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Entre outros assuntos, falo da escalada ao Pico Cão Grande e das minhas aventuras em canoas – Visam defender a teoria de que antigos povos africanos, podiam ter sido os primeiros povoadores das Ilhas do Golfo da Guiné, antes dos colonizadores – Parti à meia-noite, disfarçado de pescador, ligando a ilha do Príncipe. Para me orientar, uma rudimentar bússola – A canoa era minúscula, à segunda noite adormeci: rolei na escuridão das vagas. No regresso fui distinguido com sopapos da policia salazarista, enviado para os calabouços – Cinco anos depois, numa piroga maior, fiz a ligação São Tomé-Nigéria. Partindo igualmente à noite, 13 dias depois atingia uma praia de Calabar, tendo sido detido 17 dias por suspeita de espionagem. - No mesmo ano, já com São Tomé e Príncipe independente, tentei a travessia São Tomé ao Brasil, usando os mesmos recursos. Além de pretender reforçar a minha teoria, desejava evocar a rota da escravatura e repetir a experiência de Alain Bombard. Porém, quis a ironia do destino que vivesse a difícil provação de um naufrágio de 38 longos dias, tendo aportado numa praia de Bioko (Bococo)onde fui recambiado para a famosa prisão de Black Beach

terça-feira, 18 de dezembro de 2018

CPLP - João Lourenço, visitará Cabo Verde, no próximo ano - Declarou o Presidente, Jorge Fonseca, ao referir-se à mensagem enviada à CPLP pelo Presidente Angolano, na improvisada conferência de imprensa, no final da cerimónia da tomada de posse do novo secretário executivo, Francisco Ribeiro Teles - Na qual, o Ministro de Relações Exteriores, declarou que CPLP não pode ser vista como "comunidade de românticos" – Aliás, aspeto também sublinhado pelo Presidente de Cabo Verde, frisando que "a mobilidade é a “pedra de toque” da CPLP, que sem ela não irá além “de um projeto, uma bela ideia, um desejo sincero, mas não mais do que isso”, - Por sua vez, o Embaixador Tito Mba Ada, questionado sobre a pena de morte na Guiné Equatorial, respondeu que a “Moratória é, na prática, a abolição da pena de morte -




Jorge Trabulo Marques - Jornalista  - Poderá ver outros pormenores em http://www.odisseiasnosmares.com/2018/12/sede-da-cplp-num-sabado-especial-o-papa.htmll



O Presidente Angolano, João Lourenço, transmitiu uma mensagem de amizade à CPLP, através do Ministro de Relações Exteriores , ao Presidente de Cabo Verde, que ocupa também a Presidência rotativa da Comunidade de Países de Língua Portuguesa, na qual expressou a vontade de visitar o seu pais num dos próximos três meses do novo ano – As declarações foram proferidas, numa improvisada conferência de imprensa, à margem da tomada de posse do novo secretário-executivo, Francisco Ribeiro Telles, quando abandonava o palácio do Conde Penafiel, depois de ter afirmado no seu discurso, que “sem circulação de pessoas CPLP não irá além de “um projecto, de uma bela ideia”

A mobilidade é a “pedra de toque” da CPLP, que sem ela não irá além “de um projeto, uma bela ideia, um desejo sincero, mas não mais do que isso”, Tendo justificado, que, “Sem mobilidade não existe vida, não existe cooperação económica”, sublinhou, defendendo que os estados membro da CPLP a assumam e aquele objetivo “por inteiro”. “Temos de assumi-la [mobilidade] aqui e agora. Assumi-la por inteiro e ir o mais longe possível sem fazer das dificuldades reais limitações intransponíveis, mas obstáculos a serem ultrapassados”, acrescentou.





As pessoas, disse Jorge Carlos Fonseca, "precisam de sentir e de tocar a CPLP, acreditar que ela permite, facilita, amplia a sua mobilidade, eventualmente em ritmos diferentes mas sempre de forma progressiva".

