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Entre outros assuntos, falo da escalada ao Pico Cão Grande e das minhas aventuras em canoas – Visam defender a teoria de que antigos povos africanos, podiam ter sido os primeiros povoadores das Ilhas do Golfo da Guiné, antes dos colonizadores – Parti à meia-noite, disfarçado de pescador, ligando a ilha do Príncipe. Para me orientar, uma rudimentar bússola – A canoa era minúscula, à segunda noite adormeci: rolei na escuridão das vagas. No regresso fui distinguido com sopapos da policia salazarista, enviado para os calabouços – Cinco anos depois, numa piroga maior, fiz a ligação São Tomé-Nigéria. Partindo igualmente à noite, 13 dias depois atingia uma praia de Calabar, tendo sido detido 17 dias por suspeita de espionagem. - No mesmo ano, já com São Tomé e Príncipe independente, tentei a travessia São Tomé ao Brasil, usando os mesmos recursos. Além de pretender reforçar a minha teoria, desejava evocar a rota da escravatura e repetir a experiência de Alain Bombard. Porém, quis a ironia do destino que vivesse a difícil provação de um naufrágio de 38 longos dias, tendo aportado numa praia de Bioko (Bococo)onde fui recambiado para a famosa prisão de Black Beach

sexta-feira, 3 de julho de 2020

Viagem Clandestina ao Paraiso - São Tomé ao Príncipe, numa minúscula piroga- A 1ª das minhas aventuras marítimas - 3 dias - Na 2ª noite adormeci e voltou-se -Como prémio, oito dias nos calabouços da PIDE-DGS e uns valentes sopapos -


Nestes dias de alguma incerteza e depressão, faz bem recuar no tempo e viver épicas memórias  - No dia 21 de Dezembro, vão completar-se 550 anos que, João de Santarém e Pero Escobar,  desembarcaram em São Tomé - Eu estive lá, há 50 anos,  no Padrão a homenagear os nossos destemidos navegadores – E voltei ao mesmo sitio em 2014 - Veja as imagens  - Jorge Trabulo Marques

21 de Dezembro de 1970
Outubro 2014

   “Contar-te longamente as perigosas
  Cousas do mar, que os homens não entendem,
   Súbitas trovoadas temerosas,
    Relâmpagos que o ar em fogo acedem,
      Negros chuveiros, noites tenebrosas,
           Bramidos de trovões que o mundo fendem,
                  Não menos é trabalhos que grande erro,
                       Ainda que tivesse a voz de ferro.”

                                      Camões


Depois de ter realizado uma viagem costeira desde a Baía Ana de Chaves (onde se situa a cidade), até à praia onde se encontra o padrão que assinala a chegada dos primeiros navegadores portugueses, precisamente no dia em que se comemoravam os 500 anos da descoberta das ilhas (experiência que serviria também de teste para outras viagens mais arrojadas), parti então para a primeira aventura, que foi a travessia de São Tomé ao Príncipe. Larguei à meia-noite, clandestinamente, pois sabia que, se pedisse autorização, esta me seria recusada, dada a perigosidade da viagem, levando comigo apenas uma rudimentar bússola para me orientar. Fui preso pela PIDE, por suspeita de me querer ir juntar ao movimento de Libertação de São Tomé e Príncipe, no Gabão, o que não era o caso. Levei três dias e enfrentei dois tornados. À segunda noite adormeci e voltei-me com a canoa em pleno alto mar .Esta era minúscula e vivi um verdadeiro drama para me salvar, debatendo-me como extrema dificuldade no meio do sorvedouro denegrido  das águas. 


Olho à volta e olho para dentro e para fora de mim.
À minha volta é o mar, o eterno mar a bramar!
Para onde me levará a escura noite e a voz do vento?
O meu coração palpita, palpita muito mas não me responde.
Prefere deixar-me mudo, suspenso e angustiado.
Mas, apesar de tudo, no meio do silêncio, sinto
uma luminosa tristeza subindo, subindo  dentro de mim.
Ouço-me, porque, nada digo, nada falo; só me escuto!
Estou comigo intimamente, estreitamente.
Comigo e com este mundo tenebroso e vazio.
Sei que necessito de muito equilíbrio, de muito cuidado
Para não ser apanhado pela vertigem do abismo.
Boiam farrapos de novelos de névoas, de figuras medonhas
que exalam  um aroma intenso, esquisito,  salgado de maresia.
Vindo das profundezas ou do largo, da negra vastidão!
Que, de tão húmido, tão condensado me asfixia,
Entorpece-me, corta-me e afoga a respiração!
Na verdade, tudo parece dissolver-me, desintegrar-me, ~
num autêntico dilúvio de poeira e som.

Respiro fundo, como se quisesse aspirar  
todo o mundo e extrair do ar
uma outra vida que não à que me prendo
e a que me ligo neste vasto mar
bravio e selvagem e a que não me rendo!

Enquanto o mar cresce, não para de crescer .
Cresce o mar e cresce o vento,
E cresce também o meu desejo de viver
Cresce  um tempo trazido de um tempo de desolação!
De violentas vozes, violentos uivos e gritos de cólera e destruição!

