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Entre outros assuntos, falo da escalada ao Pico Cão Grande e das minhas aventuras em canoas – Visam defender a teoria de que antigos povos africanos, podiam ter sido os primeiros povoadores das Ilhas do Golfo da Guiné, antes dos colonizadores – Parti à meia-noite, disfarçado de pescador, ligando a ilha do Príncipe. Para me orientar, uma rudimentar bússola – A canoa era minúscula, à segunda noite adormeci: rolei na escuridão das vagas. No regresso fui distinguido com sopapos da policia salazarista, enviado para os calabouços – Cinco anos depois, numa piroga maior, fiz a ligação São Tomé-Nigéria. Partindo igualmente à noite, 13 dias depois atingia uma praia de Calabar, tendo sido detido 17 dias por suspeita de espionagem. - No mesmo ano, já com São Tomé e Príncipe independente, tentei a travessia São Tomé ao Brasil, usando os mesmos recursos. Além de pretender reforçar a minha teoria, desejava evocar a rota da escravatura e repetir a experiência de Alain Bombard. Porém, quis a ironia do destino que vivesse a difícil provação de um naufrágio de 38 longos dias, tendo aportado numa praia de Bioko (Bococo)onde fui recambiado para a famosa prisão de Black Beach

terça-feira, 16 de junho de 2020

Covid-19 - Dexametasona – Anunciado como o primeiro medicamento eficaz contra coronavirus-19 - Produzido pela primeira vez em 1957 e aprovado para uso médico em 1961 – Ensaio clínico, no reino Unido, concluiu agora que o tratamento com dexametasona para pessoas internadas no hospital com COVID-19 reduziu a mortalidade em um terço para aqueles que necessitam de respiradores e em um quinto para aqueles que usam oxigénio. Mas o uso a longo prazo pode resultar em candidíase , perda óssea, catarata , contusões fáceis ou fraqueza muscular.

JORGE TRABULO MARQUES - JORNALISTA


Dexametasona, é um  corticosteróide,  que tem sido usado no tratamento de problemas reumáticos, doenças de pele , alergias graves, asma , doença pulmonar obstrutiva crônica , garupa , edema cerebral , dor ocular após cirurgia oftalmológica e ao longo com antibióticos na tuberculose

Em junho de 2020, um ensaio clínico em larga escala relatou resultados preliminares de que o tratamento com dexametasona para pessoas internadas no hospital com COVID-19 reduziu a mortalidade em um terço para aqueles que necessitam de respiradores e em um quinto para aqueles que usam oxigénio. https://en.wikipedia.org/wiki/Dexamethasone

É a noticia do dia, que,  cientistas da Universidade de Oxford, apresentaram a dexametasona, como um medicamento que produziu resultados positivos. Conforme tem sido divulgado,  existem hoje muitas vacinas em desenvolvimento, mas nenhuma parece estar pronta a avançar já. Contudo, um grupo de investigadores parece ter conseguido produzir o primeiro medicamento eficaz contra a doença provocada pelo novo coronavírus.



Medicamento pode prevenir uma em cada oito mortes por COVID-19




01/04/2020 - Este é um dos meus vídeos sobre uma ampla gama de recursos educacionais para garantir que informações vitais para médicos, pacientes e famílias estejam disponíveis e sejam facilmente acessíveis onde e quando for necessário. Ajude seus pacientes ou entes queridos a descobrir esse


Segundo os responsáveis ​​pelo estudo, a dexametasona pode prevenir uma em cada oito mortes entre os pacientes mais graves e uma vida em 25 entre os que recebem oxigénio. Estes resultados ainda são preliminares, mas os responsáveis ​​pelo trabalho disseram que em breve irão ser publicados, devidamente revistos, numa revista científica.
A dexametasona é uma droga conhecida – foi descoberta em 1957 – e é barata. É um corticoide com efeitos anti-inflamatórios e um supressor da resposta imune, usado contra fortes reações alérgicas e doenças autoimunes, como a artrite reumatoide. A Organização Mundial da Saúde considera um medicamento essencial para qualquer sistema de saúde.
Os resultados são especialmente positivos, pois apareceram logo após os investigadores terem anunciado que um dos tratamentos mais promissores possíveis – a hidroxicloroquina – não tem efeito positivo em pacientes hospitalizados. O estudo britânico também está a testar a eficácia de outros tratamentos, incluindo plasma de pacientes recuperados. https://pplware.sapo.pt/informacao/dexametasona-finalmente-anunciado-primeiro-medicamento-eficaz-contra-covid-19/


RTP (...) Os testes foram conduzidos em mais de dois mil pacientes hospitalares. A estes foi administrada dexametasona e foi feita uma comparação a outros quatro mil que não tomaram o anti-inflamatório. Em pacientes com ventilador, o medicamento cortou o risco de morte dos 40 para os 28 por cento. Em doentes a receber oxigénio, esse número caiu dos 25 para o 20 por cento.

Um dos líderes da investigação da Universidade de Oxford, Peter Horby, explicou que até agora a dexametasona é o único medicamento que mostra uma redução no número de óbitos em pacientes Covid-19



 professor Martin Landray falou em “benefícios claros” na lutar contra a pandemia: “O tratamento consiste em dez dias a tomar dexametasona e custa cinco libras por paciente. Este é um medicamente que está disponível em todo o mundo”.

Ainda de acordo com o professor Landray, por esta altura, os hospitais deviam administrar dexametasona aos pacientes sem esperarem por autorização.

No entanto, explica que os cidadãos não devem sair de casa e comprar o medicamento para o tomar, já que o mesmo parece não ajudar pessoas que apresentem sintomas ligeiros da Covid-19 e que não necessitem de ajuda para respirar.

A dexametasona fez parte de uma bateria de testes que também incluiu a hidroxicloroquina, que acabou por ter a autorização de uso revogada devido a problemas cardíacos. O remdesivir, usado para tratar o ébola, parece encurtar o tempo de recuperação dos pacientes, de 15 para 11 dias, e está também disponível no sistema de saúde britânico. No entanto, os estudos realizados não mostram que pode reduzir a mortalidade em doentes Covid-19.
A dexametasona é utilizada desde o fim da década de 60 no tratamento de várias doenças, como a artrite reumatoide e a asma. O medicamento é administrado via intravenosa nos cuidados intensivos e é dado em comprimidos par doentes menos graves.https://www.rtp.pt/noticias/mundo/dexametasona-o-novo-medicamento-testado-na-luta-contra-a-covid-19_n1237469

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