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Entre outros assuntos, falo da escalada ao Pico Cão Grande e das minhas aventuras em canoas – Visam defender a teoria de que antigos povos africanos, podiam ter sido os primeiros povoadores das Ilhas do Golfo da Guiné, antes dos colonizadores – Parti à meia-noite, disfarçado de pescador, ligando a ilha do Príncipe. Para me orientar, uma rudimentar bússola – A canoa era minúscula, à segunda noite adormeci: rolei na escuridão das vagas. No regresso fui distinguido com sopapos da policia salazarista, enviado para os calabouços – Cinco anos depois, numa piroga maior, fiz a ligação São Tomé-Nigéria. Partindo igualmente à noite, 13 dias depois atingia uma praia de Calabar, tendo sido detido 17 dias por suspeita de espionagem. - No mesmo ano, já com São Tomé e Príncipe independente, tentei a travessia São Tomé ao Brasil, usando os mesmos recursos. Além de pretender reforçar a minha teoria, desejava evocar a rota da escravatura e repetir a experiência de Alain Bombard. Porém, quis a ironia do destino que vivesse a difícil provação de um naufrágio de 38 longos dias, tendo aportado numa praia de Bioko (Bococo)onde fui recambiado para a famosa prisão de Black Beach

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

S. Tomé – Ordem dos Advogados decide suspender as defesas oficiosas - Governo cada vez mais injusto para com o Povo Pequeno – Mas há milhões para palácios da Justiça e em centenas de Passeatas de um Primeiro- ministro corrupto e esbanjador



Jorge Trabulo Marques - Jornalista - Informação e análise

“A Ordem dos Advogados de São Tomé e Príncipe, decidiu no início desta semana, a partir da última segunda-feira, suspender todas as defesas oficiosas feitas ao nível de São Tomé e Príncipe.

Esta decisão da Ordem dos Advogados são-tomense, foi tomada nas últimas reuniões de Conselhos Directivos da Ordem, e em causa, está o facto de o Estado não assumir os custos destas defesas que são feitas aos cidadãos que não conseguem contratar um advogado. www.jornaltransparencia.st

PATRICE TROVOADA - UMA AMEAÇA  PARA O FUNCIONAMENTO NORMAL DA DEMOCRACIA  EM SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE 


Mural em S. Tomé

Em qualquer parte a justiça é sempre a velha aliada dos ricos e a madrasta dos desfavorecidos. Mas num país pequeno e pobre, governado por um Primeiro-Ministro, profundamente desonesto, perdulário e corrupto, que desbarata milhões em construções de Palácios de justiça quando o grosso do Povo, vive em miseráveis cubatas, com ordenado mínimo de 45 euros mensais, e ele esbanja do erário público, quantias astronómicas em centenas de passeatas, sim, e depois não assegura os meios financeiros às defesas das oficiosas aos mais desfavorecidos, sem dúvida, esse sentimento de injustiça, é  tremendamente ainda mais gritante. Todavia, quase sempre silencioso e relegado para o desprezo, porque denunciar estas injustiças, não é tema que interesse à propaganda governamental.

Por isso, é surpreendente e corajosa esta atitude de Célia Posser, que deste modo se distancia das profundas injustiças de um Primeiro-Ministro descaradamente cruel e corrupto para com o Povo de um País onde nasceu a Bastonária da Ordem dos Advogados, que não é o do Messias gabonês Patrice Emery.

PARA REGISTO DE MEMÓRIA FUTURA - NAO ESQUECER.  NOVO EDIFÍCIO DO SUPREMO E DO TRIBUNAL CONSTITUCIONAL - NEGÓCIO DAS ARÁBIAS  PARA LÁ ENFIAR MEIA DÚZIA DE JUÍZES   Um património público que nunca devia ter mudado de mãos para a ganância usuária e oportunista de estrangeiros.

Um dos exemplos, nestes  jogos de cumplicidade, a coberto de uma base legal, diz-se que terá sido a venda do edifício do Rami, que, não valendo mais  900 mil USD , teria sido  comprado pelo STJ por 2,500 milhões para ser o Palácio da Justiça.


Obra megalómana - Com o Povo a viver nas barracas
05/04/2016(…) “Por minha iniciativa, na qualidade de Presidente do Supremo Tribunal de Justiça e do Tribunal Constitucional, foi remetido em 30 de Dezembro de 2014, à Sua Excelência o Primeiro- ministro e Chefe do XVI Governo, um expediente intitulado “Instalação 11 do Supremo Tribunal de Justiça no Novo Edifício” , solicitando diligências para aquisição do imóvel onde se encontrava instalada a Galeria RZ, Mobiliário, Decoração Textil-Lar, pertencente por escritura pública de compra e venda à Senhora NAHIDA YOUSSEF SAFIEDDINE, esposa do Senhor RAMY ALI ZAYAT, posto à venda. Em 27 de Janeiro de 2015"  

(...) "História contada numa cerimónia marcada pelo corte de energia eléctrica. Foi um cenário do século XVIII vivido por alguns instantes, no Palácio da Justiça, e na presença do Primeiro-ministro e Chefe do Governo, o anunciador do DUBAI.  Excerto Novo Ano Judicial 

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