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Entre outros assuntos, falo da escalada ao Pico Cão Grande e das minhas aventuras em canoas – Visam defender a teoria de que antigos povos africanos, podiam ter sido os primeiros povoadores das Ilhas do Golfo da Guiné, antes dos colonizadores – Parti à meia-noite, disfarçado de pescador, ligando a ilha do Príncipe. Para me orientar, uma rudimentar bússola – A canoa era minúscula, à segunda noite adormeci: rolei na escuridão das vagas. No regresso fui distinguido com sopapos da policia salazarista, enviado para os calabouços – Cinco anos depois, numa piroga maior, fiz a ligação São Tomé-Nigéria. Partindo igualmente à noite, 13 dias depois atingia uma praia de Calabar, tendo sido detido 17 dias por suspeita de espionagem. - No mesmo ano, já com São Tomé e Príncipe independente, tentei a travessia São Tomé ao Brasil, usando os mesmos recursos. Além de pretender reforçar a minha teoria, desejava evocar a rota da escravatura e repetir a experiência de Alain Bombard. Porém, quis a ironia do destino que vivesse a difícil provação de um naufrágio de 38 longos dias, tendo aportado numa praia de Bioko (Bococo)onde fui recambiado para a famosa prisão de Black Beach

sábado, 16 de março de 2019

CUIDADO NOS ACORDOS COM A – “Gigante do petróleo Total condenada em França por corrupção no Irão: Total condamné à 500 000 euros d'amende”, em 21/12/2018 - SONHO DO PETRÓLEO RENASCE EM S. TOMÉ E PRINCIPE? NUMA QUINTA E SEXTA-FEIRA, CARREGADA DE BLOCOS DE ACORDOS?! - Diretor executivo da ANP, Olegário Tiny, assinou contrato de partilha de produção do bloco 1 na ZEE são-tomense com a Total e a Sonangol - Além do acordo dos blocos 7, 8 e 11 com a Nigéria e a Total. – Mas atenção: a petrolífera francesa multinacional francesa, TOTAL, foi condenada, em Dezembro passado, em 500.000 euros por "subornar funcionário público estrangeiro" – Cautela com uma empresa que financiou a campanha de Pinta Cabra, a mesma que já deu o dito por não dito: que se retirou e agora volta

Jorge Trabulo Marques - Jornalista

Corrupção no Irão: Total multada em 500.000 euros - Justamente com a mesma empresa com a qual, na quinta e sexta-feira,  foram assinados acordos  com blocos de petróleo.



Fazer acordos com uma empresa, que acaba de ser condenada por corrupção? E que andou a oferecer motas aos pintos do Pinta Cabra?!... Cuidado! Antes de assinarem protocolos, consultem o currículo de quem vão negociar. O mais alto escalão do liberalismo selvagem está enxameado de trapaceios. 

Compreende-se  a necessidade de urgência em explorar os recursos petrolíferos e arranjar fontes de receitas para impulsionar o desenvolvimento mas com ponderação: não esquecer que o turismo, ainda continua a ser a  maior riqueza do pais

Não se pode comprometer o futuro do suposto património petrolífera de STP de forma apressada e simplista, a troco de umas quase simbólicas percentagens, conforme se depreende da informação publicitada, ainda para mais com empresas de credibilidade duvidosa, que fizeram mediáticos acordos e depois se retiraram;  não os cumpriram. – Para erros e cumplicidades, já basta o lamaçal dos Trovoadas: do Miguel pai e do Patrice, filho.

Antes de avançar para as noticias dos ditos acordos, atente-se  bem no teor da noticia do passado dia 21 de Dezembro 2018: -  Difundida em muitíssimas  manchetes:  

Gigante do petróleo Total multado na França por corrupção no Irã

Oil giant Total fined in France for Iran corruption

21/12/2018 -  Na sexta-feira, um tribunal francês multou a gigante do petróleo em 500 mil euros (US $ 575 mil) por corrupção em troca de propinas pagas para assegurar uma enorme concessão de gás no Irã em 1997.

