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Entre outros assuntos, falo da escalada ao Pico Cão Grande e das minhas aventuras em canoas – Visam defender a teoria de que antigos povos africanos, podiam ter sido os primeiros povoadores das Ilhas do Golfo da Guiné, antes dos colonizadores – Parti à meia-noite, disfarçado de pescador, ligando a ilha do Príncipe. Para me orientar, uma rudimentar bússola – A canoa era minúscula, à segunda noite adormeci: rolei na escuridão das vagas. No regresso fui distinguido com sopapos da policia salazarista, enviado para os calabouços – Cinco anos depois, numa piroga maior, fiz a ligação São Tomé-Nigéria. Partindo igualmente à noite, 13 dias depois atingia uma praia de Calabar, tendo sido detido 17 dias por suspeita de espionagem. - No mesmo ano, já com São Tomé e Príncipe independente, tentei a travessia São Tomé ao Brasil, usando os mesmos recursos. Além de pretender reforçar a minha teoria, desejava evocar a rota da escravatura e repetir a experiência de Alain Bombard. Porém, quis a ironia do destino que vivesse a difícil provação de um naufrágio de 38 longos dias, tendo aportado numa praia de Bioko (Bococo)onde fui recambiado para a famosa prisão de Black Beach

segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

Coprodução francesa olha para a África” – Em “As rotas da escravatura” que a RTP transmite hoje – Produzida pelo neocolonialismo francês – Isto, porque o que importa é atirar poeira ao ar: “Sem a África, a França não terá história no século 21”. Mas onde estão os filmes da escravatura moderna? - O que é preciso é faturar sem molestar o grande capital atual - “Em janeiro de 2014, 14 países africanos foram obrigados pela França, através de um pacto colonial, a colocar 85% de sua reserva no banco central da França sob o controle do ministro francês das Finanças” - -E "como a China criou um novo império de escravos na África"




Jorge Trabulo Marques – Informação e analise   - As Rotas da Escravatura, série documental francesa co-produzida pela RTP que olha para o período que vai de 476 e 1888. O segundo episódio vai para o ar esta segunda-feira, às 24h, na RTP1. -





ESTREIA TV: As Rotas da Escravatura (RTP1 - 23h45) -Esta é a história de um mundo onde o comércio de escravos desenhou os seus territórios e as suas próprias fronteiras. Um mundo onde a violência, a opressão e o lucro impuseram as suas rotas. - E, atualmente? 


Nesta série documental de 4 episódios, volta-se a percorrer as rotas da escravatura, abordando as suas consequências na sociedade contemporânea. "As Rotas da Escravatura" é uma co-produção da ARTE France, France Télévisions, CPB Films (França), RTP (Portugal), Lx Filmes (Portugal), RTBF (Bélgica) e Kwassa Films (Bélgica). https://alma-lusa.blogs.sapo.pt/estreia-tv-as-rotas-da-escravatura-rtp1-2428905





ESTES LIKES - REFEREM-SE AO PERÍODO DO ANTERIOR GOVERNO

 

O esclavagismo laboral da atualidade em África, Ásia, Oceânia, Europa e Américas, não é menos feroz que  o antigo  - A mão-de-obra dos condenados nas cadeias, explorados pelas multinacionais ocidentais e pela china;  - A precariedade dos salários de miséria em todo o mundo, onde persiste a exploração e a escravatura laboral, sob várias formas: desde o capitalismo dos sheiks  dos emirados árabes, lideres africanos ou dos marajás indianos e  paquistaneses, ao capitalismo dos multimilionários chineses, que   ou ao liberalismo selvagem ocidental, a perversão é a mesma,  não diverge 


Angola: Empresas chinesas exploram menores idades escolares – denuncia JPA de Luanda

VEJA NESTE POST: “Sem a África, a França vai cair na terceira potência [mundial]” e o antecessor de Chirac, François Mitterand, já profetizou em 1957: “Sem a África, a França não terá história no século 21”. - 

Em janeiro de 2014, 14 países africanos foram obrigados pela França, através de um pacto colonial, a colocar 85% de sua reserva no banco central da França sob o controle do ministro francês das Finanças - 

Angola: Empresas chinesas exploram menores com idades escolares – denuncia JPA de Luanda - A INVASÃO SILENCIOSA DOS CHINESES IRRITA ANGOLANOS - Os chineses estão a comprar lojas nos musseques, têm imensos produtos que vendem a preços muito baixos. Não conseguimos concorrer com eles. Na construção civil trabalham sem condições, são presos.

