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Entre outros assuntos, falo da escalada ao Pico Cão Grande e das minhas aventuras em canoas – Visam defender a teoria de que antigos povos africanos, podiam ter sido os primeiros povoadores das Ilhas do Golfo da Guiné, antes dos colonizadores – Parti à meia-noite, disfarçado de pescador, ligando a ilha do Príncipe. Para me orientar, uma rudimentar bússola – A canoa era minúscula, à segunda noite adormeci: rolei na escuridão das vagas. No regresso fui distinguido com sopapos da policia salazarista, enviado para os calabouços – Cinco anos depois, numa piroga maior, fiz a ligação São Tomé-Nigéria. Partindo igualmente à noite, 13 dias depois atingia uma praia de Calabar, tendo sido detido 17 dias por suspeita de espionagem. - No mesmo ano, já com São Tomé e Príncipe independente, tentei a travessia São Tomé ao Brasil, usando os mesmos recursos. Além de pretender reforçar a minha teoria, desejava evocar a rota da escravatura e repetir a experiência de Alain Bombard. Porém, quis a ironia do destino que vivesse a difícil provação de um naufrágio de 38 longos dias, tendo aportado numa praia de Bioko (Bococo)onde fui recambiado para a famosa prisão de Black Beach

sábado, 9 de novembro de 2019

São Tomé e Príncipe - PM Jorge Bom Jesus agradece a Portugal pelo acordo de cooperação económica




Refere a imprensa que “O primeiro-ministro de São Tomé e Príncipe agradeceu ao Estado e ao governo português pelo acordo de cooperação económica que estabeleceu a paridade cambial entre a moeda nacional dobra e o euro.

"Gostaria de aproveitar esta ímpar ocasião para expressar a minha gratidão ao Estado e ao governo de Portugal por este acordo de cooperação económica", disse Jorge Bom Jesus.
O governante são-tomense presidiu à cerimónia de celebração dos 10 anos do acordo de cooperação económica entre Portugal e São Tomé e Príncipe.

"Portugal é um parceiro económico, naturalmente estratégico de São Tomé e Príncipe o que motivou, há uma década, a assinatura do acordo de cooperação económica, cuja ancoragem da dobra ao euro tem permitido ao país uma maior estabilidade cambial e de preços", disse Jorge Bom Jesus.

O governador do Banco Central, Américo Barros, lembrou que há 10 anos, "São Tomé e Príncipe vivia momentos de muita incerteza, com reflexo direto no desempenho da economia e na conjuntura macroeconómica que se caracterizava por altos níveis de exposição e riscos cambiais, inflação a dois dígitos e baixo rigor orçamental".
Segundo o responsável do Banco Central, a prioridade centrava-se na estabilidade de preços como condição necessária para a criação de um ambiente económico previsível e favorável à atração de investimento privado, com vista ao crescimento económico.
"Impunha-se a adoção de um regime de taxa de cambio fixo do tipo ancoragem com o euro como ancoragem nominal", explicou.

Nos 10 anos decorridos, considerou, "os resultados até aqui alcançados são amplamente encorajadores".
O primeiro ministro defendeu, contudo, que estes resultados "convocam as partes a uma ampla reflexão no sentido de se almejar novos patamares".
A celebração do 10º aniversário do acordo de cooperação cambial entre os dois país foi assinalado com uma conferência em que participou, como orador, o antigo ministro das Finanças de Portugal, Luís Campos e Cunha.
De acordo com Luís Campos e Cunha, na altura, 180% do comércio externo de São Tomé e Príncipe era feito através da zona do euro e "a ligação da dobra ao euro é uma coisa relativamente óbvia".

A importância do acordo de cooperação económica para o desenvolvimento do setor privado, bem como o regime cambial em São Tomé e Príncipe, foram dois temas da conferência, que contou também com a presença do secretário de Estado português dos Assuntos Fiscais.
Nos painéis também participaram a chefe da missão do Fundo Monetário Internacional (FMI) para São Tomé e Príncipe e uma representante do Banco de Portugal. https://www.noticiasaominuto.com/economia/1354938/sao-tome-agradece-a-portugal-pelo-acordo-de-cooperacao-economica



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