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Entre outros assuntos, falo da escalada ao Pico Cão Grande e das minhas aventuras em canoas – Visam defender a teoria de que antigos povos africanos, podiam ter sido os primeiros povoadores das Ilhas do Golfo da Guiné, antes dos colonizadores – Parti à meia-noite, disfarçado de pescador, ligando a ilha do Príncipe. Para me orientar, uma rudimentar bússola – A canoa era minúscula, à segunda noite adormeci: rolei na escuridão das vagas. No regresso fui distinguido com sopapos da policia salazarista, enviado para os calabouços – Cinco anos depois, numa piroga maior, fiz a ligação São Tomé-Nigéria. Partindo igualmente à noite, 13 dias depois atingia uma praia de Calabar, tendo sido detido 17 dias por suspeita de espionagem. - No mesmo ano, já com São Tomé e Príncipe independente, tentei a travessia São Tomé ao Brasil, usando os mesmos recursos. Além de pretender reforçar a minha teoria, desejava evocar a rota da escravatura e repetir a experiência de Alain Bombard. Porém, quis a ironia do destino que vivesse a difícil provação de um naufrágio de 38 longos dias, tendo aportado numa praia de Bioko (Bococo)onde fui recambiado para a famosa prisão de Black Beach

sábado, 17 de março de 2018

Alemanha expansionista faz ronda por África: não olha à qualidade dos perfis políticos mas aos votos - Merkel espera ajuda do continente africano para reformar o Conselho de Segurança com assento alemão: para ver-se equiparada ao veto da China, Rússia, EUA, Grã-Bretanha e França – Embaixador alemão Harro Adt já passou por S.Tomé para piscar o olho ao Patrice, depois de ter passado pela Guiné Equatorial - Ângela Merkel, manifestou apoio ao Gana que quer estar representado no Conselho de Segurança em Nova York por dois anos no início da década de 2020 – Mas as intenções alemãs vão mais longe: a pretexto do apoio às ambições ganesas deseja ter um assento não permanente no mais alto órgão da ONU em 2019/20 e busca aprovação mundial no processo de seleção


Jorge Trabulo Marques - Jornalista - Informação e análise 

ALEMANHA EXPANSIONISTA - QUE NUNCA DEU NADA À ÁFRICA SENÃO EXPLORAÇÃO DE RECURSOS E MILHARES DE MORTES NO PERÍODO COLONIAL - QUER AGORA ASSENTO NA ONU COM AJUDA DE ÁFRICA PARA FAZER ESQUECER OS HORRORES NAZISTAS 









 Aí estão as ambições de uma Alemanha expansionista e mais uma cartada inteligente  e visionária de  Ângela Merkel,  à margem da diplomacia da Comunidade Europeia, que quer ver-se representada na ONU com o mesmo perfil que detém, até agora, os cinco poderes de veto da China, Rússia, EUA, Grã-Bretanha e França - Faz giros diplomáticos pelos vários continentes para alcançar esse objetivo, sob o pretexto de que a realidade de hoje, não é a mesma da Segunda Guerra Mundial “Portanto, há uma necessidade urgente de reforma”, alega a Chanceler -





E a quem está confiada a missão diplomática  alemã, é ao Embaixador encarregado das Missões do Ministério dos Negócios Estrangeiros da Alemanha, Harro Adt, que, na quarta-feira passada, foi recebido pelo  Primeiro-Ministro são-tomense Patrice Trovoada, depois de ter passado pela Guiné Equatorial, onde se encontrou com o Ministro dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, Agapito Mba Mokuy, para lhe entregar uma mensagem da chanceler alemã,  Angela Merkel, destinada ao Presidente da República,  Obiang Nguema Mbasogo, no âmbito dos contactos entre os governos dos dois países em relação às questões das Nações Unidas.



MERKEL FAZ TRAMPOLIM ESPECIAL  DAS AMBIÇÕES GANESAS PARA O RESTO DE ÁFRICA   - TENDO RECEBIDO  O PRESIDENTE DO GANA COM O QUAL PARTILHOU  UMA CONFERÊNCIA DE IMPRENSA 




O encontro da chanceler Angela Merkel, com o presidente do Gana, Nana Addo Dankwa, decorreu na Chancelaria em Berlim, Alemanha, no passado dia 28 de fevereiro de 2018 "Nós nos apoiamos", disse Merkel, após uma reunião com o Presidente Gana em Berlim. A Alemanha solicita um assento não permanente no mais alto órgão da ONU em 2019/20 e busca aprovação mundial no processo de seleção. Gana quer mudar para o Conselho de Segurança em Nova York por dois anos no início da década de 1920.«


O presidente do Gana, Nana Addo Dankwa Akufo-Addo, também prometeu apoio da Alemanha para um assento permanente, que CDU, CSU e SPD estão apontando para um acordo conjunto de coaligação. É perfeitamente claro que o Conselho de Segurança, em sua composição atual, reflete o tempo após a Segunda Guerra Mundial, mas não é a realidade de hoje. Portanto, há uma necessidade urgente de reforma. "É claro que um país como a Alemanha definitivamente deveria encontrar o caminho", disse Akufo-Addo. "Mas eu acho que definitivamente deveria haver uma presença permanente de um membro africano no Conselho de Segurança". Ele se referiu aos agora 54 estados independentes do continente.

