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Entre outros assuntos, falo da escalada ao Pico Cão Grande e das minhas aventuras em canoas – Visam defender a teoria de que antigos povos africanos, podiam ter sido os primeiros povoadores das Ilhas do Golfo da Guiné, antes dos colonizadores – Parti à meia-noite, disfarçado de pescador, ligando a ilha do Príncipe. Para me orientar, uma rudimentar bússola – A canoa era minúscula, à segunda noite adormeci: rolei na escuridão das vagas. No regresso fui distinguido com sopapos da policia salazarista, enviado para os calabouços – Cinco anos depois, numa piroga maior, fiz a ligação São Tomé-Nigéria. Partindo igualmente à noite, 13 dias depois atingia uma praia de Calabar, tendo sido detido 17 dias por suspeita de espionagem. - No mesmo ano, já com São Tomé e Príncipe independente, tentei a travessia São Tomé ao Brasil, usando os mesmos recursos. Além de pretender reforçar a minha teoria, desejava evocar a rota da escravatura e repetir a experiência de Alain Bombard. Porém, quis a ironia do destino que vivesse a difícil provação de um naufrágio de 38 longos dias, tendo aportado numa praia de Bioko (Bococo)onde fui recambiado para a famosa prisão de Black Beach

domingo, 23 de fevereiro de 2020

Marega - O racismo nas bancadas do futebol é mais de violência verbal que sentido - No relvado a emoção e alegria não distingue raças nem origens

Jorge Trabulo Marques - Jornalista e repórter fotográfico



















MAREGA E O RACISMO CEGO FORA DO RELVADO ONDE O CORO DAS PAIXÕES E OS ÓDIOS SE EXTRAVASAM – Mas dentro do relvado o espetáculo é diferente – Pode haver jogo violento mas não será por razões de pigmento da cor – Não se pode generalizar comportamentos dos coros de uns quantos arruaceiros desvairados com atitudes racistas e xenofobistas a um clube ou a uma cidade. - Seja negro ou branco, experimente entrar nas bancadas de uma claque, que não a do seu clube, vestido da camisola do adversário, e veja o que lhe acontece ou o que lhe chamam- Sobretudo, em jogos alto risco e rivais: caem-lhe logo em cima. - O fenómeno futebol, em todo o lado, instiga a temperamentos exacerbados e à cegueira de ódios, entre as claques e atores em campo..

AS TVS DEDICAM MAIS TEMPO AO FUTEBOL QUE À ARTES , À BOA EDUCAÇÃO E A CULTURA -Em Portugal, quem não dispuser de canais por cabo, tem de aguentar a sintonia dos esbirros dos compadres do futebol que ocupam largos tempos de antena - Estes "doutores" não contribuem para a harmonizar as paixões do futebol senão para exibrem a sua figadeira

Não se confundam palavrões de extremismos com racismo: até parece que o futebol em África é exemplar nas paixões das bancadas. Que ninguém insulta ninguém - Palavrões como "seu filho da puta" "seu macaco" e outros mimos, do género, são frequentes no futebol e na politica.- Estar a fazer-se da cegueira futebolística um caso nacional de racismo,até parece que nunca se entrou num estádio - Jogadores, treinadores (de milhões) árbitros e dirigentes têm a obrigação de saber resistir a essas provocações - E a imprensa o dever de a saber interpretar

Eu já fotografei muitos desafios de futebol e sei muito bem como é a reação das claques., quando endiabradas. A imprensa, em vez de informar e contribuir para condenar o excesso destes comportamento extremistas, mais das vezes ainda os acicata, faz é alarido e sensacionalismo para colher audiência.

A noticia corre mundo de que, "em 16 de Fevereiro de 2020, no Estádio D. Afonso Henriques, durante o jogo da Primeira Liga entre o Vitória Sport Clube e o Futebol Clube do Porto, Marega foi desde o período de aquecimento alvo de provocações e insultos racistas por parte de alguns adeptos do Vitória.
Os ataques tornaram-se particularmente virulentos depois de Marega ter marcado o golo que deu a vitória ao Porto (2-1) e o ter festejado, dirigindo-se para quem o insultava e apontando para o seu braço. Isto valeu-lhe um cartão amarelo por parte do árbitro Luís Godinho.

Adeptos do Vitória assobiaram-no, atiraram cadeiras para o campo e urraram imitando um macaco.[2] Indignado, Marega pediu para ser substituído e abandonou o campo, 20 minutos antes do fim do jogo."

 JONAS - O JOGADOR BRASILEIRO DAS GRANDES BARRIGADAS DE GOLOS A FAVOR DO BENFICA - Marcou 137 golos em 183 jogos, - De seu nome Jonas Gonçalves Oliveira mais conhecido como Jonas, despediu-se do Benfica e do futebol aos 35 anos,.Foi artilheiro do Campeonato Brasileiro de 2010 e marcou o segundo golo mais rápido da história da Liga dos Campeões da UEFA com apenas 10.96 segundos de jogo. Encerrando, desta forma, a sua carreira com 575 jogos profissionais e um total de 300 golos marcados com as camisas de Guarani, Santos, Portuguesa, Grémio, Valência e Benfica, além da seleção brasileira - a quem defendeu em 12 jogos. O brasileiro conquistou nove títulos nos clubes em que passou. – Mais pormenores em https://pt.wikipedia.org/wiki/Jonas_Gon%C3%A7alves_Oliveira



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