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Entre outros assuntos, falo da escalada ao Pico Cão Grande e das minhas aventuras em canoas – Visam defender a teoria de que antigos povos africanos, podiam ter sido os primeiros povoadores das Ilhas do Golfo da Guiné, antes dos colonizadores – Parti à meia-noite, disfarçado de pescador, ligando a ilha do Príncipe. Para me orientar, uma rudimentar bússola – A canoa era minúscula, à segunda noite adormeci: rolei na escuridão das vagas. No regresso fui distinguido com sopapos da policia salazarista, enviado para os calabouços – Cinco anos depois, numa piroga maior, fiz a ligação São Tomé-Nigéria. Partindo igualmente à noite, 13 dias depois atingia uma praia de Calabar, tendo sido detido 17 dias por suspeita de espionagem. - No mesmo ano, já com São Tomé e Príncipe independente, tentei a travessia São Tomé ao Brasil, usando os mesmos recursos. Além de pretender reforçar a minha teoria, desejava evocar a rota da escravatura e repetir a experiência de Alain Bombard. Porém, quis a ironia do destino que vivesse a difícil provação de um naufrágio de 38 longos dias, tendo aportado numa praia de Bioko (Bococo)onde fui recambiado para a famosa prisão de Black Beach

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

O sanguinário ditador Paul Kagame, recebe em Londres, “o Prémio Mundial de Turismo para Liderança Visionária – A Comédia Colonial ocorre justamente numa altura em que se agudizam as tensões Ruanda – Uganda - Agora, depois desta hipócrita farsa do liberalismo selvagem, só falta ir a São Tomé para ser condecorado por Patrice Trovoada, rodeado da tropa ruandesa com que preparou a sua guarda pretoriana, cuja presença continua a inquietar e perturbar o pacífico Povo Santomense

COMÉDIA CÓMICA RUANDESA NA CAPITAL DO COLONIAL IMPÉRIO QUE TANTO DÁ MEDALHAS PARA AGRACIAR COMO ENVIA ARMAS PARA MATAR   - PREMEIA  UM  DITADOR ALTAMENTE SOFISTICADO, SANGUINÁRIO E CORRUPTO  - Jorge Trabulo Marques - Jornalista

COMUNICADO DE IMPRENSA GlobeNewswire 
World Travel Market, Londres, 07 de novembro de 2017 (GLOBE NEWSWIRE) - H.E. Paul Kagame, presidente da República do Ruanda, recebeu o Prémio Mundial do Turismo de 2017 pela liderança visionária ontem, 6 de novembro de 2017, o dia de abertura do World Travel Market London no Excel Center.. world tourism awards 2017 honoured he paul ... - GlobeNewswir - Mais à frente outros pormenores 




Paul Kagame, que  venceu a reeleição em 4 de Agosto com mais de 98 por cento dos votos, embora sob a denúncia de  vários grupos dos direitos humanos      não somente de não ter permitido que a  oposição se manifestasse e pudesse valer os seus argumentos, como  também movendo-lhe feroz perseguição. - Acaba de ser premiada pela hipocrisia do mercenarismo turístico  internacional.

O farsante opressor, além  de ter dificultado a candidatura aos seus opositores, impondo-lhes um prazo limitadíssimo para conseguirem as necessárias assinaturas,  instrumentalizou as forças policias, militares o e os media sob controlo absoluto para  os perseguirem e desacreditarem e matarem


OS DIREITOS HUMANOS SUBVERTIDOS  PARA A HIPOCRISIA DOS GURUS DO  TURISMO MILIONÁRIO QUE PROSPERA DE ESQUEMAS   - COM UM PRÉMIO ANUNCIADO NO PASSADO DIA 20 DE OUTUBRO  - ENTREGUE AGORA AO DITADOR RUANDÊS EM LONDRES



O Prémio Mundial de Turismo para Liderança Visionária vai ser apresentado a S.E. Presidente Paul Kagame "em reconhecimento à liderança visionária de SE Paulo Kagame através de uma política de reconciliação, turismo sustentável, conservação da vida selvagem e desenvolvimento económico atraindo o grande investimento hoteleiro.