A empresa francesa foi acusada de pagar US $ 30 milhões em propinas em troca de ajuda para garantir os direitos do campo de gás natural de South Pars, no Golfo Pérsico, o maior do mundo.

O tribunal criminal de Paris considerou culpado de "corrupção de um agente público estrangeiro" por pagamentos feitos ao filho do ex-presidente Akbar Hashemi Rafsanjani, Mehdi Hashemi, um alto funcionário da energia na época, entre outros.

(..)  A multa representa uma fração dos US $ 398 milhões que a Total pagou nos EUA em 2013 para liquidar os encargos semelhantes decorrentes da investigação conjunta franco-americana.
Também representa uma queda no oceano dos lucros líquidos da Total em 2017 de 8,6 bilhões de dólares.
https://www.france24.com/en/20181221-oil-giant-total-fined-france-iran-corruption





Nenhuma apelação da Total?

Entre os três homens que foram perseguidos, o ex-CEO da Total Christophe de Margerie e um intermediário iraniano morreram. Um segundo intermediário iraniano, Abbas Yazdi, é considerado morto, mas na ausência de um ato de morte, o tribunal condenou-o a quatro anos de prisão. Em um comunicado, o grupo sentiu que esta situação "não conseguiu garantir as condições de um julgamento justo", mas deu a entender que não iria apelar.
"Dadas as circunstâncias particulares deste caso, já experimentadas nos Estados Unidos e nas quais o protagonista já não pode se defender, a Total não deseja ampliar este caso", afirma o diretor-presidente do grupo, Patrick Pouyanné.

 VOLTAR A FAZER ACORDOS COM QUEM OS HAVIA ABANDONADO?  - Sacam uns fundos do FMI, enchem-se e depois partem para outra

OS FRANCESES OS PRIMEIROS A DEBANDAREM -Também tinha razão quem escrevia  O “sonho do petróleo” pode estar a chegar ao fim em São Tomé e Príncipe No último dia 23 de Setembro, a companhia francesa Total anunciou a retirada da sua operação de prospeção de petróleo em S. Tomé e Príncipe, que concluiu ser inviável. A decisão vem aumentar dúvidas sobre a possibilidade do arquipélago poder vir a produzir petróleo, um duro golpe nas expectativas do país.  ".  "sonho do petróleo" pode estar a chegar ao fim em São Tomé e Príncipe 01/10/2013"sonho do petróleo" pode estar a chegar ao fim em São Tomé e Príncipe 01/10/2013

ACORDOS DE STP COM A SONAGOL E TOTAL

COMEÇANDO PELO  ACORDO DESTA SEXTA-FERIA  - STP-TOTAL- SONANGOL -   Iniciado por Pinta Cabra, em Maio pasasado  PORVENTURA, COM  MANUEL VICENTE NOS  ENCONTROS SECRETOS NO PRÍNCIPE – EM QUE O BOLO VAI PRATICAMENTE PARA A BOCA DAS PETROLÍFERAS – Para STP  uns  15%
S. Tome




Nigéria
A assinatura do contrato de partilha de produção do bloco 1 na ZEE são-tomense resulta do convite a manifestação de interesse lançado pelas autoridades são-tomenses em maio do ano passado, a que ganharam estas duas empresas, ficando a Total com 55 por cento de interesse participativo, a Sonangol com 30 por cento e o Estado são-tomense com 15 por cento.

“A produção de petróleo – que nós todos pretendemos venha a acontecer – pode trazer uma contribuição fundamental em função da utilização que fizermos dos recursos petrolíferos neste país para um progresso importantíssimo para o povo são-tomense”, explicou Olegário Tiny



A Total e Sonangol vão explorar em parceria o bloco 1 que cobre uma área de 3.292 quilómetros quadrados e estão obrigadas a pagar ao Estado um bónus de assinatura de 2,5 milhões de dólares (2,2 milhões de euros), além de financiar projetos sociais no valor de um milhão de dólares (884 milhões de euros) anuais durante quatro anos

.

