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Entre outros assuntos, falo da escalada ao Pico Cão Grande e das minhas aventuras em canoas – Visam defender a teoria de que antigos povos africanos, podiam ter sido os primeiros povoadores das Ilhas do Golfo da Guiné, antes dos colonizadores – Parti à meia-noite, disfarçado de pescador, ligando a ilha do Príncipe. Para me orientar, uma rudimentar bússola – A canoa era minúscula, à segunda noite adormeci: rolei na escuridão das vagas. No regresso fui distinguido com sopapos da policia salazarista, enviado para os calabouços – Cinco anos depois, numa piroga maior, fiz a ligação São Tomé-Nigéria. Partindo igualmente à noite, 13 dias depois atingia uma praia de Calabar, tendo sido detido 17 dias por suspeita de espionagem. - No mesmo ano, já com São Tomé e Príncipe independente, tentei a travessia São Tomé ao Brasil, usando os mesmos recursos. Além de pretender reforçar a minha teoria, desejava evocar a rota da escravatura e repetir a experiência de Alain Bombard. Porém, quis a ironia do destino que vivesse a difícil provação de um naufrágio de 38 longos dias, tendo aportado numa praia de Bioko (Bococo)onde fui recambiado para a famosa prisão de Black Beach

segunda-feira, 10 de junho de 2019

FASCISMO DO BALSONARO HÚNGARO AO ATAQUE NAS ILHAS VERDES DO MEIO DO MUNDO?! - Governo Húngaro do nacional-fascista Viktor Orban “relança cooperação em STP e dá 10 bolsas para estudantes são-tomenses” – Só se for para aprenderem as mesmas táticas repressivas que o Ruanda, oferecia a Patrice Trovoada?! - Jorge Bom Jesus, não deve abrir os braços à diplomacia de um governo idêntico ao que derrubou, que defende o regresso da escravatura no seu país, fortemente contestado - Que quer impor a "Lei da escravatura", que aumenta de 250 para 400 horas extraordinárias” de trabalho forçado



Jorge Trabulo Marques – Jornalista – Informação e análise  - CUIDADO, GOVERNO SANTOMENSE COM AS PROMESSAS FALACIOSAS  DO FASCISMO  HÚNGARO  - Lei dos escravos" leva milhares às ruas da Hungria  - As alterações à lei do trabalho desencadearam uma vaga de protestos na Hungria, que culminou numa grande manifestação pela liberdade de imprensa em Budapeste.




Jorge Bom Jesus, se quer atrair apoio ocidental CREDÍVEL, deve ser mais cauteloso, diplomaticamente e informar-se para evitar   que, os maiores oportunistas e garimpeiros da cena internacional,   lhe coloquem a casca da banana, debaixo dos pés  e lhe retirem confiança e credibilidade 

Bolsonaro na Hungria: "Também não gosta de comunismo e George Soros" 



"O governo de Orbán, ex-herói da luta contra o comunismo", porta-se ao nível do fascismo primário:  "o Parlamento Europeu recomendou que fosse ativado o artigo 7.º do Tratado da União Europeia contra a Hungria. Este prevê como sanção máxima a suspensão dos direitos de voto de um Estado membro na UE".

Por que é que a Hungria se rendeu ao extremista Orbán?”  “O Primeiro-ministro húngaro foi reeleito três vezes seguidas com um discurso centrado na etnia e no medo dos imigrantes. A pensadora Agnes Heller, que o considera um “tirano moderno”, explica o que podemos aprender com a Hungria antes que seja tarde demais



Alguns jornalistas, sociólogos e cientistas políticos qualificaram a “democracia não liberal” de Orbán de “fascismo”, “autocracia”, “Estado mafioso” e até de “nacional-socialismo”, mas eu penso que na Hungria estamos diante de um novo fenômeno. É por isso que usei o termo politicamente neutro “tirania”. https://brasil.elpais.com/brasil/2019/04/18/actualidad/1555585620_542476.html

S.TOMÉ E PRÍNCIPE NECESSITA DE COOPERAÇÃO ECONÓMICA ESTRANGEIRA, MAS DEVE TER CUIDADO COM OS FRANCO-ATIRADORES
É noticia de,  hoje, que a “Hungria relança cooperação no turismo, agricultura, energia e dá 10 bolsas para estudantes são-tomenses – Para aprenderem as técnicas da repressão? 


