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Entre outros assuntos, falo da escalada ao Pico Cão Grande e das minhas aventuras em canoas – Visam defender a teoria de que antigos povos africanos, podiam ter sido os primeiros povoadores das Ilhas do Golfo da Guiné, antes dos colonizadores – Parti à meia-noite, disfarçado de pescador, ligando a ilha do Príncipe. Para me orientar, uma rudimentar bússola – A canoa era minúscula, à segunda noite adormeci: rolei na escuridão das vagas. No regresso fui distinguido com sopapos da policia salazarista, enviado para os calabouços – Cinco anos depois, numa piroga maior, fiz a ligação São Tomé-Nigéria. Partindo igualmente à noite, 13 dias depois atingia uma praia de Calabar, tendo sido detido 17 dias por suspeita de espionagem. - No mesmo ano, já com São Tomé e Príncipe independente, tentei a travessia São Tomé ao Brasil, usando os mesmos recursos. Além de pretender reforçar a minha teoria, desejava evocar a rota da escravatura e repetir a experiência de Alain Bombard. Porém, quis a ironia do destino que vivesse a difícil provação de um naufrágio de 38 longos dias, tendo aportado numa praia de Bioko (Bococo)onde fui recambiado para a famosa prisão de Black Beach

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Drones de Espionagem do Ruanda, em voos disfarçados " levantam preocupações de segurança regional sob o pretexto de missões humanitárias, receando que que a nova frota possa encontrar aplicações militares. Os drones começaram a enviar missões estritamente humanitárias em julho ou agosto, mas um governo propenso a operações militares nefastas pode ser confiado com a tecnologia do drone? – Perguntam analistas . Em S. Tomé todas as ações da tropa ruandesa geram um profundo mal estar e desconfiança

Jorge Trabulo Marques - Jornalista - Informação e análise

presidente Paul Kagame, sob o pretexto de transporte de bolsas sangue que tem derramado




RUANDA QUER ESTAR NO TOP DO USO DE DRONES, SOB O PRETEXTO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS MÉDICOS E HUMANITÁRIOS, QUANDO O MESMO RUANDA SE INSURGIA QUE OUTROS PAÍSES OS UTILIZASSE,

."Os drones começaram a enviar missões estritamente humanitárias em julho ou agosto, mas um governo propenso a operações militares nefastas pode ser confiado com a tecnologia do drone

"A nova frota de drones de Ruanda levanta preocupações de segurança regional 

À medida que novas evidências emergem do patrocínio de rebeldes de Kigali em países estrangeiros, as nações da África Central preocupam-se de que a nova frota de drones do Ruanda possa encontrar aplicações militares. Os drones começam a enviar missões estritamente humanitárias em julho ou agosto, mas um governo propenso a operações militares nefastas pode ser confiado com a tecnologia do drone?

Esta é uma a questão, deveras preocupante, encarada  por alguns analistas internacionais e que tem sido comentada nas redes sociais,  Desde que começaram a ser modelos de inspiração para o nazismo hitleriano   As armas de guerra de Hitler eram inspiradas em discos voadores e, também, entre as duas grandes potências na  Guerra Fria - para já nao falar do seu uso generalizado nos cenários de guerra atual e nas mais diferentes missões.. jamais deixaram de ser encarados como objectos  perigosos  - Sobretudo quando usados por países tradicionalmente conflituosos

Tal é o exemplo das tropas ruandesas, instaladas em S. Tomé, que, desde há mais de três meses, continuam a gerar uma enorme desconfiança e um profundo mal-estar na população de um pais, que, embora sendo dos mais pobres e mais pequenos de África, tem-se caracterizado, no entanto, como dos mais pacíficos e ordeiros –  Porém, o Governo, liderado por Patrice Trovoada, tendo nascido e criado no Gabão, destituído de quaisquer laços afetivos  com o perfil das gentes destas maravilhosas ilhas, não só não tem contribuído  para o agravamento da pobreza, das  desigualdades e injustiças sociais, como insiste em atitudes de manifesta agressão, que só poderão ter semelhanças com o despotismo da famigerada repressão, em 3 de Fevereiro de 1953, no massacre do Batepá, liderado pelo então Coronel Carlos Gorgulho.



