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Entre outros assuntos, falo da escalada ao Pico Cão Grande e das minhas aventuras em canoas – Visam defender a teoria de que antigos povos africanos, podiam ter sido os primeiros povoadores das Ilhas do Golfo da Guiné, antes dos colonizadores – Parti à meia-noite, disfarçado de pescador, ligando a ilha do Príncipe. Para me orientar, uma rudimentar bússola – A canoa era minúscula, à segunda noite adormeci: rolei na escuridão das vagas. No regresso fui distinguido com sopapos da policia salazarista, enviado para os calabouços – Cinco anos depois, numa piroga maior, fiz a ligação São Tomé-Nigéria. Partindo igualmente à noite, 13 dias depois atingia uma praia de Calabar, tendo sido detido 17 dias por suspeita de espionagem. - No mesmo ano, já com São Tomé e Príncipe independente, tentei a travessia São Tomé ao Brasil, usando os mesmos recursos. Além de pretender reforçar a minha teoria, desejava evocar a rota da escravatura e repetir a experiência de Alain Bombard. Porém, quis a ironia do destino que vivesse a difícil provação de um naufrágio de 38 longos dias, tendo aportado numa praia de Bioko (Bococo)onde fui recambiado para a famosa prisão de Black Beach

sexta-feira, 17 de maio de 2019

Secretário-geral da ONU, António Guterres, alerta para risco de vazamento radioactivo no Pacífico - Não ao Nuclear! Ás suas mortíferas explosões e aos radioactivos Resíduos - Nos Mares, na Terra ou nos Céus! – Paz e Liberdade à Humanidade – Em nome do Milagre da Vida e de Deus!


 Jorge Trabulo Marques - Jornalista  - No princípio, criou Deus os céus e a terra. A terra, porém, estava sem forma e vazia; havia trevas sobre a face do abismo, e o Espírito de Deus pairava por sobre a águasDias virão em que não ficará pedra sobre pedra” – Disse Cristo, aos apóstolos 


IMPRESSIONANTE IMAGEM DE UM DOS SLIDES DA MINHA COLEÇÃO OFERECIDOS POR ANTIGO LEGIONÁRIO PORTUGUÊS, REGISTADOS NO, Atol Moruroa  
PACÍFICO, A 3 KM DA EXPLOSÃO E FORA DO ABRIGO -



Atol da Mururoa- Um dos vários  slides da minha coleção, oferecidos pelo legionário A,Lima de Paiva
António Guterres diz que estrutura construída na Ilha de Runit é ‘caixão’ herdado da Guerra Fria, e ressalta que habitantes da região precisam de ajuda para lidar com consequências dos testes nucleares - Noticia do jornal brasileiro ESTADO SÃO PAULO - Pormenores mais à frente

E do fumo das labaredas e das cinzas se abrirá nova luz

Ó fonte clara de luz,
astral sublime e luminosa voz!
Belo é o teu manto estrelado, e ditosa e bela
é também a minha terra  materna, onde vos canto!
Por isso, ó teto divino e morada da verdade,
escutai o meu cântico, do alto da fraga em que me encontro,
e olhai em mim a vossa sagrada imagem,
mesmo que seja através dos olhos deste penedo,
aparentemente cego, é certo,
porém, sendo obra do Criador,
e estando livremente exposta aos céus,
certo é que tem olhos,
que não sendo os meus,
vêm a imensa obra de Deus

Jorge Trabulo Marques

Diz o Jornal Brasileiro, o ESTADÃO, citando a AFP, que "O  Secretário-geral da ONU alerta para risco de vazamento radioativo no Pacífico
António Guterres diz que estrutura construída na Ilha de Runit é ‘caixão’ herdado da Guerra Fria, e ressalta que habitantes da região precisam de ajuda para lidar com consequências dos testes nucleares


SUVA, FIJI - O secretário-geral da ONU, António Guterres, alertou nesta quinta-feira, 16, para o risco de vazamento radioativo em um depósito de resíduos de testes nucleares dos Estados Unidos no arquipélago das Ilhas Marshall, no Pacífico,

Num um discurso para estudantes de Fiji, Guterres disse que a estrutura - uma cratera coberta por uma camada de concreto - construída na Ilha de Runit, pertencente ao atol de Enewetak, é  um "caixão" herdado da Guerra Fria. "O Pacífico foi uma vítima no passado, todos nós sabemos", afirmou Guterres.
Entre 1946 e 1996, EUA, França Reino Unido realizaram centenas de testes nucleares em ilhas do Oceano Pacífico. No Pacífico central, os americanos realizaram mais de 100 testes, dos quais 67 ocorreram entre 1946 e 1958, nos atóis de Bikini e Enewetak, nas Ilhas Marshall, a meio caminho entre a Austrália e o Estado do Havaí.
Entre eles está o da bomba de hidrogênio "Bravo", em 1954, a mais poderosa bomba H detonada pelos EUA, cuja potência é mil vezes superior à de Hiroshima.