A Total e Sonangol estão muito satisfeitas com a assinatura hoje do acordo do bloco 1 e este evento marca a entrada do grupo Total em São Tomé”, disse por seu lado, o representante da petrolífera francesa Gui Maurice, sublinhando “a esperança e confiança” da sua empresa “no futuro do óleo, gaz e petróleo em São Tomé”. 

“Estamos prontos para começar a trabalhar e temos grandes esperanças com a aquisição de uma sísmica 3D que vai ser adquirida nestas zonas permitirão às nossas equipas técnicas espetros para perfurar”, acrescentou o responsável da Total.
A duração do contrato é de 28 anos, sendo 8 anos para a fase de pesquisa e 20 para a fase de produção.
Rosário Isac, administrador executivo da Sonangol, manifestou também a sua satisfação, prometendo “tudo fazer juntamente com o parceiro Total e a ANP para cumprir com o que está programado para o engrandecimento da indústria petrolífera em São Tomé”.

A multinacional francesa de petróleo e gás, a Total, obteve o direito exclusivo de iniciar a exploração de petróleo em três blocos - 7, 8 e 11, localizados dentro da Zona de Desenvolvimento Conjunto (JDZ), rica em petróleo, da Nigéria e São Tomé e Principe.

O direito exclusivo foi recebido depois que a Total e a Autoridade de Desenvolvimento Conjunto Nigéria-São Tomé (JDA) assinaram um Contrato de Partilha de Produção (PSC) em uma cerimônia em Abuja, Nigéria, na quinta-feira, 14 de março de 2019.

Objetivo da aliança JDZ

Ambos os países formaram a Autoridade de Desenvolvimento Conjunto (JDA) em 2002 para gerenciar os recursos de hidrocarbonetos e não-hidrocarbonetos na fronteira marítima dos dois países.


Nigéria, São Tomé e Príncipe assinam contrato com a Total

PA-Abuja (Nigéria)


A Autoridade de Desenvolvimento Conjunto Nigéria-São Tomé e Príncipe (JDA) assinou um Contrato de Partilha de Produção (PSC) com os blocos 7, 8 e 11 da Total Nigeria Limited na zona de desenvolvimento conjunto (JDZ).

Falando na assinatura do contrato na quinta-feira em Abuja, o ministro das Relações Exteriores, Godfery Onyeama, disse que o contrato foi um grande marco para os dois países.

Ele disse que a Nigéria continuaria apoiando os esforços para fortalecer sua parceria com São Tomé e Príncipe no setor de petróleo.

Onyeama, representado pelo Sr. Lot Egopija, o Secretário Permanente em exercício, garantiu que o governo fortaleceria ainda mais as relações entre os dois países

O Presidente em exercício do Conselho da JDA, Dr. Almajiri Geidam, disse que o contrato facilitaria a gestão eficaz dos recursos petrolíferos em ambos os países.

Ele acrescentou que traria mais investidores e expandiria os negócios existentes entre os dois países.

Geidam disse que a autoridade havia assinado um tratado com a Total em 2001 na exploração de alguns blocos de petróleo, observando que esta segunda rodada de PSC seria efetivamente realizada.

“O Conselho trabalhou incansavelmente para garantir que o tratado assinado pelo PSC fosse executado com transparência e responsabilidade. Isso ajudará os investidores e parceiros a utilizar os enormes potenciais da ADC ”, disse ele


Em seu discurso, a ministra das Relações Exteriores, São Tomé e Príncipe, Dra. Elsa Pinto, disse que seu país continuará comprometido com os termos do contrato.

Ela disse que o PSC viria com seus desafios e expectativas, instando ambas as partes a trabalhar efetivamente para alcançar resultados positivos.

