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Entre outros assuntos, falo da escalada ao Pico Cão Grande e das minhas aventuras em canoas – Visam defender a teoria de que antigos povos africanos, podiam ter sido os primeiros povoadores das Ilhas do Golfo da Guiné, antes dos colonizadores – Parti à meia-noite, disfarçado de pescador, ligando a ilha do Príncipe. Para me orientar, uma rudimentar bússola – A canoa era minúscula, à segunda noite adormeci: rolei na escuridão das vagas. No regresso fui distinguido com sopapos da policia salazarista, enviado para os calabouços – Cinco anos depois, numa piroga maior, fiz a ligação São Tomé-Nigéria. Partindo igualmente à noite, 13 dias depois atingia uma praia de Calabar, tendo sido detido 17 dias por suspeita de espionagem. - No mesmo ano, já com São Tomé e Príncipe independente, tentei a travessia São Tomé ao Brasil, usando os mesmos recursos. Além de pretender reforçar a minha teoria, desejava evocar a rota da escravatura e repetir a experiência de Alain Bombard. Porém, quis a ironia do destino que vivesse a difícil provação de um naufrágio de 38 longos dias, tendo aportado numa praia de Bioko (Bococo)onde fui recambiado para a famosa prisão de Black Beach

quarta-feira, 30 de maio de 2018

TURISMO NA ILHA DO PRINCIPIE – Conta com novo investimento privado - Chama-se SUNDY Praia, Príncipe Island e é o mais novo hotel do Grupo HBD - Vá lá que ainda há algumas boas noticias vinda da empresa Ppioneira, que mais investimentos tem feito naquele pequeno paraíso quase esquecido do rresto do nundo


S. Tomé e Príncipe, vive uma das suas maiores crises sociais, económicas e politicas – E as noticias que nos chegam de lá, são preocupantes - Todavia, aproveitamos para dar uma boa novidade, que nos foi transmitida, acompanhada de excelentes imagens,  por Maria José Pares, pelo Facebook, que aqui transcrevemos com muito gosto –

Trata-se – diz de “uma experiência única com a natureza, entre o mar e a floresta tropical. "Nas 15 villas da Sundy Praia (oito T1, cinco T2 e duas T3) foi criado o equilíbrio perfeito entre o design e o conforto, com amplas áreas interiores e exteriores, incluindo terraços e piscina privada. A experiência através da arquitectura é reforçada pelo restaurante, construído em bambú, onde produtos orgânicos locais prometem transformar as refeições numa inesquecível jornada culinária," explicou-nos a equipa do grupo. 

A Ilha de Príncipe, uma ilha com apenas 7.000 habitantes que permanece um paraíso virgem e intocado. "O Príncipe lembra-nos um mundo perdido, que oferece praias paradisíacas, natureza, snorkeling, pesca e observação de aves," completam. Vale a pena relembrar que cidadãos angolanos não precisam de vistos para estadias em São Tomé inferiores a 15 dias. Titulares de passapaortes dos EUA, Canadá, UE e CPLP também não. A TAAG - Linhas Aéreas de Angola voa para São Tomé três vezes por semana. Devido a acordos entre o HBD e diversas agências de viagens cá em Angola, entre elas a Alive Travel e a Charme Tours, os pagamentos para este resort podem ser feitos em Luanda.

APROVEITAMOS PARA LHE RECORDAR ALGUMAS PASSAGENS DE UM POST QUE EDITAMOS NESTE SITE - Em 21 de Abril de 2015  Sob o título:


São Tomé e Príncipe - Milionário do Grupo HBD, Mark Shuttleworth, constrói aeroporto na formosa ilha dos papagaios – Onde o empresário sul-africano  está envolvido em projetos turísticos  de alto nível nas mais belas praias. Sendo já o maior empregador local. - Nuno Madeira Rodrigues é o português que lidera os sonhos do homem que, em 2002,  pagou 22 milhões de dólares para viajar no espaço a bordo da russa Soyuz TM-34




Ele foi o primeiro viajante turístico no espaço  - E, depois de realizar esse sonho,Mark Shuttleworth. teve outros, de igual arrojo, a nível empresarial: Um deles foi o de encontrar  - em 2009 - uma pequena e paradísica Ilha, ainda em quase estado selvagem, onde pudesse, quando assim o entendesse, por um lado isolar-se do resto do mundo, por outro, permitir que outras pessoas (com capacidade financeira),  pudessem desfrutar desse raro prazer. Aterrou lá com o seu jato particular e foi amor e paixão à primeira vista.

Mas  terá sido   apenas pelo facto de   ter descoberto esse pontinho perdido,  lá das alturas espaciais, algures no Golfo da Guiné, a 140 Km a Norte de São Tomé, e a mais de duas centenas a oeste do continente africano ou por já ter já prévio conhecimento da sua existência através de outros fontes?

Talvez, ambas as circunstâncias -  A atracão pela insularidade e exotismo da Ilha do Príncipe, por parte de empresários sul-africanos, já vem desde o tempo colonial.  A África do Sul, situada no ponto mais meridional de  África, tem imensas riquezas  naturais, e dispõe de uma grande diversidade de micro-climas  mas não tem a beleza, a singularidade e a tranquilidade de uma ilha, como a do Príncipe, dos poucos lugares do mundo onde os ricos podem passear à vontade, deleitar-se com as águas quentes tropicais, maravilhar-se com o exotismo de  uma paisagem, verdadeiramente paradísica, sem a vigilância dos guarda-costas. A instabilidade de poder ser raptado ou assaltado. .Com uma área de 142 km² e uma população estimada, em 2006, de 6737 habitantes, onde toda a gente se cumprimenta  e se conhece.