(,,,) A sustentabilidade é fundamental para uma política de turismo sólido e Ruanda assegurou que 10% de todas as receitas de turismo sejam devolvidas às comunidades que cercam os quatro parques nacionais do País. Este dinheiro é usado para financiar projetos prioritários locais, como escolas, centros de saúde e negócios que promovam a sustentabilidade beneficiando milhares de ruandeses. he paul kagame, president, the united republic of ... - GlobeNews

MAIS À FRENTE  UM ARTIGO SOBRE AS PERIGOSAS TENSÕES  RUANDA  - UGANDA - QUE PODERÃO  PASSAR DA GUERRILHA AO CONFRONTO ARMADO -Intitulado  "As prisões de Kampala destacam uma longa tensão de Ruanda e Uganda" - 

E ainda outra recente análise  da situação vivida no  país do criminoso Paul Kagame, em que se apela à  comunidade de doadores para exercer pressão sobre o Ruanda  a fim de proteger os direitos dos cidadãos".

MOBILIZAR TROPA RUANDESA  PARA ASSEGURAR PLANOS DE SEGURANÇA EM S. TOMÉ E PRÍNCIPE ? - COM MILITARES  DE UM PAIS DOS PIORES EXEMPLOS BELICISTAS DE ÁFRICA?

De recordar que a presença de um pelotão de 20 militares ruandeses, desde há vários  meses, pedida a convite do Primeiro-Ministro, ao Presidente do Ruanda, entre outros acordos de cooperação, algo obscuros, já foi classificada, em recente debate parlamentar, pelo deputado Jorge Amado, líder da bancada parlamentar do MLSTP-PSD, como  presença de uma agressão terrorista – Pelos vistos, é para onde está a conduzir a desastrada e corrupta desgovernação do gabonês, Patrice Emery Trovoada.

Patrice Trovoada, diz que,  uma das missões destas forças de segurança é proteger os edifícios e que ´essas missões só podem ocorrer se houver um plano de segurança´.


É precisamente com tropas do Ruanda que se quer contribuir para melhorar e garantir a segurança das instituições democráticas de S. Tomé e Príncipe?  - Só na cabeça de loucos ou de governantes, com intuitos ocultos criminosos?


São Tomé e Príncipe caminha à passos largos para implementação de um novo sistema de governação, onde o Poder executivo asfixia todos os outros órgão de poder, tornando as principais figuras hierárquicas do país, em paus-mandados e seguidores das doutrinas patricistas. – Comentário de um cidadão santomense no Facebook https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1490229381042997&set=gm.796651643847797&type=3&theater&ifg=1





De recordar que  os Lideres do MSLTP-PSD e do PCD, denunciarem em conferência de imprensa, do Assalto das Tropas Ruandesas ao Palácio da Assembleia Nacional, num exercício  mais de intimidação aos deputados da oposição de que propriamente de simulação, pois, foi tal o desplante da prepotência, que alguns Deputados chegaram mesmo a ser revistados e os lideres das duas bancadas da oposição Jorge Amado do MLSTP e Danilson Cotó do PCD, até impedidos de entrarem na casa Parlamentar..

Declarações de Danilson Cotú - Lider da Bancada do PCD -

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Outros pormenores em  . “ Treino ruandês no parlamento provoca incidentes 
Téla Nón- (…) Danilson Cotu não aceitou a revista e teve que ficar na rua. Jorge Amado, que chegou mais tarde, também foi impedido de entrar no recinto parlamentar. «Fui barrado na porta de entrada. Os portões estavam acorrentados. Apareceu um militar a paisana, que me disse que eu não poderia entrar sem ser devidamente revistado, tanto eu como a minha viatura. Eu recusei, e disse-lhe que sou representante do povo e como representante do povo estou entrando para a minha casa, e que não posso ser revistado ao entrar para minha própria casa. Além disso não reconheço neles nenhuma legitimidade, uma vez que a Assembleia Nacional, tem um corpo de seguranças que está aqui para fiscalizar, proteger e defender a Assembleia Nacional. E não indivíduos fardados com um uniforme que não é usual na nossa força armada», explicou o líder da bancada parlamentar do MLSTP.. http://www.telanon.info/politica/2017/09/02/25185/treino-ruandes-no-parlamento-provoca-incidentes/


