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Entre outros assuntos, falo da escalada ao Pico Cão Grande e das minhas aventuras em canoas – Visam defender a teoria de que antigos povos africanos, podiam ter sido os primeiros povoadores das Ilhas do Golfo da Guiné, antes dos colonizadores – Parti à meia-noite, disfarçado de pescador, ligando a ilha do Príncipe. Para me orientar, uma rudimentar bússola – A canoa era minúscula, à segunda noite adormeci: rolei na escuridão das vagas. No regresso fui distinguido com sopapos da policia salazarista, enviado para os calabouços – Cinco anos depois, numa piroga maior, fiz a ligação São Tomé-Nigéria. Partindo igualmente à noite, 13 dias depois atingia uma praia de Calabar, tendo sido detido 17 dias por suspeita de espionagem. - No mesmo ano, já com São Tomé e Príncipe independente, tentei a travessia São Tomé ao Brasil, usando os mesmos recursos. Além de pretender reforçar a minha teoria, desejava evocar a rota da escravatura e repetir a experiência de Alain Bombard. Porém, quis a ironia do destino que vivesse a difícil provação de um naufrágio de 38 longos dias, tendo aportado numa praia de Bioko (Bococo)onde fui recambiado para a famosa prisão de Black Beach

quarta-feira, 15 de agosto de 2018

Armindo Lopes Bom Jesus - São Tomé e Príncipe perde um dos seus mais geniais e renomeados artistas plásticos da atualidade 10-05-1964- 15-08-2018 – Faleceu as 9.00 no Hospital Central Ayres Menezes - Irmão de Jorge Bom Jesus, atual líder do MLSTP – Porventura, mais uma vitima num hospital onde faltam medicamentos e muitas coisas – Onde já se diz que entrar neste hospício, é porta-aberta para o cemitério - É entregar antecipadamente a alma ao Criador, como ele fez em mensagem que expressou no Facebook: “Não posso estar com você, não posso lhe oferecer muito, mais na simplicidade do meu nada ofereço minhas orações para que o Senhor Deus esteja sempre presente...”



JorgeTrabuloMarques - Jornalista - Informação e análise

SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE - VERDADEIRO ALFOBRE DE POETAS, PINTORES, ESCULTORES, MÚSICOS E   ESCRITORES  - PERDE UM DOS SEUS ADMIRÁVEIS ARTISTAS PLÁSTICOS

Faleceu na manhã de hoje, por volta das 9 horas, no Hospital Central Ayres Menezes, o pintor e escultor, santomense, Armindo Lopes Bom-Jesus, aos 54 anos de idade – Porventura, mais uma das vitimas, a acrescentar aos milhares de cidadãos santomenses, que ali entram vivas e saem cadáveres, dadas as extremas carências de que enferma a referida unidade hospitalar, quer em medicamentos, quer a nível de condições de higiene e de equipamentos, não obstante os importantes apoios que tem recebido da comunidade internacional, nomeadamente  de Portugal,  – A cooperação portuguesa entregou esta terça-feira ao Ministério da Saúde de São Tomé um lote de medicamentos e consumíveis avaliado em cerca de 40 mil euros, indicou fonte oficial https://sicnoticias.sapo.pt/mundo/2018-08-14-Portugal-oferece-medicamentos-aos-hospitais-de-Sao-Tome

HOSPITAL AYRES MENEZES - A PORTA ABERTA PARA O CEMITÉRIO - ONTEM PERDEU ALI A VIDA SOLANGE QUARESMA - HOJE COUBE A VEZ AO PINTOR LOPES - ENTRE TANTAS OUTRAS VITIMAS 


As principais estruturas ainda são do tempo colonial
São vários os apelos, de santomenses,  que surgem nas redes sociais, pedindo ajuda para que possam encontrar apoio para se deslocarem em tratamento a Portugal, a cujo assunto nos referimos também, entre outras questões,  no  post anterior - Neste termos:


HOSPITAL CENTRAL AYRES MENEZES SEM CONDIÇÕES E MEDICAMENTOS Virou  cemitério potencial? – questiona santomense no Facebook  - MAS, AFINAL, PARA ONDE SE ESCOAM TANTOS MILHÕES?    