Guterres, que está em viagem pelo Pacífico, afirmou que os habitantes da região precisam de ajuda para lidar com as consequências dos testes nucleares.
"Estas consequências foram dramáticas em termos de saúde e envenenamento da água em alguns lugares", disse ele, que se encontrou com a presidente das Ilhas Marshall, Hilda Heine. "Estive com a presidente das Ilhas Marshall, que está muito preocupada com o risco de vazamento de material radioativo na área."

Trata-se da cratera da explosão da bomba nuclear Cactus na Ilha de Runit em maio de 1958, onde anos depois foram enterrados os resíduos contaminados de testes nucleares.
Em 1979, a cratera foi coberta por uma camada de concreto de 45 centímetros de espessura, mas por razões de custos o fundo não foi isolado, aumentando o medo a lixiviação de materiais radioativos.
Essa estrutura deveria ser transitória, mas se tornou permanente e, quatro décadas depois, rachaduras foram detectadas no cemitério nuclear. Além disso, a estrutura está ameaçada pela elevação do nível do mar causada pelo aquecimento global/ AFP https://internacional.estadao.com.br/noticias/geral,secretario-geral-da-onu-alerta-para-risco-de-vazamento-radioativo-no-pacifico,70002831398

Alerta lançado, já em 2015 - Desastre iminente: toneladas de resíduos radioativos em risco
A cúpula de Runit nas Ilhas Marshall, que guarda milhares de metros cúbicos de resíduos radioativos é um legado de testes nucleares pelos EUA no passado. Agora, os moradores locais e os cientistas alertam para um possível derramamento de resíduos no oceano devido ao aumento do nível do mar.
Mais de três décadas atrás, a enorme cratera localizada na ilha Runit no atol Enewetak nas Ilhas Marshall no Oceano Pacífico, foi usado pelos EUA para enterrar toneladas de resíduos radioativos resultantes dos exercícios nucleares entre 1946 e 1958. A cúpula onde foi enterrado os resíduos é chamada de Runit Dome, embora os moradores a chamarem de "A tumba", relata o The Guardian.
É uma cápsula feita de 358 painéis de concreto com 45 centímetros de espessura, que esconde cerca de 85.000 metros cúbicos de resíduos radioativos. A água se acumula em torno das bordas da cúpula, onde partes de concreto já começaram a rachar. Os Resíduos radioativos subterrâneos começaram a vazar para fora da cratera, o que foi confirmado por um relatório de 2013 do Departamento de Energia dos EUA.
Os residentes locais, cientistas e ativistas ambientais temem que uma catástrofe natural possa quebrar o concreto permitindo que seu conteúdo se derrame no Oceano Pacífico, e esses medos são fundados. Um estudo sobre a integridade estrutural da abóbada de Runit conduzido pelo Departamento de Energia, existe a possibilidade de que furacões podem destruir ou danificar os painéis de concreto ou inundar a ilha.
A cúpula nunca foi uma solução permanente. Segundo a OMS, a proposta de 218 milhões dólares foi concebida como uma solução temporária, uma maneira de armazenar o material contaminado até que um plano de descontaminação permanente deva ser desenvolvido. Enquanto isso, o governo dos EUA agora insiste que cumpriu todas as suas obrigações e que a jurisdição da cúpula e seu conteúdo está nas Ilhas Marshall.
Enquanto isso, os habitantes da ilha argumentam que uma nação com uma população de 53.000 habitantes e um PIB de US $ 190 milhões, a maioria dos quais vem de programas de ajuda dos EUA, é simplesmente incapaz de lidar com uma possível catástrofe radioativa que os americanos deixaram.



Alguns dos registos em slides de impressionantes imagens, no Atol Nuclear da Moruroa, no Pacífico, colónia francesa, que me foram oferecidos  por antigo legionário da Legião Francesa e combatente da guerra colonial, o português
António Lima de Paiva, fixados a 3 Km  e fora do abrigo

O diapositivo de uma destas imagens - da explosão atómica no Atol Nuclear da Mururoa, no Pacífico - Mururoa Nuclear Tests, RNZN protest Veterans, cujas experiências têm sido contestadas, quer por veteranos, que ali foram afeactados por fortes radiações, quer por várias instituições pacifistas da comunidade internacional, foi publicada, sob minha autorização, no Nº1194 do semanário Expresso, como disse, fazem parte de uma colecção de slides e de fotografias, que me foram gentilmente oferecidas pelo seu autor. Na sequência de uma entrevista que me concedeu para a Rádio Comercial-RDP, nos anos oitenta. Na altura, ele estava a atravessar (pareceu-me) um período de uma certa depressão.. Não sei se ainda é vivo. Bem gostava que fosse. Mas duvido, dados os riscos de radiações a que se expôs. Pois nunca mais o vi.

Alguns dos vários documentos confidenciais que me confiou António Lima de Paiva. a  que me refiro detalhadamente em http://www.vida-e-tempos.com/2010/08/templos-negros-da-guerra-colonial-lobo.html


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