ATENTE-SE NESTAS GRAVÍSSIMAS DENÚNCIAS: EXPRESSAS NO RELATÓRIO SOBRE TRÁFICO DE PESSOAS EM 2017 -  Do Departamento de Estado dos E.U.A

U.S.Department OF State  The Government of Rwanda does not fully meet the minimum standards for the elimination of trafficking - Narrativa do país: Ruanda 2017 Trafficking in Persons Report Country Narrative: Rwanda  OFFICE TO MONITOR AND COMBAT TRAFFICKING IN PERSONS -2017 Trafficking in Persons Report

(...) Conforme relatado nos últimos cinco anos, o Ruanda é fonte, trânsito, país de destino para homens, mulheres e crianças sujeitas a trabalho forçado e tráfico sexual. As meninas e meninos ruandeses são explorados no serviço doméstico através de redes familiares alargadas; Algumas dessas crianças sofrem abuso físico ou sexual e não pagamento de salários.Meninas ruandesas e alguns meninos, alguns dos quais são estudantes do ensino médio entre 13 e 18 anos, são explorados em sexo comercial em hotéis, às vezes através da facilitação de proprietários de hotéis. 

Tropa Ruandesa - Téla Nón
Os grupos locais de direitos humanos informaram em 2016 que algumas meninas ruandesas no trabalho doméstico, que engravidaram e, assim, cessaram seus empregadores e incapazes de retornar às suas aldeias de origem, são posteriormente exploradas no tráfico sexual. Alguns homens, mulheres e crianças ruandeses são submetidos a tráfico sexual e trabalho forçado em trabalhos domésticos e setores agrícolas e industriais em destinos ao redor do mundo; 

Os principais destinos das vítimas ruandesas são o Uganda, a RDC e outras partes da África Oriental. As vítimas de Ruanda também são exploradas na servidão doméstica no Oriente Médio e no tráfico sexual na China.Em anos anteriores, as vítimas de Ruanda foram exploradas na África do Sul, Malásia, Estados Unidos e Europa. Em 2016, algumas meninas ruandesas foram forçadas a casar com homens na Tanzânia e podem ter experimentado a exploração sexual comercial através desses casamentos.
Jorge Trabulo Marques - Jornalista - Informação e análise 




OS DOADORES ESTÃO-SE NAS TINTAS PARA A REPRESSÃO CRIMINOSA NO RUANDA – TANTO MAIS QUE OS MILHÕES NÃO SAEM DAS CONTAS DOS EMISSÁRIOS MAS DOS  COFRES DOS ESTADOS  PARA OS  BOLSOS PRIVADOS.