Hoje, os EUA têm a maior taxa de encarceramento de qualquer país do mundo, com 2,2 milhões de suspeitos , embora a criminalidade tenha diminuído significativamente desde o início dos anos 90. E enquanto os americanos negros representam apenas 13% da população dos EUA, eles representam 37% da população encarcerada. Quarenta por cento dos assassinatos cometidos por policiais de pessoas desarmadas são homens negros, que representam apenas 6% da população,

 "A venda dos recursos naturais africanos criou uma elite de corrupção que lava o dinheiro na Europa e nos EUA, enquanto as populações definham em miséria. Entrevista ao autor de "A Pilhagem de África".África, Angola e os crimes das elites do offshore - 
"Como a China criou um novo império de escravos na África"
A China oferece tanto aos governantes quanto aos governados na África as vantagens simples e miseráveis ​​da exploração descarada.
Para os governos, há empréstimos gigantescos, promessas de novas estradas, ferrovias, hospitais e escolas - em troca de dar a Pequim uma corrida livre e isenta de impostos sobre os ricos recursos de petróleo, minerais e metais da África  https://www.dailymail.co.uk/news/article-1063198/PETER-HITCHENS-How-China-created-new-slave-empire-Africa.html


SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE COM SALÁRIOS MENSAIS DE 40 EUROS E 20 NAS PENSÕES - INSULTO À CONDIÇÃO HUMANA - PATRICE TROVOADA, PROMETEU FAZER AUMENTOS MAS O QUE FEZ FOI REFESTELAR-SE EM CENTENAS DE PASSEATAS  Patrice só cá esteve 75 dias em 2015- Viagens custaram 1 milhão  E OITOCENTOS MIL EUROS


Por isso mesmo, há quem pense que, em África,  o que conta são as suas elites corruptas e  o resto – é a triste paisagem da imensa multidão negra, pobre e analfabeta


 VENHAM DAÍ MAIS FILMES  - MAS TAMBÉM DA NOVA ESCRAVATURA

Tudo o que possa fazer luz sobre o tenebroso passado  da escravatura em África e nas Américas ou em qualquer parta da Terra, nunca será demais, sim, porque os milhares de vitimas ou milhões que foram deslocados à força das suas  terras, igualmente espoliadas, mais das vezes com a cumplicidade de gananciosos e déspotas sobas africanos,  não podem ser ignorados – Mas a verdade é que esse terríveis tempos, persistem na atualidade sob as mais diversas e ignóbeis  formas – Em todos os continentes   -  A censura nos países orientais e até em África,  não permite a denúncia. E, nos ocidentais, onde a media, arregimentada ao controlo liberal, dificilmente    margem a grandes produções, em televisão ou cinema,  que possam  beliscar o sistema.

O jornal Público destaca na ediçao de hoje   “A co-produção portuguesa que olha para a escravatura em África”

A CEREJA NO BOLO
“A co-produção portuguesa que olha para a escravatura em África” - Diz o PÚBLICO - As Rotas da Escravatura é uma série documental francesa co-produzida pela RTP que olha para o período que vai de 476 e 1888. O segundo episódio vai para o ar esta segunda-feira, às 24h, na RTP
Os filmes, sobre a antiga escravatura, mais deles, visam é cobrar enormes fundos de que colocarem o dedo na chaga do neocolonialismo da atualidade ou das perversões do liberalismo selvagem ou da exploração esclavagista  e desenfreado saque asiático 
É de saudar a produção, porém, também não menos  importante era que se denunciasse  a perversão da escravatura moderna  e a forma como se fez a descolonização nos países francófonos. 
Noticia, o referido diário, que As Rotas da Escravatura é uma série documental francesa co-produzida pela RTP que olha para o período que vai de 476 e 1888. apresenta-se, sem modéstia, como o primeiro documentário que conta a história da escravatura em todas as suas ramificações. A série documental francesa, que foi exibida no canal Arte em Maio do ano passado, por alturas da comemoração dos 170 anos da abolição da escravatura em França, e cujo segundo episódio vai para o ar esta segunda-feira, às 24h, na RTP1, abrange o tráfico de humanos em África no período compreendido entre 476 e 1888, ano em que o Brasil, o último país ocidental a resistir, também proíbe o comércio de seres humanos. Ao longo desses mais de mil anos, mais de 20 milhões de africanos foram vendidosA co-produção portuguesa que olha para a escravatura em África ..