Pinto reiterou o compromisso e a vontade de seu país de continuar a trabalhar com a Nigéria.

“Quero agradecer ao governo nigeriano por todo o apoio técnico que recebemos de você. Eles nos deram bons resultados ”, disse ela.

Em seu discurso, o diretor-geral da Total, Nicholas Terraz, disse que a assinatura do contrato era uma casa para a Total, já que havia trabalhado com a JDA no passado no Bloco 1.

“Assinar o contrato é a nossa maneira de demonstrar nossa disposição de fazer algo significativo para os dois países. Nós apreciamos sua confiança na Total ”, disse ele.

Ele acrescentou que a Total investirá cerca de 10 milhões de dólares na execução deste projeto

Segundo o Dr. Ibiwari Jack, o Diretor Executivo da JDA, a JDZ é uma área localizada entre o Golfo da Guiné, rico em petróleo, e que os dois países estão no centro.

Ele disse que o conselho demorou a deliberar antes de chegar a este acordo, tendo em mente os desafios e o que seria necessário para envolver um COI como a Total.

Ele disse que as linhas de licenciamento para o contrato foram concluídas, ressaltando que os blocos 7, 8 e 11 cobriam cerca de oito quilômetros quadrados.

MM / GIK / APA


OS ACORDOS CELEBRADOS POR PINTA CABRA, DEVEM SER  REVISTOS  - Jorge Bom Jesus quer auditoria externa às contas do Estado – E DEVE FAZÊ-LO SEM DEMORA - E por onde devia primeiro começar
O primeiro-ministro são-tomense disse hoje que as reservas internacionais do país não chegam para cobrir três meses de importações e anunciou a abertura, para breve, de um concurso externo para auditar as contas do Estado nos últimos quatro anos.


OFERTAS RESTRITAS PARA FAVORECER INTERESSES RESTRITOS ENCAPOTADOS - FAZ AGORA UM ANO 23/01/2018 – BP, Kosmos win rights to two oil blocks in Sao Tome and Principe  - SÃO TOMÉ (Reuters) - Um consórcio da BP e da Kosmos Energy ganhou os direitos de exploração de dois blocos de petróleo offshore na Zona Econômica Exclusiva de São Tomé e Príncipe (ZEE), informou a agência nacional de petróleo.
As duas empresas ganharam os blocos 10 e 13 em uma oferta restrita, disse o diretor da agência, Orlando Pontes, em comunicado divulgado na segunda-feira. Eles venceram um segundo consórcio da portuguesa Galp Energia e da Total, disse ele. https://www.reuters.com/article/us-saotome-oil/bp-kosmos-win-rights-to-two-oil-blocks-in-sao-tome-and-principe-idUSKBN1FC133

ACORDOS COM NIGERIANOS - ATÉ AGORA NO QUE  DERAM  FOI  SIMPLESMENTE  PARA ENCHER OS BOLSOS DE PINTA CABRA  - É  O QUE JÁ FOI PUBLICAMENTE DENUNCIADO
São Tomé e Príncipe (STP), um pequeno país  insular descrito na imprensa internacional como "pontos gémeos de terra fora da costa ocidental de África", "recebeu muita atenção internacional devido à descoberta de petróleo bruto em suas águas territoriais. Suspeitado desde a década de 1970, os campos de petróleo foram ativos

O governo nigeriano e americano, Norueguesas, sul-africanas e chinesas, varreram e controlaram sofisticadas negociações com São Tomé. O governo nigeriano e uma companhia petrolífera americana, extraíram preferencialmente termos contratuais que o Banco Mundial descreveu como "sem precedentes"
(…) O Presidente  Fradique Menezes, fez um pedido que levou à segunda onda de atenção internacional: "encontramos um pouco de petróleo", disse Menezes, "e os tubarões estão nadando ao nosso redor agora ... Eu gostaria de alguma ajuda para gerenciar isso  Ler mais em Increasing the Capacity for Corruption: Law and Development in the ...