«Estamos prontos para garantir a nossa missão que é garantir a paz social, defender o nosso país e o nosso povo de todas as ameaças quer sejam internas, quer sejam externas», afirmações., recentes, no Palácio do Povo, de um soldado da guarda  UPDE, da guarda pretoriana do Primeiro-ministro e do Presidente da República, durante a apresentação do corpom da segurança do Estado que estão a ser treinados e acompanhados pelos militares ruandesesvMissão da Tropa Ruandesa em São Tomé é longa


 


Se o país não fosse um deles com a história do Ruanda em território regional, talvez não se suspeite de ter motivações para o governo de uma força aérea drone para fins humanitários. Por mais de uma década, a ONU divulgou evidências de que Ruanda era um patrocinador financeiro do grupo rebelde M23 que lutou contra o governo da vizinha República Democrática do Congo (RDC). Surgiram provas subseqüentes do Ruanda buscando desestabilizar a República Democrática do Congo, apoiando outras operações de insurgência. O motivo parece ser manter partes da RDC sem lei para contrabando a riqueza mineral considerável dessa nação para o enriquecimento de entidades estrangeiras, presumivelmente ruandesas.

Os vôos humanitários mostram o que os drones são capazes de se usar malévamente  -

O plano ruandês exige que o país tenha o primeiro "sistema autônomo" de aeronaves do mundo; isto é, aviões movidos por hélice que voam por conta própria sem pilotos humanos e são guiados por controladores terrestres distantes. A instigadora é uma empresa norte-americana, a Zipline, do Silicon Valley, de alta tecnologia da Califórnia, que forjou uma parceria com o ministério da saúde do governo, algumas ONGs médicas e a empresa de entrega global United Parcel Service (UPS). As entregas de pacotes por drones já estão sendo feitas pela UPS nos EUA.- Excertos de   Rwanda's new drone fleet raises regional security concerns

Drones in Rwanda: Might There Be a Hidden Agenda?

(...) . Quando as nações usam veículos aéreos não tripulados para reunir informações e pesquisar outros, coloca a soberania e a privacidade dessa nação em risco.

Esta é uma das principais razões pelas quais muitos países africanos estão relutantes em abrir suas fronteiras para o uso de drones, pois podem colocar informações sensíveis e confidenciais nas mãos de qualquer governo estrangeiro, que possa usá-lo para sua vantagem. Esta é a afirmação que envolve o uso de drones em Ruanda para o transporte de medicamentos, bem como a intenção de construir o primeiro porto de drones do mundo.



A empresa de inicialização dos EUA, Zipline, pretende transportar sangue, plasma e coagulantes em áreas rurais do oeste do Ruanda, a fim de eliminar os longos períodos de espera. O custo dessas operações é o mesmo que para a entrega atual via moto ou ambulância. Embora isso possa ser para o benefício do povo ruandês, a questão que se coloca é como esses drones serão regulamentados.
Como eles poderiam garantir que o uso dos drones é exclusivamente para o transporte de medicação e sangue e não para o propósito adicional de reunir inteligência do país ou de seus vizinhos?

Além disso, o que é interessante é que, de acordo com a Reuters, em 2013, o Ruanda se opôs abertamente à implantação dos drones da U.N. no Congo Oriental, dizendo que "a África não se tornará um laboratório para dispositivos de inteligência do exterior". No entanto, o presidente Kagame cedeu à idéia de abrir as fronteiras do país para drones, em nome da construção da paz. Assim, três anos depois, a nação não só está dando boas-vindas ao uso desses dispositivos, mas será o site do primeiro aeroporto mundial reservado exclusivamente para drones, cujas operações estão programadas para começar em 2020 Excerto de Drones in Rwanda: Might There Be a Hidden Agenda? | Opinion ...


