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Entre outros assuntos, falo da escalada ao Pico Cão Grande e das minhas aventuras em canoas – Visam defender a teoria de que antigos povos africanos, podiam ter sido os primeiros povoadores das Ilhas do Golfo da Guiné, antes dos colonizadores – Parti à meia-noite, disfarçado de pescador, ligando a ilha do Príncipe. Para me orientar, uma rudimentar bússola – A canoa era minúscula, à segunda noite adormeci: rolei na escuridão das vagas. No regresso fui distinguido com sopapos da policia salazarista, enviado para os calabouços – Cinco anos depois, numa piroga maior, fiz a ligação São Tomé-Nigéria. Partindo igualmente à noite, 13 dias depois atingia uma praia de Calabar, tendo sido detido 17 dias por suspeita de espionagem. - No mesmo ano, já com São Tomé e Príncipe independente, tentei a travessia São Tomé ao Brasil, usando os mesmos recursos. Além de pretender reforçar a minha teoria, desejava evocar a rota da escravatura e repetir a experiência de Alain Bombard. Porém, quis a ironia do destino que vivesse a difícil provação de um naufrágio de 38 longos dias, tendo aportado numa praia de Bioko (Bococo)onde fui recambiado para a famosa prisão de Black Beach

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Patrice Trovoada – Nega “assalto” ao Parlamento” pelas tropas ruandesas: o próximo exercício deverá ser à Catedral de S. Tomé para pregar um susto aos “pecados do Bispo” por uma tropa que se serve de crianças soldados nas suas fileiras, que o Departamento do EUA de combate ao tráfico de pessoas, denuncia como The Government of Rwanda does not fully meet the minimum standards for the elimination of trafficking

Jorge Trabulo Marques - Jornalista - Informação e análise 



MOBILIZAR TROPA RUANDESA  PARA ASSEGURAR PLANOS DE SEGURANÇA EM S. TOMÉ E PRÍNCIPE? - COM A TROPA DE UM PAIS QUE É DOS PIORES EXEMPLOS DE ÁFRICA?

Patrice Trovoada, diz que,  uma das missões destas forças de segurança é proteger os edifícios e que ´essas missões só podem ocorrer se houver um plano de segurança´.

É precisamente com tropas do Ruanda que se quer contribuir para melhorar e garantir a segurança das instituições democráticas de S. Tomé e Príncipe?  - Só na cabeça de loucos ou de governantes, com intuitos ocultos criminosos?

ATENTE-SE NESTAS GRAVÍSSIMAS DENÚNCIAS: EXPRESSAS NO RELATÓRIO SOBRE TRÁFICO DE PESSOAS EM 2017 -  Do Departamento de Estado dos E.U.A

U.S.Department OF State  The Government of Rwanda does not fully meet the minimum standards for the elimination of trafficking - Narrativa do país: Ruanda 2017 Trafficking in Persons Report Country Narrative: Rwanda  OFFICE TO MONITOR AND COMBAT TRAFFICKING IN PERSONS -2017 Trafficking in Persons Report

(...) Conforme relatado nos últimos cinco anos, o Ruanda é fonte, trânsito, país de destino para homens, mulheres e crianças sujeitas a trabalho forçado e tráfico sexual. As meninas e meninos ruandeses são explorados no serviço doméstico através de redes familiares alargadas; Algumas dessas crianças sofrem abuso físico ou sexual e não pagamento de salários.Meninas ruandesas e alguns meninos, alguns dos quais são estudantes do ensino médio entre 13 e 18 anos, são explorados em sexo comercial em hotéis, às vezes através da facilitação de proprietários de hotéis. 

Tropa Ruandesa - Téla Nón
Os grupos locais de direitos humanos informaram em 2016 que algumas meninas ruandesas no trabalho doméstico, que engravidaram e, assim, cessaram seus empregadores e incapazes de retornar às suas aldeias de origem, são posteriormente exploradas no tráfico sexual. Alguns homens, mulheres e crianças ruandeses são submetidos a tráfico sexual e trabalho forçado em trabalhos domésticos e setores agrícolas e industriais em destinos ao redor do mundo; 

Os principais destinos das vítimas ruandesas são o Uganda, a RDC e outras partes da África Oriental. As vítimas de Ruanda também são exploradas na servidão doméstica no Oriente Médio e no tráfico sexual na China.Em anos anteriores, as vítimas de Ruanda foram exploradas na África do Sul, Malásia, Estados Unidos e Europa. Em 2016, algumas meninas ruandesas foram forçadas a casar com homens na Tanzânia e podem ter experimentado a exploração sexual comercial através desses casamentos. 