Considerado por muitos a jóia de África. Com uma biodiversidade estonteante, paisagem e clima tropical, e um povo que irradia simpatia, é surpreendente ver o pouco desenvolvida, turísticamente, que está a ilha. Para a empresa HBD (Here Be Dragons), o Príncipe está numa situação ímpar em que o desenvolvimento pode ainda ser feito numa base sustentável, querendo fazer deste pequeno paraíso um modelo de desenvolvimento sustentável a nível mundial” – Afirmações inseridas no site da  ATM, Associação das Tartarugas Marinhas(ATM)”, a propósito de um acordo de colaboração, firmado em Setembro de 2012,  com o grupo privado HBD-Boa Vida e  os responsáveis do Bombom Resort, que,  segundo ainda palavras desta mesma associação,  mostraram grande interesse em apoiar a protecção das Tartarugas Marinhas e o o nosso projecto” - A ATM iniciará um novo projecto na ilha do Príncipe ...

Abertura do Aeroporto em Outubro 2015 e  acesso aéreo em Dezembro 2015

Finalmente, em vias de concretização, uma velha aspiração dos habitantes da ilha do Príncipe – e também um compreensível desejo para quem ali queira apostar no seu desenvolvimento económico, nomeadamente no turismo – Um aeroporto, que fosse além da simples aterragem de pequenas aeronaves  (onde já houve alguns acidentes) e a construção do cais acostável na  cidade de Santo António, permitindo que navios cruzeiro, ali possam fazer as suas escalas  - Tudo isso vai ser realizado ainda este ano. A pista está em adentada fase de construção.


Duas importantes infraestruturas, consideradas fundamentais  para o desenvolvimento turístico  de alto nível,  que, em 2008,  já haviam sido objeto de um acordo do Governo Regional  e uma empresa holandesa, porém, ao retardador, sem  êxito - Acabou  por ser  um dos compromissos, posteriormente   assumidos, o entendimento com a referida empresa e  o milionário Mark Shuttleworth, indo assim ao encontro dos seus ambiciosos projetos turísticos,  nomeadamente, na concessão da maior e mais bela roça da Ilha do Príncipe, a famosa Roça Sundy, em cuja praia está a ser implementada a construção de um resort  e, junto ao terreiro da sede, uma carpintaria  e uma  fábrica de apoio às atividades  agrícolas.

De recordar que o nome desta roça foi notícia mundial, quando, o astrónomo inglês , Arthur Eddington, ali se deslocou, há mais de 90 anos, para observação de um elipse total do sol, vindo  a provar que, afinal, Einstein, estava certo na sua teoria da relatividade.  Pormenores em Quando o Sol se escondeu há 90 anos, na ilha do Príncipe .. -
 
Atividades  em curso reveladas – através de vários diaporamas e um vídeo – de cuja exibição  extraímos algumas imagens,  numa recente conferência de Nuno Rodrigues, que decorreu na ACOSP sede da  Associação da Comunidade de S.Tomé e Príncipe, em Lisboa), a propósito  do ponto da  situação dos projetos  da HBD  nestas ilhas.
 
Conferência, atentamente seguida, por muitos santomenses, que encheram por completo as instalações - Evento no qual também se fez  a apresentação da Associação Empresarial de Tomé e Príncipe, bem como do  Projeto Crédito Habitação pelo Banco BGFIBank STP-Filial do Grupo BGFIBank

ILHA DO PRÍNCIPE - NAS MANCHETES E   A MERECER LARGOS ESPAÇOS JORNALÍSTICOS DA IMPRENSA PORTUGUESA E MUNDIAL


Além das grandes publicações de expressão mundial, que já levaram o nome da Ilha do Príncipe, para  todo o mundo, também o Expresso e a Visão, do grupo IMPRESA, foram das publicações portuguesas, que lhe conferiram especial destaque – aspetos que não deixaram de ser realçados,  por  Nuno Madeira Rodrigues, na sua detalhada exposição do balanço de atividades do  Grupo HDB

“Salvar o paraíso... e mudar o mundo “

Este o título de um extenso artigo da  Visão, publicado em 9 de maio do ano passado,  que começava por destacar o sonho do milionário sul-africano Mark  Shuttleworth: "fazer do Príncipe um exemplo de proteção da natureza e desenvolvimento sustentável. A ideia está agora a ser concretizada por portugueses, na ilha perdida do Equador. Viagem ao interior de uma missão que pode mudar o mundo”

“Riscos e desafios”

Noutro passo, do mesmo artigo, diz-se que “o projeto de Shuttleworth assenta numa ideia essencial e aparentemente simples: transformar o Príncipe num destino turístico de eleição, graças à sua natureza única, capaz de atrair visitantes com dinheiro e, com isso, gerar uma riqueza e desenvolvimento que beneficie toda a população. No seu plano, isso é feito com meia dúzia de empreendimentos turísticos, perfeitamente integrados na biosfera local, e com não mais de 100 quartos no total. E, em simultâneo, trabalhar o ordenamento do território, as possibilidades agrícolas e a requalificação das pessoas, de forma a criar uma "marca Príncipe", que possa ser reconhecida internacionalmente. Se a ideia é simples, já a sua concretização é de uma complexidade extraordinária, com questões de difícil solução: Como desenvolver sem estragar? Como evitar a ganância e a sede do lucro imediato? Como conseguir concretizar uma ideia, aparentemente utópica, numa ilha sem infraestruturas básicas, onde é preciso importar quase tudo? – Excerto de Salvar o paraíso... e mudar o mundo - Visao.pt


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