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Entre outros assuntos, falo da escalada ao Pico Cão Grande e das minhas aventuras em canoas – Visam defender a teoria de que antigos povos africanos, podiam ter sido os primeiros povoadores das Ilhas do Golfo da Guiné, antes dos colonizadores – Parti à meia-noite, disfarçado de pescador, ligando a ilha do Príncipe. Para me orientar, uma rudimentar bússola – A canoa era minúscula, à segunda noite adormeci: rolei na escuridão das vagas. No regresso fui distinguido com sopapos da policia salazarista, enviado para os calabouços – Cinco anos depois, numa piroga maior, fiz a ligação São Tomé-Nigéria. Partindo igualmente à noite, 13 dias depois atingia uma praia de Calabar, tendo sido detido 17 dias por suspeita de espionagem. - No mesmo ano, já com São Tomé e Príncipe independente, tentei a travessia São Tomé ao Brasil, usando os mesmos recursos. Além de pretender reforçar a minha teoria, desejava evocar a rota da escravatura e repetir a experiência de Alain Bombard. Porém, quis a ironia do destino que vivesse a difícil provação de um naufrágio de 38 longos dias, tendo aportado numa praia de Bioko (Bococo)onde fui recambiado para a famosa prisão de Black Beach

sexta-feira, 15 de março de 2019

Chineses fintaram o Inventor português - Vendeu a casa para lutar contra a Huawei por roubo de patente – Manchete hoje do PÚBLICO - A contrafação é mais fácil e mais barata – Até o Vinho do Porto não escapa - Além dos mais famosos produtos

Jorge Trabulo Marques - Informação e análise

Diz o público na sua edição de hoje, que, o “Empresário do Porto inventou lente para smartphone e mostrou-a ao fabricante chinês. A ideia era licenciar o produto. Três anos depois, a Huawei lançou um produto igual.


Em 2012, Rui Pedro Oliveira criou uma lente acoplável num smartphone. A ideia era melhorar as capacidades fotográficas dos telemóveis, que nessa época tinham lentes mais limitadas. Em 2013 e 2014 pediu protecção legal nos EUA, sob a forma de patente. E mostrou a sua invenção à Huawei, que “demonstrou muito interesse”. As patentes foram concedidas em 2016 e 2017. A Huawei nunca mais disse nada. Mas em 2017 lançou um produto semelhante, que viola a patente, segundo este empresário do Porto.

O caso ainda não está em tribunal, mas já mete advogados dos dois lados. Para pagar os serviços jurídicos nos EUA, “que são muito caros”, teve de recorrer ao património próprio. Vendeu a casa onde vivia com a mulher e uma filha, que agora tem dez anos, situada no Porto – por ironia, uma cidade geminada com Shenzen, onde fica a sede da Huawei" - Excerto de



Ao entrar numa loja chinesa,  facilmente se depara com  uma imensa variedade de produtos: muitas das fábricas europeias e americanas, foram deslocadas para a China, atraídas pela mão-de-obra barata, convencidas que ali podiam desfrutar de um bom mercado  mas enganaram-se: tudo ali é copiado num esfregar de um olho: eles produzem os produtos e, ainda por cima, nos invadem com toda a sua vasta gama.

O aumento de fraudes e contrafação de vinho português, principalmente no mercado chinês, Fotos: Veja algumas falsificações chinesasi

"Temos assistido nos últimos tempos, principalmente no mercado chinês, a algumas situações muito anómalas relativamente à origem de vinhos, com substituições integrais do produto ou com substituições parciais (...). Às vezes, utilizam réplicas tão bem feitas que começa a ser muito difícil detetá-las", avançou à agência Lusa Paulo Barros, secretário-geral da Associação de Laboratórios de Enologia (ALABE). 
À margem da cerimónia da apresentação do congresso internacional "Wine Track 2018", que está agendado para o próximo dia 26 de outubro, no Centro de Congressos   https://www.jn.pt/justica/interior/fraude-e-contrafacao-de-vinhos-portugueses-aumentam-principalmente-na-china-9466436.html

Chineses criam falsificação do Goldman Sachs

O céu é o limite para a contrafação oriunda da China: eletrónica, moda, alimentação…Até tem imitações de cidades

HiPhone, iPed e Sunbucks são algumas das contrafações que prosperam no mercado chinês, que atingiu agora um novo nível. Desta vez a cópia é do Goldman Sachs, instituição financeira norte-americana sedeada em Nova Iorque.





Indústria alemã queixa-se de contrafação chinesa
A indústria alemã lamenta os problemas crescentes com a falsificação de produtos por parte da China. Segundo declarações de várias empresas e da Associação Alemã dos Construtores de Máquinas (VDMA), as plataformas online como o gigante Alibaba tornaram-se nos últimos anos importantes distribuidores de produtos contrafeitos. Num inquérito do VDMA aos seus associados, 28 porcento das empresas afetadas encontraram falsificações dos seus produtos nestas plataformas.

Os danos infligidos ao País pelas atividades de contrafação colocam Portugal como o 15.º mais afetado entre os 28 da União Europeia, mostram dados divulgados esta quarta-feira pelo Instituto da Propriedade Intelectual da União Europeia.
Por ano, as atividades de contrafação de produtos provocam às empresas portuguesas prejuízos de mais de mil milhões de euros (1 013 milhões) e eliminam o equivalente a 16 441 empregos, dados que colocam Portugal como o 15.º mais afetado por este fenómeno entre os 28 Estados-membros da União Europeia, onde a atividade prejudica 8,2% das vendas totais. http://visao.sapo.pt/exame/2018-06-06-Contrafacao-Portugal-a-meio-da-tabela-dos-mais-prejudicados-na-Europa

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