A concretização do projecto da mobilidade é no entender de Jorge Carlos Fonseca "o culminar do reforço dos laços de solidariedade e fraternidade" entre todos os povos da CPLP, mas mais do que isso, é "alavanca de oportunidades para os Estados, as empresas e para os cidadãos, em particular os jovens da CPLP, que vêm na livre circulação a oportunidade do conhecimento, novas oportunidades de emprego e de alargarem os seus horizontes".

Jorge Fonseca defendeu também que a CPLP tem de saber "aproveitar da melhor forma o facto de ter um grande número de cidadãos do espaço do lusófono a ocuparem cargos de direcção em organismos internacionais de peso mundial", cintando alguns exemplos, como Nações Unidas, Organização Internacional das Migrações, a FAO, o Tribunal Internacional do Direito do Mar e a Associação Internacional da Segurança Social.LUSA



CPLP não pode ser vista como "comunidade de românticos", diz o ministro das Relações Exteriores de Angola – Defende iniciativas práticas, designadamente a nível da contratação de professores – Declarou o Ministro das Relações Exteriores de Angla, Manuel Domingos Augusto, aos jornalistas à saída do Palácio do Conde Panafiel, onde participou, com outras personalidades, à tomada de posse do novo secretário-executivo, Francisco Ribeiro Telles.

O ministro exemplificou com a vontade que Angola tem de contratar professores em Portugal para o ensino da língua no país, e explicou: “Onde situamos essa cooperação? É evidente que é no plano bilateral mas podemos considerá-la no âmbito da CPLP, se calhar podem ir [para Angola] outros professores da CPLP que lecionam aqui em Portugal, e devemos dar esse cariz de cooperação económica e técnica à comunidade, para não ser vista como uma comunidade de românticos”.






CPLP não pode ser vista como "comunidade de românticos", diz ministro das Relações Exteriores de Angola “Devemos dar um cariz de cooperação económica e técnica à nossa comunidade, para não ser vista como uma comunidade de românticos”, disse Manuel Domingos Augusto em declarações à margem da tomada de posse do novo secretário-executivo, Francisco Ribeiro Telles.

“A nossa comunidade deve corresponder aos sinais dos tempos, a CPLP pode deixar de se ocupar muito da língua e de poemas, e partir para coisas mais concretas que correspondam às expectativas dos nossos povos”, vincou o diplomata, acrescentando que “existe um potencial de cooperação económica entre países da CPLP que deve ser explorado nessa dimensão”. O objetivo, salientou, “não é abandonar a língua, que é o nosso denominador comum, mas temos de partir para o concreto, que é o que os nossos jovens querem”.

Manuel Augusto afirmou que Angola “tem relações com Portugal, que é da União Europeia, e com o Brasil, que está no Mercosul”, mas vincou que “a nível da comunidade podemos desenvolver sinergias para que a cooperação económica localizada possa beneficiar os dois países. O ministro exemplificou com a vontade que Angola tem de contratar professores em Portugal para o ensino da língua no país, e explicou: “Onde situamos essa cooperação? É evidente que é no plano bilateral mas podemos considerá-la no âmbito da CPLP, se calhar podem ir [para Angola] outros professores da CPLP que lecionam aqui em Portugal, e devemos dar esse cariz de cooperação económica e técnica à comunidade, para não ser vista como uma comunidade de românticos”.

