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Entre outros assuntos, falo da escalada ao Pico Cão Grande e das minhas aventuras em canoas – Visam defender a teoria de que antigos povos africanos, podiam ter sido os primeiros povoadores das Ilhas do Golfo da Guiné, antes dos colonizadores – Parti à meia-noite, disfarçado de pescador, ligando a ilha do Príncipe. Para me orientar, uma rudimentar bússola – A canoa era minúscula, à segunda noite adormeci: rolei na escuridão das vagas. No regresso fui distinguido com sopapos da policia salazarista, enviado para os calabouços – Cinco anos depois, numa piroga maior, fiz a ligação São Tomé-Nigéria. Partindo igualmente à noite, 13 dias depois atingia uma praia de Calabar, tendo sido detido 17 dias por suspeita de espionagem. - No mesmo ano, já com São Tomé e Príncipe independente, tentei a travessia São Tomé ao Brasil, usando os mesmos recursos. Além de pretender reforçar a minha teoria, desejava evocar a rota da escravatura e repetir a experiência de Alain Bombard. Porém, quis a ironia do destino que vivesse a difícil provação de um naufrágio de 38 longos dias, tendo aportado numa praia de Bioko (Bococo)onde fui recambiado para a famosa prisão de Black Beach

sábado, 24 de março de 2018

São Tomé e Príncipe – Dia Mundial da Tuberculose – A doença continua no topo das quatro doenças mais comuns no arquipélago: 2ª Malária; 3ª Cólera; 4ª A celulite necrosante Em 2017 – Registou-se um aumento de casos de malária- Tendo a OMS, alertado para o risco da perda de ganhos obtidos se o financiamento de campanhas governamentais contra a doença for comprometido. Segundo dados estípticos Em 2014 foram referenciados 158 casos. Em 2015, registaram-se 178. – Em 2017 – Perto de 200: ou seja 97 em 100 mil habitantes

Jorge Trabulo Marques - Jornalista - Informaçao e análise


Povo sofre de doenças e de carências alimentares, enquanto isto, Patrice Trovoada, dá mais uma das centenas passeatas ao estrangeiro - Corre nas redes sociais que se encontra em Portugal desde Sexta-feira passada e no País ninguém sabe de nada.A TVS e a Rádio Nacional não noticiaram nada sobre esta deslocação do Primeiro Ministro ao estrangeiro. Porque será? - Pergunta-se:




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HOSPITAL CENTRAL
"O objetivo deste dia mundial de combate à tuberculose é alertar a população sobre a doença e erradicar completamente a doença. Esta efeméride comemora-se neste dia já que foi a 24 de março de 1882 que Robert Koch anunciou a descoberta da causa da tuberculose – o bacilo TB – o que seria o início do diagnóstico e da cura da tuberculose. Assim, no centenário da data, em 1982, a Organização Mundial de Saúde (OMS) e a União Internacional Contra Tuberculose e Doenças Pulmonares decidiram criar o Dia Mundial da Tuberculose. https://www.calendarr.com/portugal/dia-mundial-da-tuberculose/

AUMENTO DA POBREZA. DAS DOENÇAS E ALCOOLISMO - TRISTE REALIDADE NUMA TERRA MARAVILHOSA E DE GENTE PACÍFICA - MAS DESGOVERNADA E A SAQUE

A pobreza conduz à degradação das condições de vida e propicia o aumento das doenças – E é justamente para onde apontam as estatísticas, em relação aos casos de tuberculose, que têm vindo a recrudescer, desde 2014

São Tomé e Príncipe registou em 2015 mais casos de tuberculose do que em 2014 – segundo então foi anunciado por fonte  sanitária, por ocasião da celebração do Dia Mundial de Luta Contra a Tuberculose.

