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Entre outros assuntos, falo da escalada ao Pico Cão Grande e das minhas aventuras em canoas – Visam defender a teoria de que antigos povos africanos, podiam ter sido os primeiros povoadores das Ilhas do Golfo da Guiné, antes dos colonizadores – Parti à meia-noite, disfarçado de pescador, ligando a ilha do Príncipe. Para me orientar, uma rudimentar bússola – A canoa era minúscula, à segunda noite adormeci: rolei na escuridão das vagas. No regresso fui distinguido com sopapos da policia salazarista, enviado para os calabouços – Cinco anos depois, numa piroga maior, fiz a ligação São Tomé-Nigéria. Partindo igualmente à noite, 13 dias depois atingia uma praia de Calabar, tendo sido detido 17 dias por suspeita de espionagem. - No mesmo ano, já com São Tomé e Príncipe independente, tentei a travessia São Tomé ao Brasil, usando os mesmos recursos. Além de pretender reforçar a minha teoria, desejava evocar a rota da escravatura e repetir a experiência de Alain Bombard. Porém, quis a ironia do destino que vivesse a difícil provação de um naufrágio de 38 longos dias, tendo aportado numa praia de Bioko (Bococo)onde fui recambiado para a famosa prisão de Black Beach

segunda-feira, 12 de agosto de 2019

Mariza encerrou o ciclo de “Grandes Concertos do Casino Estoril”, Considerada uma das mais internacionais artistas portuguesas de sempre, onde apresentou o seu mais recente disco homónimo, disco distinguido com o prémio de “Melhor Álbum Europeu” nos “Songlines Music Awards 2019”, os galardões atribuídos pela prestigiada publicação britânica Songlines.

Fotos de Arlindo Homem 


A conhecida artista portuguesa, assinalou o encerramento do ciclo de “Grandes Concertos do Casino Estoril”, na passada noite de  8 de Agosto. com apresentação do seu mais recente disco homónimo que foi distinguido com o prémio de "Melhor Álbum Europeu" nos “Songlines Music Awards 2019”, os galardões atribuídos pela prestigiada publicação britânica Songlines. No Lounge D, estarão ainda em destaque outros incontornáveis êxitos discográficos da artista, num espectáculo para o qual a entrada é livre.

“Mariza”, o sétimo álbum de estúdio da cantora portuguesa, foi produzido por Javier Limón e conta com composições de nomes como Jorge Fernando, Mário Pacheco, Matias Damásio, Heber Marques e Carolina Deslandes. Sobre o álbum, a revista Songlines escreveu que, com o tema “Trigueirinha”, Mariza "coloca de lado quaisquer preconceitos de que o fado é sempre melancólico". Reconhecida pela imprensa internacional como uma das melhores vozes do panorama musical, Mariza tem colecionado galardões e distinções um pouco por todo o mundo, bem como nomeações para os mais importantes prémios mundiais.

Com um notável percurso artístico, Mariza passou, em poucos anos, de um fenómeno local quase escondido, partilhado apenas por um pequeno círculo de admiradores portugueses, para uma das mais aplaudidas estrelas mundiais. Reconhecida pela imprensa internacional como uma das melhores vozes de todos os tempos, Mariza tem coleccionado galardões e distinções um pouco por todo o mundo, bem como nomeações para os mais importantes prémios mundiais. Em constante digressão pelo mundo, Mariza é presença regular nas mais importantes salas como The London Royal Albert Hall, The Sydney Opera House e Los Angeles Hollywood Bowl.
Como sublinha Ruy Vieira Nery: "Nenhum outro artista português desde Amália Rodrigues construiu uma carreira internacional com semelhante sucesso, acumulando êxito após êxito nos palcosmundiais de maior prestígio, referências entusiásticas dos críticos musicais mais exigentes e uma sucessão infindável de prémios e distinções internacionais”. 