ESCRAVATURA AINDA CONTINUA NA EUROPA - ATINGINDO TODAS AS RAÇAS , SEXOS E IDADES  - PORTUGAL ONDE OS SALÁRIO MÍNIMO,  MAL DÁ PARA ALUGAR UM QUARTO EM LISBOA

O empresário Belmiro de Azevedo -  (já falecido) Fundador do grupo Sonae e do jornal PÚBLICO  defendeu que, que só há emprego com "mão-de-obra barata" Uma economia baseada em baixos salários é o que Belmiro de Azevedo prescreve para Portugal, https://www.rtp.pt/noticias/politica/belmiro-de-azevedo-defende-que-so-ha-emprego-com-mao-de-obra-barata_n636722


Milhões a serem esfolados por uns poucos de felizardos – “Família Azevedo regressa ao pódio dos mais ricos de Portugal-  A família Amorim mantém a liderança do ranking, com Alexandre Soares dos Santos na segunda posição, seguidos pelos irmãos Azevedo, que regressaram ao pódio dos mais ricos do país. Família Azevedo regressa ao pódio dos mais ricos de Portugal


 - Jornalismo em crise: salários baixos, precarização e abandono da profissão https://www.publico.pt/2016/12/15/sociedade/noticia/ser-jornalista-salarios-baixos-precarizacao-e-abandono-precoce-da-profissao-1754856  Trabalhadores denunciam baixos salários e «verdadeiro inferno» na Grande Distribuição https://www.abrilabril.pt/trabalho/trabalhadores-denunciam-baixos-salarios-e-verdadeiro-inferno-na-grande-distribuicao
ONDE ESTÃO AS PRODUÇÕES QUE DENUNCIEM ESTES SAQUES?
A história mostrou que, apesar de anos de luta africana para se libertar, a França repetidamente usou muitos legionários ex-militares para realizar golpes contra presidentes eleitos. Isso incluiu Jean-Bedel Bokassa, que assassinou David Dacko, o primeiro presidente da República Centro-Africana. Nos últimos 50 anos, um total de 67 golpes ocorreu em 26 países africanos, dos quais 16 são ex-colônias francesas. Isso indica que a França está desesperada para segurar qualquer terra que tenha na África.
Em março de 2008, o ex-presidente francês Jacques Chirac disse: 
“Sem a África, a França vai cair na terceira potência [mundial]” e o antecessor de Chirac, François Mitterand, já profetizou em 1957: “Sem a África, a França não terá história no século 21
"Imposto Colonial em Biliões"
COM OS NOVOS PIRATAS DA LIBIA
Em janeiro de 2014, 14 países africanos foram obrigados pela França, através de um pacto colonial, a colocar 85% de sua reserva no banco central da França sob o controle do ministro francês das Finanças. Eles estão investindo 500 bilhões de dólares a cada ano para os franceses. tesouraria. Líderes africanos que se recusam são mortos ou vítimas de golpes. Aqueles que obedecem são apoiados e recompensados ​​pela França com estilo de vida luxuoso, enquanto seus povos suportam extrema pobreza e desespero.
Há uma série de componentes do pacto de colonização que está em vigor desde a década de 1950. Os principais pontos são que os países africanos devem depositar suas reservas monetárias nacionais no Banco Central da França. A França detém as reservas nacionais de catorze países africanos desde 1961: Benin, Burkina Faso, Guiné-Bissau, Costa do Marfim, Mali, Níger, Senegal, Togo, Camarões, República Centro-Africana, Chade, Congo-Brazzaville, Guiné Equatorial e Gabão.   https://www.worldbulletin.net/africa/french-colonial-tax-still-enforce-for-africa-h152967.html

A FRANCOFONIA DA PIRATARIA -  A equipe de Emmanuel Macron  diz que “Ruanda sempre foi um membro da Francofonia, nunca paramos. Quando solicitados a contribuir e dado o contexto de novos tempos, estamos felizes em participar, fornecendo líderes como Mushikiwabo, desde que isso tenha o apoio dos membros , disse ele. https://translate.google.com/translate?hl=pt-PT&sl=en&u=https://www.newtimes.co.rw/rwanda/presidents-kagame-macron-discuss-africa-france-ties&prev=search

com Muammar Gaddafi

ESTA CONVERSA JÁ CHEIRA A MOFO   -Nicolas Sarkozy: Ex-presidente da França para enfrentar julgamento por corrupção
A equipe de Sarkozy diz que ele vai apelar contra a decisão. Ele enfrenta outros problemas legais em relação aos gastos de campanha.