Ruanda  - 31-08-2017
"A comunidade de doadores precisa apostar em apoiar a reforma política e utilizar sua alavanca para exercer pressão sobre o Ruanda para proteger os direitos dos cidadãos.
controversa reeleição do presidente do Ruanda, Paul Kagame, em 4 de agosto, que lhe garantiu um terceiro mandato no poder, reavivou o escrutínio do pequeno país africano. Ruanda caracteriza-se pelo sucesso econômico e de desenvolvimento e por déficits democráticos severos, incluindo a repressão sistemática e a falta de rotatividade no poder político. Apesar das reconhecidas questões cívicas e de direitos humanos , o país continua a beneficiar de apoio internacional sob a forma de altos níveis de ajuda externa de grandes doadores como os Estados Unidos e o Reino Unido. 
Ao celebrar os sucessos de Ruanda, a comunidade de doadores também deve colocar o seu peso no apoio à reforma política e utilizar sua força de alavanca para exercer pressão sobre o Ruanda para proteger os direitos dos cidadãos e promover a responsabilidade do governo, recompensando o progresso econômico que o país alcançou ao denunciar a falta de abertura política e respeito pelos direitos dos cidadãos.
Patrice e a esposa  no Palácio do Ditador do Ruanda 
(,,,) Kagame foi reeleito por uma margem incrivelmente grande - 98,63% do voto. Em uma eleição livre e justa, a vitória desta magnitude é praticamente impossível de alcançar. eleição foi amplamente criticada por irregularidades e supressão de vozes opostas. Os candidatos da oposição foram intimidados e assediados , um sinal do espaço político fechado no Ruanda. Kagame governou o país por mais de duas décadas - simultaneamente como vice-presidente e ministro da defesa desde 1994 e presidente desde 2000 - e não mostra nenhum sinal de liberar seu controle sobre o poder. Graças a uma emenda constitucional que lhe permitiu continuar seu governo, Kagame poderia estar no poder até 2034. Esse abuso consistente de poder inspirou muitos ruandeses a se manifestarem contra o governo.
Diane Shima Rwigara 
Existem numerosos ativistas ruandeses que enfrentaram os perigos reais de se opor ao regime de Kagame, a fim de chamar a atenção para o terrível estado da democracia no país. Diane Shima Rwigara é uma dessas ativistas. Ao longo de sua carreira, Rwigara tem sido campeão da democracia e da competição política gratuita. Ela tentou concorrer à presidência contra Kagame em 2017, mas ela foi impedida de fazê-lo. 
Adeline Rwigara, mother of Diane Shima Rwigara
Depois que Rwigara anunciou sua candidatura , as fotografias comprometidas dela foram vazadas on-line, e alguns de seus funcionários e torcedores foram assediados e presos. Muitas das assinaturas que ela coletou para solidificar sua candidatura foram rotuladas inválidas, o que desqualificou sua oferta. Durante a última semana de agosto, Rwigara e sua família foram entrevistados; recentemente foi relatado que ela foi presa "sob acusação de evasão e falsificação de impostos".
Existe um espaço potencial para influentes atores internacionais, como os Estados Unidos, para apoiar seu trabalho e pôr em questão a legitimidade de sua prisão. Isso constituirá um movimento ousado para reconhecer os déficits de Ruanda na democracia e nos direitos humanos e, dada a quantidade significativa de ajuda que os EUA concedem ao Ruanda, tem a chance de promover a mudança. Excertos de
As opiniões expressas neste artigo são próprias do autor e não refletem necessariamente a política editorial do Fair Observer.
MAS O GRANDE CAPITAL SEM ROSTO QUER LÁ SABER DESTAS TENSÕES E PREOCUPAÇÕES  - (continuaçãoAs prisões de Kampala destacam uma longa tensão de Ruanda e Uganda

As prisões de Kampala destacam uma longa tensão de Ruanda e Uganda

A recente prisão e acusação em um tribunal militar do Uganda de policiais de alto escalão que trabalham ilegalmente com o Ruanda para repatriar refugiados para o seu país de origem é o conflito mais aberto nas tensas relações entre Kampala e Ruanda.

(...) Fontes diplomáticas tanto em Kampala como em Kigali dizem que nenhuma queixa oficial foi feita por Uganda em Ruanda, mas eles dizem que as tensões estão crescendo por algum tempo.

As fontes citam uma longa lista de desentendimentos entre Kampala e Kigali, alguns dos quais se desenrolaram ao ar livre.

(...)  Várias preocupações

Sorrisos entre eles disfarçam mas não bastam

Ruanda disse ter suscitado várias preocupações, muitas das quais Kigali comunicou oficial e informalmente a Kampala. Uma dessas preocupações eram as nomeações de funcionários públicos que se julgavam hostis a Ruanda.

Por exemplo, em julho de 2016, quando Kampala nomeou Ministro de Cooperação Regional de Philemon Mateke, Kigali levantou preocupações com Kampala durante a nomeação.