Nas declarações aos jornalistas, o ministro deu ainda conta da entrega de uma mensagem do Presidente de Angola, João Lourenço, ao presidente em exercício da CPLP, o chefe de Estado de Cabo Verde, dando “felicitações e votos de sucesso ao novo secretário-executivo, Francisco Ribeiro Telles”. - LUSA

NOTICIA DIVULGADA NO SITE DO GOVERNO DA GUINÉ EQUATORIAL  O portugués Francisco Ribeiro Telles, actual Secretario Ejecutivo de la Comunidad de Países de Lengua Portuguesa, (CPLP), tomó posesión de su cargo el pasado 16 de diciembre, en una ceremonia a la que asistieron destacadas personalidades de la comunidad.
A la ceremonia, que tuvo lugar en la sede de la institución en Lisboa, acudieron los Jefes de Estado de Cabo Verde, Jorge Carlos Fonseca; de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, y de Santo Tomé y Príncipe, Evaristo Carvalho; el Ministro de Negocios Extranjeros portugués, Augusto Santos Silva; el Ministro das Relaciones Exteriores de Angola, Manuel Augusto, y el Ministro de Negocios Extranjeros y Comunidades de Cabo Verde, Luís Filipe Tavares. Igualmente, asistieron los embajadores Carlos Fonseca (Angola), Gonçalo Mello Mourão (Brasil), Eurico Monteiro (Cabo Verde), Hélder Vaz (Guinea Bissau) y Joaquim Fernandez (Timor del Este) y el Embajador de Guinea Ecuatorial en Portugal y ante la CPLP, Tito Mba Ada.- Excerto de 

A GUINÉ EQUATORIAL - DESDE O FRACASSADO GOLPE DE ESTADO, EM 2004, FINANCIADO PELO NEOCOLONIALISMO EUROPEU - JAMAIS DEIXOU DE SER UM ALVO ABATER - OS PAÍSES DO  IRAQUE E A LIBÍA FICARAM REDUZIDOS A ESCOMBROS PARA LÁ COLOCAREM OS SEUS FANTOCHES - E Ó QUE SE PRETENDE IMPOR NUM PAIS DE GRANDE RIQUEZA PETROLÍFERA. - A pretexto dos direitos humanos

O diplomata Tito Mba Ada,  vendo-se rodeado por uma vistosa equipa  dos media e, após responder a todas as perguntas, lançou este convite:  os meios de CS, “não tem conhecimento  da Guiné Equatorial; quero aproveitar este coletivo para visitar a Guiné Equatorial  e poder conhecer aquele belo pais 







O Embaixador da Guiné Equatorial em Lisboa e junto da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), Tito Mba Ada, uma das várias personalidade, que participaram  na tomada de posse do diplomata Francisco Ribeiro Teles, como secretário executivo da CPLP, que contou com a presença dos chefes de Estado de STP, Cabo Verde e de Portugal, para além do Ministro dos Negócios Estrangeiros Augusto  Santos Silva, do Ministro das relações Exteriores de Angola,   Manuel Domingos Augusto, entre outros convidados, foi também uma das entidades que os media procuraram questionar, no final da referida cerimonia, `no pequeno átrio de acesso ao antigo palácio do Conde de Penafiel,  
.
E, como já vem sendo habitual, a inevitável pergunta  dos direitos humanos e da pena de morte . quando, afinal, o líder da oposição, Severo Moto, apoiado pelo liberalismo internacional,  além de outras cumplicidades, até já chegou a estar preso em Espanha pelo envio de armas para promover golpe de Estado   Severo Moto acepta seis meses de cárcel por tratar de enviar armas a 

O diplomata além de prontamente ter respondido às várias perguntas, aproveitou ainda oportunidade  para formular o convite aos jornalistas, ali presentes para visitarem o seu pais e confirmarem, com os seus próprios olhos uma realidade, que é bem diferente daquela que geralmente é propalada, alegando que os meios de CS, “não tem conhecimento  da Guiné Equatorial; quero aproveitar este coletivo para visitar a Guiné Equatorial  e poder conhecer aquele belo pais 

Nesse momento, o correspondente da Rádio Vaticano, em Lisboa, aproveitou para colocar esta pergunta: 
- "Sendo a Guiné Equatorial, um pais profundamente católica, porque não a visita do Papa Francisco?