O governo não investigou, perseguiu ou condenou qualquer criminoso do tráfico de crimes internos, apesar da presença de tráfico sexual e trabalho forçado no país. O governo não investigou as acusações credíveis em 2015 de que alguns funcionários militares e de segurança ruandeses eram cúmplices na facilitação do recrutamento de refugiados burundeses, incluindo crianças, em grupos armados e não responsabilizava os soldados responsáveis ​​por forças de defesa ruandesas (RDF) e o campo de refugiados pessoal para alegadamente facilitar a exploração sexual de crianças refugiadas congolesas em 2015. – Excertos de https://www.state.gov/j/tip/rls/tiprpt/countries/2017/271270.htm...2017 Trafficking in Persons Report Country Narrative: Rwanda

ONDE É QUE  ESTA HUMILHAÇÃO E SUBJUGAÇÃO DE TROPA ESTRANGEIRA, JÁ SE VIU A DEPUTADOS EM ELEIÇÕES SUFRAGADAS? Quem confere a credibilidade aos deputados são as tropas estrangeiras ou é o voto do Povo?... Quem é que deu conhecimento aos deputados do agressivo exercício?

(...) O líder parlamentar do MLSTP diz ter sido "barrado" ao tentar entrar nas instalações do parlamento "por um grupo de militares que estavam sob orientação de instrutores do Ruanda". "Disseram-me que se quisesse entrar tinha que deixar ser revistado, eu e a minha viatura, não aceitei e entramos em discussão", explicou.
Jorge Amado acrescentou que depois de cerca de 15 minutos de discussão e após os militares que barravam a sua entrada "terem consultado o instrutor ruandês", foi autorizado a entrar no recinto do Parlamento, onde tinha uma reunião com outros membros da bancada do seu partido.

Patrice Trovoada, chamuscado pelas suas arbitrariedades, tão claramente denunciadas, diz que o assalto ao Parlamento é uma “fantasia” da oposição; veio propagandear  de que trata-se, simplesmente, de um exercício que foi planeado pelas forças de defesa e segurança, nomeadamente da proteção de segurança da Presidência da República»

Planeado na cabeça de Trovoada, tal como planeou a entrada desse mesmo exército, ao arrepio das leis da Constituição – E já lá vão quase três meses . - 07/05/2017 – “Quase um pelotão de militares da República do Ruanda, chegou a São Tomé no último sábado. São 20 homens sobretudo oficiais militares, que vão permanecer no território são-tomense durante 2 meses, e para formar as forças armadas e de defesa de São Tomé e Príncipe em vários domínios”

“A oposição protestou contra a política do Governo que visa a promoção da cooperação militar com o Ruanda, sem que a casa parlamentar tenha conhecimento de qualquer acordo assinado entre os dois países no domínio da defesa.
A primeira condição, é a anuência que deve ser dada pela Assembleia Nacional e na segunda condição a constituição política exige que o Presidente da República reúna o conselho de Estado, para depois dar permissão para a entrada de tropas estrangeiras..
Da bancada parlamentar do maior partido da oposição, o MLSTP, foram disparadas várias acusações. MLSTP chamou a atenção para as acções “agressivas” das forças armadas do Ruanda na região africana dos Grandes Lagos.
Jorge Amado, líder da bancada parlamentar do MLSTP, manifestou preocupação pelo facto de tropas ruandesas virem formar as forças armadas são-tomenses. «Vão vir formar as nossas forças armadas na protecção das nossas fronteiras? As nossas fronteiras são a zona marítima, mas o Ruanda não tem fronteira marítima07/05/2017 Militares Ruandeses destacados em São Tomé com polémica | Téla ...

Ruanda: recrutamento, deserção e perseguição de soldados -(04.01.2017) Ruanda é um país africano sem litoral com uma história recente de guerra e conflito. (...) Este relatório examina as barreiras para deixar as forças armadas em Ruanda na última década. Baseia-se nos testemunhos de ex-soldados que desertaram o exército

Ruanda formou por última vez um exército rebelde para desestabilizar o Congo em 2012, quando os rebeldes M23 - o grupo também conhecido como Exército Revolucionário Congoleiro, liderado por Bosco Ntaganda - assumiram o controle da cidade oriental de Goma e ameaçaram marchar em direção à capital KinshasaDeixar o exército ruandês sem permissão oficial tem sérias conseqüências. Portanto, os soldados ficam com pouca escolha senão desertar. – Pormenores em -  https://en.connection-ev.org/article-2366 Rwanda: recruitment, desertion and prosecution of soldiers

TROVOADA SABE QUE O POVO O DETESTA – O DINHEIRO COMPRA VOTOS MAS NÃO COMPRA TUDO.