(…) Mentores da ERHC. Além da Global Energy, outra pequena empresa americana, a ERHC, estava em contato com Jefferson através de seus lobistas em Washington. Controlado por vários empresários americanos e Emeka Offor da Nigéria, a ERHC detém participações em várias licenças na Zona de Desenvolvimento Conjunto entre Nigéria e São Tomé. Os escritórios da empresa em Houston foram invadidos pela polícia em 4 de maio. Compreendemos que a operação estava ligada à investigação do FBI em Jefferson. Ao invadir os documentos da ERHC, os investigadores pegaram todas as comunicações do grupo com políticos na Nigéria e São Tomé. presidente nigeriano,Excerto de ERHC On The Move: Post Links Jefferson To ERHC, But Only In ...


"Na África Ocidental, o perfume de petróleo por si só pode ser suficiente" para produzir corrupção, disse Joseph C. Bell, outro advogado de Washington que viajou para São Tomé para trabalhar em novas leis de petróleo.
No centro da história de São Tomé está a ERHC, uma pequena empresa cujas fileiras incluiu uma coleção de personagens e empreendedores politicamente conectados, como o Sr. Offor. De acordo com um relatório de 2005 do procurador-geral de São Tomé, o Sr. Offor é um dos maiores doadores do partido político nativo da Nigéria e um aliado próximo de Olusegun Obasanjo, que até recentemente era presidente da Nigéria.

Fradique Menezes (...) O Sr. de Menezes, em 2003, por exemplo,  se aproximou do Sr. Sachs. e disse: " Olhe, nós encontramos um pouco de óleo e os tubarões estão nadando em nossa volta agora, e eu gostaria de ajudar a gerenciar isso corretamente ", lembrou o Sr. Sachs em uma entrevista recente.

Como parte desse esforço, uma equipe da Universidade de Columbia e outros ajudaram a elaborar uma nova lei sobre o petróleo que contenha salvaguardas para garantir que São Tomé gastasse suas receitas relacionadas ao petróleo adequadamente. . No Oil Yet, but African Isle Finds Slippery Dealings - The New York ...,,,


PARA ONDE VOARAM ESSES MILHÕES QUE SOBRAM DAS OFERTAS DAS MOTAS?  São-Tomé, 21 Ags ( STP-Press) –  As empresas petrolíferas Kosmos Energy e British Petroleum decidiram disponibilizar 20 milhões de dólares nos próximos quatro anos para o empreendedorismo juvenil, anunciou, o primeiro-ministro, Patrice Trovoada, num encontro com jovens são-tomenses. http://www.stp-press.st/2018/08/21/trovoada-anuncia-20-milhoes-dolares-das-petroliferas-apoiar-empreendedorismo-jovem/?fbclid=IwAR0AB2KEAkw5X3J9lbnWAJT0VOkoB_0wfyS--nVn02qxeYS9SFsZ6JPVypc

A BRONCA  DOS ACORDOS SECRETOS ASSINADOS POR PATRICE TROVOADA À REVELIA DE DO GOVERNO E DA PRESIDÊNCIA DE MENEZES 


(…) Em 2003, revelou-se acidentalmente que Patrice Trovoada tinha assinado um acordo com a Energem Petroleum, com sede em Guernsey, dando a esta empresa  70% de todos os lucros obtidos com a revenda de petróleo bruto de outros produtores africanos. Este acordo foi assinado sem o conhecimento do presidente ou do primeiro-ministro, resultando em uma crise política. Quando o escândalo Energem foi revelado, Menezes recebeu um conselho externo da Columbia University Earth Institute, liderado pelo economista Jeffrey Sachs e financiado pelo bilionário George Soros, que chegou em 2003 e ofereceu seus serviços gratuitamente. Uma equipe de advogados de Columbia elaborou uma nova lei de gestão de receita de petróleo para São Tomé, com a colaboração do Banco Mundial, aprovada pela Assembleia
...
A população vive abaixo da linha de pobreza e o país permanece, "inviável", no sentido de que não pode produz o suficiente nas exportações para satisfazer seu próprio nível de consumo. Na véspera das ejeções  parlamentar de 2002, o presidente Fradique de Menezes anunciou que ele   queria  promotor público para abrir um inquérito oficial sobre o acordo de exploração de petróleo negociado entre seu antecessor e PGS, referindo-se a ele como 'very estranho'

