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Entre outros assuntos, falo da escalada ao Pico Cão Grande e das minhas aventuras em canoas – Visam defender a teoria de que antigos povos africanos, podiam ter sido os primeiros povoadores das Ilhas do Golfo da Guiné, antes dos colonizadores – Parti à meia-noite, disfarçado de pescador, ligando a ilha do Príncipe. Para me orientar, uma rudimentar bússola – A canoa era minúscula, à segunda noite adormeci: rolei na escuridão das vagas. No regresso fui distinguido com sopapos da policia salazarista, enviado para os calabouços – Cinco anos depois, numa piroga maior, fiz a ligação São Tomé-Nigéria. Partindo igualmente à noite, 13 dias depois atingia uma praia de Calabar, tendo sido detido 17 dias por suspeita de espionagem. - No mesmo ano, já com São Tomé e Príncipe independente, tentei a travessia São Tomé ao Brasil, usando os mesmos recursos. Além de pretender reforçar a minha teoria, desejava evocar a rota da escravatura e repetir a experiência de Alain Bombard. Porém, quis a ironia do destino que vivesse a difícil provação de um naufrágio de 38 longos dias, tendo aportado numa praia de Bioko (Bococo)onde fui recambiado para a famosa prisão de Black Beach

quinta-feira, 8 de março de 2018

Surf nas Ilhas Verdes do Equador – Com águas quentes e boas ondas cristalinas e transparentes, em qualquer altura do ano – Aqui lhe recordamos o encontro com o genial Jéjé – Jovem com 15 anos, um talentoso campeão

SURF É TENTADOR EM QUALQUER ALTURA DO ANO NAS ILHAS VERDES DO EQUADOR – ENCONTRO COM O GENIAL JÉJÉ – Campeão em 2014 – Em águas quentes equatoriais e ondas convidativas para banhistas e desportistas  - Encontro com o genial Jéjé, campeão 2014 do Mochecst Surf –

Este é o genial surfista Jéjé, que, com apenas 15 anos, se sagrou “campeão nacional de surf de São Tomé e Príncipe, no culminar das várias eliminatórias que constituíram a edição 2014 do Campeonato Moche CST Surf.

A breve entrevista ocorreu por um feliz acaso, junto à praia de Santana, donde é natural, momentos depois de um dos seus habituais treinos. Longe ainda de saber que estava perante uma das mais talentosas promessas do surfe nas ilhas Verdes do Equador. Só, mais tarde, já em Portugal, instado pela minha curiosidade jornalística, querendo, através da Internet, recolher mais informação da prática desta modalidade desportiva, nestas ilhas, é que me apercebo, que, afinal havia estado perante um verdadeiro campeão. Simples, simpático, desprendido, comunicativo e humilde. São assim os grandes talentos: modestos e sem vaidade, sem necessidade de exibir prémios ou galões.

O agradável encontro, ficou a dever-se a uma curta paragem  de um passeio  que estava a fazer ao sul de S. Tomé, na companhia do meu compatriota Manuel Gonçalves. Ao passarmos de jipe  por esta localidade, pedi-lhe para que ali parássemos por uns momentos para relembrar velhos tempos e registar algumas imagens. Lá estava a linda igreja, o cruzeiro, um pequeno aglomerado de casas, umas em cimento outras ainda de madeira,  na sua arquitetura típica,  mas sobretudo aquela baía tranquila voltada a nascente, ornada de vegetação e no vaivém eterno das suas águas azuis, quentes e espumosas. Sem dúvida, dispondo de excelentes condições para os amantes do surf, que, pelos vistos, já começa a despertar o interesse não só local como internacional



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