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Entre outros assuntos, falo da escalada ao Pico Cão Grande e das minhas aventuras em canoas – Visam defender a teoria de que antigos povos africanos, podiam ter sido os primeiros povoadores das Ilhas do Golfo da Guiné, antes dos colonizadores – Parti à meia-noite, disfarçado de pescador, ligando a ilha do Príncipe. Para me orientar, uma rudimentar bússola – A canoa era minúscula, à segunda noite adormeci: rolei na escuridão das vagas. No regresso fui distinguido com sopapos da policia salazarista, enviado para os calabouços – Cinco anos depois, numa piroga maior, fiz a ligação São Tomé-Nigéria. Partindo igualmente à noite, 13 dias depois atingia uma praia de Calabar, tendo sido detido 17 dias por suspeita de espionagem. - No mesmo ano, já com São Tomé e Príncipe independente, tentei a travessia São Tomé ao Brasil, usando os mesmos recursos. Além de pretender reforçar a minha teoria, desejava evocar a rota da escravatura e repetir a experiência de Alain Bombard. Porém, quis a ironia do destino que vivesse a difícil provação de um naufrágio de 38 longos dias, tendo aportado numa praia de Bioko (Bococo)onde fui recambiado para a famosa prisão de Black Beach

quarta-feira, 20 de maio de 2020

São Tomé e Principe - PM Jorge Bom Jesus, responde aos profetas da desgraça: “Não queremos profetas das inverdades” propondo tréguas , em “enterrar o machadinho de guerra”- Disposto adiar as contendas para depois da pandemia – Entretanto, o país já pode contar com um laboratório PCR doado pela OMS e uma equipa do INEM e vários materials num voo procedente de Portugal

JORGE TRABULO MARQUES- JORNALISTA

Jorge Bom Jesus - STP-Press


JORGE BOM JESUS  ERGUE A VOZ  AO RUÍDO SOCIAL LEVANTADO  - A que chama de "os profetas das inverdades” propondo enterrar o machadinho de guerra”
Refere, STP-Press, que  "O Primeiro-Ministro são-tomense, Jorge Bom Jesus  em balanço de dois meses do Estado de Emergência face a pandemia da Covid-19, declarou esta segunda-feira que “não queremos profetas das inverdades”, tendo sublinhado que “vamos enterrar o machadinho de guerra” …e “deixar passar esta fase[ da Pandemia] para [ depois ] retomarmos as nossas guerras políticas”.
“Queremos revalidar o apelo que nós fizemos a toda classe política, porque, nós precisamos de políticos neste momento”, disse Jorge Bom Jesus, tendo acrescentado que “não queremos profetas das inverdades. E temos todos que abraçar este combate hoje. Vamos enterrar o machadinho de guerra. Portanto, vamos deixar passar esta fase para retomarmos as nossas guerras políticas.´ http://www.stp-press.st/2020/0

Não é por falta de frutosbons 
Em São Tomé e Principe, comparativamente o que vai pelo resto de África e do Mundo,  aqui,  a pandemia global, conquanto, esteja  ainda longe de registar o número de vitimas por outras doenças,  como foi o caso da chamada doença desconhecida, há 3 anos, além do paludismo e outras doenças endémicas,  porém, nem por isso, deixa de provocar alguma tensão social e politica
Foi anunciado, em 19  de Maio, mais um óbito por coronavírus, subindo para um total de 8 mortes, tendo ainda anunciado 5 novos casos positivos, totalizando 251 casos por acumulação, de acordo com dados divulgados hoje, dia 19 pela equipa do ministério da Saúde.


As ilhas Verdes do  Equador, têm sido um dos mais  exemplares casos de espírito de pacifismo e democraticidade, em toda a África, onde não têm surgido os conflitos violentos, que ensombram a maioria dos países do grande continente africano  - É certo que os governos, não têm tido grande duração,  exceptuando os 4 anos do regime autoritário de Patrice Trovoada,  com o domínio exclusivo da rádio e televisão e imprensa oficial, talvez pelo facto de aqui não ter nascido e criado raízes afetivas, tendo passado grande  parte da sua governação ausente do país, virando-lhe as costas, tal como sucede atualmente, sem, no entanto, dados os meios económicos que possui, em vários praises, deixar de ali continuar a mover  a sua influência e a provocar  alguma instabilidade


Num meio pequeno, como é S. Tomé e Principe, onde as mínimas coisas, tanto podem alegrar com criar algum desânimo ou desalento, não é fácil governar –   E, então, com o ambiente de  tensão verificado em torno do isolamento, a que tem vindo a ser forçada a população, perrogado até ao fim de Maio,  pelo  Presidente são-tomense, Evaristo Carvalho, pela quarta vez consecutiva
As pessoas, nunca enfrentaram tão prolongada privação à sua liberdade, pelo que,  não apenas por essa razão, mas sobretudo pelo impato dos receios, que  a pandemia tem suscitado,  como, aliás, em todo o mundo, despoletando focos de alguma crispação social, de que algum oportunismo politico, tem querido colher dividendos

Nao se compreende, por exemplo, que, neste  domingo último, na localidade de Mateus Angolares, um posto de tratamento de água potável para a população local, tivesse sido vandalizado por um desconhecido grupo de marginais http://www.stp-press.st/2020/05/19/marginais-vandalizam-centro-de-tratamento-agua-para-populacao-de-mateus-angolares/

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