Em resumo, direi que sou autor de várias travessias em pequenas pirogas primitivas, nos mares do Golfo da Guiné, por força de muitos treinos, sempre que me era possível, de praia em praia, nas frágeis canoas dos corajosos pescadores de São Tomé, aos quais desejo aqui expressar um abraço de reconhecimento e de admiração, não apenas pela dureza e risco das suas vidas, em que se expõem, sempre que partem para o mar, como também pelos ensinamentos que me prestaram, já que foram eles os meus melhores mestres.

Depois de me sentir suficientemente preparado, que simplesmente empreender as habituais saídas de canoa, na praia Maria Emília ou ir até à Fortaleza S. Jerónimo, na piroga que ali comprara a um velho pescador por 200$00, decidi fazer um teste um pouco mais ousado, indo de canoa desde a Baía Ana de Chaves até à praia de Anambô. Este é o local onde se encontra o padrão que assinala a chegada dos primeiros navegadores portugueses, justamente no ano em que se realizavam as comemorações do V centenário do seu desembarque, em destemidas e frágeis caravelas, filhos de um pequeno país, mas que, graças à sua notável valentia, à grande gesta destes e de outros navegadores portugueses, haveriam de mudar a história e a geografia do mundo, em admiráveis epopeias marítimas, cantadas nos épicos versos de Luís de Camões, corajosas façanhas que muito admiro, contrariamente a vários aspetos da colonização, cuja dura realidade também a senti no corpo e no espírito. A viagem de ida e volta, foi bem sucedida, não me oferecendo grandes dificuldades, concluindo que estava habilitado a outros desafios mais arriscados.

Um mês depois, aí estava eu, tal como aqueles intrépidos navegadores, e à semelhança dos arrojados pescadores destas maravilhosas ilhas, quando o tornado os arrasta para o desconhecido, a desafiar a vastidão do mar, num simples madeiro de ocá escavado.

Larguei à meia-noite, clandestinamente, pois sabia que se pedisse autorização esta me seria recusada, dada a perigosidade da viagem, levando comigo apenas uma rudimentar bússola para me orientar. No regresso de avião a São Tomé, fui preso pela PIDE, por suspeita de me querer ir juntar ao movimento de Libertação de São Tomé e Príncipe, no Gabão, o que não era o caso. Levei três dias e enfrentei dois tornados. À segunda noite adormeci e voltei-me com a canoa em pleno alto mar. Esta era minúscula e vivi um verdadeiro drama para me salvar, debatendo-me como extrema dificuldade no meio do sorvedouro denegrido das águas.


Cinco anos depois, numa piroga um pouco maior, fiz a ligação de São Tomé à Nigéria. Uma vez mais parti sem dar a conhecer os meus propósitos, ao começo da noite, servindo-me apenas de uma simples bússola. Ao cabo de 13 dias chegava a uma praia ao sul deste país africano, tendo sido detido durante 17 dias por suspeita de espionagem, após o que fui repatriado para Portugal. Os jornais nigerianos destacaram em primeira página o feito.

Os objetivos destas travessias visavam demonstrar a possibilidade de antigos povos africanos terem povoado as ilhas, situadas no Golfo da Guiné, muito antes dos outros navegadores ali terem chegado, contrariamente ao que defendem as teses coloniais, que dizem que as ilhas estavam completamente desabitadas. E a verdade é que, entretanto, já foram encontradas antigas cartas em arquivos, com nomes árabes que testemunham esses contactos. Contributos esses que, de modo algum, poderão pôr em causa o mérito dos ousados feitos dos navegadores portugueses.

Regressado a São Tomé, ainda no mesmo ano, e já com São Tomé e Príncipe independente, tentei empreender a travessia ao Brasil, com o propósito de reforçar a minha tese, evocar a rota da escravatura através da grande corrente equatorial e contribuir para a moralização de futuros náufragos, à semelhança de Alan Bombard. 

Segundo este investigador e navegador solitário, a maioria das vítimas morre por inação, mais por perda de confiança e desespero, do que propriamente por falta de recursos, que o próprio mar pode oferecer. Era justamente o que eu também pretendia demonstrar. Navegando num meio tão primitivo e precário, levando apenas alimentos para uma parte do percurso e servindo-me, unicamente, de uma simples bússola, sem qualquer meio de comunicar com o exterior, tinha, pois, como intenção, colocar-me nas mesmas condições que muitos milhares de seres humanos que, todos os anos, ficam completamente desprotegidos e entregues a si próprios. Porém, quis o destino que fosse mesmo esta a situação que acabasse por viver. 