A televisão e a rádio estatais não expressam as opiniões do descontentamento que não sejam as da bajulação dos partidários do Governo - Mas. nas redes sociais, o panorama é muito diferente   - É raro verem-se elogios ao governo, bem pelo contrário: ´quem o faz é gente do sistema; prevalecem inúmeros sinais de desapontamento, frustração e indignação:

«Estamos a caminhar para uma ditadura militar, estamos a caminhar para um momento altamente perigoso, temos que alertar todo o povo são-tomense, a comunidade internacional, para que medidas sejam tomadas», disse Jorge Amado, dirigente do Movimento de Libertação de são Tomé e Príncipe (MLSTP), principal partido da oposição. https://abola.pt/Mundos/Noticias/Ver/690362

PATRICE ATIRA-SE À IGREJA CATÓLICA, COMO NUNCA ACONTECEU, EM S. TOMÉ E PRÍNCIPE, NAS RELAÇÕES SECULARES ENTRE A IGREJA E  O ESTADO   - Na sua distorcida miopia considera que o Bispo da Diocese de S. Tomé e Príncipe tem de se refém dos caprichos e de um Primeiro-Ministro irresponsável e intolerante. Não pode livremente expressar-se, sem primeiro consultar Sua Excelência o Sr. Primeiro-Ministro - Se não o fizer é um pecador.

COM FEROZ VIOLÊNCIA E ÓDIO 

Patrice Trovoada, primeiro-ministro e chefe do governo, reagiu ao comentário do bispo no facebook, quando se encontrava na Ribeira Afonso. Uma vila onde a tradição católica é dominante. «Somos um país em que há liberdade de expressão e de opinião. Por isso o Bispo é Pecador como eu sou, felizmente. A única diferença, é que o Bispo para além de ser pecador tem responsabilidade. E o Bispo deve procurar informar-se antes de falar e de contribuir aos boatos. Porque não lhe fica bem», declarou Patrice Trovoada.  http://www.telanon.info/politica/2017/09/02/25181/patrice-em-rota-de-colisao-com-o-bispo-da-igreja-catolica-de-stp/



O que se questiona é porquê que os militares ruandeses foram fazer treino na casa da democracia. Será para intimidar os deputados
Uma operação militar que impediu a entrada de dois líderes das bancadas parlamentares da oposição para o interior da casa parlamentar.
Patrice Trovoada, primeiro-ministro e chefe do governo, reagiu ao comentário do bispo no facebook, quando se encontrava na Ribeira Afonso. Uma vila onde a tradição católica é dominante. «Somos um país em que há liberdade de expressão e de opinião. Por isso o Bispo é Pecador como eu sou, felizmente. A única diferença, é que o Bispo para além de ser pecador tem responsabilidade. E o Bispo deve procurar informar-se antes de falar e de contribuir aos boatos. Porque não lhe fica bem», declarou Patrice Trovoada.



TROVOADA ESTÁ NA PROFISSÃO ERRADA – PREFIGURA A MAIOR MALDIÇÃO QUE PODIA TER ACONTECIDO ÀS MARAVILHOSAS ILHAS VERDES DO   EQUADOR – 

Num dos lugares mais belos e pacíficos do Planeta: não será, pois, por mero acaso, que, face a uma governação corrupta e maldosa,  que o perfil do homem são-tomense está a mudar, pelo que cada vez mais é notória a presença de são-tomenses envolvidos em situações de crime organizado.  Polícia: Terrorismo é ameaça e organizações criminosas já estão ..

OS DE MILIONÁRIAS CONTAS BANCÁRIAS  E BARRIGA FARTA NÃO TÊM SENSIBILIDADE PARA ENCARAR AS DIFICULDADES DOS MAIS DESFAVORECIDOS 



É muito difícil, senão mesmo impossível, a quem nunca passou por privações e viveu sempre rodeado do luxo e de mesa farta, compreender os problemas sociais do grosso da população: Pois no que pensa é nos seus interesses pessoais, em acumular riqueza e em ostentar a sua vaidade – Ou não foi essa a educação de Patrice Emery Trovoada?



