expr:class='"loading" + data:blog.mobileClass'>

Quem sou eu

Minha foto
Entre outros assuntos, falo da escalada ao Pico Cão Grande e das minhas aventuras em canoas – Visam defender a teoria de que antigos povos africanos, podiam ter sido os primeiros povoadores das Ilhas do Golfo da Guiné, antes dos colonizadores – Parti à meia-noite, disfarçado de pescador, ligando a ilha do Príncipe. Para me orientar, uma rudimentar bússola – A canoa era minúscula, à segunda noite adormeci: rolei na escuridão das vagas. No regresso fui distinguido com sopapos da policia salazarista, enviado para os calabouços – Cinco anos depois, numa piroga maior, fiz a ligação São Tomé-Nigéria. Partindo igualmente à noite, 13 dias depois atingia uma praia de Calabar, tendo sido detido 17 dias por suspeita de espionagem. - No mesmo ano, já com São Tomé e Príncipe independente, tentei a travessia São Tomé ao Brasil, usando os mesmos recursos. Além de pretender reforçar a minha teoria, desejava evocar a rota da escravatura e repetir a experiência de Alain Bombard. Porém, quis a ironia do destino que vivesse a difícil provação de um naufrágio de 38 longos dias, tendo aportado numa praia de Bioko (Bococo)onde fui recambiado para a famosa prisão de Black Beach

quinta-feira, 25 de abril de 2019

Tragédia nos mares de S. Tomé e Príncipe - Naufrágio do Navio “Anfitri” de empresa privada: 7 mortos, 10 desaparecidos - 55 resgatados - Demasiada carga e superlotação, as causas adornaram a embarcação -Repete-se o pesadelo nos mares da pirataria, dos tornados e tubarões: Navio Santo António, desapareceu com a tripulação sem deixar rasto - Já lá vão quase dois anos: Governo de Patrice Trovoada, comprou vários navios e catamarãs, em seu nome, para fazer as ligações entre as ilhas e vigiar a costa: os catamarãs, apareceram afundados, dos cinco navios desconhece-se o paradeiro até hoje

JORGE TRABULO MARQUES – JORNALISTA -

(Atualização)   Duas portuguesas desaparecidas em naufrágio em São Tomé. Sete mortes confirmadas
. Autoridades conseguiram resgatar 55 pessoas com vida. Governo anuncia “abertura imediata de inquérito” a naufrágio. Sete pessoas morreram e 10 estão desaparecidas, incluindo duas portuguesas e um francês, após o naufrágio de um navio em São Tomé e Príncipe, de acordo com fontes governamentais. O primeiro-ministro são-tomense, Jorge Bom Jesus, já anunciou a “abertura imediata de um inquérito” ao naufrágio.


ONDE PARAM OS CINCO NAVIOS E CATAMARÃS COMPRADOS POR PATRICE TROVOADA PARA LIGAR AS ILHAS E VIGIAR A COSTA? - MILHÕES SUMIDOS

 Infelizmente não se aprende com os erros cometidos: agora é  preciso consolar as famílias e endemizá-las, através dos seguros da empresa privada (ou não tem?) e evitar que estas situações trágicas se repitam

É a triste noticia do dia – As ligações marítimas, entre as duas ilhas, onde a adversidade  das águas é uma ameaça constante, quer para as canoas de pesca, em redor das ilhas, cujo desaparecimento é frequente, quer para traineiras de pesca ou navios de maior calado, tal é o  que sucedeu com o navio “Anfitriti” , que faz normalmente a ligação entre as ilhas de São Tomé e do Príncipe, uma viagem que dura entre seis e oito horas, e naufragou às primeiras horas da manhã desta quinta-feira





Sete pessoas morreram e 10 estão desaparecidas, incluindo duas portuguesas e um francês, após o naufrágio de um navio em São Tomé e Príncipe, de acordo com fontes governamentais. O primeiro-ministro são-tomense, Jorge Bom Jesus, já anunciou a “abertura imediata de um inquérito” ao naufrágio.
O naufrágio do navio “Amfitriti”, que fazia a ligação entre as ilhas de São Tomé e do Príncipe, causou a morte de sete pessoas – quatro crianças e três adultos – e dez pessoas continuam desaparecidas, referiu o primeiro-ministro, em declarações aos jornalistas.
Segundo Jorge Bom Jesus, até ao momento “foram resgatadas com vida 55 pessoas, que já se encontram na região autónoma do Príncipe”, tendo três sido levadas para São Tomé por terem “ferimentos graves”.
De acordo com as autoridades do Príncipe, constam da listagem dos passageiros duas cidadãs portuguesas e um francês, ainda desaparecidos.