Em março deste ano, o Uganda transferiu o Alto Comissário em Ruanda, Richard Kabonero, para a Tanzânia. Ele diz ter boas relações com Kigali.
É alegado que muitos funcionários ugandeses perceberam ter boas relações com o Ruanda foram removidos de seus lugares e substituídos por alternativas consideradas hostis a Kigali.
Uma dessas jogadas foi a substituição de Brig Ronald Balya como diretor-geral da Organização de Segurança Interna (ISO) com o Brigadeiro Francis Kaka.Brig Kaka é conhecido por estar perto do irmão mais novo do presidente Museveni, Gen Salim Saleh, com quem Kigali está desconfortável.

Tensão

As tensões foram mais uma vez esticadas quando o ladrão Lt Gen Henry Tumukunde, que estava em desacordo com Kampala; foi reabilitado e nomeado Ministro da Segurança.

Na sua primeira visita oficial a Kigali, ele não conseguiu conhecer seus homólogos. Brig Abel Kandiho, a quem Ruanda reclama ser hostil a Kigali, foi nomeado Chefe de Inteligência Militar.

Para muitos funcionários em Kigali, não é surpreendente que os truques de Kaká, Tumukunde e Kandiho estejam atrás da atual ameaça de policiais ugandeses acusados ​​de colaborar com inteligência ruandesa para seqüestrar e repatriar ilegalmente dissidentes ruandeses no Uganda.

Fontes diplomáticas dizem que a primeira indicação de que era difícil para as duas nações enterrar o incômodo ocorreu em julho de 2012, quando a filha do falso chefe de inteligência ruandês Patrick Karegeya, Portia Mbabazi Karegeya, que estava morando no exílio na África do Sul, chegou a Uganda. Ao chegar no aeroporto de Entebbe, funcionários de imigração recusaram sua entrada porque Ruanda havia cancelado seu passaporte.

No entanto, algumas altas autoridades militares ugandesas, uma das quais estavam intimamente ligadas à State House, vieram ao aeroporto e facilitaram a sua entrada no país sem passar pela imigração.

Uma vez dentro do Uganda, a Sra. Karegeya obteve um passaporte ugandense e foi ajudada por funcionários do governo a obter um visto para o Canadá.Algumas autoridades ugandesas sentiram que o movimento era um desprezo para Ruanda. Quando a Sra. Karegeya tentou voar para o Canadá, funcionários da imigração negaram sua saída porque algumas autoridades ugandesas cancelaram seu novo passaporte.
Mais uma vez, altos funcionários militares intervieram no aeroporto de Entebbe e uma briga quase se seguiu entre os oficiais militares e a polícia, que viu a Sra. Karegeya perder o voo.

O governo ruandês aconselhou Uganda a dar a Karegeya um documento de viagem unidirecional para a África do Sul, onde ela tinha status de refugiado. A partir daí, ela conseguiu um documento da ONU para viajar para o Canadá. No entanto, os funcionários ugandeses reintegraram o passaporte e ajudaram-na a deixar Uganda para o Canadá. Ruanda estava indignado, mas culpou o problema de ações não coordenadas por diferentes braços de governo.

Em 2013, os estudantes ruandeses escaparam de Kigali para a delegacia de polícia de Old Kampala, onde alegaram estar buscando asilo, já que o Ruanda os forçava a repetir seis seniores. Funcionários ugandeses entraram em contato com o governo do Ruanda para verificar o pedido e concluíram que não meritava o status de refugiado. Trabalharam com o alto comitê de Ruanda em Kampala para providenciar que os alunos fossem levados de volta a Kigali.




Uma noite anterior, os alunos viajaram para Kigali, os alunos mudaram sua história e alegaram que fugiram porque o governo estava tentando recrutá-los com força no grupo rebelde congolesa chamado M23.
Ruanda acredita que os agentes de segurança em Kampala treinaram os estudantes para mudar sua história. No entanto, o Ruanda não apresentou uma queixa oficial.

Uganda trabalhou com o ACNUR e os estudantes receberam status de refugiado e mais tarde foram repatriados para a Noruega e a Suécia.

Tensão esticada
Outro incidente que mais afligiu as tensões entre o Uganda e o Ruanda foi quando, segundo uma fonte, o painel da Casa do Estado em Kampala chamou o Alto Comissário ruandês, Frank Mugambagye, e informou-o de que a Primeira Dama de Ruanda estava prestes a pousar no aeroporto de Entebbe.

