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Entre outros assuntos, falo da escalada ao Pico Cão Grande e das minhas aventuras em canoas – Visam defender a teoria de que antigos povos africanos, podiam ter sido os primeiros povoadores das Ilhas do Golfo da Guiné, antes dos colonizadores – Parti à meia-noite, disfarçado de pescador, ligando a ilha do Príncipe. Para me orientar, uma rudimentar bússola – A canoa era minúscula, à segunda noite adormeci: rolei na escuridão das vagas. No regresso fui distinguido com sopapos da policia salazarista, enviado para os calabouços – Cinco anos depois, numa piroga maior, fiz a ligação São Tomé-Nigéria. Partindo igualmente à noite, 13 dias depois atingia uma praia de Calabar, tendo sido detido 17 dias por suspeita de espionagem. - No mesmo ano, já com São Tomé e Príncipe independente, tentei a travessia São Tomé ao Brasil, usando os mesmos recursos. Além de pretender reforçar a minha teoria, desejava evocar a rota da escravatura e repetir a experiência de Alain Bombard. Porém, quis a ironia do destino que vivesse a difícil provação de um naufrágio de 38 longos dias, tendo aportado numa praia de Bioko (Bococo)onde fui recambiado para a famosa prisão de Black Beach

domingo, 1 de dezembro de 2019

Jogadores santomenses dos sub 18, em Lisboa, dados como desaparecidos, aproveitaram para visitarem as suas famílias em período natalício, provocando natural apreensão.


Em S. Tomé ou no Principe - a Casa está quase ao sair do Estádio
Referem noticias de que, depois de terem jogado na passada quarta-feira com Portugal, em Oeiras, sete jogadores da seleção de sub-18 de São Tomé e Príncipe, que estavam hospedados numa unidade hoteleira em Cascais, alguns deles aproveitaram para ir visitar as suas famílias – Não tendo comunicado, à sua equipa técnica, as suas intenções,  o episódio  acabou por provocar naturais preocupações.
A última noticia, veiculada pela Lusa, refere que cinco dos oito jogadores da seleção de futebol de sub-18 de São Tomé e Príncipe que saíram, na noite de quinta-feira, de um hotel de Cascais já regressaram, disse à Lusa um responsável da federação são-tomense esta sexta-feira.
"Tinham saído oito, e um regressou logo ontem [quinta-feira] à noite. Os outros foram regressando ao longo do dia de hoje", afirmou o primeiro vice-presidente da Federação São-Tomense de Futebol, Adalberto Catambi.
PSP procurava hoje de manhã os sete jogadores em falta, que se tinham ausentado de um hotel em Cascais, na noite de quinta-feira.
Cerca da 19h00 de hoje, faltavam ainda regressar três jogadores.
O responsável da federação explicou que os jovens se ausentaram para ir ter com familiares que vivem em Portugal.
"Alguns queriam estar mais tempo com os familiares e foi uma forma de estar com eles", justificou Adalberto Catambi, que acrescentou que "alguns diziam que pensavam ficar [em Portugal]", mas foram aconselhados pelos pais, em São Tomé, a não o fazer porque os progenitores tinham assinado declarações de compromisso.
O primeiro vice-presidente adiantou que os contactos com os jovens têm sido feitos essencialmente "entre os colegas".
"Estamos nesse trabalho", referiu, indicando que a equipa tem o voo de regresso marcado para as 00:05 de sábado, com saída do aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, para a capital são-tomense, a bordo de uma avião da companhia nacional, STP Airways.
Adalberto Catambi disse esperar que todos os jogadores regressem ao país.
Questionado se esta era uma situação frequente, comentou que "já houve situações semelhantes e nem todos regressam" ao seu país.
A seleção de sub-18 de São Tomé e Príncipe realizou, na quarta-feira, um jogo de preparação contra a congénere de Portugal, na Cidade do Futebol, em Oeiras, perdendo por 7-0.
A partida encerrou um curto estágio de três dias da seleção portuguesa de sub-18, treinada por Emílio Peixe. https://www.sabado.pt/desporto/detalhe/cinco-dos-oito-jogadores-de-sao-tome-dados-como-desaparecidos-ja-apareceram?ref=DET_relacionadas_portugal

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