Em outro caso, o ex-presidente é acusado de receber financiamento do falecido líder líbio Muammar Gaddafi. https://translate.google.com/translate?hl=pt-PT&sl=en&u=https://www.bbc.com/news/world-europe-43588641&prev=search


Christine Lagarde and Nicolas Sarkozy embroiled in new corruption inquiry

Christine Lagarde and Nicolas Sarkozy were embroiled in a new corruption inquiry on Sunday over the awarding of Legion d'Honneur for political favours. https://www.telegraph.co.uk/news/worldnews/nicolas-sarkozy/9401446/Christine-Lagarde-and-Nicolas-Sarkozy-embroiled-in-new-corruption-inquiry.html

Angola: Empresas chinesas exploram menores com idades escolares – denuncia JPA de Luanda

ESCRAVIDÃO MODERNA"



Nós Juventude Patriótica de Angola, braço juvenil da CASA-CE em Luanda, manifestamos e condenamos veementemente a exploração da mão-de-obra infantil nas empresas chinesas, vocacionadas ao fabrico de blocos de construção civil, com principal incidência a empresa china JEN PENG localizada em Viana, nas proximidades do centro comercial Jinga Shopping.

A JPA em Luanda, como defensora e promotora da justiça social, recorda que estes actos de tortura e escravidão moderna no século XXI, em que são submetidos os cidadãos Angolanos menores de idade e não só, cuja maioria provenientes das províncias ao sul de Angola, são promovidos pelos cidadãos chineses com conivências claras de alguns angolanos ligados ao poder vigente e provisório.
A nota rubricada pelo secretário provincial da JPA, Serafim Simeão, lembra que a Constituição da República de Angola proíbe no seu número 5 do artigo 80, o trabalho de menores em idade escolar.
Surpresa é, o Estado ser o primeiro defensor dos cidadãos nacionais e fazer vista grossa, e consentindo o adiamento da qualificação dos futuros quadros nacionais, matando precocemente a esperança de vida dos seus concidadãos




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A INVASÃO SILENCIOSA DOS CHINESES IRRITA ANGOLANOS - OBVIAMENTE QUE NÃO ELITE PARASITA E BEM ENGRAVATADA Os chineses estão a comprar lojas nos musseques, têm imensos produtos que vendem a preços muito baixos. Não conseguimos concorrer com eles. Na construção civil trabalham sem condições, são presos. Trabalham 24 sobre 24 horas, em turnos de seis horas. Dormem dentro de contentores. São revezados em quatro turnos a cada seis horas.”
A China está a investir gigantescos recursos financeiros em Angola em áreas-chave da economia do país. Mas a chamada invasão silenciosa da mão-de-obra chinesa parece estar a causar controvérsia, sobretudo depois de acusações de que Pequim estará a utilizar reclusos na construção civil, os quais trabalham em condições sub-humanas, a roçar mesmo a escravatura http://angolalibre.e-monsite.com/pages/content/sociedade/a-invasao-silenciosa-dos-chineses-irrita-angolanos.html

Obras chinesas em Angola são sinónimo de má qualidade 


A má qualidade das obras de construção civil executadas no país, particularmente de habitação deve-se, em parte, à utilização de materiais de construção não apropriados, defende Angola tem muita matéria-prima que as indústrias poderiam aproveitar para produzir novos tipos de materiais de construção, sem o uso de muita  http://jornaldeangola.sapo.ao/economia/mau_material_reduz_qualidade
Com o fim da guerra em 2002, Angola solicitou uma linha de crédito à China avaliada em cerca de 60 mil milhões de dólares para a reconstrução nacional. Dívida que tem sido paga com petróleo angolano.
Para a construção de infraestruturas sociais, a mão de obra, as empresas e algum material vieram do gigante asiático. "A matriz chinesa é comunista e não prima pela qualidade
O analista aponta também a corrupção como estando na base da fraca qualidade das obras.  https://www.msn.com/pt-pt/noticias/africa/obras-chinesas-em-angola-s%C3%A3o-sin%C3%B3nimo-de-m%C3%A1-qualidade/ar-BBLEbBo


OS VAMPIROS DA NOVA ESCRAVATURA EM ÁFRICA - A esmagadora a  maioria dos dirigentes africanos, não aprendeu a lição da escravatura colonial e dobra a parada para fazer vida faustosa e larga

Trabalhadores moçambicanos conformados com salários miseráveis Grande parte dos trabalhadores desfilou empunhando dísticos com os slogans oficiais da Organização dos Trabalhadores Moçambicanos(OTM), “sindicatos unidos contra o elevado custo de vida e precarização do emprego”.

