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Entre outros assuntos, falo da escalada ao Pico Cão Grande e das minhas aventuras em canoas – Visam defender a teoria de que antigos povos africanos, podiam ter sido os primeiros povoadores das Ilhas do Golfo da Guiné, antes dos colonizadores – Parti à meia-noite, disfarçado de pescador, ligando a ilha do Príncipe. Para me orientar, uma rudimentar bússola – A canoa era minúscula, à segunda noite adormeci: rolei na escuridão das vagas. No regresso fui distinguido com sopapos da policia salazarista, enviado para os calabouços – Cinco anos depois, numa piroga maior, fiz a ligação São Tomé-Nigéria. Partindo igualmente à noite, 13 dias depois atingia uma praia de Calabar, tendo sido detido 17 dias por suspeita de espionagem. - No mesmo ano, já com São Tomé e Príncipe independente, tentei a travessia São Tomé ao Brasil, usando os mesmos recursos. Além de pretender reforçar a minha teoria, desejava evocar a rota da escravatura e repetir a experiência de Alain Bombard. Porém, quis a ironia do destino que vivesse a difícil provação de um naufrágio de 38 longos dias, tendo aportado numa praia de Bioko (Bococo)onde fui recambiado para a famosa prisão de Black Beach

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020

Ó TU, QUE TENS NO SEIO DA ETERNIDADE" - Tributo a ,Manuel Barbosa Du Bocage - 15- 09- 1765 - 21-12-1805 -


"Ó TU, QUE TENS NO SEIO DA ETERNIDADE,
E em cujo esplendor o sol se acende,
Grande imutável ser, de quem depende
A harmonia da eterna imensidade!

Amigo e benfeitor da Humanidade,
Da mesma que Te nega e que te ofende,
Manda ao meu coração, que a dor se rende.
Manda o reforço da eficaz piedade.

Opressa, consternada a Natureza
Em mim com vozes lânguidas Te implora.
Órgãos do sentimento e da tristeza.

A Tua inteligência, nada ignora: ;
Sabes que, de alta Fé,minha alma acesa.
Té nas angustias o Teu braço adora"
Manuel Barbosa Du Bocage -

Manuel Maria de Barbosa l'Hedois du Bocage (Setúbal, 15 de Setembro de 1765 – Lisboa, Mercês, 21 de Dezembro de 1805) foi um poeta nacional português e, possivelmente, o maior representante do arcadismo lusitano.[1] Embora ícone deste movimento literário, é uma figura inserida num período de transição do estilo clássico para o estilo romântico que terá forte presença na literatura portuguesa do século XIX.[2] Era primo em segundo grau do zoólogo José Vicente Barbosa du Bocage
https://pt.wikipedia.org/wiki/Manuel_Maria_Barbosa_du_Bocage

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