A que o diplomata, respondeu  com esta pergunta: “O Papa Francisco?” – Eu não passo falar em nome do Papa Francisco: eu sei que você, que é um bom jornalista, que está acompanhar   a cobrir as noticias religiosas, poderia transmitir ao Papa Francisco que, quando quiser visitar a Guiné Equatorial, será bem-vindo.

O jornalista contrapõe, questionando de novo: “O Convite é do seu Governo ou da Conferência Episcopal? 

Resposta do Embaixador: “O Papa Francisco já tem conhecimento de que a Guiné e Equatorial está à sua espera”.

LUSA - “Moratória é, na prática, a abolição da pena de morte  - O embaixador da Guiné Equatorial em Portugal, voltou a lembrar o que, já dissera, por várias vezes,  frisando, que, "na prática, não há pena de morte" no país devido à introdução de uma moratória desde que aderiu à Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP

"A questão da pena de morte é uma herança colonial, temos uma população de dois milhões de pessoas, somos um país católica e não queremos matar ninguém, foram os colonos que nos deram a herança da pena de morte", acrescentou o diplomata.

Questionado várias vezes pelos jornalistas sobre a existência de uma moratória e não da abolição efetiva da pena de morte, Tito Mba Ada explicou: "Aderir à CPLP significou a oportunidade para terminar tecnicamente com essa questão, à data de hoje não há pena de morte, estamos a trabalhar nas questões técnicas e jurídicas para interpretar e incluir a definição nos códigos penais, e pedimos para respeitarem os técnicos para fazerem bem o seu trabalho". https://www.dn.pt/lusa/interior/moratoria-e-na-pratica-a-abolicao-da-pena-de-morte---embaixador-da-guine-equatorial--10327554.html

 EMBAIXADOR DA GUINÉ EQUATORIAL CONFESSOU-NOS TER FICADO SURPREENDIDO POR NUNCA TER VISTO TANTOS JORNALISTAS A QUESTIONÁ-LO- MAS NÃO DEVIA ACEITAR A VISITA DE UM JORNALISMO PERSECUTÓRIO E MAL INTENCIONADO

Afinal, no dia da tomada de posse de Francisco Ribeiro Telles,  como secretário-executivo da CPLP - cerimónia aqui destacamos com um vídeo de algumas das imagens que ali registamos, ilustrando as declarações à imprensa do Embaixador Tito sim, pese o facto de contar com a  com a presença de três chefes de Estado – Cabo-Verde, STP e Portugal – quem  voltou a ser manchete foi o já estafado argumento dos direitos humanos e da pena de morte na Guiné Equatorial: sim, tomara a maioria dos países europeus apresentar as suas cidades, além de avenidas amplas, modernos e belos edifícios,  limpas de lixo e sem os tugúrios das barracas  – que ali deram lugar a geométricos e bem traçados bairros sociais – isto  para já não falar do estendal da  miséria que vai pelo resto da África, América e oceania, e por aí adiante –

 Só que, as jazidas do  petróleo, tal como na Venezuela,  onde o liberalismo selvagem não desiste de meter o garfo, é demasiado sedutor para, a pretexto dos apregoados direitos humanos e outros chavões, continuar com a sua hipócrita cruzada democrática – Pois, o grande mal de África,  não adveio tanto  de uma grande maioria de dirigentes políticos  se perpetuarem no poder - pois, olhe-se para o  parlamento português , com muitas caras de há mais de 30 e tal anos e um cavaquismo  - 12 anos de PM e 10 de PR – o grande mal é escassez  de dirigentes ou políticos nacionalistas, que, ao invés de  defenderem os interesses coletivos e do seus povo, vendem a  alma ao diabo.


