sufocam o debate político e fazem com que aqueles que falem pensem duas vezes antes de assumir o risco

Os candidatos presidenciais potenciais às eleições também foram alvo de repressões . Em 3 de maio de 2017, Diane Rwigara anunciou que representaria a Presidência como candidata independente. Nos meses que antecederam a declaração de sua candidatura, Diane Rwigara tinha sido sincera sobre questões como a pobreza, a injustiça, a insegurança e a falta de liberdade de expressão. Poucos dias depois, ela anunciou sua candidatura, fotos nulas dela foram vazadas e circuladas nas mídias sociais, no que muitos consideravam uma campanha de difamação.

Diane Rwigara e Philippe Mpayimana, outros candidatos presidenciais, ambos queixaram-se de que seus representantes haviam enfrentado assédio e intimidação ao coletar as assinaturas necessárias para sustentar sua nomeação. A Comissão Nacional Eleitoral não os incluiu na lista provisória de candidatos qualificados, dizendo que seus documentos estavam incompletos. Eles receberam cinco dias para finalizar sua papelada. 

Jornalistas, sociedade civil visada - O governo ruandês também suprimiu a liberdade de mídia. Jornalistas foram presos, assediados e até mortos, e muitos foram forçados a exilar ao longo dos anos. Em 2016, pelo menos três jornalistas foram detidos após investigar questões delicadas, como corrupção ou possíveis mortes suspeitas.

Os defensores independentes de direitos humanos que criticam a política do governo ou são percebidos como opositores ao governo enfrentaram diferentes formas de ataques e restrições no Ruanda. As ONGs estão sujeitas a procedimentos de registro onerosos e onerosos. A carga nebulosa de promover a "ideologia do genocídio" foi cobrada nas organizações internacionais e nacionais de direitos humanos que criticam o governo.


"A história de repressão política de Ruanda, ataques contra figuras da oposição e vozes dissidentes no contexto de eleições anteriores, sufoca o debate político e faz com que aqueles que falem pensem duas vezes antes de assumir o risco", disse Muthoni Wanyeki.
caminho para os políticos! 

Assim mesmo, entre outras graves acusações, feitas por  no Facebook, por um destacado operacional, que aqueceram o último debate parlamentar na Assembleia Nacional de S. Tomé  -O Sr. Patrice Trovoada; tu lembras-te que tens compromissos!... Eu tenho cartas assinadas pela tua secretária, pelo teu Gabinete, para eu trazer investidores a S. Tomé, pelo qual, eu fiz, eu trouxe! Gastei tempo, gastei dinheiro! Fiz compromissos  com os meus parceiros internacionais, que trouxe!... Gastei dinheiro nas viagens!... Acomodação!.. Com provas  que o Senhor é que me mandou trazer investidores para S. Tomé: quem vai pagar esses gastos todos!

O Sr. Tem vários compromissos connosco!... O Sr. disse-nos que, depois do Senhor estar no poder – e nós apoiámos o Senhor para estar no poder – nos iria dar a parte dos negócios: aqueles negócios que nós poíamos fazer! E o Senhor não cumpriu!
O Sr. tem que lembrar… O plano do Sr. depois do Golpe de Estado era para assassinar o ex-presidente Fradique Menezes! … Às ordens do Sr.tem que lembrar que tem compromissos connosco a dizer para nós assassinarmos o Óscar de Sousa! – O que nós negámos

O Sr. tem que lembrar!... O Sr foi a fonte  da destruição dos 12: o Sr, infiltrou no nosso grupo e destruiu os Búfalos!
O Sr. disse-nos para deixar o caminho para os políticos! Para ti


Fradique Menezes
Mao Tse Tung e M. Pinto da Cotsa
Presença de uma musculada milícia do Ruanda, em S. Tomé, causa medo e é tomada como um ato terrorista pela oposição - Patrice Trovoada, financiador e mandante assassinatos políticos do Golpe de Estado de 16 de Julho 2003 – Acusa operacional no facebook - Como é que podemos conviver com esta situação? Quando, abertamente, publicamente! Aparece alguém a dizer  que foi convidado para assassinar o Presidente Fradique Menezes? Como é que podemos conviver com isto?  - Questionava, entre outras preocupantes observações,o líder da bancada do MLSTP, Jorge Amado, que, entre outras questões, colocadas