O Sr. Mugambagye ficou surpreso com a chegada inesperada e incomum, mas correu para o aeroporto. Ao chegar em Entebbe, ele encontrou a viúva do falecido Fred Rwigyema - o primeiro líder da Frente Patriótica do Ruanda que morreu no segundo dia da invasão daquele país - sendo recebido como um chefe de Estado.

O assunto foi discutido com inquietação em Kigali.

Fontes em Ruanda dizem que Kigali decidiu ignorar esses incidentes como pequenas provocações de funcionários hostis. No entanto, as fontes acrescentaram que os problemas reais começaram quando Ruanda começou a sentir que as ações de Uganda estavam influenciando seus objetivos estratégicos.

Uma dessas questões era o cabo de fibra óptica que Uganda deveria conectar-se a Katuna. Uganda atrasou a construção da linha de cabos por quase nove anos.
Então, os Presidentes Museveni, Kagame e o presidente do Quênia, Uhuru Kenyatta, começaram a acelerar a infraestrutura regional no âmbito do projeto do Corredor Norte através do que chamou a Coalizão dos Dispositivos.

Midway, Uganda mudou de ideia e decidiu priorizar a linha de Kampala para a região do Nilo Ocidental na fronteira com a República Democrática do Congo e Sudão do Sul.

Oficialmente, o Uganda afirmou que iria construir ambas as linhas ao mesmo tempo. No entanto, o FMI e o Banco do Uganda argumentaram que, dado o status de sustentabilidade da dívida do país, o Uganda não podia pagar. Ambos recomendaram que Kampala escolha uma das linhas.

Durante as reuniões entre os três países, o Quênia propôs vender eletricidade para Ruanda para resolver seu deficit de energia. Uganda deveria construir uma linha de transmissão para a fronteira com o Ruanda, mas inicialmente afirmou que não tinha o dinheiro. Ruanda falou com o Banco Africano de Desenvolvimento, liderado pelo nacional ruandês Donald Kaberuka, para oferecer dinheiro ao Uganda. Kampala afirmou que obteve dinheiro dos franceses para construir a linha. Mas a promessa de construção nunca se materializou.

Outra questão espinhosa envolve dissidentes ruandeses e pessoas suspeitas de atividades de genocídio, a quem Kigali procura ter repatriado para o Ruanda (para os acusados ​​de atividades de genocídio) ou transferido para outros países (para os acusados ​​de ameaçar a segurança ruandesa).
O Uganda teria feito promessas para agir, mas não, argumentando que primeiro deveria haver um tratado de extradição.

Um diplomata diz que, em 2009, Kampala e Kigali negociaram esse tratado, que foi assinado por Sam Kutesa, Ministro dos Negócios Estrangeiros de Uganda e seu homólogo ruandês, depois Charles Muligande. Ruanda tomou o acordo para o parlamento e foi ratificado. Uganda nunca tomou o acordo para o parlamento para ratificação.

Em maio, os procuradores-gerais de Uganda e Ruanda e os inspetores gerais da polícia de ambos os países se encontraram em Kampala para resolver esta questão. Uganda prometeu ratificar o tratado dentro de um mês, mas ainda não o fez.

A prisão de policiais seniores em Uganda, todos os quais estão perto do Inspetor-geral da Polícia, Kale Kayihura, levantaram as sobrancelhas em Kigali. IGP Kayihura é um Munyarwanda por etnia e o presidente Kagame foi o melhor homem em seu casamento.

Algumas figuras poderosas dentro das forças de segurança do Uganda acusaram IGP Kayihura de deslealdade para o Uganda. Dado que os policiais presos estão todos perto do inspetor geral, muitos observadores em Uganda vêem isso como um triunfo daqueles que se opõem ao IGP. As diferenças aparentes dentro das forças de segurança do Uganda, assim, mascaram as tensões regionais mais amplas entre Kampala e Kigali - Kampala arrests highlight Rwanda, Uganda tension - The East African



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