PORTUGAL DEVE OLHAR PARA A GUINÉ EQUATORIAL COMO UM MEMBRO HISTÓRICO DE PLENO DIREITO NA CPLP,  - que mais tempo pertenceu ao domínio português de que à coroa de  Castela - SEM CHAVÕES FABRICADOS E PRECONCEBIDOS PELA COBIÇA DO LIBERALISMO SELVAGEM  - 

Não é fácil, a uma certa mentalidade instituída,  num pais como um longo passado colonial e 40 anos de fascismo, libertar-se da sobranceria de  velhos  preconceitos colonialistas –  E, sobretudo, num tempo marcado pelo individualismo egoísta  e  superficialidade exibicionista

 A Guiné Equatorial, composta por territórios insulares e outro continental, esteve mais tempo sob o domínio da  coroa portuguesa, que propriamente da espanhola, para a qual passou por acordos régios, contrários à vontade das próprias populações  autóctones, que não reconheciam outra soberania senão a Portuguesa,  contudo, além da ignorância histórica, revelada por algumas elites,  mercê também de outras cumplicidades do neocolonialismo atual, ao invés de aceitar a sua  adesão na CPLP, como um direito perfeitamente justificado e natural  e até de alcance positivo das relações económicas entre os dois países, não deixam de vociferar a sua ignorância e verrinosa tacanhês.

Daí que, as declarações proferidas pelo embaixador equato-guineense em Portugal, em Outubro, passado,  por ocasião das comemorações alusivas ao 50º aniversário da independência do seu pais, sejam perfeitamente compreensíveis

12-10-2018 - Guiné Equatorial espera relação com Portugal "sem julgamentos precipitados
"Acreditamos que, no futuro, as nossas relações com Portugal continuem baseadas no respeito, na confiança, no entendimento mútuo, sem julgamentos precipitados, reforçando a cooperação nos grandes domínios em que Portugal tem grande experiência e naqueles em que a natureza da Guiné Equatorial oferece vantagens de negócio, em benefício recíproco", afirmou hoje Tito Mba Ada, embaixador equato-guineense em Lisboa e junto da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).
O diplomata falava durante uma cerimónia, em Lisboa, para assinalar os 50 anos da independência da Guiné Equatorial em relação a Espanha, que se celebraram no passado dia 12 de outubro. https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/guine-equatorial-espera-relacao-com-portugal-sem-julgamentos-precipitados

GOVERNO PORTUGUÊS – PARA FAZER O JEITO AO CALCULISMO DE PATRICE TROVOADA, CEDEU METADE DA PRESIDÊNCIA A STP - Com o fito de promover, Maria do Carmo Silveira Trovoada, que abandona o cargo de Governadora do  Banco Central de São Tomé e Príncipe entre 2011 e 2016, para alimentar estratégias  trovoadistas, sim, para que  lhe viesse a suceder no cargo, como Primeira-ministra (funções  que. ex-militante do MLSTP-PSD,  já desempenhara de junho de 2005 a abril de 2006, tendo acumulado também o cargo de ministra do Plano e das Finanças de São Tomé e Príncipe. E ele viesse  apresentar-se como sucessor de Evaristo Carvalho - Dificilmente, depois de se ter escapado às suas responsabilidades. dificilmente o estrangeirado, voltará a ter alguma chance na politica santomense

Mas, os calculismos, além de terem sido gorados, pois não é crível que venha apresentar-se a liderar a manta de retalhos, em que se encontra ADI, também a cumplicidade do ministério de Augusto Santos Silva, por via dos interesses galpistas, acaba por ser atingido, afetando o desempenho de Portugal, na CPLP  - Claro que isto não é  inocente 07/11/2016 Galp reforça em São Tomé e Príncipe com participação em três blocos 04-08-2016 SIC Notícias | Augusto Santos Silva gere crise das viagens
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“Ribeiro Telles quer abrir portas internacionais para a CPLP “ – Mas, um mandado, reduzido a 2 anos,  que o MNE dividiu com STP para servir estratégias de Patrice Trovoada, poderá limitar-lhe alguns dos passos que pretenda dar .