Patrice Emery Trovoada, the Prime Minister of São Tomé and Príncipe, on arrival at Kigali International Airport Thursday





Patrice Emery Trovoada, the Prime Minister of São Tomé and Príncipe, on arrival at Kigali International Airport Thursday

Patrice Trovoada, obviamente que não podia deixar de faltar neste canaval mediático a coroação do ditador Ruandês - O papel da representação santomense estaria mais talhado para o Presidente Evaristo Carvalho, mas.é claro,  nem um  Primeiro-Ministro, corrupto e oportunista, deixaria de perder esta oportunidade para  outros negócios e estratégias mais do foro do Empresário misterioso,  num país dos genocídios

O QUE VAI PELO RUANDA - É IGUALMENTE ALARMANTE 

NOTICIAS DE HOJE - Rwanda police probes Diane Rwigara, family for alleged tax evasion, forgery WEDNESDAY AUGUST 30 2017

Rwanda police has said it is carrying out investigations into suspected tax evasion and forgery involving one of President Paul Kagame’s fierce critic, Diane Rwigara. - Officers raided her family home on Tuesday evening at the upscale suburb of Kiyovu in the capital Kigali, the police said on Wednesday.

Oficiais invadiram a casa da família na terça-feira, no subúrbio de Kiyovu, na capital Kigali, informou a polícia nesta quarta-feira.

Theos Badege, o porta-voz da polícia, disse ao EastAfrican que as investigações preliminares estão sendo realizadas antes que um caso possa ser aberto contra ela e sua família.

Ele dissipou as alegações de que ela havia sido presa. "Ela não está sob prisão e nem are'any de seus membros da família", disse ele, acrescentando que "o que é verdade é que realizamos uma pesquisa legal em sua casa, à procura de provas é de duas crimes -. Utilizando documentação falsa e evasão fiscal"

Crianças-soldados no Exérciro Ruandês

A mídia local havia relatado anteriormente que ela havia sido levada a custódia junto com sua mãe. " Eu não posso confirmar nem negar que eles foram presos ", disse Rwagatare em janeiro, disse o advogado da família quando contatado pelo The EastAfrican.

O telefone da Sra. Rwigara estava desligado quando o EastAfrican tentou alcançá-la.
A polícia diz que a Sra. Rwigara, de 35 anos, está sendo investigada por suposto uso de assinaturas falsas durante sua oferta presidencial. Ela foi desclassificada das eleições de 4 de agosto que o presidente Kagame ganhou com uma vitória esmagadora.

A família do falecido Kigali magnate, Assinapol Rwigara, também está sendo sondada por suspeita de evasão fiscal.A família tem negócios na indústria imobiliária e fabricação de tabaco.

(..) A Sra. Rwigara, que lançou um movimento de direitos após a tentativa presidencial fracassada, é uma feroz crítica do presidente Kagame, muitas vezes acusando seu governo de restringir as liberdades de expressão, mídia e espaço político.


Assassinado pelo regime ruandês 
Rwigara lança agora o movimento pelos direitos Humanos. Se for dada como  culpada, a Sra. Rwigara poderá enfrentar mais de cinco anos de atraso em relação aos supostos crimes.
De acordo com o código penal de Ruanda, a falsificação atrai cinco a sete anos de prisão e uma multa de Rwf3 milhões.
Da mesma forma, a evasão fiscal atrai pena de prisão de seis meses a dois anos e uma multa igual às taxas evadidas. – Extraído de http://www.theeastafrican.co.ke/news/Rwanda-police-Diane-Rwigara-tax-evasion/2558-4076728-atbuknz/index.html

Rwanda police probes Diane Rwigara, family for ... - The East African

Rand notes
Nzimande condena o erro de pagamento R14

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