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Entre outros assuntos, falo da escalada ao Pico Cão Grande e das minhas aventuras em canoas – Visam defender a teoria de que antigos povos africanos, podiam ter sido os primeiros povoadores das Ilhas do Golfo da Guiné, antes dos colonizadores – Parti à meia-noite, disfarçado de pescador, ligando a ilha do Príncipe. Para me orientar, uma rudimentar bússola – A canoa era minúscula, à segunda noite adormeci: rolei na escuridão das vagas. No regresso fui distinguido com sopapos da policia salazarista, enviado para os calabouços – Cinco anos depois, numa piroga maior, fiz a ligação São Tomé-Nigéria. Partindo igualmente à noite, 13 dias depois atingia uma praia de Calabar, tendo sido detido 17 dias por suspeita de espionagem. - No mesmo ano, já com São Tomé e Príncipe independente, tentei a travessia São Tomé ao Brasil, usando os mesmos recursos. Além de pretender reforçar a minha teoria, desejava evocar a rota da escravatura e repetir a experiência de Alain Bombard. Porém, quis a ironia do destino que vivesse a difícil provação de um naufrágio de 38 longos dias, tendo aportado numa praia de Bioko (Bococo)onde fui recambiado para a famosa prisão de Black Beach

segunda-feira, 19 de agosto de 2019

São Tomé e Príncipe – Apoio de Compacto lusófono 400 milhões de dólares –De Portugal – Com vista à promoção de investimento privado e simultaneamente, materializar o espirito de parceria que deve nortear a cooperação para o desenvolvimento

Jorge Trabulo Marques - Jornalista 

ESPERA-SE E DESEJA-SE QUE NÃO SEJA POR FALTA DE VERBAS QUE DEIXEM DE SE IMPLEMENTAR MEDIDAS QUE POSSAM RELANÇAR O PROGRESSO DE STP – De saudar este substancial apoio  - Governo assina acordo “Compacto Lusófono” dos PALOP avaliado em 400 milhões de dólares
São-Tomé, 15 de Ags ( STP-Press ) –  O ministro das Finanças, Osvaldo Vaz assinou hoje o acordo do “Compacto Lusófono”, que atribuiu à São-Tomé e Príncipe o direito de aceder a um pacote de mais de 400 milhões de dólares disponíveis aos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa, PALOP, com apoio do BAD e Portugal.

Além do titular da pasta do Planeamento, Finanças e Economia Azul, Osvaldo Vaz, o documento foi assinado esta manhã no Palácio dos Congressos, em São-Tomé pelo Representante do Banco Africano para Desenvolvimento, BAD, Joseph Ribeiro, e pelo Embaixador de Portugal, Luís Gaspar da Silva.

No seu discurso, o ministro Osvaldo Vaz disse que este acordo visa, sobretudo, “fomentar a intervenção e o papel do sector privado no crescimento da economia, atrair o investimento privado estrangeiro e melhorar o ambiente de negócios através de uma regulação mais amiga do sector privado”
“ Trata-se de uma tarefa que deve mobilizar todos os são-tomenses e os nossos parceiros, entre os quais temos o prazer de destacar o Banco Africano de Desenvolvimento aqui presente, através das suas mais variadas operações que reconhecemos e agradecemos” – sublinhou o ministro.

Osvaldo Vaz disse ainda que “ queremos igualmente reconhecer e agradecer o papel de Portugal como nosso parceiro histórico, que vai proporcionar as garantias necessárias para cobrir os riscos e participar no financiamento dos projectos, para além dos diversificados instrumentos de cooperação que caracterizam as nossas relações”.


“ Trata-se de um momento de assinalável importância para o qual desafiamos o nosso sector privado” – disse o ministro, tendo acrescentado que “ talvez seja ocasião para dizermos que nasce aqui e agora mais uma oportunidade para diversificar, com espirito inovador, a nossa economia, gerando os empregos tão necessários para o nosso bem-estar colectivo”

No seu discurso o embaixador de Portugal disse que “ o Compacto Lusófono vai de encontro as necessidades para promoção de investimento privado e simultaneamente, materializar o espirito de parceria que deve nortear a cooperação para o desenvolvimento”.
O compacto lusófono visa acelerar o crescimento inclusivo, sustentável e diversificado do sector privado do país, a fim de melhorar as condições de vida e o progresso social de acordo com o Plano Nacional de Desenvolvimento- 2017-2021 bem como a Agenda de Transformação 2030.

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