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Entre outros assuntos, falo da escalada ao Pico Cão Grande e das minhas aventuras em canoas – Visam defender a teoria de que antigos povos africanos, podiam ter sido os primeiros povoadores das Ilhas do Golfo da Guiné, antes dos colonizadores – Parti à meia-noite, disfarçado de pescador, ligando a ilha do Príncipe. Para me orientar, uma rudimentar bússola – A canoa era minúscula, à segunda noite adormeci: rolei na escuridão das vagas. No regresso fui distinguido com sopapos da policia salazarista, enviado para os calabouços – Cinco anos depois, numa piroga maior, fiz a ligação São Tomé-Nigéria. Partindo igualmente à noite, 13 dias depois atingia uma praia de Calabar, tendo sido detido 17 dias por suspeita de espionagem. - No mesmo ano, já com São Tomé e Príncipe independente, tentei a travessia São Tomé ao Brasil, usando os mesmos recursos. Além de pretender reforçar a minha teoria, desejava evocar a rota da escravatura e repetir a experiência de Alain Bombard. Porém, quis a ironia do destino que vivesse a difícil provação de um naufrágio de 38 longos dias, tendo aportado numa praia de Bioko (Bococo)onde fui recambiado para a famosa prisão de Black Beach

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

A PEDRA DE ASFALTO QUE EVARISTO CARVALHO, NÃO SABE DESCALÇAR DO SAPATO - TRANSFORMA PALÁCIO DO POVO DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE, EM QUARTEL GENERAL DO PARTIDO ADI PARA BLOQUEAR AS AÇÕES DO GOVERNO DE COLIGAÇÃO – Ausente na cerimónia dos Heróis da Liberdade, alegando razões de saúde, é cada vez menos o Presidente de todos os Santomenses e mais o refém do foragido Pinta Cabra, que agora lhe ordena para reforçar o gabinete com as principais feras das sua troika.

 Jorge Trabulo Marques - Jornalista - Informação e análise

EVARISTO CARVALHO, MAIS VELHO E COM A SAÚDE ÀS VOLTAS - DEMONSTRA SER  CADA VEZ MAIS O SECRETÁRIO DO PARTIDO ADI, DE QUE O PRESIDENTE DA REPÚBLICA DEMOCRÁTICA  DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE 






Evaristo Carvalho, antigo chefe de uma secretaria do tempo colonial, eleito a Presidente da República, em 3 de Setembro de 2016, depois de uma segunda volta solitária por desistência do então candidato Manuel Pinto da Costa, que não aceitou pactuar com a mega-fraude eleitoral em curso, continua a desperdiçar o especial privilégio de se apresentar aos olhos do Povo de S. Tomé e Príncipe, como o  seu Presidente   - E assim poder concluir o mandato de forma condigna e honrosa.

Todas as posições públicas, que tem tomado, no ainda escasso tempo do atual Governo, são eivadas de declarada e frontal oposição e manifesto sectarismo partidário.

Daí que, talvez a única saída, seja a de que, logo que   resposta a legalidade judicial, subvertida  por quem apelidava de máfia os Tribunais, sendo ele o grande mafioso, se investigue, se  apure e  desmascare  as várias arbitrariedades, os saques e atropelos às leis,  que foram cometidos pelo foragido  Pinta Cabra, por forma a que, ao menos, nas suas hostes, haja algum decorro, em não reconhecer de que é um erro lesa-pátria e não apenas partidário, acreditar, seja no que for, nas palavras ou nos atos de um tal impostor.

 NA SUA IDADE, O TEMPO CORRE VELOZ MAS EVARISTO DIFICILMENTE QUERERÁ TERMINAR O MANDATO - POR MAIS QUE LHE REFORCEM O APARATO DO SEU QUARTEL 

STP-Press
"Coligação pede ao Presidente da República para não bloquear as ações do governo – Mas são apelos a surdos:  Pois, se o tutor,   que o elegeu, nunca soube desempenhar as funções de primeiro-ministro, com o mínimo de decoro, decência e distanciamento partidário, espera-se que, alguma vez, o   o seu pau-mandado, o  faça?  


 O líder da coligação PCD-MDFM-UDD no poder em São Tomé e Príncipe, Arlindo Carvalho instou-o para “não constituir uma força de bloqueio às ações do governo”, forjando “crises politicas que em nada contribuem para a solução dos problemas” do País.
http://www.stp-press.st/2019/02/05/coligacao-pede-presidente-da-republica-nao-bloquear-as-acoes-do-governo/
O dirigente justifica as acusações, a propósito da demissão do governo do Banco Central, na qual, o Chefe de Estado são-tomense, Evaristo Carvalho acusa o governo de Jorge Bom Jesus de ter usurpado os seus poderes.” – Bom, mas é que, antes disso, há havia aberto outras guerras e insinuações. 