A secretaria de Estado das Comunidades disse ao PÚBLICO que está a acompanhar a situação através da embaixada portuguesa em São Tomé, mas não avança para já mais informações do que as que têm sido dadas pelas autoridades são-tomenses. 
“Abertura imediata de um inquérito”
O navio “Amfitriti” fazia a ligação entre as ilhas de São Tomé e do Príncipe, uma viagem que dura entre seis e oito horas, e naufragou às primeiras horas da manhã desta quinta-feira, já próximo da ilha do Príncipe. O primeiro socorro às vítimas foi feito por barcos particulares, nomeadamente de pescadores.
Em declarações à imprensa, o primeiro-ministro são-tomense anunciou a “abertura imediata de um inquérito” ao naufrágio de um navio.
Todas as medidas estão a ser tomadas, para em primeiro lugar se encontrar rapidamente os desaparecidos e garantir toda a assistência aos sobreviventes, e num segundo momento, se proceder à abertura imediata de um inquérito para se apurarem as causas deste trágico acidente e assacar as eventuais responsabilidades”, afirmou o chefe do Governo de São Tomé e Príncipe.
“Em meu nome pessoal e do governo central, quero endereçar profundos sentimentos de pêsames às famílias enlutadas e a toda a população no geral, assegurando ao governo regional todo o apoio e solidariedade institucional que a situação impõe”, disse Jorge Bom Jesus.
Três dias de luto
O executivo regional reuniu-se de emergência durante a tarde, na sequência do acidente. Decretou três dias de luto e suspendeu as festividades do Dia da Autonomia da região, que se celebraria este fim-de-semana, adiantou fonte do presidente do governo regional do Príncipe. https://www.publico.pt/2019/04/25/sociedade/noticia/seis-mortos-11-desaparecidos-incluindo-duas-portuguesas-principe-1870527


TÉLA NÓN “Fonte da guarda costeira de São Tomé e Príncipe disse ao Téla Nón que a embarcação capotou no mar, perto do ilhéu Bonei de Jóquei, quando faltavam poucas milhas para atracar no porto da cidade de Santo António do Príncipe.

Segundo a fonte da guarda costeira, a turbulência marítima que é comum nas imediações do ilhéu Bonei de Jóquei, associada a algum desnível da carga que o navio transportava, pode ter sido a causa do capotamento.


O navio é privado. Pertence a homens de negócios belgas e franceses, nomeadamente o cônsul de São Tomé e Príncipe em Paris  Eric Duval, e o cônsul da Bélgica em São Tomé e Príncipe Jean Philippe.



O  Amfitrit foi adquirido na Grécia, e começou a operar em São Tomé no ano 2015. Tem capacidade para 300 toneladas de carga e 240 passageiros. O navio que representava segurança na navegação marítima entre as duas ilhas, é dado desde esta manhã como tendo tombado no mar do Príncipe, perto do ilhéu Bonei de Jóquehttps://www.telanon.info/sociedade/2019/04/25/29116/mar-do-principe-engole-mais-um-navio-desta-vez-e-o-amfitrit/




O NAVIO SANTO ANTÓNIO, COM OITO TRIPULANTES A BORDO DESAPARECIDO SEM DEIXAR RASTO  DESDE O  DIA 22 de Junho 2017

A embarcação, que fazia a ligação de  S. Tomé ao Príncipe, levava consigo 8 tripulantes e transportava cerca de 87 toneladas de carga diversa, com destaque para bidões de combustíveis  Mais um navio desaparece na ligação entre São Tomé e Príncipe ..