 “Muçulmano convicto, converteu-se ao islamismo em Paris em 1984, incentivado pelo amigo Ali Bongo, filho de Omar Bongo, ex-Presidente do Gabão, país onde nasceu e onde passou a adolescência.



«Tínhamos namoradas nos mesmos círculos. Durante as férias escolares, corríamos a cidade de motos (…) eu ia com o Ali Bongo no seu Maserati...», descreveu, no posfácio da sua biografia autorizada, «Patrice Trovoada – «Como fui alguém um pouco sui generis, não nasci cá, não vivi muito tempo cá, não fui à escola cá (…) esta ligação com o meu país fez-se primariamente e de uma maneira mais forte com o povo pequeno, com as pessoas que não têm preconceitos, que não têm maldade, não têm inveja»,  - O que é falso: nunca foi esse o seu comportamento:  .”o filho do ex-Presidente é visto como uma pessoa misteriosa e ausente: disseram ao DN que o líder do partido Acção Democrática Independente (ADI) desde 1991 "é uma pessoa muito fechada no seio da sua família, não costuma juntar-se com as pessoas nos bairros, nem participar em convívios” Patrice só começou a estar presente em São Tomé a partir de 1991, quando o seu pai foi eleito Presidente. Antes disso viveu sempre fora do país. Completou o ensino primário na sua terra natal, o secundário em Lisboa
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"Ao entrar na Assembleia Nacional dei conta que lá dentro estavam pelo menos 60 outros militares, 40% deles devidamente equipados e fardados com coletes à prova de bala, outra parte estava a paisana, mas armados de pistolas", acrescentou.
"Acho esse ato bastante preocupante, e quando acontece numa casa parlamente constitui ameaça a integridade física dos deputados, é algo com a qual a sociedade não pode conviver", salientou o líder da bancada parlamentar dos sociais-democratas em conferência de imprensa, em que estavam presentes representantes de todos os partidos da oposição, com e sem assento parlamentar.

"Ameaça à democracia" Outro deputado que passou pela mesma situação foi o líder parlamentar do Partido da Convergência Democrática (PCD), Danilson Cotu. "Isso é uma ameaça gravíssima à nossa democracia. Preocupa-nos sobremaneira e por isso nós estamos a chamar a atenção ao povo de São Tomé e Príncipe para que esteja atento", disse.
O PCD insta o Presidente são-tomense, Evaristo Carvalho, para "tomar medidas" sob pena de vir a ser responsabilizado pelas consequências destes atos - Excerto de http://www.dw.com/pt-002/oposi%C3%A7%C3%A3o-s%C3%A3o-tomense-acusa-governo-de-assalto-ao-parlamento/a-40337196

Declarações de Danilson Cotú - Lider da Bancada do PCD -


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Outros pormenores em  . “ Treino ruandês no parlamento provoca incidentes 
Téla Nón- (…) Danilson Cotu não aceitou a revista e teve que ficar na rua. Jorge Amado, que chegou mais tarde, também foi impedido de entrar no recinto parlamentar. «Fui barrado na porta de entrada. Os portões estavam acorrentados. Apareceu um militar a paisana, que me disse que eu não poderia entrar sem ser devidamente revistado, tanto eu como a minha viatura. Eu recusei, e disse-lhe que sou representante do povo e como representante do povo estou entrando para a minha casa, e que não posso ser revistado ao entrar para minha própria casa. Além disso não reconheço neles nenhuma legitimidade, uma vez que a Assembleia Nacional, tem um corpo de seguranças que está aqui para fiscalizar, proteger e defender a Assembleia Nacional. E não indivíduos fardados com um uniforme que não é usual na nossa força armada», explicou o líder da bancada parlamentar do MLSTP.. http://www.telanon.info/politica/2017/09/02/25185/treino-ruandes-no-parlamento-provoca-incidentes/



Fradique Menezes
Mao Tse Tung e M. Pinto da Cotsa
Presença de uma musculada milícia do Ruanda, em S. Tomé, causa medo e é tomada como um ato terrorista pela oposição - Patrice Trovoada, financiador e mandante assassinatos políticos do Golpe de Estado de 16 de Julho 2003 – Acusa operacional no facebook - Como é que podemos conviver com esta situação? Quando, abertamente, publicamente! Aparece alguém a dizer  que foi convidado para assassinar o Presidente Fradique Menezes? Como é que podemos conviver com isto?  - Questionava, entre outras preocupantes observações,o líder da bancada do MLSTP, Jorge Amado, que, entre outras questões, colocadas

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