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Entre outros assuntos, falo da escalada ao Pico Cão Grande e das minhas aventuras em canoas – Visam defender a teoria de que antigos povos africanos, podiam ter sido os primeiros povoadores das Ilhas do Golfo da Guiné, antes dos colonizadores – Parti à meia-noite, disfarçado de pescador, ligando a ilha do Príncipe. Para me orientar, uma rudimentar bússola – A canoa era minúscula, à segunda noite adormeci: rolei na escuridão das vagas. No regresso fui distinguido com sopapos da policia salazarista, enviado para os calabouços – Cinco anos depois, numa piroga maior, fiz a ligação São Tomé-Nigéria. Partindo igualmente à noite, 13 dias depois atingia uma praia de Calabar, tendo sido detido 17 dias por suspeita de espionagem. - No mesmo ano, já com São Tomé e Príncipe independente, tentei a travessia São Tomé ao Brasil, usando os mesmos recursos. Além de pretender reforçar a minha teoria, desejava evocar a rota da escravatura e repetir a experiência de Alain Bombard. Porém, quis a ironia do destino que vivesse a difícil provação de um naufrágio de 38 longos dias, tendo aportado numa praia de Bioko (Bococo)onde fui recambiado para a famosa prisão de Black Beach

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Os Trabalhadores Forçados Portugueses no III Reich - Até 22 de Janeiro – A Não perder - Centro de Congressos e Reuniões | Piso 1 -De segunda a sexta das 08:00 às 20:00


Esta exposição é a primeira que aborda o tema dos portugueses de todas as origens e condições que foram sujeitos a trabalhos forçados no âmbito do sistema concentracionário do III Reich, nomeadamente durante a II Guerra Mundial.


A exposição Trabalhadores Forçados Portugueses no III Reich é resultado de um projeto de investigação do Instituto de História Contemporânea da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, apoiado pela fundação alemã EVZ – Erinnerung, Verantwortung, Zukunft (Memória, Responsabilidade, Futuro), pelo Goethe-Institut e pela Associação CIVICA (França). 

 Responsabilidade, Futuro), pelo Goethe-Institut e pela Associação CIVICA (França).
O projeto é dirigido pelo historiador Fernando Rosas que coordena uma equipa de investigadores de vários países europeus.

ELES PERDERAM UMA GUERRA MAS DEIXARAM GERAÇÕES QUE QUEREM IMPOR-NOS A SUA ORDEM SOB OUTRAS FORMAS - Há que estar atento  e nao pactuar.


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