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Entre outros assuntos, falo da escalada ao Pico Cão Grande e das minhas aventuras em canoas – Visam defender a teoria de que antigos povos africanos, podiam ter sido os primeiros povoadores das Ilhas do Golfo da Guiné, antes dos colonizadores – Parti à meia-noite, disfarçado de pescador, ligando a ilha do Príncipe. Para me orientar, uma rudimentar bússola – A canoa era minúscula, à segunda noite adormeci: rolei na escuridão das vagas. No regresso fui distinguido com sopapos da policia salazarista, enviado para os calabouços – Cinco anos depois, numa piroga maior, fiz a ligação São Tomé-Nigéria. Partindo igualmente à noite, 13 dias depois atingia uma praia de Calabar, tendo sido detido 17 dias por suspeita de espionagem. - No mesmo ano, já com São Tomé e Príncipe independente, tentei a travessia São Tomé ao Brasil, usando os mesmos recursos. Além de pretender reforçar a minha teoria, desejava evocar a rota da escravatura e repetir a experiência de Alain Bombard. Porém, quis a ironia do destino que vivesse a difícil provação de um naufrágio de 38 longos dias, tendo aportado numa praia de Bioko (Bococo)onde fui recambiado para a famosa prisão de Black Beach

domingo, 10 de fevereiro de 2019

ÁFRICA - A DISCRIMINAÇÃO SOCIAL E A INTOLERÀNCIA ÉTNICA E RELIGOSA - O DRAMA QUE UMA GRANDE PARTE DAS ELÍTES DO PODER NÃO RESOLVEM - E AINDA MAIS AGRAVARAM COM AS INDEPENDÊNCIAS

Jorge Trabulo Marques- Jornalista - Informação e análise



TERRÍVEIS EPISÓDIOS NÃO PODEM CAIR NO ESQUECIMENTO -  Pois continuarão, certamente, ainda muito vivos na retina do olhar de quem os presenciou e viveu terríveis momentos de angústia e de terror 

Além do genocídios do Ruanda, é o caso da MORTANDADE DO EXTREMISMO MUÇULMANO QUEIMANDO CRISTÃOS NA NIGÉRIA 

LAMENTAVELMENTE, NO INTERIOR DE ALGUNS PAÍSES DO VELHO CONTINENTE  - DONDE IRRADIOU HOMO SAPIENS - PERSISTE A  SEGREGAÇÃO SOCIAL, A INTOLERÂNCIA ÉTNICA E RELIGIOSA,

 Este é um problema social e racista, que os patriotas africanos deverão combater  - Bem pior do que aquele que os discrimina nos bairros das cidades dos antigos países colonizadores.  Onde, apesar de tudo, há edifícios, embora degredados mas não tão desconfortáveis, por exemplo, como as miseráveis barracas dos bairros periféricos de Luanda "Cazenga: Um bairro onde é proibido viver"

O que aconteceu na Nigéria e em Myanmar, no dia 3 de janeiro de 2015, militantes do Boko Haram atacaram duas cidades afastadas na Nigéria: Baga e Doro Gowon. Testemunhas contaram que foram forçadas a fugir por causa das atrocidades. Casas e comércios foram queimados, e corpos ficaram a céu aberto em ruas e matas.
“En Nigeria están quemando a los cristianos” (Estão queimando cristãos na Nigéria) O jornal La República publicou este artigo sobre as explosões ao norte da cidade de Kano, Nigéria, afirmando que aquela parte da cidade era designada para cristãos. O La República menciona a agência de notícias espanhola EFE como sua fonte (ainda que não esteja claro se a matéria original continha essa

imagem).https://pt.globalvoices.org/2017/05/31/quando-uma-imagem-vale-por-mil-palavras-falsas/



Mais de 18 mil corpos são encontrados 24 anos após genocídio em Ruanda

Restos mortais foram achados em valas feitas durante massacre ocorrido em 1994, após grupo étnico hutus exterminar 70% da população tutsi na África

mais de 18 mil corpos foram encontrados em valas construídas durante o genocídio em Ruanda, ocorrido em 1994.  Segundo o representante da Ibuka, Theogene Kabagambire, o número diz respeito aos últimos cinco meses de busca acerca do massacre perpetrado por grupos étnicos

A descoberta desses exatos 18.529 corpos, segundo a organização, representa um aspecto negativo para as iniciativas que buscavam unir os ruandeses, já que as pessoas preferiram manter tal informação em segredo por 24 anos.













Os esquecidos da Kinanga ou as promessas de realojamento por cumprir do Governo angolano  - Várias centenas de famílias vivem em condições muito precárias no bairro da Kinanga, um dos bairros mais pobres da capital angolana, enquanto aguardam o prometido realojamento no Zango.
Conviver com doenças
Além da miséria e a falta de saneamento básico que habitam neste bairro de Luanda, que fica a escassos metros da Assembleia Nacional, da sede do Governo Central e da residencial oficial do Presidente Eduardo dos Santos, muitas crianças e adolescentes nem sempre conseguem uma vaga nas escolas públicas, o que lhes hipoteca o futu





A MISÉRIA NÃO SE PODE MOSTRAR AOS OLHARES CURIOSOS QUE POSSAM DESFEITEAR OS RAMALHETES DA HIPOCRISIA - ACONTECEU NO REINADO DO SANTOS E PECADORES, EM 2015 Angola esconde crianças de rua para comemorar independência ...


A onda de criminalidade vai bastante alta no município do Cazenga, em Luanda, onde o inexistente patrulhamento policial e a ausência de fornecimento de energia eléctrica, a que o bairro se encontra mergulhado há já longo tempo, são os factores apontados como facilitadores, para a ocorrência de uma série de crimes, com os amigos do alheio a determinarem as regras de jogo. 




Os moradores locais são confrontados, diariamente, por assaltos à mão armada e crime de violação sexual, concorridos com constantes ameaças de morte, além de presenciarem, também, as lutas entre gangs rivais.

Os populares são obrigados a acompanharem como meros espectadores as “batalhas campas”, entre os diversos bandos de malfeitores.


Em face de tal situação, moradores que não descartam a hipótese de procurarem um local mais seguro. Um dos moradores, que se identificou como Ndoma Sabino, vendedor num dos mercados do município, afirmou ter já presenciado inúmeros assaltos, sobretudo de pessoas que utilizam aquele trajecto de e ir para casa.


BAIRRO DA JAMAICA - AO MENOS AQUI NÃO Hà BARRACAS
Diariamente, é possível presenciar dois ou mais crimes”, revelou, tendo acrescentando depois: “alguns jovens que cometem estes crimes residem no bairro, sendo que, inclusive, alguns chegam a realizar cobranças aos taxistas, pelos espaços que estes ocupam, sob fortes ameaças”.

É no período nocturno que as acções criminosas recrudescem. É ver os populares em passos apressados para chegarem, são e salvos, à casa com o receio de caírem numa espécie de “recolher obrigatório”, que é imposto pelos meliantes.

Queixou-se, por outro lado, dos agentes da ordem pública destacados para aquela perímetro que, no lugar de garantirem a tranquilidade, transfiguram-se em agentes reguladores de trânsito, interpelando as viaturas em troca de uma “gasosa” de 200 ou 300 kwanzas, para que se dedica à venda de dólares no mercado informal.




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