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Entre outros assuntos, falo da escalada ao Pico Cão Grande e das minhas aventuras em canoas – Visam defender a teoria de que antigos povos africanos, podiam ter sido os primeiros povoadores das Ilhas do Golfo da Guiné, antes dos colonizadores – Parti à meia-noite, disfarçado de pescador, ligando a ilha do Príncipe. Para me orientar, uma rudimentar bússola – A canoa era minúscula, à segunda noite adormeci: rolei na escuridão das vagas. No regresso fui distinguido com sopapos da policia salazarista, enviado para os calabouços – Cinco anos depois, numa piroga maior, fiz a ligação São Tomé-Nigéria. Partindo igualmente à noite, 13 dias depois atingia uma praia de Calabar, tendo sido detido 17 dias por suspeita de espionagem. - No mesmo ano, já com São Tomé e Príncipe independente, tentei a travessia São Tomé ao Brasil, usando os mesmos recursos. Além de pretender reforçar a minha teoria, desejava evocar a rota da escravatura e repetir a experiência de Alain Bombard. Porém, quis a ironia do destino que vivesse a difícil provação de um naufrágio de 38 longos dias, tendo aportado numa praia de Bioko (Bococo)onde fui recambiado para a famosa prisão de Black Beach

terça-feira, 11 de dezembro de 2018

Cooperação de Angola a São Tomé e Príncipe - Abraço Amigo e Fraterno de Angola a STP, sob a liderança de Jorge Bom Jesus – Estreita laços históricos e apoia o país a mitigar a crise energética, que tantos transtornos tem causado – Com a EMAE abandalhada e sacada pelo foragido Pinta Cabra


Jorge Trabulo Marques - Jornalista - Informação e análise

Depois do embaixador de Angola, Joaquim Pombo ter felicitado, Jorge Bom Jesus, a quem entregou a uma mensagem do Presidente João Lourenço, manifestando a vontade de reforço de amizade e cooperação, frisando que «O acontecimento mereceu a nossa especial atenção por tudo quanto poderá significar em termos de redinamização das excelentes relações de amizade e cooperação existentes entre os nossos dois países e povos, é pois a vez de se passar-se das palavras à prática para ajudar a resolver uma das mais profundas crises herdadas de  Patrice Trovoada – Que, além de ter deixado abandalhar o fornecimento de eletricidade, com sucessivos cortes energéticos, que tantos transtornos provocaram junto das populações e na atividade  económica do país, com geradores obsoletos, comprados como novos, ainda por cima lhe sacou os meios financeiros  e fez desaparecer documentação  comprometedora, com os seus peões de brega, ali instalados.

De facto, é uma  noticia a de que Angola apoia São Tomé e Príncipe a mitigar a crise energética, – ministro Osvaldo D’Abreu

Encontrando-se, já em S- Tomé uma equipa técnica do ministério de Energia de Angola iniciou esta manhã na capital são-tomense “um estudo de identificação dos principais problemas energéticos” nas centrais térmicas de São-Tomé com vista a “mitigar” a crise de luz elétrica no País, declarou hoje o ministro da tutela, Osvaldo D’Abreu.

Acompanhado de técnicos angolanos de energia, o ministro são-tomense das Obras Públicas, Infraestruturas, Recursos Naturais e Ambiente, Osvaldo D’Abreu fez estas declarações esta manhã durante visita as instalações da Empresa de Agua Elecritidade, EMAE, bem como as centrais térmicas de São-Tomé.

D’Abreu disse que o estudo iniciado hoje pela equipa angolana em parceria com os técnicos são-tomenses visa “a identificação dos principais problemas dos grupos existentes [de geradores] bem como “ a possível recuperação a medida do possível e consequentemente a aquisição de novos grupos para suprir a diferença de produção”.
“ Vamos colocar todos os nossos esforços com os nossos parceiros e amigos angolanos …e ver se até a quadra festiva possamos ter mais energia para as nossas populações” – acrescentou Osvaldo D’Abreu.. http://www.stp-press.st/2018/12/10/angola-apoia-sao-tome-principe-mitigar-crise-energetica-ministro-osvaldo-dabreu/


.LUSA - Também a agência portuguesa, destaca o estreitamento das relações, com o propósito de resolver tão grave problema  "Nós neste momento temos dois cenários reais, o primeiro passa por identificação dos principais problemas dos grupos existentes e há possibilidade de recuperar o máximo numero possível e complementarmente trazer grupos para suprir a diferença de produção que nós temos hoje para ver se até à quadra festiva podemos ter mais energia para as populações", disse a jornalistas Osvaldo Abreu, ministro das Obras Públicas, Infraestruturas, Recursos Naturais e Ambiente.
(...)"Nós estamos em crer que o caminho está aberto para que rapidamente possamos atenuar, minimizar este grande problema que é a falta crónica de energia que nó  vivemos há já algum tempo", sublinhou o governante.
Nem para o ferro velho servem
"Esse Governo encontrou uma série de situações que o país vive em termos de dificuldades que afetam de forma muito profunda a vida das nossas populações. O povo reclama e pede soluções, particularmente a situação energética, que é bastante calamitosa", acrescentou.
Osvaldo Abreu considerou o apoio angolano como "uma primeira parceria com um dos grandes amigos e parceiro estratégico que é a República de Angola".
O ministro recusou avançar a data exata da chegada dos novos grupos de geradores, sublinhando apenas que o seu Governo está a "envidar todos os esforços" para resolver o problema.
"Os técnicos angolanos que estão no país fez uma radiografia do que há e agora o passo seguinte é sentar-se com os nossos técnicos nacionais estudar com mais profundidade aquilo que constituem dificuldades de equipamento, materiais e instalações para depois enviar unidades novas", explicou.
Milhões desciados para importar gato por lebre
Por seu lado, o responsável da missão técnica angolana garantiu que o seu país tem "experiência avançada" no ramo da produção "desse tipo de energia" e acredita ser possível até às vésperas da quadra festiva ter o problema da falta de energia minimizado.
"Crescemos muito a nível do parque energético, nós podemos contribuir muito com a experiencia que temos em São Tomé, vamos fazer todos os esforços para poder mitigar essa situação", garantiu Francisco Ferreira.





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