USADOS NOS ATUAIS CONFLITOS  - (…) As forças iraquianas, que tem lutado IS desde meados de 2014, dizem que também usam drones. "Eles são particularmente úteis para obter informações sobre bases (IS)," Lt.-Gen. Anwar Hama Amin, o comandante da Força Aérea do Iraque, disse à VOA. https://www.voanews.com/a/military-drones-flood-war-skies-over-syria-and-iraq/3330150.html






Agora você pode ser escutado em qualquer lugar: Militar apresenta um drone de espião com tamanho de inseto com asas semelhantes a libélulas
O drone minúsculo tem quatro asas e quatro pernas para deixá-lo percorrer em superfícies Military unveils insect-sized spy drone with dragonfly-like wings | Daily 

O Pentágono implantou drones para espionar o território dos EUA para missões não militares na última década. (...) O relatório, que não forneceu detalhes sobre nenhuma das missões domésticas de espionagem, disse que o Pentágono toma a questão dos drones militares usado em solo americano "muito seria"Pentagon report justifies deployment of military spy drones over the U.S

PATRICE TROVOADA OPTOU PELA VIA MAIS AFRONTOSA E ERRADA DE GOVERNAR, PACIFICAMENTE, COM O POVO DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE E DIALOGAR  COM OS PARTIDOS DA OPOSIÇAO

Depois dos 9 partidos políticos da oposição, em meados de Agosto,  terem manifestado a sua firme determinação, em cerrarem fileiras contra a alegada tentativa do governo, de alterar o regime democrático no país, denunciando as atividades das tropas ruandesas que se estacionaram em São Tomé desde Maio passado, acusando a maioria parlamentar da ADI de estarem a treinar milícias do  Governo, com indivíduos que são militantes, ou simpatizantes, ou conhecidos do partido do governo. Oposição: “Tropas ruandesas estão a formar milícias da ADI e ..    Partidos da Oposição reuniram-se para analisar o vídeo de Peter, a mesma posição é agora também reforçada por um comunicado da UDD (…)  

....conhecendo o cidadão Patrice Trovoada, como ele próprio sabe que conhecemos e o que sabemos, nós da UDD, podemos dar-lhe mais um conselho Sr. Primeiro-ministro, que tenha calma, que tente enfrentar os problemas com ponderação e promova uma real estabilidade como é exigível a um Primeiro-ministro num Estado de Direito Democrático, apreendendo o ensinamento popular santomense: “Nganha cá zala pasa, ê ca bê oso men dê ni son.” 2. Quanto a questão da ocupação da Assembleia Nacional comandada por militares ruandeses, que impediram deputados da Nação de entrarem na Sede da Assembleia Nacional, espaço onde em situação de paz, nenhuma força militar ou paramilitar, salvo o comando da Policia Nacional afeto a segurança das instalações e dos deputados pode penetrar, seja qual for o pretexto, constitui o mais grave atentado a um órgão de soberania nacional, ate hoje perpetrado em S. Tome e Príncipe, configurando-se mesmo um verdadeiro “golpe de Estado”.

(..) Os deputados, líderes das bancadas da oposição MLSTP e PCD, foram impedidos de entrar no espaço da Assembleia Nacional, por homens armados e com uniforme de combate, que lhes apontavam armas e comandados por militares de uma força estrangeira, no caso, ruandeses. O Primeiro-ministro, Sr. Patrice Trovoada, veio a Televisão publica tentar explicar o inexplicável e assumir-se como o chefe de tudo e querendo passar a ideia de que nada de mal se havia passado na Assembleia Nacional, considerando de “nada” o triste episodio antipatriótico e atentatório da soberania nacional, o facto de representantes do Povo terem sido humilhados na Assembleia Nacional, por homens comandados por uma força de ocupação da nossa pátria. Os militares ruandeses estão ilegalmente no nosso País e a população santomense não os deseja no nosso solo pátrio.