 Ferro-Ferro", nome pelo qual também era conhecido, zarpou a 19 de junho do porto de São Tomé em direção à ilha do Príncipe. Deveria ter chegado ao destino no dia seguinte mas só passados cinco dias a capitania dos portos de São Tomé dava conta do seu desaparecimento. A embarcação, de transporte de carga, transportava 87 toneladas de materiais, entre eles combustível. Sobre os ocupantes do Santo António há que fale de um número mais elevado.


GOVERNO DE PATRICE TROVOADA PEDE AJUDA A PORTUGAL, SÓ UM MÊS DEPOIS - POR FORÇA DAS PRESSÕES DOS FAMILIARES DA TRIPULAÇÃO E DA OPINIÃO PÚBLICA  _ Quem é que agora poderá encontrar o paradeiro do barco, após 60 dias do seu desaparecimento?

Embarcação madeirense, posta a reflutuar pela Marinha Portuguesa 

28/07/2017  - O governo são-tomense tem sido confrontado com várias críticas e acusações de que "não tem feito nada" para esclarecer o desaparecimento do navio Santo António durante uma ligação entre as duas ilhas. – Lusa –  – em Portugal ajuda São Tomé a localizar embarcação desaparecida há  mais de




BARCOS E CATAMARÃS COMPRADOS EM NOME DE PATRICE TROVOADA – PERDEU-SE-LHE O RASTO   - DESVIADOS PARA DESTINOS DESCONHECIDOS.


Numa altura, em que, o Primeiro-Ministro, havia anunciado uma  profunda remodelação  na área dos transportes marítimos, com o patrulhamento  de cinco embarcações, duas de passageiros com capacidade para 450 pessoas e três para patrulhamento da zona económica exclusiva do arquipélago, que vão entrar esta semana “em operações” – Lusa

Foi referido na noticia da Lusa que “As embarcações foram adquiridas pelo Governo são-tomense e apresentados no domingo no porto de São Tomé pelo executivo." - Mais tarde veio a saber-se, que, afinal, foram comprados em nome de Patrice Trovoada, segundo foi afirmado num debate parlamentar




O primeiro-ministro, Patrice Trovoada, que participou no teste de uma das embarcações num passeio à volta da ilha de São Tomé, disse que a aquisição destas embarcações se enquadra na "política do mar" que o seu Governo pretende implementar, no sentido de proteger os recursos marinhos do arquipélago e evitar entradas ilegais no país”. – Excerto de São Tomé adquire embarcações para ligar ilhas e



Fonte - Téla Nón
MILHÕES GASTOS INUTILMENTE – GRANDE FOGUETÓRIO PARA NADA  - Compra de navios e catamarãs, sim, de embarcações, envolvendo milhões de dólares, com honras de espetáculo televisivo, mas para acabarem, umas desaparecidas, sem deixarem rasto, outras  afundadas ou encalhadas nas areias  - 22/06/2017 -  Mais um navio desaparece na ligação entre São Tomé e Príncipe ...


NAUFRÁGIOS DE CANOAS – FREQUENTES NOS MARES DE SÃO TOMÉ

Não há episódio mais dramático, que o protagonizado por  náufrago. É tema, de ontem, de hoje e de sempre. Seja qual for o oceano, há em todas as águas, em todos os mares, vidas tragadas pela violência das vagas ou que sucumbem, vítimas da incerteza ou do desespero, do um atroz sofrimento  da  fome e da sede.

Só quem passou por essa terrível situação, sabe avaliar quão angustiosos são esses dias e noites de abandono e incerteza – Especialmente a  bordo de uma frágil canoa – E, de facto, são muito frequentes os desaparecimentos de pescadores nas canoas, nos mares em torno destas maravilhosas Ilhas do Equador. De volta e meia, sucedem noticias destes dramas. Por vezes, com desfecho feliz, porém, mais das vezes, é o pescador que parte ou pescadores que partem da sua praia e nunca mais voltam.

