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Entre outros assuntos, falo da escalada ao Pico Cão Grande e das minhas aventuras em canoas – Visam defender a teoria de que antigos povos africanos, podiam ter sido os primeiros povoadores das Ilhas do Golfo da Guiné, antes dos colonizadores – Parti à meia-noite, disfarçado de pescador, ligando a ilha do Príncipe. Para me orientar, uma rudimentar bússola – A canoa era minúscula, à segunda noite adormeci: rolei na escuridão das vagas. No regresso fui distinguido com sopapos da policia salazarista, enviado para os calabouços – Cinco anos depois, numa piroga maior, fiz a ligação São Tomé-Nigéria. Partindo igualmente à noite, 13 dias depois atingia uma praia de Calabar, tendo sido detido 17 dias por suspeita de espionagem. - No mesmo ano, já com São Tomé e Príncipe independente, tentei a travessia São Tomé ao Brasil, usando os mesmos recursos. Além de pretender reforçar a minha teoria, desejava evocar a rota da escravatura e repetir a experiência de Alain Bombard. Porém, quis a ironia do destino que vivesse a difícil provação de um naufrágio de 38 longos dias, tendo aportado numa praia de Bioko (Bococo)onde fui recambiado para a famosa prisão de Black Beach

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Celebração do Equinócio do Outono em Fabuloso Calendário Pré-histórico - aldeia de Chãs - V. Nova de Foz Côa


MARAVILHA FABULOSA  DA PRÉ-HISTÓRIA - Saudamos hoje o primeiro dia do Outono, à semelhança do que já vem sendo tradicional nos Templos do Sol, numa manhã claríssima e brilhante, com a participação de um amável grupo de amigos, em cerimónia simples mas prenhe de esplendor e de significado – Nomeadamente, António Pimentel Lourenço; José Maurício Lebreiro;   José Andrade, Manuel Luzio, Miguel Sá Menezes, eu próprio, coordenador do evento e autor da descoberta dos alinhamentos sagrados existentes na área. 



Momentos da Celebração do Equinócio do Outono, hoje, dia 22, às 08.00 da manhã, frente ao altar sacrificial da Pedra de Cabeleira de Nossa Sra, arredores da aldeia de Chãs, Maciço dos Tambores, no concelho de Vila Nova de Foz Côa - Numa cerimónia simples, mas prenhe de esplendor e magia,  precisamente no momento em que a graciosa gruta em forma semicircular era atravessada pelos raios solares do nascer do sol.
Com poemas de José Augusto Margarido, poeta nado e criado nestas terras,  e um outro do antigo Egipto, evocando o Olho de Hós, de autoria do faraó Faró Akhenaton –

Aqui lhe deixamos a imagem de uma das mais surpreendentes maravilhas herdadas das antigas civilizações do megalitismo, dos raríssimos calendários solares, que ainda persistem da pré-história –


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