expr:class='"loading" + data:blog.mobileClass'>

Quem sou eu

Minha foto
Entre outros assuntos, falo da escalada ao Pico Cão Grande e das minhas aventuras em canoas – Visam defender a teoria de que antigos povos africanos, podiam ter sido os primeiros povoadores das Ilhas do Golfo da Guiné, antes dos colonizadores – Parti à meia-noite, disfarçado de pescador, ligando a ilha do Príncipe. Para me orientar, uma rudimentar bússola – A canoa era minúscula, à segunda noite adormeci: rolei na escuridão das vagas. No regresso fui distinguido com sopapos da policia salazarista, enviado para os calabouços – Cinco anos depois, numa piroga maior, fiz a ligação São Tomé-Nigéria. Partindo igualmente à noite, 13 dias depois atingia uma praia de Calabar, tendo sido detido 17 dias por suspeita de espionagem. - No mesmo ano, já com São Tomé e Príncipe independente, tentei a travessia São Tomé ao Brasil, usando os mesmos recursos. Além de pretender reforçar a minha teoria, desejava evocar a rota da escravatura e repetir a experiência de Alain Bombard. Porém, quis a ironia do destino que vivesse a difícil provação de um naufrágio de 38 longos dias, tendo aportado numa praia de Bioko (Bococo)onde fui recambiado para a famosa prisão de Black Beach

terça-feira, 12 de março de 2019

ATÉ QUE O PORNO NOS SEPARE” - No Festival de Cinema Internacional do México - De 8 a 15 de Março - Filme porno Gay do cineasta português, Jorge Pelicano, no Festival Internacional de Cinema em Guadalajara – Entre “las Películas LGBT nominadas al Premio Maguey del Festival Internacional de Cine de Guadalajara” - “O Festival Internacional de Cinema de Guadalajara é, juntamente com o Morelia Film Festival, o mais importante festival de arte sétima no México, que gradualmente ganhou notoriedade internacional”



Jorge Trabulo Marques - Jornalista  - O Cineasta Português, realizador do filme «Pare, Escute, Olhe» e «Ainda há Pastores», ganhou mais de duas dezenas de prémios (nacionais e internacionais) com dois documentários que retratam o isolamento do Portugal profundo.

"...O Festiva de  Guadalajara longe de ser um evento exclusivo, é um festival popular. Qualquer um pode ir comprar ingressos para as diferentes funções e desfrutar de diferentes exibições nas belas praças do centro e em alguns pontos distintos de Guadalajara, incluindo a Plaza de las Américas, em Zapopan, ou o jardim de Hidalgo, em Tlaquepaque. https://www.palomitademaiz.net/guadalajara_festival/




ATÉ QUE O PORNO NOS SEPARE  Depois de ter participado no Festival Internacional .de Cinema de Buenos Aires  e ter sido selecionado para a competição  do Festival Internacional  Checo na secção "Opus Bonum", dedicada a documentários de todo o mundo,  foi apresentado nos Caminhos do Cinema Português, em Coimbra, em Novembro passado,  Conta a História de uma mãe que descobre que o filho é ator pornográfico -   “Para onde quer que se aponte a câmara há uma história para contar”: ele já contou várias histórias e foi distinguido com vários prémios nacionais e internacionais - Designadamente: "Ainda há pastores?" selecionado para cinco festivais"  e "Pare Escute e Olhe"

Até que o Porno nos Separe ou o amor os junte  -  De um lado, a matriarca conservadora e religiosa. Do outro, o filho que é uma estrela no universo porno gay. Entre eles, um computador e uma estrada tortuosa. Até que o Porno nos Separe, de Jorge Pelicano, é um documentário pronto a derrubar preconceitos a partir da viagem emocional de uma mãe em mudança." PÚBLICO  -  Outros pormenores mais à frente 


Filme porno Gay do cineasta português, Jorge Pelicano, no Festival Internacional de Cinema em Guadalajara – Entre las Películas LGBT nominadas al Premio Maguey del Festival Internacional de Cine de Guadalajara

Hasta que el porno nos separe.  Dirigida por Jorge Pelicano, esta película portuguesa de 2017 se adentra en el viaje emocional y la confrontación de los valores de una Eulalia, una madre conservadora que descubre que su hijo emigró a Alemania para convertirse en un importante y reconocido actor de porno gay. http://desastre.mx/mexico/estas-son-las-peliculas-lgbt-nominadas-al-premio-maguey-del-festival-internacional-de-cine-de-guadalajara/ 
Como cada año, en el marco del Festival Internacional de Cine de Guadalajara se presentará una selección de películas con temática LGBT. este 2019 la edición de esta muestra recibe el nombre “Enqueerate”, un juego de palabras que incluye el adjetivo “queer” utilizado principalmente en los años 70 como ofensa para las personas no heterosexuales.
Estas son las Películas LGBT nominadas al Premio Maguey del Festival Internacional de Cine de Guadalajar