PALÁCIO DO POVO NOVO QUARTEL-GENERAL DE PINTA CABRA
 
Presidente da República extingue a estrutura e quadro de pessoal do seu gabinete  para baralhar e juntar ao baralho os ases de espadas e de copas de Pinta Cabra.

STP-Pres
Entretanto, ninguém é despachado  ou vai ficar sem o tacho  presidencial,  pois  o objetivo  é mais o de reforçar as  hostes de que as enfraquecer ou dispersar

Obviamente, está-se mesmo a ver que, sem as misteriosas remessas à causa nostra, que o Padrinho-Mor  ia buscar às obscuras negociatas para poder   engordar os servidores, agora lhe seja  mais complicado: - Por isso mesmo, salta a vista que a nova ordem seja realmente  a  de  arranjar uma gamela maior no Palácio Cor da Rosa, que  permita maior e refastelada engorda  e ainda a reforce,  remetendo, assim, o papel de Evaristo Carvalho,  para a humilhante condição  de moleque presidencial

Na calha dos tachos, admite-se que estejam alguns dos principais artistas do circo do anterior regime autoritário: nomeadamente, Afonso Varela -Arlindo Ramos; Urbino Botelho, -Américo Ramos e outros figurantes. 


Após as eleições de 7 de Outubro, Evaristo, prolongou, inutilmente, um longo período de instabilidade, de conflitualidade e de ausência de Poder, permitindo a que, o ex-primeiro-ministro se desse ao luxo de se fazer passear pelo estrangeiro, durante mais de um mês a fio, dando-lhe tempo de sobra para vender património e desviar as divisas e os documentos  que bem entendesse.

Pinta Cabra, escapou-se, não se sabe para onde e nem sequer se dignou assistir à tomada de posse do novo governo: como experiente mafioso, passou à clandestinidade e à conspiração, depois de ter proposto  João Álvaro Santiago para PM, após a Olinto Daio ter recusado – Obviamente, nem podia  ter outra atitude, sabendo que o seu partido, tinha sido derrotado pela oposição.


Como já tive oportunidade de dizer:  Não  se espere de Evaristo Carvalho, o que ele não consegue dar: ser isento e apartidário, infiel ao seu amigo  - Distanciar-se desta cumplicidade: "O meu amigo, o meu conselheiro, o meu irmão, o mais velho, o meu camarada Evaristo do Espírito Santo Carvalho, é o nosso candidato às eleições presidenciais!» Elogios de Patrice Trovoada no anúncio do candidato do ADI as eleições de 17 de Julho de 2011, em que ele foi derrotado .por Manuel Pinto da Costa

A mensagem do Novo Ano, que Evaristo Carvalho, transmitiu às populações de ambas as ilhas, foram de autêntica guerrilha e conflitualidade institucional  - É replicado pela imprensa que “O presidente são-tomense, Evaristo Carvalho, considerou esta segunda-feira que as últimas resoluções do parlamento que reconduziram os juízes do Supremo Tribunal de Justiça (STJ) e exoneraram os de Tribunal Constitucional (TC), estão “repletas de ingerência”. https://observador.pt/2018/12/31/pr-sao-tomense-ve-ingerencias-nas-reconducoes-de-juizes-stj-e-exoneracoes-dos-do-tc/


NÃO RETIRO UMA PALAVRA DO QUE EDITEI NESTE SITE  UM ANO  - Patrice Trovoada – com a cumplicidade de Evaristo Carvalho – ambos continuam a protagonizar  a imagem da subversão  ao normal funcionamento das instituições democráticas  das maravilhosas Ilhas Verdes do Equador, - Ameaçando, com o seu procedimento, autoritário e irresponsável, o retrocesso económico e social de um dos países mais pequenos e mais  pobres de África 


EVARISTO  MAL RODEADO E ATOLADO

Não te metas em sarilhos, Evaristo - Disse ao meu antigo camarada da Brigada de Fomento Agropecuário, no Pótó, no dia em que o mandei assentar numa pedra, para o fotografar algures a norte de S. Tomé e ele me pediu a minha colaboração. Avisei-o de que se deixasse dessas coisas mas ele quis ser capacho do amigo Patrice, e o resultado está à vista: pior de que pau-mandado, nem é água nem é peixe - Duvido que acabe o mandato: Patrice está cavando o seu precipício politico. - O trilho abusivo dos empresários Berlusconi e dos seus mordomos é no que dá

A proclamação de Evaristo Carvalho, deverá ter sido um caso raro, senão mesmo inédito, de um candidato a Presidente da República, ter sido por duas vezes proclamado vencedor das Eleições Presidenciais e não ter contado, na cerimónia da sua investidura  com a presença de  nenhum chefe de Estado

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