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Entre outros assuntos, falo da escalada ao Pico Cão Grande e das minhas aventuras em canoas – Visam defender a teoria de que antigos povos africanos, podiam ter sido os primeiros povoadores das Ilhas do Golfo da Guiné, antes dos colonizadores – Parti à meia-noite, disfarçado de pescador, ligando a ilha do Príncipe. Para me orientar, uma rudimentar bússola – A canoa era minúscula, à segunda noite adormeci: rolei na escuridão das vagas. No regresso fui distinguido com sopapos da policia salazarista, enviado para os calabouços – Cinco anos depois, numa piroga maior, fiz a ligação São Tomé-Nigéria. Partindo igualmente à noite, 13 dias depois atingia uma praia de Calabar, tendo sido detido 17 dias por suspeita de espionagem. - No mesmo ano, já com São Tomé e Príncipe independente, tentei a travessia São Tomé ao Brasil, usando os mesmos recursos. Além de pretender reforçar a minha teoria, desejava evocar a rota da escravatura e repetir a experiência de Alain Bombard. Porém, quis a ironia do destino que vivesse a difícil provação de um naufrágio de 38 longos dias, tendo aportado numa praia de Bioko (Bococo)onde fui recambiado para a famosa prisão de Black Beach

domingo, 11 de março de 2018

Benfica vence Desportivo das Aves – 2- 0 – Que tarde deixou cair a asa

 Jorge Trabulo Marques - Foto-Jornalismo - Aqui lhe amostro um dos registos fotográficos que geralmente edito noutro site - Gosto da  fotografia, como expressão artística, e o futebol é um dos espetaculos desportivos que proporciona excelentes imagens carregadas de emoção e de movimento.  



POR FIM LÁ SE ABRAÇARAM ATÉ AO DELÍRIO QUASE SUFOCADO - - Benfica 2 - Aves 0 - Águias da Luz cortam asa arrebitada ao Desportivo das Aves, com metralha de Jonas e Rúben Dias, mas só depois de terem tomado novo fôlego no duelo da segunda parte e nos últimos 20 minutos finais é que, por fim, lá conseguem suster a respiração aos voos dos denudados e atrevidos visitantes: até ali foi sofrer a valer, num principio de uma noite de sábado, que, embora brumosa e carregada de pesadas névoas pelas alturas, por um temporal iminente, nem era chuvosa nem fria, no entanto, dando ares de estar predestinada a provocar alguns calafrios nas aspirações da equipa de Rui Victoria, que já trazia na manga cinco triunfos consecutivos, e, cujo desenrolar dos sucessivos insucessos,em ataques e contra-ataques, mais parecia confinar-se ou enguiçar-se num inglório empate de que a averbar a desejada meia dúzia, não obstante as claques benfiquistas nunca abrandarem a toada entusiástica


Mas a verdade é que, entre os artilheiros, havia um Jonas em campo, sempre inspirado, de olho e de pontaria fisgada para a desfeitear a gaiola defendida por Adriane Facchini, o que conseguira, finalmente, ao minuto 71º, logrando furar, com um tiro certeiro, as malhas que pareciam impenetráveis a todo e qualquer esforçado assédio.


Três minutos depois, surgiria o momento de Rúben Dias quebrar as asas de vez ao Desportivo das Aves, elevando a caçada para um resultado mais tranquilizador, já que, nos minutos seguintes, ninguém mais na Luz duvidaria que os três , pontos estavam no papo encarnado, logrando, assim, entretanto, pressionar e encurtar para dois pontos a distância que os dragões levam sobre águias, que, neste domingo vão ter que defrontar o Paços de Ferreira em campo adversário


ECOS DA IMPRENSA
"O Benfica precisou de virar-se do avesso para ultrapassar um Desp. Aves muito competente e razoável. Basicamente, e em poucas palavras, foi isto.
Mas por partes.
Antes de mais convém referir que a formação de Rui Vitória entrou em campo a jogar bem, naquele futebol rendilhado, de passe curto e desmarcação, que recebe aqui, toca a ali e muda-se para acolá, de trocas de posição constantes. Um futebol que é um gosto.
Zivkovic recuava e libertava Grimaldo, que ficava com o corredor livre porque Cervi jogava por dentro, enquanto do outro lado André Almeida jogava por dentro e criava superioridade por troca com João Carvalho. Um futebol criativo e bem disposto, portanto.
O problema é que a imaginação no processo criativo não encontrava continuidade no último passe, pelo que o Benfica dominava, tinha a bola, chegava facilmente ao último terço, mas não conseguia criar perigo. Uma, e outra, e mais outra vez. -  Continua em http://www.maisfutebol.iol.pt/liga/desportivo-aves/benfica-desp-aves-2-0-cronica


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