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Entre outros assuntos, falo da escalada ao Pico Cão Grande e das minhas aventuras em canoas – Visam defender a teoria de que antigos povos africanos, podiam ter sido os primeiros povoadores das Ilhas do Golfo da Guiné, antes dos colonizadores – Parti à meia-noite, disfarçado de pescador, ligando a ilha do Príncipe. Para me orientar, uma rudimentar bússola – A canoa era minúscula, à segunda noite adormeci: rolei na escuridão das vagas. No regresso fui distinguido com sopapos da policia salazarista, enviado para os calabouços – Cinco anos depois, numa piroga maior, fiz a ligação São Tomé-Nigéria. Partindo igualmente à noite, 13 dias depois atingia uma praia de Calabar, tendo sido detido 17 dias por suspeita de espionagem. - No mesmo ano, já com São Tomé e Príncipe independente, tentei a travessia São Tomé ao Brasil, usando os mesmos recursos. Além de pretender reforçar a minha teoria, desejava evocar a rota da escravatura e repetir a experiência de Alain Bombard. Porém, quis a ironia do destino que vivesse a difícil provação de um naufrágio de 38 longos dias, tendo aportado numa praia de Bioko (Bococo)onde fui recambiado para a famosa prisão de Black Beach

domingo, 24 de março de 2019

Moçambique - Ciclone Idai - Mais um sério aviso da consequência das alterações climáticas globais, com epicentro na grande chaminé de Pequim - Centenas de crianças, perderam os seus pais e estão a passar fome em miseráveis centros de abrigo - Três em cada quatro crianças angolanas são pobres - Todavia, Isabel dos Santos mantém o título de mulher mais rica de África, detendo a 9.ª maior fortuna do continente- Foi para isto que quiseram a independência?

Jorge Trabulo Marques - Jornalista - Informação e análise 



Dizem noticias que há centenas de pessoas, entre as quais muitas crianças, a passar fome em Centros de Socorro improvisados.
A Escola de Chimoio é um desses Centros de Abrigo, e a primeira assistência às vítimas chegou através da Organização "Save The Children". No entanto os donativos alimentares apenas chegaram para 2 dias. https://www.rtp.pt/noticias/mundo/ciclone-idai-centenas-de-criancas-enfrentam-a-fome-em-centros-de-abrigo_v1135751



Por sua vez,  a UNICEF, alerta de que centenas de milhares de crianças viram suas vidas viradas de cabeça para baixo pelas inundações. No meio da escuridão, da dor e do sofrimento (..) As fortes chuvas provocaram muitos danos na comunidade de Matarara, deixando um rastro de destruição e centenas de famílias sem casa. No dia 19 de Março, o nível das águas reduziu o suficiente para permitir o acesso as equipas de socorro.


Essas famílias estão tentando sobreviver à pior experiência de suas vidas, outras de luto por terem perdido seus familiares. Estima-se que 1,800,000 pessoas foram afectadas em Moçambique, das quais 900,000 são crianças. 2,600 salas de aulas foram parcialmente ou completamente destruídas, 39 centros de saúdes foram afectados e mais de 11,000 casas foram completamente destruídas deixando milhares de pessoas deslocadas.


“A situação é séria e o UNICEF e os seus parceiros estão prontos para apoiar o Governo a levar assistência urgente à população afectada, incluindo água potável, meios para o saneamento e higiene, bem como cuidados médicos”, disse Marcoluigi Corsi, Representante do UNICEF em Moçambique http://www.unicef.org.mz/category/emergencia/







Três em cada quatro crianças angolanas são pobres
Três em cada quatro crianças menores de 18 anos são pobres, pois sofrem entre três a sete privações como a nutrição, saúde, protecção infantil, prevenção da malária, educação, o acesso à água
De acordo com o relatório, as crianças em Angola acumulam entre três e seis privações ao mesmo tempo, sendo que as da zona rural, com 96 por cento, são as que mais sofrem em relação aos da área urbana, com 62 por cento.
Em relação às províncias, as do Cunene e Cuanza Sul apresentam índices elevados, 93 e 90 por cento, enquanto as de Luanda e Cabinda têm as taxas mais baixas com 54 e 56 por cento. https://www.vanguarda.co.ao/2018/12/19/tres-em-cada-quatro-criancas-angolanas-sao-pobres/



Isabel dos Santos é "uma excelentíssima empresária a nível nacional e internacional", afirmou Ricardo Salgado, presidente do BES, em declarações ao Económico, quando instado a comentar o recente reforço acionista da empresária angolana na Zon.


 Isabel dos Santos mantém o título de mulher mais rica de África, detendo a 9.ª maior fortuna do continente- Foi para isto que quiseram a independência?

Donde lhe vem tanta fortuna? Claro que não é de dobrar a espinha  - A empresária Isabel dos Santos continua a destacar-se na lista de bilionários da Forbes, onde volta a sobressair como a mulher mais rica de África e detentora da 9.ª maior fortuna do continente, avaliada em 2,3 mil milhões de dólares.s.  http://www.angonoticias.com/Artigos/item/60108/isabel-dos-santos-mantem-o-titulo-de-mulher-mais-rica-de-africa-detendo-a-9-maior-fortuna-do-continente?fbclid=IwAR0idbJ1C-7pvNU0AtOz_EQr9WhyBz1KL8k0GZ3nzUL-2844NnmQ8fRZgs4


Subida das emissões de clorofórmio na China pode atrasar a recuperação da camada de ozono
Se as emissões de clorofórmio – composto usado no fabrico de teflon – continuarem a aumentar até 2050, poderão atrasar a recuperação da camada de ozono entre quatro e oito anos.
As emissões de clorofórmio para a atmosfera aumentaram entre 2010 e 2015 e tiveram origem sobretudo na China. Esta é a principal conclusão de um estudo publicado na revista cientifica Nature Geoscience. Os cientistas alertam ainda que, se as emissões de clorofórmio continuarem a subir até meados deste século, a recuperação da camada de ozono pode atrasar-se entre quatro e oito anos. https://www.publico.pt/2019/01/14/ciencia/noticia/subida-emissoes-cloroformio-china-atrasar-recuperacao-camada-ozono-1857509


Alterações climáticas podem tornar os verões mais tempestuosos e abafados

As alterações climáticas estão a mudar a energia na atmosfera, levando a verões mais tempestuosos, mas também a longos períodos quentes e abafados, com implicações na qualidade do ar.

De acordo com um novo estudo, levado a cabo por cientistas do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, Estados Unidos (MIT), o aumento da temperatura global alimenta as tempestades com mais energia, mas que a circulação do ar vai estagnar em regiões do hemisfério norte, incluindo a América do Norte, a Europa e a Ásia.

Segundo escrevem os cientistas, o aumento da temperatura, principalmente do Ártico, está a redistribuir a energia na atmosfera, colocando mais energia nas tempestades e menos nos ciclones extra-tropicais de verão, que circulam por milhares de quilómetros e que estão associados a ventos e a frentes que geram chuva.
https://zap.aeiou.pt/alteracoes-climaticas-podem-veroes-tempestuosos-241811

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