AINDA AGORA, O Ministro Português, Vieira da Silva, veio dar mais uns milhões a instituições sob a tutela de um regime corrupto e desacreditado - PARA QUÊ? - DIZ "INFORMAR COM VERDADE" QUE ADI ACABA DE MATAR UMA DAS SUAS MILITANTES ACÉRRIMA. Solange Quaresma Afonso, lutou contra a morte sozinha mas sozinha a morte lhe levou. A mesma sofria há anos de problemas Intestinais e estomacal mesmo seu partido estando no poder lhe recusaram a dar junta médica por Capricho.

Filas no Hopsital Ayres Menezes

A mesma desempenhava funções de Diretora da Bancada Parlamentar do ADI. Nos últimos meses seu Pai Inácio Afonso custeou a sua ida para Libreville a fim de garantir a sua vida. Mas hoje a morte lhe foi ingrata.


MARÇO 2018 - "Esta e a minha filha, ela encontra -se muito grave  no hospital em S.Tomé e tem que sair urgente para ser tratada em Portugal  peço a Você que está a ver esta foto a  partilhe para que chegue às autoridades santomenses  -  Apelo comovente de  Leonildo Costa,, em Informar com Verdade, https://www.facebook.com/groups/1046261748750459/


S. Tomé - Óscar Medeiros
Este um dos milhares de exemplos, da insensibilidade e desumanidade, como, o  Governo de Patrice Trovada, encara os problemas da saúde da população santomense, onde as doenças, desconhecidas ou conhecidas, continuam a devastar muita gente no mais  gritante dos silêncios e abandonos.  Milhões de apoios recebidos da comunidade internacional mas que acabam desviados e desbaratados para fins desconhecidos  - O que ainda vai valendo é a cooperação, nas Ilhas,  de algumas ONGs, na área da saúde, nomeadamente da cooperação portuguesa.



28/02/2017"Proibição de visitas aos doentes no hospital Ayres Meneses, depois de condenarem a dos deputados  da oposição, gera cenas de brutal violência  - .STOP a livre circulação de pessoas no Hospital Ayres de Menezes ...  

E TANTO ELE AINDA TINHA PARA DAR

Armindo Lopes Bom Jesus, por certo, pressentindo, que,  ao dar ali entrada, não iria salvar a sua vida, pelo que se depreende na última mensagem que deixou na sua página do facebook, confiou   o seu destino a Deus, expressando-se nestes comoventes termos:

Que o sol brilhante de todos os dias esteja muito mais intenso no dia de hoje para alegrar seu semblante, para que um sorriso em seu rosto irradie toda paz e serenidade que lhe desejo.

Não posso estar com você, não posso lhe oferecer muito, mais na simplicidade do meu nada ofereço minhas orações para que o Senhor Deus esteja sempre presente


Anselmo Loved está com Armindo Lopes Bom Jesus. Ao entrar esporadicamente na rede social ,Facebook deparei com uma notícia bastante trágica , que imprimia o falecimento do Artista Plástico Santomense , Armindo Lopes, o que tornou a minha tarde nebulosa de tanta chuva , mas chuva de lágrimas , por demonstrar a tamanha tristeza que me assolou.Porém , Armindo (Mindo) fiquei triste por saber que partiste, apenas primeiro ,para o além , mas notavelmente não morreste , entre nós artistas e ademais amigos , manténs sempre ardente nos nossos corações. Entretanto deste mundo apartaste , embora sendo um dos expoente máximo das artes plásticas em STP , sempre soubeste por evidências as tuas destrezas artísticas sem ostensão nem petulância , e assim sendo tudo aponta que as tuas obras testificarão a longevidade dos teus ideais ...



ZÉMÉ - UM DOS AMIGOS DO ARMINDO
Aaplas -Associação dos Artistas Plásticos São Tomenses -CHORA UM DOS SEUS - UM FILHO DISTINTO DA PÁTRIA SANTOMENSE . CHORADO PELOS COMPANHEIROS DO OFICIO E NA TERRA QUE LHE ERA MUITO QUERIDA - ASSOCIO-ME À SUA DOR - É com grande consternação que a AAPLAS (associação dos artistas plásticos santomenses) apresenta a toda a familia enlutada os nossos sentimentos de dor e pesar aquele que foi uma das grande figura das Artes plásticas santomense um Batalhador incansável foi membro fundador da AAPLAS membro fundador da UNEAS presidente da AAPLAS nos anos 1996 à 2004 . O Armindo Lopes de Bom Jesus, jamais será esquecido. Que a sua alma repouse em paz . Glória eterna  



SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE - VERDADEIRO ALFORRE DE POETAS E ARTISTAS
As  ilhas são maravilhosas, propensas ao deleite, à contemplação e  à poesia, e até ao tradicional moli-moli;   o povo é alegre e pacifico – Muitos dos seus filhos, têm-se distinguido, desde o período colonial, nas várias expressões artísticas


São Tomé e Príncipe é uma terra onde a poesia está na sua paisagem, no azul do mar que a envolve e no rosto das suas gentes: os verdes multicolores são próprios das ilhas tropicais mas nestas ilhas as suas tonalidades assumem uma magia especial  - O nosso planeta é vasto mas , além de não haver duas terras com as mesmas singularidades, estas ilhas têm  o condão de se situarem no meio do Mundo – Nomeadamente, S. Tomé. A Ilha do Príncipe, fica a 150 Km mais a Norte e é tida como a princesa do Golfo da Guiné. No entanto, quer uma quer outra, para quem as demande, é amor à primeira vista - Não é por acaso que a poesia ali floresce, até das raízes das árvores que mais tempo se agarram ao solo, mesmo quando o mar as deixa nuas e quase  agarradas às rochas.

Sim, as ilhas são maravilhosas, propensas ao deleite, à contemplação e  à poesia, e até ao tradicional moli-moli;   o povo é alegre e pacifico – Muitos dos seus filhos, têm-se distinguido, desde o período colonial, nas várias expressões artísticas – Um dos notáveis exemplos foi o de agora falecido artista plástico Armindo Lopes Bom Jesus, autor de variadíssimas e espantosas  telas e de esculturas, em madeira e nos mais diversos matérias, com participação em muitas exposições individuais e coletivas, com notáveis Prémios e Menções Honrosas, nomeadamente: 1º Prémio de pintura sobre o dia das FARSTP .1986; Prémio Bienal de Arte Bantu, Brazzaville, 1994; Prémio Governo da República Gabonesa, VI Bienal

DE SEGUIDA ALGUMAS DAS NOTICIAS, REFERÊNCIAS E DESTAQUES AO PINTOR E ESCULTOR ARMINDO LOPES

VST- segunda-feira-12-12-2016 - Lemba – Lemba é o título de uma Exposição Coletiva de cinco artistas plásticos de São Tomé e Príncipe que está patente no Centro Cultural Português com a pintura e a escultura de grande cavalo de madeira do escultor, Zémé, que é a cabeça de cartaz.

Como disse o português, Fernando Pessoa, “ a arte é a auto-expressão lutando para ser absoluta”. E esta é a aposta do Zémé que explorou a pedra e mármore e desta-feita regressou a madeira.

Nesta exposição estão compostas por cinco artistas plásticos santomenses que são: Armindo Lopes, Guilherme Carvalho, Olavo Amado, Geane Castro e o Zémé. Fazendo três pinturas contra duas esculturas de ferro e madeira, que vale a pena ver a beleza dos artistas santomenses no coração da cidade capital; onde o português tem a total prioridade

O Armindo Lopes é já um cajueiro velho, com a sua magnífica e brilhante pintura do Pão Abençoado e Refugiados, onde muitos cegos sentiram ciúmes da visão. Guilherme Carvalho, elaborou trabalhos com areia e aplicações diretas e apenas das areias naturais sobre o papel especial, sem tingir com qualquer cor artificial. É considerada uma semente ou seja um material novo na gleba artística santomense tais como: Sem título, Serenata e Tchiloli. Esses três artistas profissionais vêm da geração de Nafulufá e são os iniciais do valor artístico das ilhas maravilhosas de São Tomé e Príncipe.

Depois temos os dois jovens rivais que são da escola de Teia D’Arte e amantes do Espaço CACAU. O Geane Castro trabalha com metais através da utilização de técnicas como soldadura, o corte e uma mescla de desenhos, sendo um dos seus sonhos maiores objetivos valorizar os materiais que a princípio seriam descartados, transformando-os em obras de arte e incentivando a reciclagem.