Refere, o PÚBLICO,  que, Francisco Ribeiro Teles. quando atende o telefone em Roma, onde até sexta-feira era embaixador de Portugal, o diplomata apressa-se a dizer que a sua função é “executar o programa” de Cabo Verde — que neste momento tem a presidência rotativa da CPLP — e que o seu mandato só tem dois anos, metade do previsto pelos estatutos. “Não tenho um programa. O meu programa de acção é o que foi definido por Cabo Verde e, por isso, a minha principal preocupação será pugnar pela sua implementação”, diz Ribeiro Telles. 

Com uma certificação internacional junto do BAD e da União Europeia, a CPLP pod
 e ganhar um novo fôlego financeiro, diz Francisco Ribeiro Telles, novo secretário-executivo da comunidade


Ribeiro Telles, que tem 65 anos e entrou no Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) em 1983 — vindo do Serviço Nacional de Parques, onde era ornitólogo — trabalhou como diplomata em Angola, Brasil e Cabo Verde e acompanhou o dossier de Timor-Leste como chefe de gabinete de Jaime Gama, ministro dos Negócios Estrangeiros nos anos 90. Em Portugal e noutros países do “clube lusófono”, é visto como um “candidato natural” a secretário-executivo da CPLP. Nestes 35 anos de MNE, foi assessor diplomático nos palácios de São Bento e de Belém (em mandatos de Mário Soares) e conheceu a fundo quatro países da comunidade.
https://www.publico.pt/2018/

17/03/2016 São Tomé e Príncipe e Portugal dividem secretariado-executivo da CPLP nos próximos quatro anos
"Temos um acordo em que a candidatura para os próximos quatro anos será dividida em duas partes distintas. Primeira parte, primeiros dois anos, será dada a oportunidade a São Tomé e Príncipe para tomar essa pasta e os próximos dois anos será para Portugal", totalizando assim quatro anos, https://www.jornaldenegocios.pt/economia/mundo/detalhe/sao_tome_e_principe_e_portugal_dividem_secretariado_executivo_da_cplp_nos_proxi
imos_quatro_anos

PELO QUE NOS APERCEBEMOS, DENTRO DO CURTO PERÍODO DE DOIS ANOS, DEIXOU SORRISOS E SIMPATIAS E FEZ O QUE LHE FOI POSSÍVEL - PENA QUE TENHA SIDO UMA DAS PEÇAS NO JOGO DE UM XADREZ PRECONCEBIDO



NUM TABULEIRO ONDE PATRICE TROVOADA TAMBÉM FOI OUTRA DAS PEDRAS – ELE LÁ SABIA O PORQUÊ: 16/02/2018  "O primeiro-ministro são-tomense, Patrice Trovoada, considerou hoje que os países lusófonos não estão a “fazer um bom uso” da CPLP devido às suas agendas internas, advertindo que a organização pode “deixar de ter interesse” nos próximos anos.



“Eu considero que nós não estamos a fazer um bom uso da CPLP. Para isso é preciso que as agendas dos países deixem lugar a uma agenda da comunidade”, disse o chefe do Governo são-tomense, em entrevista à agência Lusa em Lisboa. CPLP pode “deixar de ter interesse” nos próximos anos – Patrice ...



MARIA DO CARMO TROVOADA, LÍDER DA CPLP. DECLAROU-NOS  ESTAR CONCENTRADA EM   CONCLUIR O SEU MANDATO ATÉ AO FINAL DO ANO E DA MELHOR FORMA






Maria do Carmo Trovoada, na breve entrevista, que nos concedeu, no passado dia 30 de Outubro, por ocasião da festa aniversário dos 50 anos da independência da Guiné Equatorial,  que decorreu numa das salas do Centro Cultural de Belém,   reconheceu que o pais estava a atravessar um momento  politico, muito particular, até com alguma situação de indícios de violência, pouco comum e até agora desconhecido  na politica santomense – Acreditando, porém, “existir maturidade politica dos acores para encontrarem uma forma de viabilizarmos o país


NÃO SÃO BARRACAS - SÃO BAIRROS SOCIAIS

GUINÉ EQUATORIAL - UM EXEMPLO SINGULAR EM ÁFRICA – DE  PAZ E PROSPERIDADE  - Pese as pressões do liberalismo global para a libilializarem num caos e a entregarem aos fantoches, da rapinagem árabe e africana .  - E quem sustenta estes que querem tomar o poder? Oposição na Guiné Equatorial acusa CPLP de ter “vendido” entrada .