A Alemanha está trabalhando com a Índia, Japão e Brasil para se reformar. Até agora, os cinco poderes de veto da China, Rússia, EUA, Grã-Bretanha e França sempre bloquearam isso. No entanto, os próprios estados africanos não podem concordar sobre quem deve representar o continente em Nova York.:Die Thomson Reuters  


ALEMANHA E GANA - Merkel espera a ajuda da África com um assento alemão no Conselho de Segurança – Pormenores de outra noticia, acerca do mesmo encontro

Durante a visita a Berlim pelo chefe de estado de Gana, o chanceler novamente mostrou seu interesse em um assento da Alemanha no mais alto órgão da ONU. O convidado da África era cooperativo - como com outros tópicos.

A chanceler Angela Merkel vê o apoio da África para um assento alemão não permanente no Conselho de Segurança da ONU. "Nós nos apoiamos", disse Merkel depois de uma reunião com a presidente da Gana, Nana Addo Dankwa Akufo-Addo, em Berlim.A Alemanha solicita um assento não permanente no mais alto órgão da ONU em 2019/20 e busca aprovação mundial no processo de seleção. Gana quer mudar para o Conselho de Segurança em Nova York por dois anos no início da década de 1920.

O presidente do Gana prometeu apoio da Alemanha para um assento permanente, que a CDU, a CSU e o SPD procuram alcançar em um acordo conjunto de coalizão. É perfeitamente claro que o Conselho de Segurança, em sua composição atual, reflete o tempo após a Segunda Guerra Mundial, mas não é a realidade de hoje. Portanto, há uma necessidade urgente de reforma. "É claro que um país como a Alemanha definitivamente deveria encontrar o caminho", disse Akufo-Addo. "Mas eu acho que deveria haver uma presença permanente de um membro africano no Conselho de Segurança". Ele referiu-se aos 54 estados independentes do continente.

Merkel hofft auf Afrikas Hilfe bei deutschem Sitz im ... - Deutsche Welle ««

S. TOMÉ INTEGRADO NA MESMA RONDA AOS 54 PAÍSES AFRICANOS

Refere a ( STP-Press ) que, Alemanha solicitou São Tomé e Príncipe apoio a sua candidatura ao Conselho de Segurança das Nações Unidas. –  declarou o enviado especial da chanceler alemã, Angela Merkel, o diplomata, Harro Adt que se encontrou quarta-feira com Primeiro-Ministro são-tomense Patrice Trovoada.


No final da audiência, o enviando especial de Angela Merkel delarou ter oficializado o pedido à São Tomé e Príncipe no sentido de apoiar a candidatura de Alemanha a um lugar de membro não permanente no Conselho de Segurança das Nações Unidas.

“ Falamos da nossa candidatura ao Conselho de Segunça das Nações Unidas” –  disse o diplomata alemão tendo acrescentado que “falamos também da situação do Conselho e das nossas propostas”.

Além do apoio a candidatura alemã  em eleições previstas para junho de 2018 na Assembleia Geral das Nações Unidas, o diplomata alemão disse também ter abordado a questão de cooperação com São-Tomé e Príncipe, materializado, sobretudo, através da União Europia e da própria Nações Unidas.


A presença do enviado especial alemão a São-Tomé e Príncipe aconteceu no mesmo dia em que Angela Merkel foi eleita, pela quarta-feira, chanceler da Alemanha com votos  da maiora da Bundestag ( Câmara Baixa) alemã.

Com funções de manter a paz e segurança internacional, podendo autorizar intervenção militar para garantir as resoluções, o Conselho de Segurança das Nações Unidas é composto por 15 membros, sendo 10 não permanentes eleitos por dois anos, e cinco membros permanentes, nomeadamente, os Estados Unidos, França, Reio Unidos, Rússia e a China, que gozam do poder de veto.Fim/AD e RN  http://www.stp-press.st/2018/03/15/alemanha-pede-sao-tome-principe-apoiar-candidatura-ao-conselho-seguranca-das-nacoes-unidas/



ATROCIDADES DOS ALEMÃES EM ÁFRICA  - Alemanha reconhece genocídio na Namíbia - Entre 1904 e 1908, as tropas alemãs mataram 100 mil herero e nama. Agora, pela primeira vez, Berlim refere-se a esses crimes como genocídio, embora se recuse a aceitar consequências legais.