Os dados foram então  avançados pelo coordenador do projeto nacional de Luta contra a Tuberculose, Gilberto Frota, que considera a possibilidade de aumento de casos face à introdução de novos equipamentos para deteção de casos da doença no país.  https://24.sapo.pt/noticias/internacional/artigo/sao-tome-e-principe-registou-aumento-de-casos-de-tuberculose-em-2015_20513995.html
Em 2014 foram referenciados 158 casos: em 2015,  as autoridades sanitárias são-tomenses registaram 178. - Em 2017 -  O aumento ainda é mais alarmante, já que passou para 97 casos em 100 mil habitantes, ou seja para perto dos 200 casos, uma vez que a população,  atualmente, já ascende acima dos 200 mil habitantes 

List of Countries with a Tuberculosis Incidence of 40 ... - NSW Healt

Pobreza e falta de proteção social afeta 70% das crianças de São Tomé

12/5/2016, Um relatório do Fundo das nações Unidas para Infância indica que mais de 70% das crianças são-tomenses são pobres e "apresentam maior vulnerabilidade relativamente a situação da proteção social"

Um relatório do Fundo das nações Unidas para Infância (Unicef) indica que mais de 70% das crianças são-tomenses são pobres e “apresentam maior vulnerabilidade relativamente a situação da proteção social”. https://observador.pt/2016/05/12/pobreza-falta-protecao-social-afeta-70-das-criancas-sao-tome/

 POVO JÁ REZA AO SANTO PADROEIRO ORAÇÕES DE DESESPERO E DE ESPERANÇA  

Ghislain Emmanuel, - Em S. Tomé - Téla Nón



É típico dos governos autoritários e das ditaduras, que, ao invés  de  contribuírem para  mostrar o pais real, em buscarem soluções para  resolverem os seus problemas,  enveredem por defender a sua pele,  em fabricar a imagem de que tudo vai bem, de mostrarem um pais ficcional através  da falsa propaganda dos órgãos de comunicação social, na qual detêm o controlo absoluto - O Povo Santomense é pacifico e ordeiro mas tem dirigentes políticos despudoradamente corruptos, arrogantes e incompetentes, aos quais - e pela primeira vez - o ato eleitoral havia declarado (através da fraude, compra de votos) a maioria parlamentar

"Povo Pequeno" sem dinheiro e sem assistência pronta e eficaz socorre-se da medicina tradicional, que neste caso, perpetua ou agrava mais e não resolv
S. Tomé e Princípio à recaída da malária
Em  Dezembro passado, a Organização Mundial da Saúde, OMS , referindo-se à recaída da malária, alertou que São Tomé e Príncipe corre o risco de perder os ganhos obtidos contra a malária se o financiamento de campanhas governamentais contra a doença for comprometido.

A variedade de frutos - Torna  a gente saudável
“O impacto da falta de financiamento é desconhecido. No entanto, se os atuais esforços para controlar a malária tiverem que ser reduzidos devido à falta de fundos, existe um alto risco de recaída ”, disse Rebekka Ott, representante do Fundo Global em São Tomé, à AFP.

O Fundo Global de Combate à AIDS , Tuberculose e Malária, uma fundação parceira da OMS , financia a maioria das medidas para combater a doença nas ilhas. A OMS informou recentemente que o Fundo Global pode ser reduzido em 50% e que São Tomé e Príncipe precisaria então de "mais ou menos US $ 5 milhões (4,2 milhões de euros) entre 2018 e 2021 para obter bons resultados

Medicina Tradicional - Uma das respostas
No final da década de 1980 e novamente em 2012-2013, a doença devastou o país devido a um déficit no financiamento e na disseminação da resistência a insecticidas.

Em 2005, a malária matou mais de 5 mil pessoas em cerca de 50 mil pessoas infectadas em São Tomé e Príncipe, de acordo com a OMS .

O clima tropical húmido das ilhas oferece um terreno ideal para os mosquitos fêmeas que carregam a infecção parasitária de uma pessoa para outra com suas picadas de sugadores de sangue.

"Nossa última morte foi em 2016. Foi um homem português que não tomou medidas de prevenção e tratamento", disse Hamilton Nascimento, coordenador do Programa Nacional de Luta contra o Paludismo ( PNLP ) em São Tomé.

Maomé Emery - Úlceras no povo pequeno não o moscam
Maomé VI 
As ilhas de São Tomé e Príncipe, que têm uma superfície terrestre combinada de 1.000 quilómetros quadrados, beneficiam da sua localização a oeste do Gabão e de uma pequena população de menos de 200.000 habitantes.

E ainda, como relata a OMS , existe um risco real de recaída. Além das lacunas de financiamento que o corte do Fundo Global acarretaria, o governo está preocupado que seus cidadãos começaram a se cansar das repetidas campanhas.