A ERHC assegurou sua posição de privilégio através do uso de subornos projetados através de Patrice Trovoada.  atual primeiro-ministro e filho de ex-presidente do STP, Miguel Trovoada, presidente no momento da ERHC acordo.In  In  http://scholarship.law.berkeley.edu/cgi/viewcontent.cgi?article=1098&context=bjalp

24/08/2015 .      Sr. Cherwayko, um canadense de origem ucraniana, que fez sua fortuna nos negócios do petróleo Africano, em cumplicidade com políticos santomenses (Patrice Trovoada, um dos citados) foi ano passado condenado a uma pena de 21 meses de pena efetiva por se ter recusado a pagar 5 milhões de indemnização à  ex-esposa,   .Maya Cherwayko, ex-misse nigeriana, com a quem casou, em 2005Oil trader Wade Cherwayko jailed for 21 months for not paying ex-wife


A BRONCA  DOS ACORDOS SECRETOS ASSINADOS POR PATRICE TROVOADA À REVELIA DE DO GOVERNO E DA PRESIDÊNCIA DE MENEZES  - «


Milhões gastos em viagens e o Povo a viver em pocilgas 
(…) Em 2003, revelou-se acidentalmente que Patrice Trovoada tinha assinado um acordo com a Energem Petroleum, com sede em Guernsey, dando a esta empresa  70% de todos os lucros obtidos com a revenda de petróleo bruto de outros produtores africanos. 
Este acordo foi assinado sem o conhecimento do presidente ou do primeiro-ministro, resultando em uma crise política. Quando o escândalo Energem foi revelado, Menezes recebeu um conselho externo da Columbia University Earth Institute, liderado pelo economista Jeffrey Sachs e financiado pelo bilionário George Soros, que chegou em 2003 e ofereceu seus serviços gratuitamente. Uma equipe de advogados de Columbia elaborou uma nova lei de gestão de receita de petróleo para São Tomé, com a colaboração do Banco Mundial, aprovada pela Assembleia
...
A população vive abaixo da linha de pobreza e o país permanece, "inviável", no sentido de que não pode produz o suficiente nas exportações para satisfazer seu próprio nível de consumo. 


A ERHC assegurou sua posição de privilégio através do uso de subornos projetados através de Patrice Trovoada.  atual primeiro-ministro e filho de ex-presidente do STP, Miguel Trovoada, presidente no momento da ERHC acordo.In  http://scholarship.law.berkeley.edu/cgi/viewcontent.cgi?article=1098&context=bjalp


A GUINÉ EQUATORIAL O PARCEIRO MAIS SÓLIDO NO GOLFO DA GUINÉ 

A Guiné Equatorial, até pela sua proximidade, é com certeza  o  melhor parceiro que S. Tomé e Príncipe, poderá ter no Golfo da Guiné, sobretudo, para exploração dos seus recursos petrolíferos   - E, naturalmente, que, embora um pouco mais a sul, também com Angola,  especialmente agora com a Presidência de João Lourenço, de cujo país irmão tem dependido, desde o abastecimento de combustível e a outros níveis de cooperação, mas cujas relações, foram abruptamente perturbadas pela cabeça tonta de um desequilibrado estrangeirado., que, embora desacreditado, dificilmente deixará de conspirar valendo-se dos milhões sacados.  