 A Comissão Politica da UDD reafirma o seu firme propósito de tudo fazer até que as tropas ruandesas deixem o nosso território e alertamos toda a Comunidade Internacional, nomeadamente a CPLP, a União Africana,

(…) Por último, a Comissão Politica da UDD, não pode deixar de condenar a forma insultuosa, agressiva e inusitada como o Primeiro se dirigiu ao Bispo de S. Tome e Príncipe, Reverendíssimo D. Manuel António, nos órgãos Públicos de comunicação, chegando ao extremo de ameaçar com ações que perigam o excelente relacionamento que a nossa Nação sempre manteve com a Santa Sé, manifestando o Primeiro-ministro o desconhecimento que essas relações são históricas, profundas e que nunca poderão ser postas em causa pela atitude arrogante, intolerante e irresponsável de um Primeiro-ministro

Os fundamentos morais do nosso Estado alicerçam-se numa comunhão extrema com o cristianismo, sendo crente dessa religião a maioria da nossa população, o que não nos tem impedido de convivermos em paz e tolerância com outras religiões e credos. Não venha o Sr. Primeiro-ministro, pela sua intolerância e falta de cultura democrática querer fazer uma “guerra santa” contra a Igreja Católica. 

O povo santomense respeita o seu Bispo e entende que o papel da Igreja, entre outros, é o de promover a paz, a tolerância, a   luta contra as desigualdades sociais, o combate pela liberdade em todas as suas dimensões e a defesa dos valores sociais e humanos. Esses são alguns dos princípios que enformam o nosso Estado e que partilhamos com os nossos principais parceiros de desenvolvimento, razão pela qual aconselhamos o Sr. Primeiro-ministro a cultivar o espirito de respeito democrático, a não falar de forma insensata, a não fazer ameaças, muito menos ao Estado do Vaticano. Viva São Tomé e Príncipe Viva a Democracia Viva a UDD

OS DRONES TÊM SIDO USADOS EM S. TOMÉ -  EM TRABALHOS DE FOTOGRAFIA AÉREA - PORÉM, A ENTRADA DAS TROPAS RUANDESAS, VEIO FAZER DELES, OBJECTOS ESTRANHOS 

Hidroavião Não Tripulado Caiu No Atlântico – ‘Drone’ Fazia Testes Em São Tomé – C/Vídeo NewsAvia | Hidroavião não tripulado caiu no Atlântico – 'Drone' fazia ...e...

1.      26/04/2016 – Um avião não tripulado caiu esta terça-feira a cerca de 200 metros da Praia de Micoló, 15 quilómetros a norte da ilha de São Tomé, disse um técnico do Instituto Nacional de Aviação Civil (INAC) são-tomense.

"É um avião 'drone' com cerca de quatro a seis toneladas que se despenhou na zona de Micoló", afirmou Leopoldo Nascimento.

"É uma aeronave não tripulada, estava a efetuar voos de ensaio, dentro dos parâmetros estabelecidos pela empresa e em áreas que nós definimos para não por em risco a zona habitacional", acrescentou o técnico do INAC.Avião não tripulado cai em São Tomé - Jornal de Notícias

Drones realizam mapeamento 3D na Ilha do Príncipe. Confira! Drones realizam mapeamento 3D na Ilha do Príncipe. Confira!



22/08/2016  Felipe Spina, Gerente de Conservação da Biodiversidade Terrestre Internacional da Fauna e da Flora na Ilha de Príncipe – África, explica como drones e tecnologias de mapeamento 3D estão trazendo nosso conhecimento das florestas da ilha para o século 21


Localizada na costa oeste da África, a Ilha de Príncipe faz parte do arquipélago de São Tomé e Príncipe. Esta cadeia de ilhas é comparável a Galápagos em termos de espécies endêmicas (aquelas encontradas em nenhum outro lugar na Terra) e é impressionantemente rica em biodiversidade.Drones realizam mapeamento 3D na Ilha do Príncipe. Confira ...

22/08/2016  Felipe Spina, Gerente de Conservação da Biodiversidade Terrestre Internacional da Fauna e da Flora na Ilha de Príncipe – África, explica como drones e tecnologias de mapeamento 3D estão trazendo nosso conhecimento das florestas da ilha para o século 21

Localizada na costa oeste da África, a Ilha de Príncipe faz parte do arquipélago de São Tomé e Príncipe. Esta cadeia de ilhas é comparável a Galápagos em termos de espécies endêmicas (aquelas encontradas em nenhum outro lugar na Terra) e é impressionantemente rica em biodiversidade. Putting Príncipe back on the map with 3D technology | Fauna & Flora 

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