Estive em Malabo e em  Bata uma semana -  Em Julho do ano passado, 2017 - Andei por onde quis e me apeteceu; usei a Internet à vontade e sem restrições - Não vi gente a pedir nas ruas nem barracas Mas vi gente sorridente e Feliz - - Sei que há noticias regularmente com essa história dos direitos humanos - ;Mas porque não se atiram aos ditadores orientais e andam com eles ao colo e até pedir-lhes dinheiro emprestado?
 

Os EUAPaís dos paladinos das liberdades, têm o pior índice de pobreza dos países ricos46% da populaçãoestá abaixo da linha da pobreza dos EUA – Os milhões que dormem nas ruas ao frio, ao abandono, à fome, são livres, podem até gritar à vontade  Mas se precisarem de assistência social o capitalismo não lhes acode

Fernando Pó - 1771

De salientar que, a Guiné Equatorial, as Ilhas Seychelles e as Maurícias estão em alta na lista de países africanos pelo PIB per capita. A Guiné Equatorial é um país localizado na África Central,  com uma população  de 1.222.245 habitantes, cobrindo apenas cerca de 28 mil km quadrados –  Constituído pelo enclave continental do Rio Muni e por cinco ilhas,  sendo a maior de todas, Bioko (ex-Fernando Pó), com a sua capital de Malabo.

O território continental, com Bata, a cidade mais moderna de África, está rodeado pelo Gabão, Nigéria e Camarões,   países, essencialmente muçulmanos, com os quais, no entanto, tem mantido boas relações de vizinhança, e prova-o a recente visita do presidente nigeriano,  Olusegun Obasanjo, que felicitou o governo, presidido por S. E. Obiang Nguema Mbasogo, pelo grau de progresso http://www.guineaecuatorialpress.com/noticia.php?id=10759 

Mas a sua população,  tal como S. Tomé e Príncipe, é maioritariamente católica, pelo que as celebrações da quadra natalícia, ocupam a agenda dos principais eventos.

1771 - Ano Bom
Três séculos, possessão portuguesa, que o tratado de El Pardo separou contra a vontade do povo nativo: convocando o Capitão Mor da sobredita Ilha, e alguns negros mais principaes, lhe propus as ordens de Sua Mag, dizendo lhes hera preciso jurarem obediencia a El Rey Catholico, me responderão que não, e que elles não conheciao senão a El Rey de Portugal, e que do de Espanha nunca ouvirão falar; ao que se sseguio hum motim geral de Homens e/ Mulheres” – Mais à frente, outros pormenores de um dos países mais tranquilos e pacíficos de África,  pese a verborreia odiosa orquestrada pela cobiça do  liberalismo selvagem


Embaixada Guiné Equatorial: Meio século de independência
por Revista Business Portugal · 10 Dezembro, 2018 - Vale a pena ler a entrevista
A Guiné Equatorial comemorou 50 anos de independência face à colonização de Espanha. Tito Mba Ada, embaixador da Guiné Equatorial em Portugal, considera que o país tem tido um percurso positivo, marcado pela superação e instalação de uma democracia sem convulsões, onde prevalecem os direitos e liberdades individuais da população. Em entrevista à revista Business Portugal, abordamos a comemoração do cinquentenário, o estado da economia nacional, assim como os principais desafios para o futuro do país. http://revistabusinessportugal.pt/embaixada-guine-equatorial-meio-seculo-de-independencia/

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