Durante décadas, o Parlamento e os vários Governos da Alemanha tentaram evitar falar sobre este capítulo terrível da história colonial alemã. Mas, o Executivo alemão referiu-se pela primeira vez, num documento oficial, ao massacre do início do século XX como um genocídio, de acordo com o diário alemão "Frankfurter Rundschau".

Estima-se que, entre 1904 e 1908, soldados alemães mataram deliberadamente cerca de 100 mil pessoas das etnias herero e nama na então colónia alemã, depois destes povos se terem revoltado contra o poder colonial. A 2 de outubro de 1904, o general Lothar von Trotha, comandante das tropas alemãs no que era então o Sudoeste Africano Alemão, promulgou uma ordem em que anunciava que qualquer herero, armado ou não, encontrado dentro das fronteiras alemãs seria abatido. Acrescentava ainda que mulheres e crianças não seriam poupadas.

Em resposta a um inquérito feito pela esquerda parlamentar alemã, o documento, citado pelo "Frankfurter Rundschau", afirma que a relutância do Executivo em chamar o massacre de genocídio "refletia a posição governamental".  http://www.dw.com/pt-br/alemanha-enfrenta-batalha-legal-por-crimes-coloniais/a-42292850






O ESPÍRITO GERMÂNICO É DEMASIADO EGOÍSTA, EXPANSIONISTA E BELICISTA PARA RESPEITAR A  INDIVIDUALIDADE DE CADA PAÍS  - O QUE NÃO LOGRARAM PELAS ARMAS, ESTÃO A CONSEGUI-LO ATRAVÉS DO EURO


 O atual liberalismo económico alemão é ainda mais nefasto de que o “socialismo nacional” de Hitler – Este  quis apoderar-se da Europa e chegou mesmo a pensar invadir Portugal mas foi derrotado. A ideologia defendida pelo partido de Ângela Merkel. é mais perigosa porque vem disfarçada de mecenas.

Os ingleses fecham as fronteiras à imigração que não lhes interessa  Reino Unido quer limitar imigração reduzindo direitos de recém ...– Defendem-se dos oportunistas, ladrões  e parasitas – Uma coisa são aqueles que emigram para trabalhar e, outra, completamente diferente, para roubar e se aproveitarem da generosidade das instituições –  É um fato que muitos portugueses são forçados a abandonar o seu país e a procurar o trabalho que a sua pátria lhes nega. Mas não menos verdade é o fato de que entra muita gente em Portugal que não vem nem para trabalhar nem para fazer turismo: para esmolar e roubar. E, sendo um país pequeno, também vêm outros, cujo objetivo não é vergar a mola mas destruir as poucas oportunidades que se poderiam oferecer aos cidadãos nacionais – Desde a tradicional banca dos jornais, que era habitualmente reservada para deficientes, às frutarias, a todo o tipo de comércio. Fomos invadidos por chineses e indianos, e, afinal, quantas lojas abrem os portugueses na Índia ou na china? -  Que facilidades são dadas aos cidadãos nacionais para se colocarem, pelo menos, em situação de igualdade? – Contam-se pelos dedos.

O QUE DIZ QUEM ESTÁ DENTRO DA MATÉRIA

"É inevitável. Portugal não vai conseguir aguentar a políticas do FMI sem grandes cortes da despesa e sem deixar o euro. Esse será o fim. A minha pergunta é:  se este será o fim, porquê esperar dois anos, que se avizinham de recessão, quando já sabem  que a saída do euro é  inevitável Portgal sair do Euro -

Estratégia cínica alemã para África  -  Estão-se nas tintas para os ditadores
Martin Schulz, eurodeputado alemão que é o novo presidente do Parlamento Europeu, teorizou sobre o “declínio de Portugal” e criticou as suas relações com Angola, mas a sua chanceler privilegia relações com o Estado angolano  

De 11 a 13 de Julho de 2011, a senhora Merkel tornou-se a primeira chefe de um governo alemão a visitar Angola à frente de uma comitiva de 110 pessoas. A chanceler, que se deslocou igualmente ao Quénia e à Nigéria já no âmbito de uma estratégia organizada em relação a África, prosseguiu desta maneira a reactivação das relações especiais políticas, económicas e comerciais entre Berlim e Luanda 
Embora estando ainda no período inicial da sua presidência do Parlamento Europeu, o eurodeputado alemão social democrata Martin Schulz considera que Portugal deveria privilegiar mais as suas relações no espaço europeu e não tanto com países de outros continentes, designadamente com Angola.

No entanto, a visita da sua chanceler a Angola decorreu apenas um mês depois de Berlim ter aprovado uma “estratégia para África” após um longo trabalho de reflexão que envolveu todos os ministérios federais, os grupos parlamentares, associações do sector privado, fundações, organizações não governamentais, agentes culturais, igrejas, sindicatos e especialistas. Angola foi o país escolhido para o início da aplicação desta nova estratégia alemã https://www.esquerda.net/artigo/745estrat%C3%A9gia-alem%C3%A3-para-%C3%A1frica-privilegia-angola


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