A canoa foi carregada num pesqueiro americano para ser largada, na corrente equatorial, um pouco a sul de Ano Bom. Porém, à chegada a esta ilha, o comandante propôs-me abandonar a canoa e ficar a trabalhar a bordo, alegando que a mesma estorvava e que a aventura era muito arriscada. Na impossibilidade de ser levado para a dita corrente, decidi-me pelo regresso a São Tomé para tentar a viagem noutra oportunidade. Foi então que uma violenta tempestade me surpreendeu em plena noite, tendo perdido a maior parte dos víveres, os remos e outros apetrechos. Ao sabor das vagas, num simples madeiro escavado, é difícil imaginar pior situação. Mesmo assim, com a canoa completamente desgovernada, não cruzei os braços e nunca me dei por vencido. Peguei num dos mastros e coloquei-o de través para garantir algum equilíbrio. Um dos bidões foi amarrado a uma corda e largado para servir de âncora flutuante. No dia seguinte improvisei um remo com um dos barrotes do estrado da canoa e pedaços da cobertura, a fim de conseguir dar alguma orientação. Mas de pouco me haveria de valer face à fúria dos constantes tornados. Como bóia de salvação utilizei o resto do estrado e adaptei-lhe um pequeno colchão de ar; frágil recurso para forças tão descomunais!



Foram momentos de extrema aflição, que me pareceram verdadeiras eternidades, durante 38 longos e difíceis dias, 24 dos quais a beber água do mar e das chuvas, e duas semanas sem alimentos que não fosse algum peixe que ia apanhando (e quando acontecia) ou ave que, entretanto, pousando, sacrificava. Enfrentando tempestades, sucessivas, incluindo ataques de tubarões. Ainda cheguei a pescar alguns de pequeno porte, enquanto tive anzóis. Mas, até estes, mais tarde, me haveriam de faltar.



quarta-feira, 1 de julho de 2020

Hoje é o dia Nacional do Canadá – País onde vive para cima de meio milhão de luso-canadianos – Sobretudo dos Açores e da Madeira - Mais de metade dessa maioria vive em Ontário – A pandemia global também parece afetar a celebração do 1º de Julho, mas há noticias de grupos de cidadãos para que se "explore a natureza, se ande de bicicleta ao longo da estrada de 56 km e descubra novas aventuras, tais como visitas às famosas Cataratas do Niágara e que se celebre o dia do orgulho nacional em iniciativas virtual on-line com artistas de rua e outros concertos.- O poeta e declamador português, Euclides Cavaco, dedica um vídeo especial a uma nação onde, se afirmou como empresário e radialista, um empenhado divulgador da cultura lusa

JORGE TRABULO MARQUES - JORNALISTA 



Em abril de 2016 havia 550 000 luso-canadianos a viver no Canadá, representando cerca de 2% do total da população canadiana.A maioria dos luso-canadianos vive em Ontário 248.265 (69%), Quebeque 48.765 (14%) e Colúmbia Britânica 30.085 (8%). - A presença regular de portugueses neste território data do início do século XVI. Contudo, a imigração portuguesa para o Canadá só começou a ter expressão a partir de 1953, ano em que uma importante comunidade de portugueses se fixou no país. Entre 1953 e 1973, terão entrado no Canadá 91.583 portugueses, sendo 61,2% originários dos Açores.. https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_portuguesa_no_Canad%C3%A1

O 1º de Julho, dia Nacional do Canadá, segundo noticias, este ano será um pouco diferente – No entanto, surgem apelos de grupos de cidadãos, de que “embora não possamos ter um desfile ou fogos de artifício, convidamos você a visitar as Cataratas do Niágara a associar-se  com a família e os amigos para comemorar o aniversário desta grande nação, em um de seus destinos mais emblemáticos! Explore a natureza, ande de bicicleta ao longo da estrada de 56 km e descubra novas aventuras. Saiba mais sobre tudo o que foi reaberto nas Cataratas do Niágara .

Estão previstos também outras iniciativas, no sentido de em 1º de julho, vamos nos unir virtualmente de costa a costa e compartilhar nosso orgulho nacional. Nossa nova produção de celebração virtual on-line inclui artistas de rua, anfitrião convidado Matt Anthony, um mágico, líderes comunitários, além de apresentações musicais de Honeymoon Suite, LMT Connection e deadmau5 para que todos possam desfrutar. CanadaDay   https://niagarafalls.ca/events/annual-events/canada-day/default.aspxx




O POETA E DECLAMADOR, EUCLIDES CAVACO, RESIDENTE NO CANADÁ DEDICOU UM VIDEO ESPECIAL AO 1º DE JULHO Faz hoje 28 anos que recebeu  a honorífica medalha condecorativa do Governo do Canadá.

Euclides Cavaco,  um português de sucesso, que, com o seu esforço e tenacidade, logrou singrar na vida e ser um português muito estimado e admirado no Canadá    - Poeta, escritor, radialista, natural do  concelho de Mira, distrito de Coimbra, que, na década de 60 depois de ter feito o seu estágio como locutor da Rádio, em Angola, acabou por optar em 1970, “num impulso de aventura”, por se radicar no Canadá, onde concluiu o curso em Gestão Administrativa e alcançou o estatuto de empresário.

Tendo, em 1974 com um grupo de amigos,  fundado o programa de televisão Saudades de Portugal, de que foi apresentador. Em 1976 é nomeado Comissário Público pelo Governo do Ontário. - Em 1980 liga-se à criação da RÁDIO VOZ DA AMIZADE, de que é director e locutor há mais de 25 anos.