Las películas expuestas competirán por el Premio Maguey en diferentes categorías, se trata de un galardón que reconoce lo más destacado del cine internacional en materia de narrativas de diversidad sexual y de género.
Dieciséis largometrajes se disputarán los premios a la Mejor Actuación, Mención Honorífica y Mejor Película. Asimismo 21 países serán representados, entre ellos Argentina, Austria, Brasil, Canadá, Chile, Colombia, España, Estados Unidos, Francia, Guatemala, Indonesia, Irlanda, Italia, México, Portugal y Reino Unido.

Estos son los filmes participantes:

Hasta que el porno nos separe.  Dirigida por Jorge Pelicano, esta película portuguesa de 2017 se adentra en el viaje emocional y la confrontación de los valores de una Eulalia, una madre conservadora que descubre que su hijo emigró a Alemania para convertirse en un importante y reconocido actor de porno gay. 


Jorge Pelicano  é  um dos mais talentosos e premiados realizadores do cinema Português: - Confessa que   “os prémios são balões de oxigénios” e dão-lhe mais uma oportunidade de continuar a filmar “subindo degrau a degrau” – Creio que ele vai subir muito alto, elevar-se ao  grande estrelado das constelações do cinema português e internacional; não tenho a menor dúvida 

 "Já ganhou mais de duas dezenas de prémios (nacionais e internacionais) com dois documentários que retratam o isolamento do Portugal profundo. O cineasta Jorge Pelicano, realizador do filme «Pare, Escute, Olhe» e «Ainda há Pastores»,

Pelo que me é dado conhecer dos seus filmes e do  seu prestigiado currículo do cineasta e repórter de imagem de televisão, nomeadamente nos encontros pessoais, que ambos já tivemos (procurou-me para realizar um filme documental das minhas Odisseias nos Mares do Golfo da Guiné), a minha opinião é, indubitavelmente, de uma grande admiração pelo seu génio e suas qualidades humanas Sim, de outro modo, não lhe teria confiado, um vasto espólio das minhas aventuras marítimas, sonoro, fotográfico e  documental




"Até que o Porno nos Separe ou o amor os junte”  -  Da produtora, “Até ao Fim do Mundo”,

Teve a sua estreia, em Portugal, em 30 de Novembro, 2018, no festival Caminhos do Cinema Português  no Teatro Gil Vicente, Coimbra, depois de passagens por BAFICI, na Argentina, e Jihlava, na República Checa. Em 2019 deverá chegar às salas de cinema de todo o país.



Até que o porno nos separe / Until porn do us part (Official Trailer)



(…) “Já há muito tempo que o documentarista Jorge Pelicano, autor de Ainda Há Pastores? (2006), Páre, Escute, Olhe (2009) e Pára-me de Repente o Pensamento (2014), queria fazer um trabalho sobre pais e filhos e a, por vezes, “conturbada” relação que os liga. E sempre quis perceber como é que os pais dos actores e actrizes de filmes pornográficos lidavam com uma escolha dos filhos que, provavelmente, não “iria ao encontro das expectativas” por eles criadas. Foi esse o ponto de partida. “Não queria fazer um documentário sobre bastidores da pornografia, queria chegar aos actores para depois chegar aos pais”, conta o realizador de 41 anos, ao telefone com o PÚBLICO. Assim conheceu Fostter Riviera, uma estrela internacional no universo porno gay, actor várias vezes premiado e com mais de 300 filmes no currículo.



Dois dias depois de lhe dizer ao que vinha, estava frente a frente com a progenitora, Eulália Almeida, e no final dessa conversa tinha uma certeza: “Este era um filme muito difícil de fazer porque a maior parte das pessoas quer esconder, mas eles queriam contar esta história.” Sydney, aliás, deu-lhe carta-branca. “Ele”, sublinha Jorge, “nunca esteve preocupado com o que a mãe ia dizer no filme, nunca a quis influenciar” – Mais pormenores em https://www.publico.pt/2018/11/29/p3/noticia/ate-porno-separe-amor-junte-1852433



Numa outra interessante entrevista, editada por  Vida-Extra- Expresso, refere que, "Até que a morte nos separe”, é "uma história de amor, entre uma mãe e um filho, com todos os ingredientes de uma história de amor: deceções, alegrias e tristezas", contou Jorge Pelicano à agência Lusa, em abril passado, quando o filme teve estreia mundial no Festival Internacional de Cinema de Buenos Aires, na Argentina.