Empresa madeirense desfez-se de três barcos, de pesca de peixe-espada preto ‘Pico Alto’, ‘Pico Dourado’ e ‘Pico Douro’através de alegado fretamento - Um dos quais já havia recebido vários milhões de euros de apoios comunitários  



Não pagaram os barcos, serviram-se deles a seu belo prazer para depois um deles o adaptarem a transporte de carga para destinos desconhecidos, e, por fim, o deixarem afundado à entrada da Baía, carregado de arroz - Os outros dois, presume-se  que terão ido para Angola ou sido afundados em águas mais profundas Empresa Luso-Angolana pretende desenvolver a Pesca em São ..

Argumenta-se, como causa do afundamento, uma tempestade - Para estas coisas, a natureza é sempre a culpada ou a justificar a golpada . Ao menos agora a Marinha Portuguesa, que pôs o barco a flutuar, investigue as causas ou, então, se assim o entender, que entregue o caso às autoridades ou à Interpol - .Era o que navegara com passagem pelo Gabão, com destino a São Tomé - Presume-se que do sócio da Geo-Pesca, Yuri Trovada, atual sócio-gerente da imobiliária - 
http://www.societe.com/societe/la-hacienda-dupont-trovoada-503025306.html

Levou sumiço em S. Tomé  -  "Baia dos Juncos" - Sopeixe - Madeira
ZARPARAM COM OS BARCOS SEM OS PAGAREM  -Ilha da Madeira, lesada no seu património   pesqueiro 30 ABR 2014 / .”Madeira perde três barcos de pesca para África Insolvência da ‘Sopeixe’ leva à venda dos três barcos de pesca de peixe-espada preto" DN - Madeira

"Madeira perde três barcos de pesca para África "- Diário de Notícias - da Madeira -MIGUEL FERNANDES LUÍS /30 ABR 2014

 "Pico Alto" e "Pico Dourado" - Sópeixe - Na Madeira
A frota de pesca da Madeira está mais pobre, com o mais que provável abandono definitivo da actividade na Região dos três barcos da ‘Sopeixe’, que presentemente se encontram em África. A empresa de Câmara de Lobos arrasta-se há ano e meio numa situação de insolvência e na semana passada os credores decidiram pela alienação do património, cujo principal activo eram precisamente os barcos de pesca de peixe-espada preto ‘Pico Alto’, ‘Pico Dourado’ e ‘Pico Douro’.

S. Tomé - Neves - Agro-Pesca -14-05-2013 - Foto - Téla-Nón
Na assembleia de credores realizada na última quarta-feira no Tribunal Judicial do Funchal, os credores aprovaram a venda mas também deixaram no ar a dúvida se alguma vez vão ver o dinheiro dessa transação. É que supostamente um dos barcos está no Gabão e os outros dois encontram-se ao serviço de uma empresa de Angola e não há garantias de que as sociedades a quem foram cedidos por afretamento vão concretizar uma opção de compra. Também não há garantias de que, em caso de frustração do negócio, as embarcações voltem à Madeira e sejam reintegradas na massa insolvente. Dúvidas que os credores colocaram ao administrador da insolvência. Este, no entanto, disse que as negociações estão em curso e que dentro de dias parte para Angola para procurar concluir a transacção. Para já, a juiz Sara Ferreira deu um prazo de 60 dias para concretizar a venda. - Madeira perde três barcos de pesca para África - Diário de Notícias

BARCOS MADEIRENSES  DESVIADOS  PARA S. TOMÉ - ATRAVÉS DO GABÃO - TENDO NA ESTEIRA  UM PROCESSO DE INSOLVÊNCIA SUSPEITO

Empresa madeirense desfez-se de três barcos, através de alegado fretamento - Um dos quais já havia recebido vários milhões de euros de apoios comunitários
Um parte  para o Gabão, os outros dois dão meia volta por Angola mas com destino a S. Tomé; agora em nome da empresa luso-angolana  GEO-PESCA.para ali tentarem novas jogadas de mais  uns milhões de subsídios estrangeiros ou do orçamento público, até  darem de frosque, lançarem ao fundo um dos barcos, junto à entrada da Baía Ana de Chaves, que agora a Marinha Portuguesa, ali veio  remover  para não colocar em risco a navegação à entrada da mesma