Entrevistados pelo @Verdade todos queixam-se dos parcos salários, do custo de vida mas não tem em perspectiva nenhuma outra forma de luta por melhores condições de trabalho e sociais, salvo este desfile pacífico e sem emoção que claramente é ignorado pelo Governo assim como pelos patrões.
O Chefe de Estado, Filipe Nyusi, que se auto-proclama “empregado do povo”, não apareceu mantendo a tradição iniciada por Armando Guebuza e nenhum membro do Executivo se dignou a estar presente no palanque. O edil de Maputo, David Simango, foi a mais alta figura do Estado presente. http://www.verdade.co.mz/tema-de-fundo/35-themadefundo/61990-trabalhadores-mocambicanos-conformados-com-salarios-miseraveis


ESCRAVATURA NA AMÉRICA - DESDE ANTIGA  AOS NOSSOS DIAS


Em 1807 Pres . Thomas Jefferson assinou uma legislação que terminou oficialmente o comércio de escravos africanos a partir de janeiro de 1808. No entanto, esse ato não pressagiou o fim da escravidão. Pelo contrário, estimulou o crescimento do tráfico doméstico de escravos nos Estados Unidos, especialmente como fonte de trabalho para as novas terras de algodão no interior do sul. Cada vez mais, o suprimento de escravos passou a ser suplementado pela prática da “criação de escravos”, na qual as mulheres escravas eram persuadidas a conceber a idade de 13 anos e a parir com a maior frequência possível. https://www.britannica.com/topic/African-American/Slavery-in-the-United-States





Durante a Reconstrução, os 12 anos que se seguiram ao fim da Guerra Civil e a abolição da escravatura, os ex-escravos tiveram significativos ganhos políticos, sociais e econômicos. Homens negros votaram e até ocuparam cargos públicos em todo o sul.
(…) No início dos anos 1900, quase todos os estados do sul proibiram cidadãos negros não apenas de votar, mas também de servir em cargos públicos, em júris e na administração do sistema judiciário.
O novo sistema de castas raciais do Sul não era meramente político e social. Foi completamente econômico. A escravidão transformou a economia agrícola do Sul na força mais poderosa do mercado global de algodão, mas a Guerra Civil devastou essa economia.

(…) Uma nova forma de controle
Com a ajuda de industriais especuladores, encontraram ainda uma nova maneira de construir riqueza no trabalho limitado dos negros americanos: o sistema de arrendamento de condenados .

Veja como isso funcionou. Homens negros - e às vezes mulheres e crianças - foram presos e condenados por crimes enumerados nos códigos negros, leis estaduais que criminalizam pequenos delitos e visavam manter as pessoas libertas ligadas às plantações e fazendas de seus antigos donos. O crime mais sinistro era a vadiagem - o “crime” de estar desempregado - o que acarretava uma grande multa que poucos negros podiam pagar.
Os condenados negros eram alugados a empresas privadas, tipicamente indústrias aproveitando-se dos recursos naturais inexplorados da região. Cerca de 200 mil norte-americanos negros foram forçados a trabalhar de forma violenta em minas de carvão, fábricas de terebintina e campos de madeira. Eles viviam em condições miseráveis, acorrentados, famintos, espancados, açoitados e sexualmente violados.Eles morreram aos milhares de ferimentos, doenças e torturas.


(…) Hoje, os EUA têm a maior taxa de encarceramento de qualquer país do mundo, com 2,2 milhões de suspeitos , embora a criminalidade tenha diminuído significativamente desde o início dos anos 90. E enquanto os americanos negros representam apenas 13% da população dos EUA, eles representam 37% da população encarcerada. Quarenta por cento dos assassinatos cometidos por policiais de pessoas desarmadas são homens negros, que representam apenas 6% da população, de acordo com um relatório de 2015 do Washington Post 

COLONIALISMO NÃO ADORMECE

Margaret Thatcher deu sua aprovação "para a tentativa de golpe de seu filho Mark na Guiné Equatorial  Margaret Thatcher aprovou uma tentativa fracassada de usar um exército de mercenários para derrubar o presidente da Guiné Equatorial , de acordo com as memórias inéditas do principal protagonista da oferta, o ex-oficial SAS Simon Mann .  Margaret Thatcher 'gave her approval' to her son Mark's failed coup attempt in Equatorial GuineMargaret Thatcher 'gave her approval' to her son Mark's failed coup ..

A RAPINA AOS RECURSOS  PETROLÍFEROS - ESTA A EXPLICAÇÃO PELA QUAL A GUINÉ EQUATORIAL ´E O ALVO PREDILECTO DA BANDITAGEM INTERNACIONAL E DA MEDIA SERVENTUÁRIA

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