Eulália, católica e conservadora, residente num bairro nos arredores do Porto, descobre que o filho é homossexual e ator de filmes pornográficos, e o documentário retrata a transformação que a descoberta causou na vida dela. "Em nome desse amor pelo filho, acaba por iniciar uma longa viagem de transformação da própria pessoa para aceitar o seu filho", explica o realizador.


"Até que o porno nos separe" foi rodado entre 2016 e 2017 e, embora tenha a pornografia como ponto de partida, conta "uma história de amor entre uma mãe e um filho e a maneira como os pais lidam com as escolhas dos filhos", sublinhou Jorge Pelicano.
Jorge Pelicano iniciou a vida profissional no jornalismo, sobretudo como repórter de imagem em televisão, antes de enveredar pelo cinema documental. É autor dos filmes "Ainda há pastores?" (2005), "Pare, escute, olhe" (2009) e "Para-me de repente o pensamento" (2015).- Excerto  https://vidaextra.expresso.pt/artes/2018-10-12-Ate-Que-o-Porno-nos-Separe-selecionado-para-festival-na-Republica-Checa.-Veja-o-trailer-1

Para onde quer que se aponte a câmara há uma história para contar”, diz Jorge Pelicano
(...) O seu último filme trata por tu a esquizofrenia. Foi filmado no Porto, no Conde Ferreira, o primeiro hospital psiquiátrico construído de raiz no país há 131 anos. E é através da sua câmara que mostra algo “que não é compreendido pela sociedade”. Com a presença do actor Miguel Borges – que durante três semanas viveu naquele hospital – conta-se como é o quotidiano de quem sofre daquela doença num local onde “não falta amor, carinho e  ternura”.

“Ali vivem pessoas que são estigmatizadas pela sociedade”, disse Jorge Pelicano à Gazeta das Caldas, antecipando um pouco sobre o filme que passa na próxima segunda feira no CCC. Nele conta-se como é a vida de quem sofre de esquizofrenia.
Nos seus filmes, Jorge Pelicano não recorre às tradicionais entrevistas. Por isso, quando chegou ao Hospital Conde Ferreira, há dois anos, para pesquisar para o documentário, “notei que iria ser difícil a interacção com quem ali vive”, contou. Precisava de um elemento de ligação para chegar às pessoas e fazer um filme que seria “uma espécie de update sobre como é viver num hospício nos dias de hoje”.
(...) Actualmente o realizador está a trabalhar em duas curtas-metragens para as quais está a escrever o próprio guião: uma sobre a sorte e o azar e a segunda sobre a amizade. Trabalha também em mini-séries documentais na produtora Até ao Fim do Mundo. Segue-se uma longa-metragem documental que já se encontra em pré-produção – subsidiada pelo Instituto do Cinema e do Audiovisual– sobre a pornografia em Portugal. https://gazetacaldas.com/diversos/para-onde-quer-que-se-aponte-a-camara-ha-uma-historia-para-contar-diz-jorge-pelicano/



“Pare, Escute e Olhe" foi o grande vencedor da 7.ª edição do festival internacional de cinema DocLisboa, com dois prémios na competição portuguesa, Melhor Longa-Metragem e Melhor Montagem, e ainda o Prémio Escolas.

 Apresentado como "uma viagem por um Portugal profundo e esquecido conduzida pela voz soberana de um povo inconformado, maior vítima de promessas incumpridas dos que juraram defender a terra", o filme de Jorge Pelicano arrecadou prémios em dois festivais no mesmo fim de semana. Também a XV edição do Festival Internacional de Cinema Ambiente de Seia o distinguiu com os três principais prémios do festival, as Campânulas de Ouro. – Excerto de https://www.esquerda.net/dossier/document%C3%A1rio-%E2%80%9Cpare-escute-olhe%E2%80%9D