Mais de de 35 anos dedicados à divulgação da Língua
e Cultura Portuguesa, dignificando com convicção patriótica a Nossa Gente, as nossas coisas e o nome de Portugal no mundo. Pelo seu mérito tem recebido diversas distinções honoríficas - Pormenores em - https://mariaivonevairinho_e_poetasamigos2.blogs.sapo.pt/9022.html


JORNAL CORREIO DOS AÇORES – HÁ DOIS ANOS

Hoje é o Dia Nacional do Canadá,data em que se comemoram  os 150 anos deste país do novo Mundo, uma data que assinala o reconhecimento pela rainha Vitória da Confederação do Canadá. Apesar desta separação, o Canadá continua a ter no monarca britânico, actualmente Isabel II, o seu chefe do Estado, sendo esta representada pelo Governador-geral - desde 2010 um cargo ocupado por David Johnston. Trata-se de uma data de grande significado para os canadianos, com especial relevância também para a nossa Região Autónoma, porque ali vivem muitos dos que um dia rumaram àquele país em busca de uma melhor qualidade de vida, mas também lá residem e trabalham arduamente uma parte muito significativa da nossa população. O Canadá é uma grande nação multicultural, é o segundo maior país do Mundo e um dos mais desenvolvidos, em que a história dita que no dia 1 de Julho, a antiga Província do Canadá, constituída pelas Províncias do Quebec e Ontário, se juntou à de New Brunswick e à de Nova Scotia e formaram este belo grande país. Simbólico é facto de na Ribeira Grande existir um Museu da Emigração Açoriana, que retrata as vivências deste povo que, face à adversidade, se viu obrigado a procurar noutras paragens uma vida mais digna para os seus filhos.- Excert do jornal Correio dos Açores , há dois anos http://correiodosacores.pt/NewsDetail/ArtMID/383/ArticleID/5034/O-Canad%C3%A1-celebra-hoje-150-ano

Aquando da  vitória do Campeonato Europeu
 Mas há noticias de que, em dias de pandemia,  os Portugueses no Canadá estão sentir dificuldades em ter acesso a apoios estatais, enquanto “a  comunidade portuguesa preocupa-se muito com o bem-estar dos outros."  Diz O vereador lusocanadiano Martin Medeiros Luso-canadiano ou português canadiano é um canadiano que possui ascendência portuguesa ou um português que reside no Canadá.

Diz que  “A comunidade portuguesa, como outra comunidade, preocupa-se muito com o bem-estar dos outros. No entanto, tem barreiras pela frente”, afirmou, em entrevista à Lusa, Martin Medeiros, 46 anos.

Um dos “desafios recentes” que o autarca de Brampton (província de Ontário) identificou foi a dificuldade das pequenas e médias empresas no processo de candidatura aos subsídios do Governo durante a pandemia de covid-19.

“Estamos a tentar ajudá-los nesse sentido. Têm havido vários anúncios de incentivos de programas e muitos não sabem o que fazer”, 

O antigo conselheiro das comunidades portuguesas sinalizou ainda o “envelhecimento da população, inclusive da comunidade portuguesa”, com muitos “idosos hospedados em lares da terceira idade”, instituições bastante afetadas pela pandemia, situação que tem “preocupado bastante as famílias”.

“A comunidade portuguesa aqui é mais envelhecida, uma situação que tenho acompanhado e que está relacionada com cinco centros para a terceira idade localizados na região. Sei que muitas famílias portuguesas têm familiares nessas instituições e a comunicação é difícil. Estamos a tentar servir de ligação nesse contacto”, afirmou.

Filho de imigrantes provenientes de Rabo de Peixe, São Miguel (Açores), Martin Medeiros, eleito pelo distrito eleitoral 3 e 4 de Brampton, está a cumprir o seu segundo mandato na Câmara Municipal de Brampton e na Assembleia Municipal de Peel.

A barreira da língua e a situação indocumentada de alguns portugueses está a preocupar o vereador, que reconhece a aflição de muitas famílias, que em tempo de crise “não têm acesso a bens alimentares e a outras necessidades básicas”.






terça-feira, 30 de junho de 2020

PRÉMIO UCCLA - Diplomata e escritor “Henrique Reinaldo Castanheira, distinguido na 5.ª edição do Prémio Literário UCCLA, com a obra "Heterónimo de Pedra" – Novos Talentos, Novas Obras em Língua Portuguesa – E o filme A Metamorfose dos Pássaros, da realizadora portuguesa Catarina Vasconcelos, é distinguido com o Prémio Especial do Júri do Festival de Cinema de Taipé, em Taiwan, - Literatura e Cinema de expressão portuguesa, em maré alta em tempo crise pandémica