AINDA O OVO ESTAVA NO RABO DA GALINHA -  NA MADEIRA JÁ HAVIA FALÊNCIAS À VISTA, DE CONTORNOS DUVIDOSOS, PARA TRAZEREM OS BARCOS PARA S. TOMÉ 

Diz-se que a Geo-Pesca tinha como sócio o irmão do atual Primeiro-Ministro - E um tal angolano, Victor Madaleno - Muito famoso este apelido, com muitos negócios e muitas polémicas em Portugal e até no futebol - Bom, mas isso são outras histórias e talvez até outras famílias, desconhecemos

TUDO NÃO PASSOU DE MERO FOGUETÓRIO 

Pesca semi-industrial começa a dinamizar economia na cidade de Neves Publicado em 14 Mai 2013

Téla Nón  (..)Desde Abril último que 3 barcos da Geopesca, entraram em acção. Cada um captura cerca de 3 toneladas de pescado por semana, para o abastecimento do mercado nacional. João Madaleno, administrador da empresa luso-angolana, confirma que o mar de São Tomé e Príncipe tem enorme riqueza.

(…)Os barcos de pesca garantem directamente mais de 40 postos de emprego, sobretudo marinheiros. Homens que deambulavam em Neves, sem hipóteses de ganhar sustento para a família. Como José Casemiro, que enalteceu a iniciativa do Estado e do grupo privado, pela oportunidade de emprego que lhe permite colocar comida na mesa para a sua família. Por sua vez João Madaleno, enquanto representante da Geopesca, fez saber que o crescimento da actividade do grupo, vai implicar que o número de postos de emprego duplique.. Pesca semi-industrial começa a dinamizar economia na cidade de

PROMESSAS FALACIOSAS  -  em 11/03/201311 - Um grupo luso/angolano vai investir cerca de quatro milhões de Euros num projecto de pesca sim -industrial em S.Tomé e Príncipe. De acordo com a televisão pública local (TVS), citando Victor Madaleno, o grupo que já dispõe de três barcos apropriado no arquipélago prontos para iniciar a faina piscatória, viabiliza com este projecto seis dezenas de postos directos de emprego para santomenses. http://www.scoop.it/t/sao-tome-e-principe/p/3998183360/2013/03/11/geo-pesca-vai-investir-4m-us-em-sao-tome-e-principe Desde Abril último que 3 barcos da Geopesca, entraram em acção -João Madaleno, administrador da empresa luso-angolana, confirma que o mar de São Tomé e Príncipe tem enorme riqueza.. Pesca semi-industrial começa a dinamizar economia na cidade de ...

Imagem  - Jornal Téla Nón
Onde se meteu a  empresa, Geo-Pesca?  A tal que garantia mundos e fundos! 40 postos de trabalho e outras maravilhas mais! - E um  tal Madaleno, por onde anda agora? – (…) 13/03/2013 -A empresa  já tem no país três embarcações,  e está a espera de luz verde das autoridades nacionais, para arrancar com as actividades piscatórias, cuja mão-de-obra será na sua maioria são-tomense. - Os barcos denominados de Pico Alto, Pico Dourado e Pico Douro  já se encontram atracados no porto da cidade de Neves  para dar inicio a um projecto considerado de bastante viável para o arquipélago. Empresa Luso-Angolana pretende desenvolver a Pesca em São ...

ASSUNTO ESQUECIDO E ARRUMADO - Para quem se desfaz de  milhões, como quem joga a feijões, esta constatação, talvez não diga nada ao Governo Português – Patrice Trovoada, também já apelidado  pelo inveterado   caixeiro viajante, o ano passado só permaneceu nas Ilhas  75 dias - "Viagens custaram 1 milhão e 800 mil euros" -  Patrice só cá esteve 75 dias em 2015-  --- Empresário no Texas, é gente de massa!  http://cantonfair106.mingluji.com/inquiry_1/TEXAS_OVERSEAS_CONSULTING_SERVICES,INC.






Nenhum comentário :