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Entre outros assuntos, falo da escalada ao Pico Cão Grande e das minhas aventuras em canoas – Visam defender a teoria de que antigos povos africanos, podiam ter sido os primeiros povoadores das Ilhas do Golfo da Guiné, antes dos colonizadores – Parti à meia-noite, disfarçado de pescador, ligando a ilha do Príncipe. Para me orientar, uma rudimentar bússola – A canoa era minúscula, à segunda noite adormeci: rolei na escuridão das vagas. No regresso fui distinguido com sopapos da policia salazarista, enviado para os calabouços – Cinco anos depois, numa piroga maior, fiz a ligação São Tomé-Nigéria. Partindo igualmente à noite, 13 dias depois atingia uma praia de Calabar, tendo sido detido 17 dias por suspeita de espionagem. - No mesmo ano, já com São Tomé e Príncipe independente, tentei a travessia São Tomé ao Brasil, usando os mesmos recursos. Além de pretender reforçar a minha teoria, desejava evocar a rota da escravatura e repetir a experiência de Alain Bombard. Porém, quis a ironia do destino que vivesse a difícil provação de um naufrágio de 38 longos dias, tendo aportado numa praia de Bioko (Bococo)onde fui recambiado para a famosa prisão de Black Beach

segunda-feira, 18 de maio de 2020

Carlos Romano - Um genial artista de origem angolana e italiana “eu sou mestiço”, uma mistura da raiz africana com outros estilos” Seu pai, António Romano, foi Campeão de Boxer no Sporting e fundador da modalidade em Angola.


JORGE TRABULO MARQUES - JORNALISTA



Carlos Romano, um artista multifacetado.  Nasceu em Angola, veio para Portugal, aos 4 anos de idade, Filho do  lutador de box, António Romano, de origem italiana, campeão duas vezes pelo Sporting,  após o que regressou a Angola, onde  criou a modalidade e levou o país aos jogos olímpicos


Conhecemo-lo, por um feliz acaso,a subir o Chiado, na Rua Gerret,  na vespéra de apresentar uma exposição, vernissage Embrya,  em Lisboa, com dois enormes belos quadro pela mão – Hoje pudemos recuperar o video da breve entrevista, que nos concedeu, há um ano, que temos muito gosto de editar


Após terminar a licenciatura na faculdade de Belas Artes de Lisboa, Carlos rumou para a capital angolana para encontrar e redescobrir a sua identidade artística. O regresso à sua terra natal deu-lhe uma nova visão criativa, que se traduziu em pinturas mais coloridas e esculturas com figuras humanas, cuja identificação revela a preocupação com os valores étnicos, morais e religiosos

Considera-se uma existencialista. Vive da arte e pela arte, tendência que já lhe vem desde criança, quando fazia rostos a lápis, meta que tem procurado seguir e aperfeiçoar-se- Encontrámo-lo, por um feliz acaso,  em Lisboa, há  uma ano, , na  véspera da sua exposição,vernissage Embrya, com dois belos e enormes quadros na mão, que ainda ia instalar Hoje pudemos recuperar o video da breve entrevista, que nos concedeu,  que temos muito gosto de editar


Não segue propriamente uma corrente, diz que a sua “arte refelte aquilo que sou, eu sou mestiço”, uma mistura da raiz africana com outros estilos.

Ver um quadro isolado numa parede, achou que era uma mensagem insuficiente para a mensagem artística que pretendia passar, tendo, por isso, aprendido outras disciplinas, através da musica e da dança 

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