Como sempre, os seus parceiros musicais continuam a ser apenas os melhores: Jacques Morelenbaum e John Mauceri, José Merced e Miguel Poveda, Gilberto Gil e Ivan Lins, Lenny Kravitz e Sting, Cesária Évora e Tito Paris, Rui Veloso e Carlos doCarmo. E o seu repertório, embora permaneça firmemente ancorado no Fado clássico e contemporâneo, expandiu-se para incluir mornas cabo-verdianas, clássicos do Rhythm & Blues e quaisquer outras melodias que lhe sejam queridas. 
Com entrada livre, os “Grandes Concertos do Casino Estoril” estão agendados para o amplo espaço do Lounge D, sendo livre o acesso ao Casino Estoril, ainda que a partir das 22 horas seja para maiores de 14 anos, e maiores de 10 anos desde que acompanhados pelos pais. As áreas de jogo continuam a ser de acesso permitido apenas para maiores de 18 anos. https://www.lusonoticias.com/index.php/musica/1392-mariza-encerra-ciclo-de-concertos-do-casino-estoril



Mariza nasceu em 16 de Dezembro de 1973 em Moçambique – Tinha 3 anos de idade quando  seus pais, vieram residir em Lisboa – “Ela cresceu com a música e particularmente o fado, tradicional Português cantando e direciona a sua vida em torno de cantar. Ela canta em clubes na capital e encontrou a oportunidade de passar na televisão, em finais de 1999 em um programa homenageando a grande Amália Rodrigues morreu em outubro do mesmo ano. Mariza permite a sua passagem de televisão a ser notado pelo seu talento e sua extraordinária voz, e ela lançou seu primeiro álbum "Fado Em Mim", em 2001. Desde então, Mariza correndo ao redor do mundo para compartilhar seu amor pela fadista tem atualizado. Entre duas séries de concertos, ela encontra tempo para nos estender a diversão por gravar álbuns sublime. A mais recente de "Transparente" lançado em 2005, ou "Terra" em 2008 não foge à regra. http://www.stars-celebrites.com/MARIZA/O/por-mariza.htm

(…)  “vivi num bairro típico de Lisboa e sempre cantei o fado, eu sei o que é, entendo-me nele” -, foi neste bairro que ouviu os primeiros fadistas, muitos, tantos que não se recorda de todos os nomes e os seus rostos esfumam-se na memória, mas estas “reminiscências sobrevivem no meu cantar”. Assim, aos cinco anos aprendia letras através de autênticas bandas desenhadas feitas pelo pai e participava já, ocasionalmente, em sessões de Fado.
Este envolvimento fadista existiu desde sempre, mesmo se a sua voz se fez ouvir noutros ritmos, mas a distância de Lisboa trouxe-a ao fado mais convicta do que nunca e esse empenhamento foi notado quando em 2001 edita o seu primeiro álbum, “Fado em mim”. Os títulos dos seus álbuns explicam sempre a sua atitude e forma de estar. Em “Fado em mim” sente-se tanto fado, tanto sentimento, tanto passado e tanto futuro que se antevê um soltar amarras. Um álbum, tripla platina em Portugal, que a impulsiona para a cena internacional que lhe reconhece o talento. A imprensa estrangeira não hesita e atesta que nasceu uma nova estrela. Plateias de vários países acolhem-na entusiasticamente.
A sua energia em palco não passa despercebida. Logo, em 2002, no Festival de Verão do Quebeque é distinguida com o First Award – Most Outstanding Performance. Mariza encara o palco como a sua “sala de estar onde recebo os amigos” e o público sente esse acolhimento. Actua no Central Park de Nova Iorque, no mítico Hollywood Bowl, no Festival Womad, esgota o Centro Cultural de Belém, em Lisboa e a Purcell Room no Royal Festival Hall, em Londres.


Nesse mesmo ano a BBC Radio 3 considera-a Melhor Artista Europeia na área de World Music, Mariza tinha já conquistado os britânicos aquando da sua actuação no programa de Jools Holland, considerada uma das melhores, razão pela qual foi incluída no DVD comemorativo do lendário programa da BBC TV. Em Março de 2003 recebe o galardão das mãos de Michael Nyman, no Hackney’s Ocean que fez silêncio para a ouvir cantar. – Excerto de https://www.last.fm/pt/music/Mariza/+wiki



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