Por último temos o seu colega de mão magica, Olavo Amado, que aposta na técnica de pintura e do desenho; numa classe de tipologia em arte contemporânea, onde aos poucos está descobrindo progressivamente o segredo do passado. Que lhe dá vitória no seio da na nova geração de pintura e um currículo “Malvado” e invejável com os dez anos de profissão ao peito no espaço nacional e no estrangeiro.

É verdade que o Olavo Amado, faz da natureza e o quotidiano o foco da sua inspiração. Num movimento constante onde a construção e desconstrução fazem parte do processo criativo; a reflexão sobre o presente permite estabelecer permanentemente a ligação entre o passado e o futuro.

Amado, vai transportando categoricamente e energicamente como também, transfigurando as mulheres que vendem todas as espécies de produtos, os amantes que embrulham os seus corpos em composições gráfica, faz da teoria do labirinto o processo criativo da maior parte dos seus trabalhos. Cruzando linhas, traços e cores até á sua desmaterialização em expressões abstratas, trilhando novos caminhos retomando a velhas notas e exercícios. Olavo Amado reflete em São Tomé e Príncipe; vários mundos e múltiplas identidades numa procura constante que o faz acreditar sempre num futuro melhor.Pintura Areia Ferro e Madeira faz Exposição ... - A VOZ DE SÃO TOM


Principais Exposições Colectivas de Artes Plásticas
-
Parque Popular, S. Tomé(1991)Colectiva de Artes Plásticas; Libreville, Gabão (1991)
Representação das Artes Plásticas dos PALOPS; colectiva; Bélgica (1991);
Exposição individual Centro Cultural Português, S. Tomé- 1992; EXPO 92 colectiva Sevilha, Espanha (1992)Pintura individual Pousada Boavista, S. Tomé, S. Tomé e Príncipe (1993);Colectiva de Pintura e Escultura Centro Cultural Português, S. Tomé (1994);V Bienal do CICIBA Centro Internacional de Civilização Bantú - Congo(1994); Colectiva de Artes Plásticas colectiva; Museu Nacional, S.
Tomé; (1995); Colectiva de Artes Plásticas Galeria M'Bonkau Libreville, Gabão (1996); Colectiva de Artes Plásticas Centro Cultural Português, Luanda, Angola (1997);Colectiva de Artes Plásticas / CANNES / 97 colectiva Cannes, França (1997)
Colectiva de Artes Plásticas Centro Cultural Português, S.Tomé(1998);EXPO 98
colectiva Pavilhão de S. Tomé, Lisboa, Portugal (1998);VI Bienal de Arte
Bantú colectiva Libreville, Gabão (1998);Colectiva de Artes Plásticas Centro Cultural Português, S. Tomé (1999);Bienal de Dakar - colectiva; Dakar, Senegal (2000)
" Olhos Para a Cidade " colectiva S. Tomé, S. Tomé e Príncipe (2000)Colectiva Café com Letras, Açores, Portugal (2000); Pintura e Escultura de S. Tomé e Príncipe; Hospital Miguel Bombarda, Lisboa (2001);Pintura e Escultura de S. Tomé e Príncipe; Museu da Resistência, Lisboa (2001)Individual Galeria Teia d'Arte, S. Tomé, S. Tomé e Príncipe (2002)Individual Salão de Exposição do Taipe ArtistVillage, Taipe,Formosa (2002); Bienal de Dakar  Pavilhão dos Países da África Central, Dakar, Senegal (2002)V Bienal Internacional de Arte e Cultura de São Tomé e Príncipe;São



Sétima Bienal de São Tomé inaugurou exposição ímpar de artes plásticas
26/02/2014
Dezenas de quadros de artistas nacionais e estrangeiros, se destacaram no terceiro e último mês da sétima bienal de arte e cultura. Uma exposição que lança reflexão sobre o estado das artes visuais e colecionismo em STP.

João Carlos Silva, Presidente da Associação Roça Mundo, uma das 3 ONG que organizaram a Sétima Bienal de Arte e Cultura, disse que as obras expostas no espaço Cacau, fazem parte de colecções de cidadãos são-tomenses e também por colecionadores estrangeiros. Obras coleccionadas há quase duas décadas. «O título assenta muito bem nesta exposição, “ O estado das artes visuais e o coleccionismo em São Tomé e Príncipe”», frisou João Carlos Silva.