São-Tomé, 10 Jun ( STP-Press) – O Secretário de Estado da Cooperação Internacional da Hungria, Gyorgy Suaha, foi esta manhã recebido em audiência pelo primeiro-ministro são-tomense, Jorge Bom Jesus, a quem, manifestou a vontade no relançamento da cooperação bilateral, nos sectores do turismo, energia e agricultura,  tendo disponibilizado 10 bolsas de estudos para estudantes do arquipélago.


Nesta missão, o Secretário de Estado húngaro da Cooperação Internacional fez-se acompanha do embaixador da Hungria Zsolt Maris que no final da audiência falou a imprensa, sublinhando que “ estamos a ver possibilidade de cooperar nas áreas do turismo, energia e agricultura e, foi sobre isto que falamos com primeiro-ministro

MAS QUE GRANDE DESINFORMAÇÃO  - Localizada na Europa Central, Hungria é considerada um destino turístico popular, atraindo cerca de 10 milhões de visitantes por ano, com uma economia de alta renda com PIB per-capita de 13.153 dólares, bem como um alto índice de desenvolvimento humano, IDH de 0,838 (45º).

http://www.stp-press.st/2019/06/10/hungria-relanca-cooperacao-no-turismo-agricultura-energia-e-da-10-bolsas-para-estudantes-sao-tomenses/?fbclid=IwAR12lQ4_FCYjDJFyM-hP3a8HAPEtZsWqJJ1bJBp_-R6W8lDaPduy10gFlo8
Implacável, Orbán, de 55 anos, defende a sua democracia iliberal, usa a seu bel-prazer a maioria de dois terços de que goza no Parlamento húngaro e vai conseguindo reprimir os media e os opositores. O primeiro-ministro argumenta que a nova lei das horas extraordinárias visa responder à falta de mão-de-obra crónica no país, à quebra da população e à baixa natalidade.




"Lei dos escravos" leva milhares às ruas da Hungria -As alterações à lei do trabalho desencadearam uma vaga de protestos na Hungria, que culminou numa grande manifestação pela liberdade de imprensa em Budapeste.

A Hungria tem sido palco de grandes manifestações contra as alterações à lei do trabalho e a política do primeiro-ministro nacional-conservador, Viktor Orban. https://sicnoticias.pt/mundo/2018-12-18-Lei-dos-escravos-leva-milhares-as-ruas-da-Hungria


O regime de Orbán usa a força, mas o tipo oculto. Eles não executam pessoas que estão em seu caminho; eles simplesmente os arruínam financeiramente ou através do assassinato de caráter, o que, na opinião de Balavány, “não é uma diferença essencial, mas apenas técnica”. Além disso, acrescenta ele, essa manipulação sem sangue da oposição pode ser apenas temporária. A “tela” democrática, na opinião de Balavanny, não faz parte da essência dessas “novas autocracias”. É apenas “um estágio provisório nascido da necessidade” quando, por exemplo, o risco de introduzir o terror aberto é grande demais. “Orbán não usa o terror aberto porque não ousa. Isso é tudo." http://hungarianspectrum.org/2018/08/19/what-should-we-call-the-orban-regime-according-to-some-fascism-pure-and-simple/


Hungria: algo vai mal na democracia iliberal de Viktor Orbán

"Lei da escravatura", que aumenta de 250 para 400 horas extraordinárias e que empregadores podem exigir, uniu oposição pela primeira vez. Primeiro-ministro húngaro justifica medida com falta de mão-de-obra crónica



Já é hábito o político nacionalista e conservador, líder do partido Fidesz, ter muita gente contra si. Em casa e fora dela, seja quando ergue vedações para impedir a entrada de migrantes e refugiados, seja quando vê os eurodeputados recomendarem a imposição de sanções da União Europeia contra a Hungria, por sucessivas violações do Estado de direito.

Implacável, Orbán, de 55 anos, segue sempre em frente. Sem vacilar. Defende a sua democracia iliberal, usa a seu bel-prazer a maioria de dois terços de que goza no Parlamento húngaro e vai conseguindo reprimir os media e os opositores. O primeiro-ministro argumenta que a nova lei das horas extraordinárias visa responder à falta de mão-de-obra crónica no país, à quebra da população e à baixa natalidade.
 o seu regime iliberal na Hungria.



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