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Entre outros assuntos, falo da escalada ao Pico Cão Grande e das minhas aventuras em canoas – Visam defender a teoria de que antigos povos africanos, podiam ter sido os primeiros povoadores das Ilhas do Golfo da Guiné, antes dos colonizadores – Parti à meia-noite, disfarçado de pescador, ligando a ilha do Príncipe. Para me orientar, uma rudimentar bússola – A canoa era minúscula, à segunda noite adormeci: rolei na escuridão das vagas. No regresso fui distinguido com sopapos da policia salazarista, enviado para os calabouços – Cinco anos depois, numa piroga maior, fiz a ligação São Tomé-Nigéria. Partindo igualmente à noite, 13 dias depois atingia uma praia de Calabar, tendo sido detido 17 dias por suspeita de espionagem. - No mesmo ano, já com São Tomé e Príncipe independente, tentei a travessia São Tomé ao Brasil, usando os mesmos recursos. Além de pretender reforçar a minha teoria, desejava evocar a rota da escravatura e repetir a experiência de Alain Bombard. Porém, quis a ironia do destino que vivesse a difícil provação de um naufrágio de 38 longos dias, tendo aportado numa praia de Bioko (Bococo)onde fui recambiado para a famosa prisão de Black Beach

sexta-feira, 12 de junho de 2020

COVID- 19 - Em São Tomé e Principe – Há que manter a serenidade e agir sem alarmismos - COOPERAÇÃO PORTUGUESA - Através do INEM melhorou capacidade de resposta ao Covid-19 do Hospital Central - No resto de África, o panorama é bem diferente - Coronavírus em África: 209.380 casos; 5.689 mortes; 95.084 recuperações

JORGE TRABULO MARQUES - JORNALISTA 

COOPERAÇÃO PORTUGUESA -  DANDO VALIOSO APOIO - Imagem Téla Nón 

A turbulência política, em STP, nem mesmo em tempo de confinamento, cessa de conflituar  – Erguendo
fantasmas que só contribuem para gerar estados de angústia, sentimentos de depressão e pânico – É o que  se pode depreender por noticias divulgadas e nas redes sociais.

Agora, já  não se fala de outras doenças – a não ser do Covid-19 -  Doenças essas que continuam a matar,  tal como o paludismo e a gripe, a tuberculose, entre outras  – E, então, com a Gravana à porta,  porventura, o mais provável é meter-se tudo nas mesmas estatísticas, tais as dúvidas e a confusão que corre pelo resto do Mundo, como se apenas houvesse uma única doença capaz  de matar.  

É referido que,  São Tomé e Príncipe, já ultrapassou os 600 casos de infecção pela Covid-19, “Total das amostras enviadas ao laboratório do Gana, 600. Positivas 122, negativas 478. Da ilha de São Tomé foram enviadas 522 amostras, sendo 119 positivas e negativas 403. Desses 119 casos positivos, 93 são casos novos», detalhou a directora dos cuidados de saúde.

Este é o cenário pelo resto de áfrica

Nada, porém, que se compare às estatísticas pelo resto do confinamento africano -
Atualmente, existem mais de 200.000 casos confirmados de coronavírus em todo o continente, com vários países africanos impondo uma série de medidas de prevenção e contenção contra a propagação da pandemia.

De acordo com os dados mais recentes da Universidade John Hopkins e do Centro Africano de Controle de Doenças do COVID -19 na África, a repartição permanece fluida à medida que os países confirmam os casos como e quando. Em 13 de maio, todos os países africanos haviam registrado uma infecção, sendo o último o Lesoto”.LEITURA SUGERIDA : As mortes de COVID -19 na África ultrapassam a marca de 100.000
COOPERAÇÃO PORTUGUESA – APOIO PRECIOSO 

Diz o Téla Nón. que "A unidade de cuidados especiais do hospital central Ayres de Menezes, foi apetrechada com novos equipamentos, incluindo ventiladores. Equipamentos ofertados pela OMS, e que foram instalados pela equipa do INEM(Instituto Nacional de Emergência Médica) de Portugal.

A equipa composta por 4 membros que por solicitação da OMS, veio trabalhar em São Tomé no quadro da luta contra a Covid-19, formou o pessoal clínico nacional, em vários domínios de abordagem da doença, assim como no manuseamento dos equipamentos de tratamento, com destaque para os ventiladores.

Mais do que formar e estruturar as equipas de saúde para combater a Covid-19, a missão do INEM em nome da OMS, reforçou as capacidades do hospital central Ayres de Menezes, para dar resposta as situações de emergência médica.- Excerto de


Quem já se esqueceu da "chamada doença desconhecida?"
HÁ QUE TER SERENIDADE COM A PANDEMIA COVID-19 – SEGUIR AS REGRAS E COMBATÊ-LA MAS SEM HISTERISMOS - AS ILHAS, EM 2017, FORAM ACOMETIDAS PELA CHAMADA DOENÇA DESCONHECIDA – Que durante vários meses permaneceu encoberta – Nem a Presidência da República, nem o Governo, levantaram a voz - Agora, não falta quem queira semear o pânico e a confusão -

“A partir de quando estaremos em condições de realizar testes PCR no País ?” questionou hoje o Presidente da República, Evaristo Carvalho na abertura da reunião esta manhã no palácio presidencial com os titulares dos órgãos da soberania sobre a evolução da pandemia do coronavírus [ a Covid-19] no País.” STP-Press - De Hoje

Curiosamente, naquela altura, o Presidente Evaristo, não mostrou publicamente esta mesma preocupação - Não se ouviu uma palavra, sobre a doença, ao governo que o elegeu, que quis impedir que deputados da oposição visitassem o hospital.

Era então noticia de que “Uma doença de origem ainda desconhecida está a afetar São Tomé e Príncipe, tendo as autoridades sanitárias diagnosticado já 1.994 casos e quatro óbitos “associados à doença”, indicou fonte hospitalar.



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