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Entre outros assuntos, falo da escalada ao Pico Cão Grande e das minhas aventuras em canoas – Visam defender a teoria de que antigos povos africanos, podiam ter sido os primeiros povoadores das Ilhas do Golfo da Guiné, antes dos colonizadores – Parti à meia-noite, disfarçado de pescador, ligando a ilha do Príncipe. Para me orientar, uma rudimentar bússola – A canoa era minúscula, à segunda noite adormeci: rolei na escuridão das vagas. No regresso fui distinguido com sopapos da policia salazarista, enviado para os calabouços – Cinco anos depois, numa piroga maior, fiz a ligação São Tomé-Nigéria. Partindo igualmente à noite, 13 dias depois atingia uma praia de Calabar, tendo sido detido 17 dias por suspeita de espionagem. - No mesmo ano, já com São Tomé e Príncipe independente, tentei a travessia São Tomé ao Brasil, usando os mesmos recursos. Além de pretender reforçar a minha teoria, desejava evocar a rota da escravatura e repetir a experiência de Alain Bombard. Porém, quis a ironia do destino que vivesse a difícil provação de um naufrágio de 38 longos dias, tendo aportado numa praia de Bioko (Bococo)onde fui recambiado para a famosa prisão de Black Beach

domingo, 11 de fevereiro de 2018

José Graziano da Silva – O brasileiro líder da FAO (ONU) veio a Portugal para dizer que “o maior problema da fome no mundo é “o aumento da obesidade” não os da barriga vazia – Esta é a preocupação da mentalidade burguesa ultra-liberal – Esqueceu-se do desperdício da sociedade de consumo que ignora a pobreza e no que pensa é mercantilizar através de mão-de-obra escrava .


O director-geral da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), o brasileiro José Graziano da Silva, esteve em Lisboa a participar na reunião de alto nível da Comunidade dos Países de Expressão Portuguesa (CPLP), para dizer que “Erradicar a fome é muito barato” - Produzir mais alimentos “não é a prioridade” num planeta em que a fome “está circunscrita” e a obesidade –

Pelos vistos, mais preocupado com a barriga dos que comem demais.

Diz-me com quem anda e eu digo-te o que és..


Neste momento, nos países de renda média e alta preocupa-nos muito mais o problema da obesidade do que o da fome. O problema da fome está bem circunscrito em três grandes áreas: os países em conflito, guerra civil, etc., como é o caso Iémen e de alguns países africanos; está localizado em áreas afectadas pelos impactos do clima, particularmente secas prolongadas, como no Leste de África, muito afectada nos últimos três anos em regiões como a Somália ou o Quénia; e está localizado em bolsões de pobreza, de miséria extrema, típicos de paíse
José Graziano da Silva. “Erradicar a fome é muito barato” - Público



PONTOS DE VISTA DE QUEM QUER TAPAR O SOL COM A PENEIRA  Cerca de 11,2 milhões de pessoas (ou 5,8% da população no país) conviveram com a fome em 2009 – um milhão delas, crianças de até quatro anos de idade – por falta de dinheiro para comprar comida. A informação é da Pesquisa Nacional... - Veja mais em https://blogdosakamoto.blogosfera.uol.com.br/2010/11/26/o-problema-da-fome-nao-e-de-falta-e-sim-de-distribuicao/?cmpid=copiaecola


A maioria dos países ricos produz três ou quatro vezes mais que o necessário para satisfazer as necessidades dos seus cidadãos. Enquanto isso, um bilião de pessoas mo mundo sofrem de desnutrição. Mas a falta de políticas de segurança alimentar provoca outras ameaças. A produção em excesso leva ao desmatamento, à depilação dos recursos hídricos, ao enorme consumo de combustíveis fosseis e à perda da biodiversidade https://projetocolabora.com.br/lixo/ameaca-do-desperdicio-alimentar/




Belmiro de Azevedo, patrão da Sonae : "Não sei por que não deve haver economia baseada em mão-de-obra barata"  - O empresário (que já deu o badagaio), que era o segundo homem mais rico de Portugal, depois do Amorim,  dizia que "não há emprego sem explorar até ao tutano dos ossos;  de outra forma, não há emprego. Na Índia e na China, trabalha-se por uma malga de arroz; por isso mesmo os patrões ocidentais e africanos devem seguir o exemplo para acabar com a fome no mundo http://www.jornaldenegocios.pt/empresas/banca---financas/detalhe/belmiro_de_azevedo_nao_sei_por_que_nao_deve_haver_economia_baseada_em_mao_de_obra_barata
A FOME É O DESPERDÍCIO DE UMA SOCIEDADE DE CONSUMO – VOCACIONADA PARA A EXPLORAÇÃO DE MÃO-DE-OBRA ESCRAVA E  O DESPERDÍCIO DOS QUE TÊM A BARRIGA CHEIA

Outro ponto de vista diferente de um relatório da Organização das Nações Unidas, diferente do atual diretor da FAO, diz que cerca de 805 milhões de pessoas sofrem de subnutrição no mundo”  .Questiona um anaoista: Por que ainda convivemos com a fome? Seria um problema de produção ou de distribuição de alimentos?
Estudos mostram que o desperdício de alimentos alcança índices alarmantes. Cerca de 1,3 bilhões de toneladas de comida vão para o lixo anualmente em todo o planeta, sendo que metade desse desperdício ocorre na fase inicial da produção, manipulação, pós-colheita e armazenagem. O restante acontece nas fases de processamento, distribuição e consumo.

No Brasil, por exemplo, mais da metade do que produzimos vai para o lixo. Um levantamento feito pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) aponta que o Brasil – quarto maior produtor de alimentos do mundo – desperdiça 40 mil toneladas de alimentos diariamente, quantidade suficiente para garantir as três refeições do dia (café da manhã, almoço e jantar) para mais de 19 milhões de pessoas.
Há no mundo regiões inteiras devastadas pela fome. Na África Subsaariana, uma em cada quatro pessoas convive com a fome crônica. No continente asiático, aproximadamente 526 milhões de pessoas não têm o que comer. Para termos uma ideia, os países desenvolvidos desperdiçam, em média, 222 milhões de toneladas de alimentos, quase a mesma quantidade produzida para alimentar a África Subsaariana, que produz 230 milhões de toneladas. Os dados assustam, sobretudo quando se constata que a fome é um problema de distribuição, não de produção. https://www.pragmatismopolitico.com.br/2016/02/a-fome-e-o-desperdicio.html


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