13 coleccionadores nacionais e estrangeiros disponibilizaram as suas obras para a grande exposição que marca a parte final da sétima bienal de arte e cultura.

Um dos colecionadores é o Presidente da República, Manuel Pinto da Costa que colocou no espaço cacau obras do falecido pintor são-tomense Protásio Pina. «Acaba por ser uma pequena homenagem que rendemos ao artista da ilha do Príncipe, que está representando em vários lugares do mundo em colecções particulares», sublinhou João Carlos Silva.

Outros nomes da pintura são-tomense, se revelam ma exposição Eduardo Malé é um deles, Ismael Sequeira e Armindo Lopes estão presentes, com várias obras, Flávio Sousa, René Tavares, Kwame Sousa, Catita Dias. Leonel Vieira, são outros nomes nacionais cuja arte atrai a atenção do público no espaço CACAU. «Esta exposição mostra como é que há alguma coerência nesta sétima bienal. Numa primeira fase fizemos uma exposição internacional onde entraram alguns artistas nacionais e agora se olhar com algum cuidado vai ver que estão todos os artistas são-tomenses», concluiu João Carlos Silva.

Mais de 200 obras de arte foram expostas durante a sétima bienal que começou em Dezembro de 2012. Termina no dia 28 de Fevereiro. Dos Estados Unidos à África do Sul, obras dos nomes mais sonantes da arte contemporânea, passaram pelo Espaço CACAU. Sétima Bienal de São Tomé inaugurou exposição ímpar de artes ...


T: 04.11.2013 -  “Caminhos Trilhados”, este é o título do mais recente obra da autoria do artista plástico  são-tomense  Armindo Lopes, que foi apresentado na passada sexta-feira pelas 18 horas na Sala de Conferência do Centro Cultural Português.

Uma iniciativa conjunta da Embaixada de Portugal e o Centro Cultural Português como forma de promover os artistas nacionais e demais actividades realizadas no país que merece a grande atenção das referidas instituições portuguesas instaladas em São Tomé e Príncipe.

Tomaram parte como convidados para apresentação desta obra, a Embaixadora de Portugal Paula Silva, alguns artistas plásticos e escritores são-tomenses e demais personalidades ligadas ao mundo da escritura.

A Embaixadora de Portugal Paula Silva que presidiu o acto inaugural de apresentação da recente obra do artista, considera que as obras do autor são extremamente recreativas e de reconhecimento em São Tomé e Príncipe e pelo mundo fora, e sentiu-se orgulhosa de poder ver e descrever este trabalho que na sua óptica apesar de não ser a conhecedora da matéria e por ser um trabalho que tem a particularidade de pintura e também de escultura, trata-se de uma obra extremamente original, característico ao nível da pintura e escultura são de grandes referências, bonitas e interessantes.

Sofia de Mello Breyner e Conceição Lima
Para o autor da obra, Armindo Lopes os “ Caminhos Trilhados “, representa a trajectória da sua vida pessoal como artista, e considera que este tema chegou numa boa hora, isto porque o ano 2013 completa precisamente 26 anos como profissional e por esta razão escolheu este tema como o título:  “ Os Caminhos Trilhados “que faz parte do seu mais recente  obra de pintura e escultura,  por ser um caminho com muitas vitórias,  também com muitas dificuldades mais que ao longo desta caminhada tem conseguido ultrapassar.

Segundo o autor, as suas obras apresentadas nesta exposição, é um leque de ideias com uma vertente contemporânea, onde retrata vários temas da actualidade relacionados com São Tomé e Príncipe a sua terra natal, porque gosta de valorizar tudo que é a cultura e tudo que é característico do seu povo e país, uma vez que o papel de um artista é identificar, descrever e informar através da arte em que estão inseridos.

De referir que este seu mais recente trabalho do artista, os Caminhos Trilhados, encontra-se a disposição do público no Centro Cultural Português, onde poderão visualizar e adquirir vários quadros com retratos como, Sono Profundo, Bligadô, Romeu e Julieta, Fundo do Mar, Refugiados sem destino entre outros.
Com a Redacção e Imagem de: Adilson Castro – JT


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