"O número de pessoas que abrem suas portas para os pulverizadores de mosquitos diminuiu", disse a Ministra da Saúde, Maria Jesus Trovoada, preocupada que essa recusa em participar "ponha todos os esforços do governo em perigo".

A decisão do governo são-tomense de cortar os laços com Taiwan em favor da China também corre o risco de ter um efeito negativo no que diz respeito à luta contra a malária. Taiwan pagou anteriormente mais de 30% do custo do combate à malária, mas os chineses que deveriam assumir os compromissos de financiamento estão apenas fornecendo “assistência técnica” em vez de ajuda financeira.

Quaisquer que sejam os obstáculos, a OMS anunciou em abril de 2016 que 21 países no mundo podem eliminar a malária até 2020. Seis desses países estão na África: Argélia, Botsuana, Cabo Verde, Comores, Suazilândia e África do Sul.

UM PAÍS POBRE E DESCAPITALIZADO – NÃO OBSTANTE RECEBER MILHÕES DE FUNDOS INTERNACIONAIS, QUE DESAPARECEM NÃO SE SABE COMO




A vida do dia a dia do “Povo Pequeno” de S. Tomé e Príncipe” já conheceu melhores dias: mesmo para quem tem de se conformar com o ordenado mínimo de 45 euros mensais, arranjar meios para  garantir o sustento  é um tremendo calvário! Que só quem tem de arrostar com essa pesada  cruz, é que poderá compreender o que é esse tão penoso sacrifício diário.: ”Temos  empresários descapitalizados; temos médicos descapitalizados!... As pessoas não têm dinheiro!... Nós sabemos que todos os países atravessam uma situação de crise mas nós estamos numa situação péssima!!...  Essa crise não tem limite em S. Tomé e Príncipe?!...  As pessoas não estão a morrer na rua por ser um pais agrícola! – Desabafo de um dos deputados da oposição”, no aceso e polémico debate preliminar que antecedeu a aprovação do projeto de lei sobre o futuro funcionamento do Tribunal constitucional – Até porque, como dizia outro deputado, nesse mesmo período parlamentar, “Hoje o Governo tem a mão de tudo! Até dos Tribunais!”

As quatro doenças mais comuns em São Tomé e Príncipe
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POR AANCHAL NAGPAL EM 8 DE OUTUBRO DE 2017SAÚDE GLOBAL

Povo pequeno, negligenciado  pelas autoridades ,apela a Deus 
SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE - Uma ilha ao largo da costa da África Ocidental, São Tomé e Príncipe é um país bastante remoto, com uma população pequena. No entanto, o tamanho do país não desvaloriza a vida dessas pessoas nem os riscos que podem prejudicar sua saúde. Com uma maior compreensão das doenças comuns em São Tomé e Príncipe, aqueles com os recursos para ajudar as pessoas necessitadas podem obter uma visão sobre quais ações tomar e que tipo de apoio dar.
Aqui está uma lista de quatro doenças comuns em São Tomé e Príncipe.

1. A tuberculose (TB) é uma doença bacteriana facilmente transmissível nas primeiras semanas de sintomas visíveis.

Esses sintomas incluem tosse com sangue, dor no peito, fadiga, febre, preenchimentos, suores noturnos e perda de apetite. A tuberculose também pode afetar outras partes do corpo, incluindo os rins, coluna ou cérebro. Cerca de noventa por cento das pessoas com a doença têm infecção latente por TB e não apresentam sintomas. As bactérias podem permanecer inativas por muitos anos e a chance de desenvolver TB ativa diminui com o tempo.

No entanto, as pessoas HIV-positivas são mais propensas a contrair a tuberculose devido ao seu sistema imunológico enfraquecido . Em áreas empobrecidas, como a África Ocidental, a pobreza impede que muitas pessoas tenham acesso aos cuidados médicos necessários para diagnosticar e tratar a tuberculose. Graças aos esforços humanitários na região, não houve recentes grandes surtos de tuberculose em São Tomé e Príncipe.

2. A malária, disseminada por mosquitos, é endémica para a maioria dos países africanos empobrecidos, incluindo São Tomé Príncipe.