JORGE TRABULO MARQUES - JORNALISTA 





Prémio Literário UCCLA -  Novos Talentos, Novas Obras em Língua Portuguesa -  adiado de 5 de Maio  para 28 de junho de 2020, data em que a UCCLA assinala 35 anos da sua fundação, foi criado em julho de 2015, sem qualquer valor pecuniário, é uma iniciativa conjunta da UCCLA, Editora A Bela e o Monstro e Movimento 2014, “tem como objetivo estimular a produção de obras literárias, nos domínios da prosa de ficção, romance, novela e conto e da poesia, em Língua Portuguesa, por novos escritores”.  atribuído, pela primeira vez, em 2016, ao romance “Era Uma Vez Um Homem”, de João Nuno Azambuja, de Portugal. Em 2017, à obra “Diário de Cão”, de Thiago Rodrigues Braga, do Brasil.
Este ano,  foi atribuído ao “O HETERÓNIMO DE PEDRA”, de  Henrique Reinaldo Castanheira, “Pequenos contos, relatos oníricos, paisagens urbanas, alusões cultas (artistas, poetas, filósofos), tudo pode ser motivo para ilustrar os desenhos deste estranho livro que estará para lá da experiência da ekphrasis.

Numa nota publicada no 'site' oficial, o júri do prémio enalteceu o texto do autor português, de 61 anos, constituído por pequenos contos que se interligam e que têm o tema da viagem como elemento central. A obra vai ser publicada pela Guerra e Paz, devendo chegar às livrarias em setembro.

O prémio literário atribuiu ainda duas menções honrosas, ao relevar a obra "Os Animais Mortos na Berma da Estrada", um texto em prosa de Hugo Miguel dos Santos Pereira, de 36 anos e residente na Bulgária, bem como a obra em poesia de Tiago Manuel Martins Aires, de 37 anos, intitulada "Um Museu que Arde".
Com candidaturas provenientes de 22 países, o júri -- que inclui professores e escritores de todos os países de língua portuguesa, entre os quais o cabo-verdiano Germano Almeida ou o brasileiro António Carlos Secchin -- salientou também a qualidade de outras duas obras que chegaram ao lote de finalistas: "42 Dias" e "Espelhos" das brasileiras Fernanda Nogas e Cátia Sena Hughes, respetivamente.- Lusa 


A Metamorfose dos Pássaros de Catarina Vasconcelos premiado em Taiwan

O filme A Metamorfose dos Pássaros, da realizadora portuguesa Catarina Vasconcelos, foi distinguido com o Prémio Especial do Júri do Festival de Cinema de Taipé, em Taiwan, anunciou hoje a agência Portugal Film.
“Depois de ter vencido o Prémio da Crítica Internacional-FIPRESCI, na Berlinale, onde teve a sua estreia mundial, e o Prémio de Melhor Filme no Festival de Vilnius, na Lituânia, a primeira longa-metragem da realizadora Catarina Vasconcelos vence hoje o Prémio Especial do Júri no Festival de Cinema de Taipé, o mais importante festival de cinema de Taiwan”, refere a Portugal Film, num comunicado divulgado esta terça-feira.

A Metamorfose dos Pássaros, a primeira longa-metragem de Catarina Vasconcelos, estava integrada na competição New Talent (Novo Talento, em português), que inclui 12 filmes “que revelam novos cineastas”.
(…) Segundo a Portugal Film, A Metamorfose dos Pássaros já foi seleccionado “para mais de 20 festivais internacionais, nos Estados Unidos, Rússia, Espanha, Grécia, Coreia, Canadá, Polónia, Brasil, México, Austrália, Itália, entre outros”. Além disso, “o filme também já foi vendido no território chinês, onde terá estreia comercial”.
Em Portugal, a primeira “longa” de Catarina Vasconcelos será exibida no festival IndieLisboa, que decorre entre 25 de Agosto e 5 de Setembro, integrado na competição nacional.
Catarina Vasconcelos, 33 anos, demorou-se seis anos na criação deste filme, depois de ter feito a primeira curta-metragem, Metáfora ou a Tristeza Virada do Avesso (2013), em contexto académico em Londres. https://www.publico.pt/2020/06/30/culturaipsilon/noticia/filme-metamorfose-passaros-catarina-vasconcelos-premiado-taiwan-1922408

