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Entre outros assuntos, falo da escalada ao Pico Cão Grande e das minhas aventuras em canoas – Visam defender a teoria de que antigos povos africanos, podiam ter sido os primeiros povoadores das Ilhas do Golfo da Guiné, antes dos colonizadores – Parti à meia-noite, disfarçado de pescador, ligando a ilha do Príncipe. Para me orientar, uma rudimentar bússola – A canoa era minúscula, à segunda noite adormeci: rolei na escuridão das vagas. No regresso fui distinguido com sopapos da policia salazarista, enviado para os calabouços – Cinco anos depois, numa piroga maior, fiz a ligação São Tomé-Nigéria. Partindo igualmente à noite, 13 dias depois atingia uma praia de Calabar, tendo sido detido 17 dias por suspeita de espionagem. - No mesmo ano, já com São Tomé e Príncipe independente, tentei a travessia São Tomé ao Brasil, usando os mesmos recursos. Além de pretender reforçar a minha teoria, desejava evocar a rota da escravatura e repetir a experiência de Alain Bombard. Porém, quis a ironia do destino que vivesse a difícil provação de um naufrágio de 38 longos dias, tendo aportado numa praia de Bioko (Bococo)onde fui recambiado para a famosa prisão de Black Beach

sábado, 11 de janeiro de 2020

RAMANEFER - O PINTOR TRANSMONTANO QUE BRILHOU NO BRASIL E BUSCOU NA SIMBOLOGIA EGÍPCIA EXPRESSÃO UNIVERSAL


Jorge Trabulo Marques - Jornalista e investigador

BELA FAIENA INSPIRADA TALVEZ NOS TÍPICOS TOUROS DA RAÇA MIRANDESA - DA SUA AMADA TERRA 
De colecionador particular
Expressiva obra do artista  Ramanefer, óleo sobre tela, 80X65,  pintada  em 1994, que aqui se mostra pela primeira vez, inserida numa coleção particular - Magistral imagem tauromáquica, de linhas e  cores, fortíssimas, como que num arrebatado e transcendente duelo entre o toureiro e o animal, mesmo cravado de bandarilhas,   elevando ambos como que a superarem-se, sem, todavia, chocar ou ferir  susceptibilidades, como geralmente acontece, na crueldade das  imagens ensanguentadas que se observam  nas praças tauromáquicas ou que são mostradas em reportagens televisivas. 


– Isto porque, as telas em Ramanefer, tiveram sempre um cunho místico e  transcendental – A busca de emprestar, mesmo aos motivos naturais, algo irreal, fantástico e sublimado, como que espelhados pelos recuados tempos da simbologia solar egípcia

 RAMANEFER - pseudónimo  artístico de Francisco António Rodrigues: um português transmontano, natural de  Duas Igrejas,  concelho de Miranda do Douro, distrito de Bragança, que emigrou para o Brasil aos 15 anos, onde, subindo a vida a pulso, lograria destacar-se como  empresário, abraçando ao mesmo tempo a pintura, que o levaria a criar um estilo inconfundível  e  a percorrer vários países do mundo, quer de volta ao seu país natal, quer, nomeadamente nos EUA. Alemanha, Suécia, França, Espanha, cujas exposições individuais e coletivas, alcançariam um grande sucesso





Tal como é referido nos seus dados biográficos, o pintor luso-brasileiro, falecido em 2013,  viveu  25 anos em São Paulo,  “onde sua carreira artística brilhou ao lado da carreira de negócios”.


RAMANEFER “Viaja com frequência adquirindo conhecimento da arte Universal, que adota em seus trabalhos numa mescla de estudos esotéricos e técnicas revolucionárias dentro da pintura. Retorna a Portugal aos 43 anos, e dedica-se exclusivamente a sua arte. Aos 47 anos, o artista inclina-se definitivamente a sua arte, e passa a realizar obras primas que o situaram dentro dos maiores nomes da arte ocidental. Expõe por todo Portugal, e passa a ter destaque nos meios artísticos e sociais, desenvolvendo-a intensamente sua vocação artística. http://ramanefer.blogspot.com/2013/09/blog-post_2374.html

“Pintou seu primeiro quadro aos 8 anos, usando a tela como um pedaço de folha de idade. Para ele, a desenhar e pintar e uma afirmação da personalidade, uma realização tão convincente e natural como tristeza e conversar.


Ao longo dos anos sua arte foi tomando dimensões, classificadas em 5 fases,  que levariam” a uma maturidade técnica e espiritual.

No Brasil, iniciou o "Green Stage", talvez as memórias do lugar onde foi criado, paisagens pintura, flores, borboletas, toda a natureza. 