Embora os sintomas não complicados da malária, como os da gripe, geralmente durem de seis a dez horas, as pessoas pobres tendem a ver complicações mais graves associadas à malária, que podem levar à falência de órgãos ou mesmo à morte. Uma vez que a malária não é apenas uma das doenças comuns em São Tomé e Príncipe, mas em todo o continente africano, organizações e governos têm proporcionado mais opções de tratamento e prevenção às populações vulneráveis.

3. A cólera é ativamente transmitida em muitos países empobrecidos, incluindo São Tomé e Príncipe.

Cerca de um em cada dez casos de cólera resulta em sintomas graves, incluindo diarréia freqüente, vômitos, cãibras musculares e pressão arterial baixa. Pessoas com cólera grave podem desenvolver insuficiência renal aguda, desequilíbrios eletrolíticos graves e coma. Se não tratada, a desidratação grave pode levar rapidamente ao choque e morte em horas. Comunidades sem condições de vida sanitária e riscos de saúde de qualidade, expondo-se às bactérias causadoras de doenças através da comida e da água.
O último grande surto de cólera em São Tomé ocorreu em 2005, e desde então, o UNICEF enviou remédios orais para reidratação e mobilizou trabalhadores comunitários para difundir uma maior consciencialização sobre a cólera e fazer campanha para construir mais banheiros no país.




4. A celulite necrosante é uma doença rara, mas um surto no início deste ano deixou São Tomé e Príncipe vulnerável.

Mais de 1.300 casos de celulite necrosante, uma grave infecção cutânea conhecida por dores intensas e tecidos inchados, foram relatados desde setembro de 2016. Até o momento, todos os distritos de saúde do país relataram casos, e os 190.000 habitantes do país estão em risco. Os casos têm aumentado, mas nenhuma morte diretamente ligada à doença foi registrada.

O tratamento envolve a remoção da pele morta, que às vezes requer cirurgia extensa e administração de antibióticos intravenosos. O Ministério da Saúde e a OMS estão trabalhando para conter o surto através de campanhas de vigilância e informação. Com assistência e apoio em todo o mundo, esperamos que as autoridades de saúde possam identificar a causa e tratar as pessoas infectadas de acordo.

Mais uma vez, as doenças comuns em São Tomé e Príncipe reflectem muito as pessoas presentes em toda a África, pelo que os líderes mundiais da saúde não devem negligenciar o auxílio a esta nação insular nos seus esforços humanitários.Uma pessoa doente em São Tomé e Príncipe não é menos do que uma pessoa doente em qualquer outro país - assim, o alcance global da saúde deve estender-se a todos.

MORTALIDADE EM 1954  - Tuberculose, paludismo e mortalidade infantil - Entre os casos de morte mais frequentes - Obviamente, fora o número que as estatísticas não referiram

"ZONAS  MÉDICAS DE ASSISTÊNCIA AOS TRABALHADORES INDÍGENAS"

Atualmente, quase 200 mil habitantes (187.000 no censo de 2012) - Houve uma grande evolução, como se poderá verificar pelas estatísticas, que aqui lhe mostramos, comparativamente à mortalidade verificada, por exemplo, em 1954,  com uma população, em S. Tomé, constituída por  23.329 indivíduos e 883 no Príncipe.

Relatório do Inspector do Ministério do Ultramar - (...) A fiscalização por parte do Estado, no que diz respeito aos Serviços Médicos, exige a criação de um lugar   de médico-inspector, só com essas funções. É que, mesmo com todas as unidades médicas, o actual quadro é pequeno para permitir uma eficiente fiscalização.

6 – Prospecção e Profilaxia


Hospital  de S.  Tomé - 1954
"Manteve-se o trabalho de despistagem da tuberculose pela rádio foto-miniatura e pelos testes de tuberculina e manteve-se a vacinação pelo B.C.G.

O número de casos identificados tem aumentado muito, como consequência da prospecção feita pelo Dispensário Anti-Tuberculoso e foi criado o problema da hospitalização dos doentes, agora resolvido com a construção do novo pavilhão hospitalar

Os elementos estatísticos obtidos não permitem  grandes conclusões. Dispomos só de um mapa de mortalidade geral, elaborado segundo a lista abreviada de 50 rúbricas e de um mapa de moralidade hospitalar mais reduzido ainda – só de 20 rúbricas

Do mapa de mortalidade  geral constam 629 casos de morte por senilidade e causas mal definidas e desconhecidas, num total de 1.386, o que deve corresponder na maioria a óbitos sem assistência.