Henrique Reinaldo Castanheira,  natural de  Lisboa em 02/09/1959, solteiro, Licenciatura em História pela Universidade Lusíada de Lisboa em 1987, parte curricular do mestrado em Estratégia no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas de Lisboa, concluída em 1991.
Em 1987 parte para os EUA onde reside até 1988, no regresso e até 1991, colaborou com o Jornal Tempo, com o Instituto de Estudos Estratégicos e Internacionais, com publicações periódicas e Lecionou a cadeira de Geografia Económica e Social no Instituto de Arte e Design de Lisboa.
Em novembro de 1991, ingressa no Ministério da Defesa Nacional, Direção-Geral de Política de Defesa Nacional, Departamento de Relações Multilaterais onde assume as pastas relacionadas com a intervenção nacional nos Balcãs, análise de conflitos na área do Cáucaso, região dos Grandes Lagos e Africa Ocidental sendo, igualmente, ponto focal para as áreas do NACC, HLTF e WASTAND.
Em 1995 integra a Missão de Avaliação da Presidência Portuguesa da UEO à Operação Danúbio e a Missão de Avaliação da Presidência Portuguesa da UE a Mostar. Em 1997 é chamado para monitorização eleitoral na Argélia, sobe a égide das Nações Unidas, área de trabalho que desenvolve até 2008, enquadrado pela OSCE, UE e ONU, tendo realizado missões na Macedónia (1997), Rússia (2000/01), Kosovo (2000/02), Bangladesh (2002), Camboja (2002), Paquistão (2002), Madagáscar (2002), Ruanda (2003), Indonésia (2004), Moçambique (2004), Guiné-Bissau (2005/08), Afeganistão (2005), Uganda (2006), República Popular do Congo (2006), Mauritânia (2006), Guatemala (2007), Togo (2007), Angola (2008).
Paralelamente, mantém o acompanhamento sistemático do envolvimento de Portugal e da Comunidade Internacional em operações de apoio à paz e humanitárias, dos comités das Nações Unidas, nomeadamente do C-34 e das ações desencadeadas no âmbito da União Africana e Organizações sub-Regionais africanas no desenvolvimento de capacidades ealy warning e reforma do sector de segurança.
A partir de 2008 assume a pasta não-Proliferação com responsabilidades no acompanhamento dos dossiers Irão, Coreia do Norte, Síria e Sahel e na área dos mecanismos do qual Portugal é Estado-Parte - NSG, OPCW, BTWC, CCM, CCW, CWC, Ottawa, Wassenaar, Grupo Austrália, MTCR, CTBT, ATT. Ponto focal para as matérias OSCE, nomeadamente OPEN SKIES, tendo assumido a presidência do Grupo em 2012. https://dre.pt/home/-/dre/868330/details/maximized
Como formação específica, cabe relevar a obtida na Escola NATO (Arms Control Non-Proliferation/2010, Peacekeeping Course/2007, European Security Cooperation /2005); no Colégio Europeu de Segurança e Defesa (SSR Course/2008, European Security and Defence Policy, Orientation Course /2006); no IESM (2.º Curso de Estudos Africanos - Reforma do Sector de Segurança/2007); e na Universidade de Uppsala, Suécia (EU EOP Long Term Observer/2001). – Excertos de https://dre.pt/home/-/dre/868330/details/maximized


segunda-feira, 29 de junho de 2020

Oração ao Universo pela Humanidade



Somos todos irmãos e filhos de Deus - Sob a imensidade do Universo, cada ser humano, traz consigo na matriz do seu génese a ínfima partícula da sua sabedoria - Saibamos escutar os seus acordes e usá-la Por estes sacros altares da minha aldeia, trilhando musgos, giestas, fetos e ervas, alcandorando-me nos antiquíssimos penhascos das suas fragas, aqui me dirijo, nesta minha prece, nesta minha singela evocação, na esperança de que as minhas palavras encontrem algum eco
e não sejam proferidas em vão,
ao coração de todos os pobres e aflitos da Terra
que, nos dias de hoje, mesmo às horas mais mortas,
não tendo sequer um tecto, um mísero abrigo onde se acolherem,
choram, em silêncio, dilacerados, lágrimas amargas e profundas,
uns, já vazios de esperança e rendidos ao seu desespero,
outros, com alguma centelha na alma,
aguardando que a divina luz da prateada roda
ou do rubro clarão do sol, os cubra de melhor sorte,
os livre, de vez, do seu infortúnio e da sua triste ventura!






DIA DE SÃO PEDRO E A DEVOÇÃO DOS PESCADORES SANTOMENSES AO SANTO POPULAR, QUE EU TESTEMUNHEI – Venerado nas principais praias piscatórias mas com outras datas – Imagens de há 50 anos - Celebrado, desde a Baía Ana de Chaves, onde tem uma capela, à vila do Pantufo, entre outras localidades – Mas os dias que atravessamos, retraem essas folias e alegrias de cunho religioso e pagão, seja onde for

JORGE TRABULO MARQUES - JORNALISTA  - E antigo correspondente da revista angolana, Semana Ilustrada  – Na Baía Ana de Chaves, a celebração a São Pedro, decorre em 31 de Janeiro, junto à pequena ermida,  sendo considerada a primeira grande festa do ano - Além de São Tomé, que deu o nome à Ilha, é o santo mais popular no arquipélago 


Hoje é o dia de São Pedro, natural de  Betsaida, na Galileia, o pescador., que se transformou em discípulo de  Jesus em Betânia, através de seu irmão André.
De seu  nome original era Simão, mas Jesus lhe chamou de Cefas (Rocha, do grego Petros), cuja tradução é Pedro, e o instituiu como líder da Igreja: “Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja” (Mt 16:18).
A tradição bíblica católica considera São Pedro como o primeiro Papa. O martírio de São Pedro ocorreu em Roma, sendo crucificado de cabeça para baixo na Colina Vaticana, provavelmente no ano de 64 d.C. https://www.calendarr.com/portugal/dia-de-sao-pedro/
A DEVOÇÃO A SÃO PEDRO, EM SÃO TOMÉ  QUE EU TESTEMUNHEI
Escrevia eu na Revista Semana Ilustrada, de Luanda, da qual era seu corespondente, que   " devoção  a São Pedro, está  há muito  enraizada  no povo de S, Tomé  Mas, é principalmente nas vilas ou povoações ribeirinhas que a crença a este santo popular assume  maior 'fervor e religiosidade