PARE ESCUTE E OLHE” - O interior de Portugal, concretamente e região de Trás-os-Montes, voltou a captar a sensibilidade do realizador Jorge Pelicano. –
Tendo a linha do Tua como fio condutor, entre Bragança e Foz Tua, “Pare, Escute, Olhe” comporta duas realidades: troço desactivado e o troço activo.
No primeiro, o comboio já não circula, os autocarros que vieram substituir os comboios há muito que desapareceram, aldeias sem um único transporte público, isoladas.
No troço activo, o anúncio da construção de uma barragem no Foz Tua, encaixada num património natural e ambiental único, ameaça o que resta da centenária linha.
O documentário começa com recuo temporal para ajudar a perceber as causas do despovoamento e as medidas tomadas em torno da questão da via-férrea do Tua: as promessas políticas, o encerramento da Linha do Tua entre Bragança e Mirandela (1991), o ‘roubo’ das automotoras pela calada da noite (1992), o fim do serviço público dos transportes alternativos.
Quinze anos depois, em 2007, no troço desactivo as aldeias estão isoladas e despovoadas. Durante os dois anos de filmagens (2007 a 2009), no troço activo, sucessivos acidentes, o anúncio da barragem, a incúria dos responsáveis na manutenção da linha, marcaram os acontecimentos.
“Pare, Escute, Olhe”, é um documentário interventivo, assume o ângulo do povo para traçar um retrato profundo de Trás-os-Montes. Por isso, a história, não tem propriamente um personagem principal, mas vários: utilizadores assíduos do comboio que necessitam do transporte para ir ao médico ou simplesmente comprar um litro de leite, um activista defensor da linha, um escritor transmontano que nos conduz às entranhas do vale do Tua, um ex-ferroviário que vive numa estação activa, uma autêntico sabedor das notícias da região.
A acção desenrola-se em Trás-os-Montes, Lisboa (centro de decisões do poder central) e Suíça, um bom exemplo de rentabilização e aproveitamento das vias-férreas para o turismo e serviço às populações. - Excerto de
http://kafekultura.blogspot.com/2009/10/

Documentário "Ainda há pastores?" seleccionado para cinco festivais
© 2007 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A.13 Set, 2007, 16:07 | Cultura
O documentário "Ainda há pastores?", realizado por Jorge Pelicano, foi selecionado para cinco festivais na Finlândia, México, Espanha, República Checa e Itália, a decorrer entre Setembro e Outubro.




Estreado no Cine`Eco, em Seia, onde recebeu o Prémio Lusofonia em Outubro de 2006, o filme de Pelicano tem mantido desde então presença regular em festivais nacionais e internacionais, com aplauso do público e da crítica que se traduziu já em quatro prémios e uma menção honrosa.

"Ainda há pastores?" é o primeiro documentário do autor, que com ele quis homenagear "uma das profissões mais duras que existem e que está em progressivo desaparecimento em Portugal", dando a conhecer o dia-a-dia de Hermínio, um pastor de 30 anos que vive isolado na Serra da Estrela.https://www.rtp.pt/noticias/cultura/documentario-ainda-ha-pastorest-seleccionado-para-cinco-festivais_n162488

Jorge Eduardo Gil Pelicano (Figueira da Foz, 3 de Março de 1977) é um cineasta e repórter de imagem de televisão.
Biografia
Estudou no Instituto Politécnico da Guarda onde se licenciou em Comunicação e Relações Públicas. Frequenta o mestrado de Comunicação e Jornalismo na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.
Desde 2001 é repórter de imagem freelancer para a televisão SIC. Além de inúmeros trabalhos de câmera e de edição, é com dois documentários que atrai a atenção do grande público para seu nome.
Primeiro Filme
Já em 2001 desenvolve a ideia de produzir um documentário sobre pastores. Escolhe Casais de Folgosinhos, um vale isolado na freguesia de Folgosinho na Serra da Estrela onde encontra alguns dos últimos pastores genuinos. Em 2002, vive com eles 2 semanas, filmando. Só em 2006 voltou com uma equipa maior para finalizar as filmagens. Com locução de Fernando Alves, o filme "Ainda Há pastores?" sai em 2006. Desde então o filme tem marcado presênça em vários festivais nacionais e internacionais, obtendo vários prémios[1]. O filme mostra as paisagens lindíssimas do vale e o dia-a-dia árduro dos pastores. A personagem central é o Hermínio, dito o pastor mais novo com 27 anos na altura das primeiras filmagens, desassossegado, com uma admiração imensa pela música de Quim Barreiros. O filme e com ele o seu realizador e as personagens centrais marcam presença em vários programas de televisão, e o público acorre às salas de cinema[2].
Comboios em Portugal Pare escute olhe.jpg
Segundo Filme

Em 2010, o seu segundo filme tem o título "Pare, Escute, Olhe", já por ele transportando uma mensagem diferente, uma alerta. O documentário interventivo mostra o desaparecimento da Linha do Tua e as suas causas, as diferentes motivações das várias partes involvidas e as consequências para as populações locais[3]. Novamente ganha vários prémios[4][5] e gera interesse do público, tendo sido um dos filmes mais vistos no primeiro semestre 2010[6].




Nenhum comentário :