No mesmo mapa constam 100 casos por várias doenças e outros seguintes números mais definidos

Paludismo, 71 casos; Tuberculose do aparelho respiratório, 71 casos; Anemias, 71 casos; Doenças da primeira infância e imaturidade não qualificada, 64 casos;  Gastrite, Duodenite, enterite e colite, excepto a diarreia do recém-nascido, 64 casos; Outras doenças infecciosas e parasitárias, 45 casos; Pneumonia 40 casos: outras doenças do coração, 30 casos.
O número alto dos casos de tuberculose deve estar relacionado com o trabalho de despistagem realizado pelo Dispensário Anti-Tuberculoso.
Do mapa de mobilidade e moralidade hospitalar poucas ou nenhumas conclusões se podem tirar, devido ao facto de estar só reduzido a 20 rúbricas.

MORBILIDADE HOSPITALAR

Doenças indeterminadas, 697 casos; Doenças da gravidez, parto e estado puerperal, 450 casos; Doenças do aparelho digestivo,393 casos; Doenças infeciosas e parasitárias, 359 casos; Paludismo,  286 casos; Doenças do aparelho respiratório não designadas como tuberculosas, 213 casos; Acidentes, 177 casos; Doenças do aparelho urinário   (não venéreas) 156 casos; Doenças do sistema nervoso e dos órgãos dos sentidos, 98 casos


SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE – O  SEGUNDO PAÍS LUSÓFONO COM MAIOR CONSUMO DE ÁLCOOL

Mais de seis em cada dez jovens com mais de 19 em São Tomé e Príncipe consomem bebidas alcoólicas, revelam estudos que concluem que o consumo entre os estudantes está a crescer a um ritmo “assustador”, disseram investigadoras. 

Quase todos os dias vimos anúncios de cerveja, de vinhos! Há uma lei que proíbe o consumo de álcool aos menores de 18 anos mas na publicidade nunca consta isso!.... Mas não custava nada chamar atenção…  Não se deve estar a acusar os santomenses de estar a beber muito: deve-se é arranjar soluções  para que se ponha cobro a esse tipo de situação: porque, se é verdade que as pessoas estão a beber exageradamente, deve ser fruto da frustração de falta de condições! E isto é culpa do próprio Governo  que tem que criar condições para que as pessoas” – Palavras que se ouviram, no inicio do  mais recente debate parlamentar

Mais de 60% dos jovens são-tomenses com mais de 19 anos consomem álcool -  Título de um artigo hoje publicado, baseado num estudo académico  

Mais de seis em cada dez jovens com mais de 19 em São Tomé e Príncipe consomem bebidas alcoólicas, revelam estudos que concluem que o consumo entre os estudantes está a crescer a um ritmo “assustador”, disseram investigadoras.
Mais de 63% dos jovens com mais de 19 anos bebem álcool, disse a investigadora luso-são-tomense Isabel Santiago, responsável por um estudo sobre o consumo de álcool e drogas entre os jovens são-tomenses.
“É elevadíssimo, isso é assustador”, concluiu.
Para a cientista, os resultados apontam de um modo geral para toda a população escolar, com o consumo geral de álcool a atingir 58% dos rapazes e 43% das raparigas.
“Todavia, eu fui fracionando esses consumos e dividindo em subgrupos, por idades”, concluindo que entre 39 e 46% dos jovens com idades entre 15 e 18 anos consomem álcool, “mais do que deveriam”, explica.

“Agora, jovens com mais de 19 anos - e eu já estou a falar de 12ª classe e ensino superior público - bebem mais de 63%, é elevadíssimo”, acrescenta Isabel Santiago.
Segundo a autora do inquérito, no ensino noturno e alfabetização, os dados apontam para um consumo de 57%, nos dois géneros (homens e mulheres), enquanto no ensino técnico (frequentado apenas por adultos) o consumo de álcool é de 73%.Extraído de http://www.dnoticias.pt/mundo/mais-de-60-dos-jovens-sao-tomenses-com-mais-de-19-anos-consomem-alcool-CE1530774


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