Daí se compreenderem as  declarações proferidas, pelo  embaixador da Guiné-Equatorial, Paulino Bololo, na capital de STP, num "encontro de cortesia" com o novo primeiro-ministro são-tomense, Jorge Bom Jesus, que reuniu um  variado leque de  personalidades - Tendo afirmado que  "a base da cooperação entre São Tome e Príncipe e a Guiné-Equatorial “está bem assente no acordo quadro assinado em 1982”,  “Existem elementos históricos e vínculos sanguíneos que nos unem como verdadeiros irmãos” STP-Press  - https://www.stp-press.st/2018/10/30/guine-equatorial-quer-relancar-cooperacao-sao-tome-principe-embaixador-paulino-bololo/


EXPLORAÇÃO DO PETRÓLEO EM S. TOMÉ PRÍNCIPE- "O FIM DE UM SONHO -  O fim do sonho do óleo  - Por Gerhard Seibert  - Em 23 de setembro de 2013, a empresa petrolífera francesa Total abandonou o bloco 1 na Zona Conjunta de Desenvolvimento de São Tomé e Príncipe - Nigéria (JDZ). Isso ocorre apenas cerca de um ano depois que a empresa de energia estatal chinesa Sinopec, sua subsidiária Addax, Equator Exploration e outras partes interessadas abandonaram três blocos de petróleo lá. Os motivos de Total são os mesmos que os indicados em 2012: resultados decepcionantes de perfurações de exploração devido a reservas de hidrocarbonetos que são muito limitadas para justificar novos investimentos.


Persiste a escravatura - Agora por dirigente negro

A decisão foi um sério golpe para a JDZ, criada em 2001 pela Nigéria e São Tomé e Príncipe e compartilhada por uma divisão 60/40 entre os dois países. No pior dos casos, a saída de Total pode representar o fim das esperanças de petróleo de São Tomé e Príncipe, que começou quando o estado insular empobrecido assinou o primeiro acordo de exploração de petróleo com uma empresa estrangeira em 1997. Posteriormente, o país assinou outros dois acordos com o petróleo empresas, mas os três contratos foram todos renegociados em 2003, porque os especialistas em petróleo estrangeiros os consideravam prejudiciais aos interesses nacionais do país. Mais pormenores em http://chegepublishing.net/the-end-of-the-oil-dream/~


TER BEM PRESENTE O QUE SE DISSE DE UM ALTO CORRUPTO QUE TRAIU UMA PEQUENA E POBRE NAÇÃO  E  DOS CÚMPLICES DAS SUAS JOGADAS 

"A ERHC precisa de ser novamente desafiada no tribunal internacional por sua criminalidade! Eles conscientemente aproveitaram-se de  um país sem experiência prévia e colaboraram com o então presidente Miguel Trovoada que aceitaram gananciosamente dinheiro e partes adicionais da ERHC abaixo da mesa. Ele basicamente viraram as costas para o povo dele. Vergonha com ele e seu filho por suas ações implacáveis ​​e irreflexivas!  STP é um pequeno país familiar onde todos conhecem todos. O que ele fez é esfaquear sua família STP nas costas! É criminoso." – In ERHC On The Move Sex 13 de maio, 11:27:00 AM EDT

 Patrice Trovoada, concordou em lidar com DiamondWorks.   A  DiamondWorks teve ligações passadas com  a África do Sul a  empresas mercenárias, algumas das quais estavam ligadas ao golpe de julho de 2003 contra de Menezes


Empresa contratada pela BP ligada ao escândalo de suborno, documentos do Panamá revelam  -Papel vazado mostra empresa petrolífera assinou contrato multimilionário no Iraque com firma nomeada em investigação de corrupção
A BP assinou um contrato multimilionário para trabalhar no Iraque com uma empresa ligada a denúncias de corrupção no país um ano antes, revelam os Panama Papers .
A Unaoil se viu no centro de um escândalo de suborno internacional no início deste ano, depois que seu próprio vazamento de e-mails internos resultou em invasões dirigidas pelo Serious Fraud Office .
https://www.theguardian.com/news/2016/may/10/bp-

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