Sendo,  São. Pedro o padroeiro  dos Pescadores, é pois natural  que, numa Ilha como a de  São  Tomé, onde o mar está ligado a grande parte da população,  aqui o popular santo se venere com certo ardor· e singularidade. E é realmente o que acontece. Sobretudo, na povoação do Pantufo, a escassos quilómetros  da cidade de S, Tomé, que as festividades a S, Pedro.,  assumem características muito especiais  - Mais imagens e pormenores à frente 

A FESTA  DE SAO PEDRO, EM SÃO TOMÉ - TEM UM CALENDÁRIO DIFERENTE -  NA BAÍA ANA DE CHAVES - Realiza-se a 31 de Janeiro,  festa de São Pedro - É a primeira grande festa do ano
A celebração ao   padroeiro dos pescadores da Baía Ana de Chaves,  junto à sua ermida na Baía Ana de Chaves,  é  considerada a primeira grande festa do novo ano, com uma moldura humana de milhares de pessoas, que se concentram junto ao local onde se ergue uma capelinha em honra do dito santo popular e se estende ao longo da avenida marginal, na praia de S- Pedro, com gente vinda de todos os pontos da cidade da ilha e da cidade, mas especialmente dos bairros circundantes,   Budo-Budo, São João Davargem, Ponte Graça, Potó-Potó, Atrás do Cemitério, Oquei-Del-Rei - Três dias de arromba, com música a rodos dos conjuntos típicos da terra ou apresentada por discotecas móveis, onde os DJ, dão largas à sua agilidade e imaginação, com os sons mais mexidos e frenéticos das últimas novidades
A DEVOÇÃO A SÃO PEDRO, EM SÃO TOMÉ  QUE EU TESTEMUNHEI
Dizia eu:  "Vale pois a pena ir a esta festa. Já nos tinham dito que era, de facto, acontecimento digno de ser apreciado. Mas, sinceramente, tudo o que observámos   transcendeu o que julgávamos ir ver Na verdade as pessoas não se limitam, unicamente, a incorporarem- se na procissão, que, após a 'missa solene em honra a este santo popular , percorre, vagarosamente e com muita pompa  e devoção  nos dois sentidos, a principal artéria da povoação Festejam-no também no mar.

Finda a procissão na rua, outra cerimónia, esta então muito característica, vai começar na praia. É o cortejo das canoas. São os pescadores que, nas suas frágeis  embarcações, coloridamente enfeitadas de andalas e bandeiras, vão levar o seu  São Pedro para o mar. É uma imagem mais pequenina. A outra, a maior, ficará. nó andor, voltada para o mar. Para aquele mesmo mar, onde, diariamente, buscam, com muito suor e sacrifício, e não raras as vezes com risco das próprias vidas, o pão de cada dia, E é aí onde eles  o vão festejar O sacerdote também vai, numa canoa maior e  propositadamente preparada. Leva consigo o santíssimo  sacramento e, entre outras  canoas que em redor  da que o leva voltejam., vai percorrer uma parte daquele  imenso azul ·por onde os bravos homens dos dongos partem diariamente  para às suas  fainas da pesca.


E é entre muita alegria, muito entusiasmo, exteriorizado. através de cânticos e toque de tambores, que podemos admirar tão singular como inédita manifestação  religiosa.
Entretanto, na praia, o espetáculo não é menor. Aí é mais das mulheres dos pescadores e da maior parte de toda aquela gente que vive debruçada sobre aquela praia da simpática  povoação do Pantufo. Enquanto as canoas, lá fora, voltejam  de um:. Ledo para -o outro, quase num verdadeiro malabarismo de equilíbrio, aqui, na praia, as mulheres e raparigas, entram vestidas e calçadas  à água  e dão  largas A sua natural alegria e fé religiosa

Porém, após o regresso do sacerdote do mar, a festa é ainda mais· calorosa e movimentada. Nessa altura,  o entusiasmo  é ainda maior e dura algumas horas. A noite é  um bocado diferente. Têm  os divertimentos  e as exibições de folclore. Há bailes,   ou fundões como são conhecidos, ao sabor dos conjuntos típicos  danço  congo e tbciloli. Em suma, há . a continuação  de uma festa como em todas as festas de carácter  religioso, onde sobressai um bocado de tudo: de significado religioso e sentido pagão.  Mas é sobretudo na sua essência uma verdadeira e demonstração  de aculturação  euro-africana. E, neste caso, de presença lusa. Vale pois a pena, por tudo isto; pelo seu tipicismo e peculiaridade, observar de perto  meie esta singular tradição  da boa gente de São Tomé.