Depois veio o "Stage Académico", inicialmente fazendo autor-retratos varia. A perfeição dos traços a serem observados, parecem deixar em sua alma. Ramanefer recria pessoas, coisas e animais cheios de imaginação e sensibilidade. Nesta fase, Ramanefer pinta um expressivo "A Última Ceia", quase em tamanho natural; Cristos e Madonnas Anjos também fazem parte desta fase.

Ramanefer passa "Phase mitológico" pintar o mar, sereias e tudo o que é visto entre o céu e o mar. http://newsmerchandising.blogspot.com/2014/07/artes-em-exposicao-e-vendas.html


EXPOSIÇÕES  E DISTINÇÕES
1975 - Diploma e medalha ?ANA NERI?
Diploma Condição no Grau de Cavaleiro
Diploma e medalha ?GL Barão de Taquari?, com a obra ?as rosas?
Diploma de Comendador pela S.B.E.I ? Sao Paulo
1978 - Diploma e homenagem de S.B.E.I. Imigração Japonesa no Brasil ? Sao Paulo
1979 - Diploma e medalha ?mérito Artístico Carlos Gomes?, com a obra ?as Mulatas?
1977 - Diploma e medalha ?João Ramalho? - Sao Paulo
1980 - Diploma e medalha do ?Mérito Municipalista? ? Sao Paulo
1980 - Diploma e medalha cultural e cívica ?Olavo Bilac? ? Sao Paulo
1981 - Diploma e medalha ?Tiradentes?, conferida pela S.B.E.I ? Sao Paulo
1981 - Diploma de mérito da Associação Dos Deficientes Físicos do Brasil ? Sao Paulo
Diploma da ordem do mérito municipalista no grau de cavalheiro ? Sao Paulo
1983 - Diploma e medalha de honra ao mérito ?Guilherme de Almeida? ? Sao Paulo
1984 - Diploma admitindo RAMANEFER no grau de grande oficial pela S.B.E.I - Sao Paulo
1984 - Diploma conferido como "Mestre" no 3° salão MAAC - Sao Paulo
1984 - Diploma do 2° encontro de artes plásticas ?Adelfha Figueiredo? ? Sao Paulo
1987 - Diploma de mérito por sua colaboração ao ?Clube dos Bancários do Brasil? ? Sao Paulo
1990 - Diploma da casa de Portugal (A.B.A.S e Ass. Paulista de Belas Artes) - Sao Paulo
1986 - Diploma pela exposição ?Expo Portuguesa d?alem Mar?- feira internacional de Lisboa ? Associação industrial Portuguesa Lisboa ? Portugal
1982 - Medalha de ouro pela obra ?Paisagem Brasileira?, 1° salão de artes plásticas de Iguape ? Sao Paulo
1983 - Medalha comemorativa à visita de ?sua Santidade o Papa João Paulo II? ao Brasil por sua obra ?A família Hebraica?- Sao Paulo
1984 - Medalha de ouro pela obra ?A Família? - VIII salão Arquidiocesano de belas artes
1984 - Medalha de honra ao mérito pela obra ?Floresta tropical? exposição de arte da semana da pátria - São Paulo
1984 - Medalha do mérito da ABCD, Associação Brasileira de Cultura pela obra ?inocência de Maio? salão do circulo militar ? Sao Paulo
1990 - Medalha da Comunidade Portuguesa do Estado de Sao Paulo por serviços prestados
1983 - Certificado ?mansão honrosa Padre Manuel da Nóbrega?, oferecido pelo instituto histórico e cultural Pero Vaz de Caminha - Sao Paulo
1984 - Certificado do instituto historio e cultural Pero Vaz de Caminha, pelo valor artístico e cultural de suas obras ? Sao Paulo
1984 - Certificado com o premio ?Menção especial?, atelier de Carmo ? Sao Pauo
"REPRESENTANTE - BELAS ARTES"
1985 - Representante ? Sócio da A.B.A.S, Academia de belas artes de Santana - Sao Paulo
1985 - Representante internacional da A.B.A.S - Sao Paulo
1986 - Representante em Portugal da diretoria da A.B.A.S, secção assuntos internacionais - Sao Paulo
1984 - Associado n° 14: secção pintura do grupo português de artes ?Jose Malhoa? - Sao Paulo
1992 - FIAP - artes PORTIGUAL"
FIAP 1992 - Festival Internacional de las Artes de los pequeños formatos Porto - Portugal CASINO DE ESTORIL - PORTUGAL
2008 - CAVAS Hotel Hilto São Paulo - amostra de obras acervo do artista http://ramanefer.blogspot.com/





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