Brasil apoia STP com medicamentos para tratar da Covid-19 e outras doenças – Apesar de lá ser uma desgraça – Mas as relações linguísticas e históricas, superam a temporalidade dos governantes - Além disso, a Embaixada brasileira tem aqui desenvolvido uma cooperação muito importante – O ex-Presidente, Lula da Silva, visitou por duas vezes estas maravilhosas ilhas, no seu périplo por países de África

Jorge Trabulo Marques - Jornalista e Investigador  - BRASIL- STP  - LAÇOS DE  COOPERAÇÃO  UNIDOS PELA LÍNGUA PORTUGUESA CONTINUAM NO CORAÇÃO DOS POVOS DA CPLP  
















Na minha exposiçao no cCP. com o Embaixador José Leitão 
O Centro de Formação Profissional Brasil-São Tomé e Príncipe, construído na zona da Quinta de Santo António, pela cooperação brasileira,  com  o objetivo de proporcionar  à  juventude do arquipélago,  vários cursos  de formação, nomeadamente construção civil, eletrotecnia, hidráulica, manutenção industrial e mecânica auto, informática, betão armado, panificação, mecânica auto, eletricidade, entre outras valências, têm-se afirmado numa referência cultural na cidade de São Tomé.”
Março 2016
De sublinhar, que, a embaixada do Brasil, em São Tomé e Príncipe, foi a primeira das 19 embaixadas instaladas em África nos últimos anos, mas o  profícuo e intenso trabalho de  Cooperação entre Brasil e STP, desenvolvido durante os quatro anos e meio, pelo Embaixador  José Carlos Leitão, ainda veio reforçar mais os laços de cooperação com STP - E, pelo que me é dado saber, vem sendo prosseguido pelo atual embaixador Vilmar Araújo, entregou ao Ministério da Saúde um lote de medicamentos diversos, para ajudar no tratamento da Covid-19, mas também na cura de outras doenças que afetam a população, independentemente da maior ou menos temporalidade dos governos entre ambos os países .

Brasil apoia STP com medicamentos para tratar da Covid-19 e outras doenças
Refere o Téla Nón, que, o Brasil, embora “confrontado com um forte ataque da Covid-19 no seu território, um dos mais mortíferos do mundo, com registo de mais de 50 mil mortes e mais de 1 milhão de pessoas infectadas com o vírus SARS-COV-2, a República Federativa do Brasil, decidiu estender as mãos à São Tomé e Príncipe.

O embaixador do Brasil, Vilmar Araújo, entregou ao Ministério da Saúde um lote de medicamentos diversos, para ajudar no tratamento da Covid-19, mas também na cura de outras doenças que afectam a população.

«Neste momento o Brasil também está a enfrentar grandes dificuldades, no combate a Pandemia da Covid-19. Temos envidado esforços para superar este flagelo, e como não poderia deixar de ser também procuramos destinar alguns recursos para ajudar os países amigos a enfrentarem esta situação», declarou o embaixador do Brasil.

A cerimónia de entrega à São Tomé e Príncipe do donativo em medicamentos, decorreu na última quinta feira num armazém do Ministério da Saúde no bairro de São Gabriel e São Tomé.- Mais pormenores ehttps://www.telanon.info/politica/2020/06/29/32007/brasil-apoia-stp-com-medicamentos-para-tratar-da-covid-19-e-outras-doencas/

De lembrar,  que,  no balanço  apresentado,  antes da sua partida para Cabo Verde, o embaixador organizou uma conferência, que contou a presença  de várias personalidade da vida politica, económica, social e politica santomense, tendo, então, sido sublinhado,  que  a promoção da cultura brasileira e são-tomense, ganhou maior ímpeto durante a missão do embaixador cessante. Grupos culturais brasileiros trouxeram aos são-tomenses, as cores da identidade brasileira e descobriram as marcas da santomensidade. De um lado e do outro, os dois povos foram se conhecendo mais, as semelhanças e as diferenças impostas pela história.

 BBC -26/07/2004  Lula é recebido com festa em São Tomé e Principe- Era este o titulo da BBCO presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi recebido com festa na pequena ilha de São Tomé, capital de São Tomé e Príncipe, primeira escala de sua viagem de uma semana a cinco países do sul da África. https://www.bbc.com/portuguese/noticias/story/2003/11/031102_saotomedb2amt.shtml
Lula trata de democracia e Aids em São ToméO presidente Luiz Inácio Lula da Silva destacou nesta segunda-feira em São Tomé e Príncipe a importância da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) na defesa da democracia. https://www.bbc.com/portuguese/reporterbbc/story/2004/07/040726_lularg.shtml




Primeiro Pelotão de fuzileiros  de STP  na cerimónia de abertura

De recordar que,  em 21 de julho de 2014, teve lugar a a cerimonia de abertura do curso de Formação de Soldados Fuzileiros Navais da Guarda Costeira de São Tomé e Príncipe (STP), que será ministrado pela Marinha do Brasil, como parte da cooperação, no âmbito da Defesa, entre os dois países.
O Chefe do Estado-Maior das Forças Armadas de STP, Brigadeiro Justino Lima, ressaltou que: "O Brasil tem sido um grande parceiro de São Tomé e Príncipe no quadro das reformas das Forças Armadas. Ajuda-nos a confrontar o problema da pirataria marítima e também capacita os nossos militares, que poderão ser chamados um dia para responder a uma solicitação no quadro do apoio internacional".Marinha do Brasil inicia formação de fuzileiros navais de São Tomé e ...